Construindo um título caça-clique

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O tweet do jornalista Jorge Nicola (acima) é um exemplo de um título caça-clique, aquele criado com o único propósito de chamar a atenção e gerar acessos, mesmo que para isso seja preciso forçar a barra e não ser totalmente honesto com o leitor. É o caso do tweet de Nicola sobre o goleiro Renan, formado no Avaí, convocado para a Seleção Brasileira e contratado pelo Corinthians.

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Conteúdo colaborativo: O desafio de entender o público para receber o que se quer

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A Globo está com um mico na mão: a campanha O Brasil que eu Quero. E não é só pela quantidade exagerada de vezes que o vídeo “tutorial” foi exibido nos telejornais nacionais e regionais da emissora. Mas pelo resultado da ação. Os poucos vídeos enviados pelo G1 estão longe de seguir o roteiro proposto pela Globo. Ok, o celular está deitado (na horizontal), mas o cenário não é o ponto turístico que representa a cidade. O cenário é o lixão, a obra inacabada, a estrada esburacada… Era isso que a Globo queria mostrar?

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Site distribui conteúdo pago sem informar corretamente aos seguidores no Twitter

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O G1 Santa Catarina colocou no ar nesta segunda-feira (5) o especial “Florianópolis, uma cidade para todos”, patrocinado e produzido pela Prefeitura Municipal de Florianópolis.  Colocado no site com a identificação “Especial Publicitário”, como deve ser, o especial é uma compilação de releases de ações da PMF e do prefeito Gean Loureiro.

O que há de errado nisso?

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O uso de técnicas de SEO e o foco hiperlocal para gerar links de referência

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O Fantástico, da TV Globo, exibiu na edição deste domingo uma reportagem com o jornalista inglês que criou um restaurante fake que ficou em primeiro lugar na lista de mais recomendados do site TripAdvisor. Na reportagem, o TripAdvisor não é citado, mas a história já havia sido contada por outros sites e jornais em dezembro, dando “nome aos bois”. O que chamou minha atenção não foi nem a “brincadeira”, mas o destaque que sites como o TripAdvisor ganharam. E lembrei do que falei na palestra sobre SEO para jornalistas que dei em setembro do ano passado, em Criciúma.

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Insights para a produção de conteúdo no marketing digital

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Publiquei nesta segunda-feira no Portal Making Of o artigo ​Como deve ser o conteúdo da sua empresa em 2018, em que reúne alguns insights a respeito das características do conteúdo eficiente para as estratégias digitais das empresas. Este é um segmento no qual tenho atuado (veja meu portfolio) e que tem atraído cada vez mais colegas jornalistas.

Veja alguns trechos do artigo.

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O leitor que não lê ataca novamente

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Estive em Criciúma na última quarta-feira (27) participando da Arena Criativa, evento promovido pela Falculdade SATC e que reúne palestras e workshops na área da comunicação. Fui falar sobre SEO (Otimização para mecanismo de busca), mas comecei abordando os novos hábitos de consumo de informação, partindo da “preferência” de ficar (ou se sentir) informado no Facebook. Citei novamente também uma sensação que sempre tive de que os leitores de internet simplesmente não leem. Estão no Facebook, veem uma manchete e já vão para os comentários, antes mesmo de clicar e ler o texto do link compartilhando.

O exemplo que sempre cito é o da morte do ator Paul Walker, astro de “Velozes e Furiosos”, ocorrida em  2013, em um acidente de trânsito. A manchete da Folha S.Paulo na internet atraiu comentários qualificando Walker como “irresponsável” por levar para as ruas, para a vida real, o jeito de dirigir dos filmes. O problema é que o ator não estava ao volante, estava no banco do carona.

Na sexta-feira, no Facebook (onde mais seria?), vi mais um exemplo dessa “mania” (preguiça?) de não clicar, não ler, mas comentar com gosto.

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