A necessidade de “paulistar” as manchetes sobre futebol

Nota

“PAULISTADA” – Aquela piada da Zero Hora sempre achar um gaúcho para entrevistar quando acontece uma tragédia pelo mundo tem seu equivalente na cobertura esportiva como reforça a manchete compartilhada pelo tweet do perfil dos canais ESPN: tem que meter nome de time paulista (principalmente o Corinthians) mesmo quando não é necessário e não faz o menor sentido mencionar. No tweet em questão, bastava dizer que Vila Nova marca, mas cede empate e pode ficar longe do G4 da Série B. Mas na ânsia de atrair torcedores paulistas (isso funciona????), fez uma grande confusão na manchete e até criou um novo time, o Palmeiras do Oeste, não é?

Dica captada no Twitter do meu amigo Jorge Oliveira Jr., editor do Hora de Santa Catarina, que com razão parou seguir o perfil da ESPN no Twitter.

O fluxo de ansiedade no marketing digital

Nota

PARA REFLETIR – Como diz o professor Cortella, “pensar nos faz bem”. E eu tenho pensando muito nisso já faz tempo: como a ansiedade interfere no trabalho de quem pensa e produz conteúdo no marketing digital? É um cabo de guerra: de um lado o mercado que propaga crescimento em cima de crescimento e não dando tempo de maturar ideias, canais, formatos. E do outro lado, o cliente atropelando etapas e contratando especialista pra dizer como fazer.

A ponte caiu e o post voltou

Nota

CAUDA LONGA – A queda da ponte em Gênova colocou a conservação das pontes de Florianópolis em pauta novamente. E por isso, o post mais acessado do Primeiro Digital nos últimos dias é o que trata dos cuidados com as fotos compartilhadas nas redes sociais. Houve uma onda de posts no Facebook com fotos (antigas como se fossem novas) mostrando a situação das pontes de Florianópolis e incluíram uma do hipódromo de Roma (em destaque na imagem abaixo).

Leia o post completo.

Construindo um título caça-clique

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O tweet do jornalista Jorge Nicola (acima) é um exemplo de um título caça-clique, aquele criado com o único propósito de chamar a atenção e gerar acessos, mesmo que para isso seja preciso forçar a barra e não ser totalmente honesto com o leitor. É o caso do tweet de Nicola sobre o goleiro Renan, formado no Avaí, convocado para a Seleção Brasileira e contratado pelo Corinthians.

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Conteúdo colaborativo: O desafio de entender o público para receber o que se quer

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A Globo está com um mico na mão: a campanha O Brasil que eu Quero. E não é só pela quantidade exagerada de vezes que o vídeo “tutorial” foi exibido nos telejornais nacionais e regionais da emissora. Mas pelo resultado da ação. Os poucos vídeos enviados pelo G1 estão longe de seguir o roteiro proposto pela Globo. Ok, o celular está deitado (na horizontal), mas o cenário não é o ponto turístico que representa a cidade. O cenário é o lixão, a obra inacabada, a estrada esburacada… Era isso que a Globo queria mostrar?

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Site distribui conteúdo pago sem informar corretamente aos seguidores no Twitter

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O G1 Santa Catarina colocou no ar nesta segunda-feira (5) o especial “Florianópolis, uma cidade para todos”, patrocinado e produzido pela Prefeitura Municipal de Florianópolis.  Colocado no site com a identificação “Especial Publicitário”, como deve ser, o especial é uma compilação de releases de ações da PMF e do prefeito Gean Loureiro.

O que há de errado nisso?

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O uso de técnicas de SEO e o foco hiperlocal para gerar links de referência

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O Fantástico, da TV Globo, exibiu na edição deste domingo uma reportagem com o jornalista inglês que criou um restaurante fake que ficou em primeiro lugar na lista de mais recomendados do site TripAdvisor. Na reportagem, o TripAdvisor não é citado, mas a história já havia sido contada por outros sites e jornais em dezembro, dando “nome aos bois”. O que chamou minha atenção não foi nem a “brincadeira”, mas o destaque que sites como o TripAdvisor ganharam. E lembrei do que falei na palestra sobre SEO para jornalistas que dei em setembro do ano passado, em Criciúma.

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