O tweet desabafo do amigo do amigão

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“As redes sociais isolam, em vez de agregarem. A gente entra em busca de quem pense e aja como nós, e por isso nos fechamos em tribos. Quase não há espírito aberto para o conhecimento. Daí para o fanatismo é um passo, e vêm agressões gratuitas entre pessoas que sequer se conhecem”.

Este é  desabafo publicado no Twitter no início da madrugada desta quarta-feira pelo jornalista Antero Greco, colunista do Estadão e apresentador, ao lado de Paulo Soares, o Amigão, do Sportcenter da ESPN Brasil.

Em 2015, destaquei no Primeiro Digital a decisão de Antero de encerrar sua conta no Twitter depois de uma série de ofensas e ameaças recebidas. Mas ele voltou e é um dos comentaristas mais ativos e combativos na rede social na defesa de suas ideias e opiniões sobre futebol e política diante de torcedores e fanáticos que não se destacam nem pela esportiva nem pela inteligência.

O desabafo do Antero prossegue em outros tweets. Siga @anterogreco.

A necessidade de “paulistar” as manchetes sobre futebol

Nota

“PAULISTADA” – Aquela piada da Zero Hora sempre achar um gaúcho para entrevistar quando acontece uma tragédia pelo mundo tem seu equivalente na cobertura esportiva como reforça a manchete compartilhada pelo tweet do perfil dos canais ESPN: tem que meter nome de time paulista (principalmente o Corinthians) mesmo quando não é necessário e não faz o menor sentido mencionar. No tweet em questão, bastava dizer que Vila Nova marca, mas cede empate e pode ficar longe do G4 da Série B. Mas na ânsia de atrair torcedores paulistas (isso funciona????), fez uma grande confusão na manchete e até criou um novo time, o Palmeiras do Oeste, não é?

Dica captada no Twitter do meu amigo Jorge Oliveira Jr., editor do Hora de Santa Catarina, que com razão parou seguir o perfil da ESPN no Twitter.

O fluxo de ansiedade no marketing digital

Nota

PARA REFLETIR – Como diz o professor Cortella, “pensar nos faz bem”. E eu tenho pensando muito nisso já faz tempo: como a ansiedade interfere no trabalho de quem pensa e produz conteúdo no marketing digital? É um cabo de guerra: de um lado o mercado que propaga crescimento em cima de crescimento e não dando tempo de maturar ideias, canais, formatos. E do outro lado, o cliente atropelando etapas e contratando especialista pra dizer como fazer.

#Migrei: “Me sinto muito mais à vontade no marketing digital do que em redação”

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Diogo Honorato deixou um comentário “curto e grosso” no post de divulgação da entrevista com Bruno Volpato que abriu a série #Migrei do Primeiro Digital: “Também migrei e tô bem feliz”.

Jornalista formado há dez anos pela Universidade Federal de Santa Catarina, Diogo atualmente é coordenador de marketing digital em uma rede de ensino no Paraná, onde gerencia uma equipe de 10 pessoas (entre colaboradores e fornecedores) e administra um orçamento anual da casa de seis dígitos.

Antes, em redações e na assessoria de comunicação da Federação das Indústrias de Santa Catarina, tomou gosto pela pauta de economia e negócios, experiências que contribuíram para chegar ao atual momento na carreira. “Fiz também um curso de jornalismo de dados e tudo isso me fez ter muito mais facilidade e gosto pelo universo empresarial e dos números”, diz Diogo.

Na segunda entrevista da série #Migrei, com jornalistas que estão no mercado de marketing digital, ele conta como foi a mudança e o que fazer para migrar e enfrentar os desafios da área.

Leia a entrevista.

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A ponte caiu e o post voltou

Nota

CAUDA LONGA – A queda da ponte em Gênova colocou a conservação das pontes de Florianópolis em pauta novamente. E por isso, o post mais acessado do Primeiro Digital nos últimos dias é o que trata dos cuidados com as fotos compartilhadas nas redes sociais. Houve uma onda de posts no Facebook com fotos (antigas como se fossem novas) mostrando a situação das pontes de Florianópolis e incluíram uma do hipódromo de Roma (em destaque na imagem abaixo).

Leia o post completo.

“O marketing digital hoje em dia exige profissionais especializados”

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Não basta ter o que dizer para aparecer, tem que saber como falar, em que espaço expressar, em que canal dizer e até em que hora comunicar. Esta é uma das afirmações do jornalista Gastão Cassel, da Quórum Comunicação, em artigo produzido para o Primeiro Digital. Ele faz uma análise sobre o uso da internet no marketing, seguindo na discussão proposta no post Menos é mais: Reduza a presença digital ao que é essencial, publicado no blog em julho.

No artigo, entre outros pontos, Cassel destaca a importância de tratar o marketing digital com profissionalismo. “O marketing digital hoje em dia exige profissionais especializados, trabalho duro que não pode ser feito por robôs. E, claro, bastante recurso tecnológico”, escreve.

Leia o artigo completo a seguir.

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O público está logo ali

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Qual a razão para veículos de comunicação e empresas de um modo geral, no digital, não escolherem atuar de forma muito mais segmentada, investindo em nichos e em geolocalização para ganhar com a proximidade com o público? Abusar de memes ou ser over no ambiente digital não resolvem nem 1/3 das dificuldades para virar referência, atrair visitantes e converter em assinantes, financiadores ou clientes.

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#Migrei: “Foi uma decisão pensada já que queria começar a trilhar meu caminho no marketing digital”

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Como já destacado no Primeiro Digital, a produção de conteúdo para marketing digital é um mercado que se abriu e parece crescer ainda mais para jornalistas. Não é uma migração automática porque exige conhecimentos específicos e uma compreensão de como as coisas funcionam na execução das tarefas e na própria relação com quem contrata.

Na observação deste movimento e por também fazer parte dele (é parte do menu da “plataforma do Alexandre”), começo uma série de entrevistas com jornalistas que trocaram a prática jornalística pelo trabalho com marketing digital. Migrei começa com a participação de Bruno Volpato, um dos criadores do site de humor Laranjas e que fez parte da equipe que eu montei para o projeto de internet RIC Mais, do Grupo RIC, em Santa Catarina.

Bruno, um editor de talento, sempre atento para tudo o que acontece ao seu redor numa redação (fez grandes contribuições sobre rotinas, uso de redes sociais, relacionamento com outros veículos…), é hoje do time da Resultados Digitais (Nota do Editor: Na foto, Bruno, de azul, entrevista o consultor Rafael Rez, autor do principal livro sobre marketing de conteúdo lançado no Brasil).

Com sede em Florianópolis, a RD domina o mercado de marketing digital no Brasil com seu software RD Station e como promotora de eventos como o RD On the Road e, principalmente, o RD Summit, que ajudam a propagar as práticas do marketing digital e acabam contribuindo também para a maior demanda por profissionais capacitados para produzir conteúdo para blogs, e-mails e redes sociais (Nota do Editor: Fale com o Bruno que ele explica mais sobre a edição 2018 do RD Summit, que mais uma vez terá três dias e será realizado em Florianópolis).

Na RD, Bruno é produtor de conteúdo, produzindo para o blog da empresa. E na entrevista abaixo, ele compartilha como ocorreu a migração para o marketing digital e, a partir de sua experiência, conta o que um jornalista precisa saber se decide fazer o mesmo caminho que ele.

Leia a entrevista.

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Menos é mais: Reduza a presença digital ao que é essencial

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Vamos reduzir a presença digital ao que é essencial, ao que realmente funciona? Focar na qualidade e na utilidade e não na quantidade? Vale a pena estar num mesmo ambiente onde o que é postado pouco agrega por conta do comportamento dos usuários de Facebook, Instagram e Twitter, além do que é compartilhado no WhatsApp?

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