O leitor que não lê ataca novamente

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Estive em Criciúma na última quarta-feira (27) participando da Arena Criativa, evento promovido pela Falculdade SATC e que reúne palestras e workshops na área da comunicação. Fui falar sobre SEO (Otimização para mecanismo de busca), mas comecei abordando os novos hábitos de consumo de informação, partindo da “preferência” de ficar (ou se sentir) informado no Facebook. Citei novamente também uma sensação que sempre tive de que os leitores de internet simplesmente não leem. Estão no Facebook, veem uma manchete e já vão para os comentários, antes mesmo de clicar e ler o texto do link compartilhando.

O exemplo que sempre cito é o da morte do ator Paul Walker, astro de “Velozes e Furiosos”, ocorrida em  2013, em um acidente de trânsito. A manchete da Folha S.Paulo na internet atraiu comentários qualificando Walker como “irresponsável” por levar para as ruas, para a vida real, o jeito de dirigir dos filmes. O problema é que o ator não estava ao volante, estava no banco do carona.

Na sexta-feira, no Facebook (onde mais seria?), vi mais um exemplo dessa “mania” (preguiça?) de não clicar, não ler, mas comentar com gosto.

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Do BlueBus: Google e Facebook ganham mais com anúncios do que todos os jornais e rádios juntos

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De acordo com o o Inc., o Google vai faturar em 2017 80,8 bilhões de dólares só com publicidade.  É tanto quanto todos os jornais e revistas do mundo inteiro, juntos, ganham com a venda de anúncios. O Facebook vem logo em seguida, com 36,3 bilhões de dólares – praticamente o mesmo que todas as estações de rádio, juntas, faturam com a venda de espaço publicitário. Google e Facebook abocanham cerca de 50% de todo o dinheiro investido em publicidade globalmente – número que em breve deve atingir os 83%, segundo cálculos da Digital Content Next.

Leia a notícia completa no BluBus.

P.S.: Explica-se, por exemplo, que o esforço em iniciativas como as da Gazeta do Povo, ao encerrar o impresso, seja de buscar assinantes no digital.

P.S.: E também faz pensar no quanto que as empresas de mídia perderam espaço e o timing enquanto Google e Facebook (este último abastecido por conteúdo de veículos) tomavam conta do pedação. Deixaram chegar…

Quando os jornais se aproximam ao que há de pior nas seções de comentários, por @n1viacarvalho

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Ainda sobre comentários, Primeiro Digital recomenda o texto da jornalista, professora e social mídia Nívia Carvalho, publicado em sua conta no LinkedIn com o título “Quando os jornais se aproximam ao que há de pior nas seções de comentários”.

Todos sabemos: as seções de comentários são um dos melhores exemplos do maior grau de toxicidade do comportamento humano. Os piores defeitos estão todos lá, expostos, muitas vezes para regozijo do autor do comentário, que recebe várias curtidas de seus ‘apoiadores’. Achávamos que com as redes sociais, onde as pessoas, em tese, não mais se protegeriam sob o manto do anonimato permitido nos sites de notícias, seriam mais responsáveis no quesito reputação online. A ilusão durou pouco. Dos sites para os comentários na página dos veículos foi um pulo. Eles só migraram.

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O ano do Facebook? Ou alguém viu alguma coisa de diferente em 2016?

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No final de 2015, publiquei aqui no Primeiro Digital uma lista de dez assuntos que considerei como os mais relevantes e mais comentados no decorrer do ano. Estavam na lista g

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Carta aberta ao fundador do Facebook pede ações contra notícias falsas

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Vinte sites de checagem de fatos de diversos países, incluindo os brasileiros Aos Fatos, Agência Lupa e Agência Pública – Truco, assinam uma carta aberta direcionada ao fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, cobrando ações que ajudem a conter a propagação de notícias falsas na rede social – um problema que cresce e tem sido assunto recorrente entre sites especializados sobre jornalismo e mídias digitais.

Leia a carta dos sites de checagem.

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Do BlueBus: Facebook anuncia cursos de treinamento online e gratuitos para jornalistas

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O Facebook está anunciando cursos de treinamento online e gratuitos para jornalistas, que terao como foco 3 pilares – descoberta de conteúdos, criaçao de histórias e construçao de uma audiência. Os cursos estao disponíveis por meio do Blueprint, plataforma global de e-learning do Facebook. Segundo a rede social, a ideia de criar esse formato surgiu a partir de uma série de conversas com diversos jornalistas ao redor do mundo, que demonstraram interesse em encontrar em um único lugar mais informaçoes sobre como usar o Facebook para o trabalho.

A nota completa está no BlueBus.

E o link do curso é www.facebook.com/facebookmedia/journalists

Se não interessa essa notícia…

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Ótima chamada do jornal Município Dia a Dia, de Brusque, no Facebook. Destaca uma fofoca, mas lembra que, caso o assunto em questão (namorado de Ellen Roche) não seja do interesse do leitor, o site tem outras notícias. Saída criativa para nem dar tempo do comemtarista de Facebook, que entende tudo de jornalismo, sacar o teclado para atirar.

Parabéns aos colegas do Município.

Curta no Facebook: www.fb.com/municipiomais

Do Nexo: Facebook agora usa robôs para sugerir notícias aos usuários

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Na tarde do dia 26 de agosto, todos os funcionários do Facebook que faziam a curadoria de assuntos na seção “Trending” da rede social foram demitidos. Agora, a seleção de links é feita por robôs, a partir de algoritmos.

O Trending é uma seção que aparece na lateral direita da linha do tempo e ainda não está disponível no Brasil. Exibe conteúdos populares que podem ser interessantes para o usuário e faz parte do esforço do Facebook em se tornar uma fonte relevante de curadoria de notícias.

Até a sexta-feira (26), a seleção de links era feita por uma equipe humana, e incluía checagem cruzada, para descartar notícias falsas. Os links eram, primeiro, escolhidos por curadores. A partir dessa seleção, eram pareados com os interesses do usuário e exibidos de forma personalizada.

Saiba quais as implicações desta decisão do Facebook lendo o texto completo de Ana Freitas no Nexo.

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O Facebook baixou o nível de exigência dos leitores e de qualidade do conteúdo dos sites de notícias?

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