O que o Orkut pensa sobre Facebook

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O que o Orkut pensa sobre o Facebook? A resposta está na entrevista que o Gizmodo Brasil publicou neste sábado (9). Aproveitando o aniversário de 15 anos do Face, o repórter Guilherme Tagiaroli, meu colega no Master em Jornalismo Digital, conversou com o turco Orkut Büyükkökten, criador do famoso site de relacionamento (como era chamado nos telejornais na época), que viciou os brasileiros em rede social. Na entrevista, ele analisa o atual momento das redes sociais e também relembra características do site que criou.

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“Quem ainda não montou uma estratégia de cobrança está pedindo para quebrar”

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“Conteúdo não pode ser grátis. Se a empresa paga o salário de seu funcionário, é preciso dar valor a esse trabalho. Ou seja, cobrar pelo conteúdo. Não a notícia que todos têm, commodity, mas aquela que marca a diferença, a análise, o gráfico, a opinião de qualidade, a reportagem. Quem ainda não montou uma estratégia de cobrança (um paywall freemium, por exemplo) está pedindo para quebrar”.

Este um dos passos – cobrança de conteúdo – indicados pelo consultor Eduardo Tessler, em artigo publicado no Meio & Mensagem, para os jornais enfrentarem a crise em 2019.

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Tendências para o jornalismo no Brasil em 2019

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Numa iniciativa do Farol Jornalismo e da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), jornalistas e pesquisadores brasileiros produziram análises em que apresentam tendências para o jornalismo e para o trabalho do jornalista em 2019. Confira os 10 temas abordados em “O jornalismo no Brasil em 2019”:

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De @ludtke: “Queremos um ‘Netflix’ de notícias, mas necessitamos de um 1,99”

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“Desde sempre bato na mesma tecla: conteúdo digital não se grampeia. Ele é produzido a granel. Cada grão é único, tem tamanho, sabor e textura diferentes, mas no mercado de notícias você só consegue comprá-lo por quilo, em pacotes embalados a vácuo pelo produtor. Esse é um mercado centrado em produto, quando deveria ter no centro quem consome: o leitor. E quando falamos na necessidade de mudança do eixo de financiamento do Jornalismo para a remuneração pelo conteúdo, isso fica ainda mais evidente.”

Este é o trecho de abertura do artigo Queremos um “Netflix” de notícias, mas necessitamos de um 1,99, do jornalista, professor e pesquisador Sérgio Lüdtke.

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Série da CBN mostra os efeitos do uso de robôs nas eleições

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A rádio CBN veiculou durante esta semana uma série de reportagens que tratam do uso de robôs na internet principalmente para influenciar na disputa política. “Você já se deparou com mensagens disparadas aleatoriamente nas redes sociais, durante discussões sobre comportamento, saúde, alimentação ou higiene, por exemplo, que continham apenas uma frase entusiasmada sobre um determinado pré-candidato à Presidência da República?”, questiona a primeira a reportagem da série.

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Insights para a produção de conteúdo no marketing digital

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Publiquei nesta segunda-feira no Portal Making Of o artigo ​Como deve ser o conteúdo da sua empresa em 2018, em que reúne alguns insights a respeito das características do conteúdo eficiente para as estratégias digitais das empresas. Este é um segmento no qual tenho atuado (veja meu portfolio) e que tem atraído cada vez mais colegas jornalistas.

Veja alguns trechos do artigo.

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Do Inova.Jor: Por que a Gazeta do Povo decidiu trocar o papel pelo digital

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O jornalista Renato Cruz publicou um ótimo texto a respeito da decisão da Gazeta do Povo de encerrar sua edição impressa e ficar só no digital a partir do dia 1º de junho. Destaco alguns trechos do texto publicado no site Inova.Jor.

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Do Poder360: The Guardian deixará de usar app da Apple e do Facebook para publicar notícias

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O jornal britânico The Guardian deixará de usar as plataformas Instant Articles, do Facebook, e Apple News para compartilhar notícias. A empresa avalia que o dinheiro produzido com a visita às páginas desses dispositivos não ultrapassa o que o jornal fatura com o próprio site. A informação é do site Digiday.

A mudança foi realizada na última 6ª feira (21.abr.2017). Outros portais também reduziram radicalmente o uso destes aplicativos, como a BBC News, National Geographic, The Wall Street Journal e o The New York Times.

(…)

Para fazer frente à queda na arrecadação com publicidade, o Guardian tem incentivado que leitores se tornem membros associados do jornal – 200 mil já compraram esta modalidade.

Leia o texto completo no Poder 360.

#Newsgeist Latam: anotações de um espírito de tempo no Jornalismo contemporâneo, por @anabrambilla

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O Newsgeist aconteceu neste fim de semana em São Paulo, como você pode acompanhar pelo  Twitter, com a participação de jornalistas, professores, pesquisados e empreendedores do Brasil e de outros países. A colega Ana Brambilla publicou um ótimo material no Medium com suas considerações sobre o que foi discutido durante o evento. Leitura recomendada.

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Quando os jornais se aproximam ao que há de pior nas seções de comentários, por @n1viacarvalho

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Ainda sobre comentários, Primeiro Digital recomenda o texto da jornalista, professora e social mídia Nívia Carvalho, publicado em sua conta no LinkedIn com o título “Quando os jornais se aproximam ao que há de pior nas seções de comentários”.

Todos sabemos: as seções de comentários são um dos melhores exemplos do maior grau de toxicidade do comportamento humano. Os piores defeitos estão todos lá, expostos, muitas vezes para regozijo do autor do comentário, que recebe várias curtidas de seus ‘apoiadores’. Achávamos que com as redes sociais, onde as pessoas, em tese, não mais se protegeriam sob o manto do anonimato permitido nos sites de notícias, seriam mais responsáveis no quesito reputação online. A ilusão durou pouco. Dos sites para os comentários na página dos veículos foi um pulo. Eles só migraram.

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Da Folha: Como funciona a engrenagem das notícias falsas no Brasil

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Reportagem mostra como funciona a fábrica de títulos sensacionalistas e inverdades que se disseminam nas redes sociais. Sites faturam de acordo com a audiência, que conteúdos apelativos impulsionam. Pesquisas mostram que a maioria dos leitores tem dificuldade em distinguir boatos de informações confiáveis.

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Do Meio & Mensagem: Para incrementar receita, Abril adota paywall

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Maior pluralidade e diversificação de serviços. Essas foram as metas que nortearam as ações do Grupo Abril em 2016, com investimentos em branded content, big data, clubes de assinatura e serviços de assistência pessoal. Este ano, a empresa segue na busca por novas fontes de receita e, em março, implementará o paywall aos sites de suas revistas.  Ainda sem valor definido, a cobrança será feita por título. Deverá começar por Superinteressante ou Quatro Rodas, ainda a ser confirmado. Não assinantes terão acesso de 10 a 15 conteúdos online gratuitos, em um modelo similar a veículos como Folha de S.Paulo e Estadão.

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Do Poder360: 72% dos brasileiros leem notícias nas mídias sociais

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A televisão ainda tem a audiência de 79% dos brasileiros, mas o consumo de notícias pelas mídias sociais tem aumentado. Segundo pesquisa do Instituto Reuters, da universidade de Oxford, 91% dos brasileiros disseram usar a internet para se informar. 

A grande maioria dos internautas brasileiros (72%) lê notícias pelas mídias sociais. O Facebook e o WhatsApp são as plataformas preferidas para se informar. Isso coloca o país em 3º lugar no ranking da pesquisa que foi realizada em 26 países.

Leia o texto completo no Poder360

E faça o download completo do relatório.

Do Link: Facebook anuncia recursos contra notícias falsas

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O Facebook anunciou nesta quinta-feira, 15, novos recursos da rede social para evitar a disseminação de notícias falsas, que se tornaram um dos principais desafios da rede social em 2016. A empresa fez parcerias com agências independentes de checagem de dados nos Estados Unidos que, a partir de agora, vão checar notícias reportadas como falsas por um número significativo de usuários. Além disso, a rede social vai facilitar denúncias sobre boatos e outras informações falsas que circulam na rede e alertar usuários que compartilham esse tipo de conteúdo.

No início, os novos recursos funcionarão em caráter de teste apenas nos Estados Unidos, mas se funcionarem de maneira esperada, a previsão é que o site adote os mecanismos globalmente nos próximos meses. As agências de checagem de dados Snopes, Politifact, ABC News e Factcheck.org estão entre as primeiras parceiras da empresa liderada por Mark Zuckerberg — elas não receberão nenhum tipo de pagamento da rede social para checar as informações. Todas as empresas são parte da Rede Internacional de Checagem de Dados do Instituto Poynter, uma entidade sem fins lucrativos reconhecida por promover o ensino do jornalismo.

Leia a reportagem completa no Link Estadão.

Do BlueBus: A notícia como capital social

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Segundo a autora do estudo, Magali Coelho, os jovens brasileiros encaram de forma mais positiva a velocidade das notícias do que sua profundidade, e a maneira como lidam com este fluxo é a personalização. Através de diversas entrevistas qualitativas, foi possível codificar as grandes categorias pelas quais eles avaliam a utilidade das notícias (alternativas de aparelhos e plataformas, possibilidades de personalização, confiabilidade, opções de privacidade e facilidade/interesse de compartilhamento). Para os “millenials” brasileiros, as marcas jornalísticas tradicionais (e seus portais) são uma fonte avaliada com certas restrições, tanto por conta do conteúdo (muito parecido com o “jornal de papel” ou a “televisão antiga”, simplesmente transcrita para outro meio), quanto por causa do seu passado “manipulador”.

Leia o texto completo, assinado por Marcelo Coutinho, no BlueBus.

capital social

Do Knight Center: Por que jornais brasileiros batem recorde de audiência, vendem assinaturas digitais, e ainda assim estão em crise?

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(…) Mesmo com o crescimento da circulação digital paga e da audiência, muitos jornais brasileiros seguem fechando no vermelho ou apresentando resultados positivos muito reduzidos.

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Do Nexo: Como identificar a veracidade de uma informação e não espalhar boatos

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Nos últimos anos, a crise política escancarou esse cenário no Brasil. De acordo com um levantamento do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas de Acesso a Informação da USP, na semana em que a Câmara autorizou a abertura do impeachment da ex-presidente Dilma Roussef, em abril, três das cinco matérias mais compartilhadas no Facebook no Brasil eram falsas. (…)

10 boas práticas para o consumo de informações na web

1 – Cruzamentos de fontes

2 – Buscar a fonte original

3 – Credibilidade de quem publica

4 – Adjetivos demais são suspeitos

5 – Faça uma busca reversa da imagem

6 – Há gente que se dedica a achar boatos

7 – Verifique a data de publicação

8 – Vá além do título

9 – Sem fonte, não confie

10 – Na dúvida, pense duas vezes

Leia a reportagem completa no Nexo.

Do ijnet: Centro Knight oferece curso online sobre jornalismo empreendedor

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Jornalistas interessados em lançar o seu próprio projeto de conteúdo digital podem se inscrever para este curso gratuito em espanhol.

O Centro Knight para o Jornalismo nas Américas e a SembraMedia estão oferecendo o treinamento online “Jornalismo empreendedor: como rentabilizar, promover e gerenciar mídias digitais” de 17 de outubro a 13 de novembro.

Leia mais e saiba como participar.

Jornalismo empreendedor

Da Folha Online: Folha é o 1º jornal brasileiro a ter circulação digital maior do que a impressa

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A Folha é o primeiro jornal brasileiro a ter circulação digital maior do que a impressa. Sua edição digital alcançou em agosto, segundo o IVC (Instituto Verificador de Comunicação), mais de metade do total.

Dos 316,5 mil exemplares de média diária no mês, 161,8 mil ou 51% foram relativos à edição digital do jornal, contra 154,7 mil (49%) da impressa.

O crescimento da participação digital na circulação dos principais jornais brasileiros é uma tendência que se estende também a “O Globo”, cuja circulação digital chegou a 48% em agosto, “O Estado de S. Paulo” (39%) e “Zero Hora” (36%).

Leia a reportagem completa no site da Folha.

Do Estadão: Celular vira o principal meio de acesso à internet no Brasil

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O celular é hoje o principal meio de acesso dos brasileiros à internet. É o que revela a pesquisa TIC Domicílios 2015, realizada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br): 89% dos brasileiros conectados o fazem por meio de um smartphone, superando pela primeira vez os computadores como dispositivo prioritário para conexão – os PCs são usados por 65% dos usuários de internet do País. Em 2014, 80% dos brasileiros faziam uso do computador para este fim. 

Leia a reportagem completa no Link do Estadão.