O ano do Facebook? Ou alguém viu alguma coisa de diferente em 2016?

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No final de 2015, publiquei aqui no Primeiro Digital uma lista de dez assuntos que considerei como os mais relevantes e mais comentados no decorrer do ano. Estavam na lista g

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Por que Florianópolis não é a “Capital da Inovação” no jornalismo?

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Florianópolis é uma cidade que respira inovação. Temos um pólo tecnológico de respeito, consolidado e em crescimento. Nossa praia também é a tecnologia. Há muitas empresas de ponta, criando e fazendo realmente a diferença em diferentes setores. O movimento das startups criou raízes por aqui. E o que isso tem a ver com jornalismo? Tudo.

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As rádios e a dependência do WhatsApp

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O bloqueio do WhatsApp no Brasil por 48h, seguindo determinação judicial, a partir da 0h desta quinta-feira (17), causou alvoroço entre os usuários do aplicativo. Como brinquei no Facebook, até parece decisão de juiz que é fã de Star Wars, mas só vai assistir ao filme, que estreia hoje, no fim de semana e quer evitar spoiler.

Mas a verdade é que o WhatsApp ganhou terreno entre os veículos de comunicação como ferramenta de participação do público. E o rádio é disparado o que mais utiliza o aplicativo. E faz bem. A agilidade de um tem tudo a a ver com a do outro. Mas conforme foram adotando o WhatsApp, ainda mais depois do aplicativo ganhar versão desktop, muitas emissoras praticamente abandonaram canais próprios de participação “em tempo real” do ouvindo. Houve a fase do telefone, do e-mail, do chat, do Mural, do Twitter, do Facebook e agora do WhatsApp.

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“O Globo errou“ e o tamanho da responsabilidade com o que é compartilhado nas redes sociais

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A ANJ (Associação Nacional de Jornais) tem destacado em seus eventos e campanhas que o conteúdo dos sites de jornais são as principais fontes dos links compartilhados pelos usuários nas redes sociais, em especial no Facebook. Isso porque, na visão da entidade, os jornais têm credibilidade e por isso os leitores espalham entre seus amigos, curtidores e seguidores os links de conteúdo produzido por uma fonte confiável. Confiável, mas não infalível, como vimos neste domingo em O Globo.

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Sobre “Jornalismo de repercussão”

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Opinião do meu amigo Lúcio Lambranho sobre o tema do post Jornalismo de repercussão, respondendo à pergunta se apostaria neste mote como posicionamento para um produto digital:

Criaria um “tutorial” visual ou em vídeo sobre o papel do veículo e o que ele pode fazer pela sociedade ou comunidade. Depois, criaria um espaço para perguntas do leitores. Os melhores questionamentos ou os assuntos mais votados teriam destaque e empenho da redação em responder com especias e reportagens. As demais não ficariam sem resposta e teriam um espaço igualmente qualificado e de destaque, assim como os serviços de checagem de discurso e de fatos distribuídos por release pelos órgãos públicos. Algo semelhante como Aos Fatos.

Jornalismo de repercussão

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Revirando a papelada aqui em casa encontrei uma anotação de 2014, quando ainda estava no Grupo RIC, com algumas ideias sobre a proposta de posicionamento do portal RIC Mais e do site do Notícias do Dia. Minha aposta era posicionar e diferenciar os canais sob o guarda-chuva do “jornalismo de repercussão”.

A inspiração veio da participação dos leitores nas áreas de comentários e na ferramenta de envio de conteúdo colaborativo – que também recebia mensagens com opinião também para outros veículos do grupo. Iríamos valorizar o público que já demonstrava apreço e fidelidade pelos canais da RIC.

Era uma ideia, na minha opinião, interessante, coerente e adequada para o momento. O Grupo RIC estava ainda construindo sua presença digital e longe da estrutura do principal concorrente, o Grupo RBS com o site do Diário Catarinense e com o g1.

Pensei até no mote de uma possível campanha:

A gente informa, você comenta.

Você comenta, a gente curte.

RIC Mais e ND Online:

Informação com repercussão.

Minha proposta não avançou e já não estou mais no Grupo RIC desde março. E hoje, quando reencontrei minhas anotações, fiquei pensando se ainda apostaria neste mote do “jornalismo de repercussão”. Sinceramente, gosto da ideia. Ainda me parece um caminho como diferencial.

Mas esta é uma visão do lado de cá do balcão. Por tudo o que se vem discutindo atualmente sobre comentários, a ideia está distante do comportamento do público de internet. A gente talvez não curtisse tanto. Seria preciso “refundar” a participação do público para que haja uma compreensão do importante papel que ele tem no jornalismo digital. Sem isso, nada feito. Melhor abandonar a ideia.

“O Facebook acabou como ferramenta para jornalismo sério” (@volpatobruno)

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Do Twitter do Bruno Volpato (@volpatobruno), jornalista, editor digital:

Sem sacanagem: o Facebook acabou como ferramenta para jornalismo sério. Estamos perdendo um tempo precioso com postagens por lá. Informei. Só entretenimento (nada contra) e bobagem se cria por lá. Talvez hiperlocal ainda renda. Se a escolha é não aderir, é melhor até pular fora.”

(Além de ótimo editor – levei ele para trabalhar comigo no Grupo RIC, onde ainda está -, o Bruno é um dos criadores do Laranjas, um case do bom humor e traquinagem no segmento jornalismo “verdade”. Acesse: www.laranjasnews.com)

21 dicas para você melhorar o texto noticioso na web

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O jornalista Cláudio Toldo, professor do Curso de Jornalismo da SATC, de Criciúma, postou em seu Instagram, o que ele chamada de Escala Toldo de redação jornalísticas para internet, que reúne 21 dicas para melhorar o texto.

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Além das dicas do Toldo, sugiro também o livro Como Escrever na Internet, de Dad Squarisi.

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Dad também é autora de Manual de Redação e Estilo para Mídias Convergentes.

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Uma outra dor de cabeça: a “chupadoria” de conteúdo

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O colega Felipe Lenhart, do De Olho na Ilha, postou em seu Facebook uma pérola protagonizada pelo site Diário do Cento do Mundo que chupou (e chupa) conteúdo de várias fontes – no caso da escritora Clara Averbuck. O Rodrigo Lóssio, da Dialetto, me marcou na postagem, sugerindo o tema como pauta pro Primeiro Digital já que tenho um histórico (ou fama?) de ser chato com copia e cola.

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