GE Goiás faz cobertura em tempo real de sumiço de técnico

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No final do ano passado, numa reunião gestores e editores de um jornal aqui de Santa Catarina sobre rotina e dinâmica de atualização de sites de notícias, comentei que bastidores e polêmicas do futebol é que rendem audiência. Crônica dos jogos e até tempo real já não geram tanta atenção.  É “commodity” ou só cumprimento de tabela. Hoje, o sumiço do técnico Marcelo Cabo, do Atlético-GO, mostrou mais uma vez a força do extracampo na editoria de esporte.

O que fez a equipe do GloboEsporte.com de Goiás?

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Facebook quer ser o melhor amigo do jornalismo?

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Em texto assinado por Fidji Simo, diretora da produto, o Facebook anunciou o projeto “Facebook para o Jornalismo”. “Sabemos que nossa comunidade valoriza compartilhar e discutir ideias e notícias”, escreve Fidji. “Como parte do nosso serviço, nos importamos muito em assegurar que um ecossistema saudável de notícias e o jornalismo possam se desenvolver”.

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Twitter fake é “tutti buona gente”

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Contas fake no Twitter não são novidade. Assim como também não é novidade a mídia esportiva levar bola nas costas porque confia no que vê lá na rede do passarinho e publica “notícia” sem checar se é mesmo verdade. Já tratei do assunto no Primeiro Digital. E neste período de especulação em torno de novos contratados no futebol brasileiro, a chance de um fake emplacar como fonte aumenta consideravelmente. E foi o que aconteceu. Quem conta é a página Cenas Lamentáveis.

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O ano do Facebook? Ou alguém viu alguma coisa de diferente em 2016?

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No final de 2015, publiquei aqui no Primeiro Digital uma lista de dez assuntos que considerei como os mais relevantes e mais comentados no decorrer do ano. Estavam na lista g

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Do Poder360: 72% dos brasileiros leem notícias nas mídias sociais

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A televisão ainda tem a audiência de 79% dos brasileiros, mas o consumo de notícias pelas mídias sociais tem aumentado. Segundo pesquisa do Instituto Reuters, da universidade de Oxford, 91% dos brasileiros disseram usar a internet para se informar. 

A grande maioria dos internautas brasileiros (72%) lê notícias pelas mídias sociais. O Facebook e o WhatsApp são as plataformas preferidas para se informar. Isso coloca o país em 3º lugar no ranking da pesquisa que foi realizada em 26 países.

Leia o texto completo no Poder360

E faça o download completo do relatório.

Segmentação perde espaço para “catadão da internet”

segmentação
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Fico impressionado e até desanimado quando vejo sites que estão abrindo mão da segmentação para virar um “catadão da internet”. Segmentação sempre foi um caminho viável para atrair leitores e anunciantes. Ainda mais nos dias de hoje quando se fala muito em ser referência, autoridade na área em que atua. Mas como chegar a esse patamar se falta “personalidade” ao site?  E no fim das contas fica parecendo um papagaio, repetindo o que outros sites e portais – estes sim referências – já publicaram e espalharam pelas redes sociais?

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Do Link: Facebook anuncia recursos contra notícias falsas

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O Facebook anunciou nesta quinta-feira, 15, novos recursos da rede social para evitar a disseminação de notícias falsas, que se tornaram um dos principais desafios da rede social em 2016. A empresa fez parcerias com agências independentes de checagem de dados nos Estados Unidos que, a partir de agora, vão checar notícias reportadas como falsas por um número significativo de usuários. Além disso, a rede social vai facilitar denúncias sobre boatos e outras informações falsas que circulam na rede e alertar usuários que compartilham esse tipo de conteúdo.

No início, os novos recursos funcionarão em caráter de teste apenas nos Estados Unidos, mas se funcionarem de maneira esperada, a previsão é que o site adote os mecanismos globalmente nos próximos meses. As agências de checagem de dados Snopes, Politifact, ABC News e Factcheck.org estão entre as primeiras parceiras da empresa liderada por Mark Zuckerberg — elas não receberão nenhum tipo de pagamento da rede social para checar as informações. Todas as empresas são parte da Rede Internacional de Checagem de Dados do Instituto Poynter, uma entidade sem fins lucrativos reconhecida por promover o ensino do jornalismo.

Leia a reportagem completa no Link Estadão.

Jornalismo no Brasil: Perspectivas para 2017

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Farol Jornalismo e a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) estão lançando o projeto especial Jornalismo no Brasil em 2017, que reúne artigos de 13 autores que apontam as perspectiva para o jornalismo no ano que vem analisando temas como empreendedorismo no jornalismo, jornalismo mobile, checagem de fatos, jornalismo de dados, vídeos e podcasts, além de ética e estética.  Entre os autores estão jornalistas e profissionais de outras áreas, “com larga experiência de mercado e pesquisadores da academia de diferentes regiões do país”.

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Do BlueBus: A notícia como capital social

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Segundo a autora do estudo, Magali Coelho, os jovens brasileiros encaram de forma mais positiva a velocidade das notícias do que sua profundidade, e a maneira como lidam com este fluxo é a personalização. Através de diversas entrevistas qualitativas, foi possível codificar as grandes categorias pelas quais eles avaliam a utilidade das notícias (alternativas de aparelhos e plataformas, possibilidades de personalização, confiabilidade, opções de privacidade e facilidade/interesse de compartilhamento). Para os “millenials” brasileiros, as marcas jornalísticas tradicionais (e seus portais) são uma fonte avaliada com certas restrições, tanto por conta do conteúdo (muito parecido com o “jornal de papel” ou a “televisão antiga”, simplesmente transcrita para outro meio), quanto por causa do seu passado “manipulador”.

Leia o texto completo, assinado por Marcelo Coutinho, no BlueBus.

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