Quando os jornais se aproximam ao que há de pior nas seções de comentários, por @n1viacarvalho

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Ainda sobre comentários, Primeiro Digital recomenda o texto da jornalista, professora e social mídia Nívia Carvalho, publicado em sua conta no LinkedIn com o título “Quando os jornais se aproximam ao que há de pior nas seções de comentários”.

Todos sabemos: as seções de comentários são um dos melhores exemplos do maior grau de toxicidade do comportamento humano. Os piores defeitos estão todos lá, expostos, muitas vezes para regozijo do autor do comentário, que recebe várias curtidas de seus ‘apoiadores’. Achávamos que com as redes sociais, onde as pessoas, em tese, não mais se protegeriam sob o manto do anonimato permitido nos sites de notícias, seriam mais responsáveis no quesito reputação online. A ilusão durou pouco. Dos sites para os comentários na página dos veículos foi um pulo. Eles só migraram.

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O ano do Facebook? Ou alguém viu alguma coisa de diferente em 2016?

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No final de 2015, publiquei aqui no Primeiro Digital uma lista de dez assuntos que considerei como os mais relevantes e mais comentados no decorrer do ano. Estavam na lista g

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Carta aberta ao fundador do Facebook pede ações contra notícias falsas

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Vinte sites de checagem de fatos de diversos países, incluindo os brasileiros Aos Fatos, Agência Lupa e Agência Pública – Truco, assinam uma carta aberta direcionada ao fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, cobrando ações que ajudem a conter a propagação de notícias falsas na rede social – um problema que cresce e tem sido assunto recorrente entre sites especializados sobre jornalismo e mídias digitais.

Leia a carta dos sites de checagem.

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Do BlueBus: Facebook anuncia cursos de treinamento online e gratuitos para jornalistas

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O Facebook está anunciando cursos de treinamento online e gratuitos para jornalistas, que terao como foco 3 pilares – descoberta de conteúdos, criaçao de histórias e construçao de uma audiência. Os cursos estao disponíveis por meio do Blueprint, plataforma global de e-learning do Facebook. Segundo a rede social, a ideia de criar esse formato surgiu a partir de uma série de conversas com diversos jornalistas ao redor do mundo, que demonstraram interesse em encontrar em um único lugar mais informaçoes sobre como usar o Facebook para o trabalho.

A nota completa está no BlueBus.

E o link do curso é www.facebook.com/facebookmedia/journalists

Se não interessa essa notícia…

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Ótima chamada do jornal Município Dia a Dia, de Brusque, no Facebook. Destaca uma fofoca, mas lembra que, caso o assunto em questão (namorado de Ellen Roche) não seja do interesse do leitor, o site tem outras notícias. Saída criativa para nem dar tempo do comemtarista de Facebook, que entende tudo de jornalismo, sacar o teclado para atirar.

Parabéns aos colegas do Município.

Curta no Facebook: www.fb.com/municipiomais

Do Nexo: Facebook agora usa robôs para sugerir notícias aos usuários

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Na tarde do dia 26 de agosto, todos os funcionários do Facebook que faziam a curadoria de assuntos na seção “Trending” da rede social foram demitidos. Agora, a seleção de links é feita por robôs, a partir de algoritmos.

O Trending é uma seção que aparece na lateral direita da linha do tempo e ainda não está disponível no Brasil. Exibe conteúdos populares que podem ser interessantes para o usuário e faz parte do esforço do Facebook em se tornar uma fonte relevante de curadoria de notícias.

Até a sexta-feira (26), a seleção de links era feita por uma equipe humana, e incluía checagem cruzada, para descartar notícias falsas. Os links eram, primeiro, escolhidos por curadores. A partir dessa seleção, eram pareados com os interesses do usuário e exibidos de forma personalizada.

Saiba quais as implicações desta decisão do Facebook lendo o texto completo de Ana Freitas no Nexo.

Vote na enquete:

O Facebook baixou o nível de exigência dos leitores e de qualidade do conteúdo dos sites de notícias?

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Engajamento nas redes sociais: ZH mantém o topo, R7 cresce e Veja despenca

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Da Torabit, empresa de monitoramento digital e métricas:

O veículo online do jornal gaúcho Zero Hora segurou a primeira posição no ranking da taxa média de engajamento nas redes sociais em julho. Seu resultado foi de uma taxa de 2,56%, computados os resultados de Facebook, Twitter e Instagram.

Confira o infográfico.

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Do Projeto Draft: Pequeno manifesto sobre o atual estado das coisas para quem vive de produzir conteúdo

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A concentração dos investimentos em mídia no Brasil sempre foi letal aos projetos independentes. A TV aberta fica historicamente com mais de 60% do bolo publicitário – e a TV Globo fica, sozinha, com mais de 70% dessa fatia.

Google e o Facebook entraram no jogo meia dúzia de anos atrás e não trouxeram inovação alguma a esse modelo. Ao contrário: eles o reproduzem à risca. Estima-se que o Google fique com 60% dos investimentos publicitários digitais no país, e que o Facebook fique com outros 10%. Ou seja: juntos, eles teriam a mesma fatia do bolo digital que a TV Globo tem no bolo da TV aberta.

E Google e Facebook entraram nesse jogo de forças e de concentração de dinheiro e poder com uma novidade duplamente letal para os publishers: ambos atraem a verba de marketing dos anunciantes utilizando a custo zero os conteúdos produzidos pelos mesmos veículos que os anunciantes deixaram de apoiar exatamente para poderem investir mais nos dois gigantes.

Ou seja: Os publishers ficaram com o custo da produção do conteúdo que Google e Facebook usam como combustível gratuito para as suas operações – nas quais não precisam investir um centavo para produzir uma linha dos textos que publicam nem para editar um minuto dos vídeos que veiculam.

Este trecho é apenas um dos pontos importantes destacados no manifesto escrito por Adriano Silva. Leitura mais do que recomendada.

Leia o texto completo no Projeto Draft.