Farol Reportagem citado e linkado pelos grandes veículos de Florianópolis

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Os três principais jornais de Florianópolis publicaram reportagens nesta sexta-feira em seus sites a respeito do bloqueio de leitos no Instituto de Cardiologia do estado por causa de uma superbactéria. E tanto o Notícias do Dia quanto o Diário Catarinense e o Hora de Santa Catarina tiveram a mesma e louvável atitude de citar e até linkar o Farol Reportagem, do jornalista Lúcio Lambranho, que publicou o assunto ontem (25) com exclusividade a partir de um documento interno sobre a interdição do local.

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Do El País: Presidente do Vice prevê um frenesi de aquisições e fusões em 2017

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El presidente del grupo editorial norteamericano Vice Media, Shane Smith, pronostica que los medios de comunicación se enfrentarán en 2017 a “un baño de sangre” en sus negocios. Con esa contundencia ve Smith lo que le espera al sector, abocado a una serie de alianzas entre las grandes cadenas televisivas, los medios tradicionales y online y las productoras audiovisuales que puede trastocar el panorama para las próximas décadas. El ejecutivo cifra en un 30% la pérdida de empresas digitales que supondrán las fusiones y la pelea por la audiencia.

Lo que vamos a ver es un frenesí de adquisiciones y fusiones en el que los dos o tres grandes compren a los últimos en llegar para poder decir: ‘Estamos en el sector digital, estamos en el sector móvil… somos listos”, apuntó Smith, en referencia a las grandes compañías audiovisuales sacudidas por la irrupción de Internet y los nuevos hábitos de las audiencias. “Y los medios digitales responderán: ‘Por fin tenemos dinero”, añadió.

Foto: Sasha Maslov/Divulgação/VICE

Leia a reportagem completa no site do El País.

#Rio2016: Medalha de ouro para a curadoria do Moments do Twitter

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Difícil concorrer com a TV na cobertura de um evento que é dela, como é o caso dos Jogos Olímpicos. Na Olimpíada do Rio, ainda mais, somando o acesso via streaming e aquele mosaico do SporTV com os 16 canais em miniatura para os fanáticos por esportes irem à loucura. Não foi o meu caso, mas assisti jogos na TV aberta e algumas transmissões via SporTV Play e Watch ESPN.

Ouvi rádio também. As transmissões de jogos pela Rádio Bandeirantes (Guarujá aqui em Florianópolis) me acompanhou no trânsito muitas vezes. Enquanto isso, da internet, o principal “legado” da Olimpíada para mim é este: revi minha opinião sobre o Moments do Twitter.

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Rabiscando sobre os hábitos de quem consome notícia

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Os dois últimos eventos que participe sobre jornalismo foram as aulas do ISCOM com os professores Jacques Mick (“Quem financia a mídia social?”) e Ana Brambilla (“Microjornalismo colaborativo”). Em comum, Mick e Ana enfatizaram a distância entre os veículos e o público. E é sobre isso que venho pensando, estudando, lendo e rabiscando. Essa distância pode ser encurtada de diversas maneiras, sempre com o veículo como o agente de mudança. Se não rever produtos, processos, de modelos e posturas, o público ficará cada vez mais longe.

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Acompanhe o projeto GPS Jor pelo Facebook

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Na aula “Quem financia a mídia digital?“, realizada pelo ISCOM em junho, o jornalista, professor e pesquisador Jacques Mick falou um pouco sobre o projeto GPS Jor que ele e mais um time de pesquisadores estão desenvolvendo desde outubro de 2015 e que pretende analisar e propor “soluções para as crises do jornalismo contemporâneo”.

A partir deste mês de agosto, o GPS Jor ganhou uma página no Facebook e por lá é possível acompanhar notícias relevantes sobre jornalismo, de acordo com as áreas de interesse do projeto, mas também conhecer de perto o que propõe o trabalho. Pelo o que o Mick falou na aula do ISCOM, fiquei curioso com a proposta porque vai além da pesquisa, como descrito na página no Facebook:

Queremos contribuir para a construção de mídias jornalísticas locais independentes e de qualidade, que sejam autosustentáveis e tenham governança social. Acreditamos que o jornalismo pode ser produzido não só por empresas, mas também por outras organizações. Entendemos que público pode e deve participar de muitas das decisões cotidianas desse jornalismo, e também pode financiá-lo. É o que chamamos de governança social. 

Para saber mais e seguir os próximos passos do GPS Jor, acesse e curta www.facebook.com/gpsjor.

Três perguntas sobre práticas no jornalismo digital: quem tem as respostas?

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Por que os jornais querem ser TV?

O tempo e os recursos gastos com a produção de vídeo, que parece ser objeto de desejo dos sites de jornais, não deveriam ser empregados na produção de reportagens especiais (mesmo em texto e foto) que poderiam render mais acessos e repercussão do que vídeos pouco atrativos e que acabam quase sem visualizações na central de vídeos ou no YouTube? 

Quanto um veículo fatura com as curtidas em sua página no Facebook?

Até que ponto é mesmo necessário soltar foguete quando uma página ou um post no Facebook alcança uma determinada marca se isso não se reflete na audiência do site, reforçando o inventário e os argumentos para gerar receitas atraindo anunciantes? Não é festa para o sucesso do Facebook? 

Tem certeza que combina adotar o paywall e distribuir chamadas com links em rede social?

Até que ponto divulgar um link para um conteúdo que é fechado para não-assinantes – sem deixar isso claro – não é uma estratégia ruim, que prejudica a imagem do site, e em vez de estreitar, ajuda a ampliar a distância entre público e veículos diante da frustração de dar de cara no muro?

Quem tem as respostas?

Do Meio e Mensagem: ANJ descontinua métrica única de audiência

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Anunciado em outubro do ano passado pela Associação Nacional de Jornais (ANJ), o projeto da Métrica Única de Audiência foi paralisado em abril deste ano. “O custo era muito alto e os jornais queriam utilizar metodologias diferentes”, explica Ricardo Pedreira, diretor executivo da ANJ.

Leia o texto completo no Meio e Mensagem.

Ainda no Meio e Mensagem: Cai circulação dos grandes jornais no primeiro semestre de 2016

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Engajamento nas redes sociais: ZH mantém o topo, R7 cresce e Veja despenca

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Da Torabit, empresa de monitoramento digital e métricas:

O veículo online do jornal gaúcho Zero Hora segurou a primeira posição no ranking da taxa média de engajamento nas redes sociais em julho. Seu resultado foi de uma taxa de 2,56%, computados os resultados de Facebook, Twitter e Instagram.

Confira o infográfico.

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