A reação ao signwall do NSC Total e a importância de qualificar a base de leitores

Padrão

Há pouco mais de um mês, em 13 de fevereiro, a plataforma digital do Grupo NSC, em Santa Catarina, implantou o signwall, modelo em que é necessário ter um cadastro para ter acesso ao conteúdo gratuitamente, mas limitado. Com isso, conforme divulgado, a cada mês, o leitor tem acesso livre a três notícias. Ao acessar o quarto conteúdo, ele é convidado a preencher um cadastro para continuar navegando.

A medida vale para o portal NSC Total e para os sites dos jornais Diário Catarinense, A Notícia, Santa e Hora de Santa Catarina. Mas desde sua implantação, a novidade vem sendo alvo de críticas, com leitores questionando a medida com os mais variados (e muitas vezes descabidos) argumentos.

Veja a seguir uma compilação de alguns dos comentários.

Continue lendo

Relevância com ressaca: O Twitter pós-Carnaval

Padrão

No dia 14 de janeiro deste ano, escrevi um post sobre o que considero uma “nova onda do Twitter” baseado na observação sobre o uso do microblog como canal de comunicação do presidente, da reativação de contas e da publicação de um thread atrás do outro por usuários e contas de veículos como Folha e Estadão.

Hoje, quase um mês depois, atestamos a relevância do Twitter no atual momento do Brasil, mas que é acompanhada de uma enorme ressaca pós-Carnaval representada na capa do jornal Metro e na charge do meu amigo Zé Dassilva, no Diário Catarinense. E você sabe o motivo, certo?

Continue lendo

Blogs em alta e mais valorizados do que nunca

Padrão

Este ano completo 25 anos de profissão (jornalista / profissional da informação), sendo que 15 só trabalhando com internet (mas não me peça para configurar e-mail, ok?). Vou escrever a respeito mais adiante (os desafios dos 15 anos…), mas faço menção a essa efeméride pessoal para destacar um assunto que gosto muito: a força dos blogs.

Continue lendo

O que o Orkut pensa sobre Facebook

Padrão

O que o Orkut pensa sobre o Facebook? A resposta está na entrevista que o Gizmodo Brasil publicou neste sábado (9). Aproveitando o aniversário de 15 anos do Face, o repórter Guilherme Tagiaroli, meu colega no Master em Jornalismo Digital, conversou com o turco Orkut Büyükkökten, criador do famoso site de relacionamento (como era chamado nos telejornais na época), que viciou os brasileiros em rede social. Na entrevista, ele analisa o atual momento das redes sociais e também relembra características do site que criou.

Continue lendo

“Quem ainda não montou uma estratégia de cobrança está pedindo para quebrar”

Padrão

“Conteúdo não pode ser grátis. Se a empresa paga o salário de seu funcionário, é preciso dar valor a esse trabalho. Ou seja, cobrar pelo conteúdo. Não a notícia que todos têm, commodity, mas aquela que marca a diferença, a análise, o gráfico, a opinião de qualidade, a reportagem. Quem ainda não montou uma estratégia de cobrança (um paywall freemium, por exemplo) está pedindo para quebrar”.

Este um dos passos – cobrança de conteúdo – indicados pelo consultor Eduardo Tessler, em artigo publicado no Meio & Mensagem, para os jornais enfrentarem a crise em 2019.

Continue lendo

Um passarinho me contou: A nova onda do Twitter?

Padrão

Desde muito tempo sempre botei mais fé no Twitter que em qualquer outra rede social. Não só pode ser usuário de primeira hora, com conta criada no ano de lançamento, mas por sempre enxergar um grande potencial do microblog para o jornalismo. Sempre repeti que era Twitter + 1. E hoje, mesmo acreditando no maior potencial do Instagram Stories, faço aqui um primeiro registro do que estou observando e considerando uma nova onda twitteira.

Continue lendo

A melhor rede social de 2018

Padrão

Em 2018, mudei minha rotina em relação ao Facebook. Mantive uma distância e um relacionamento apenas profissional, atendendo demandas de clientes e compartilhando conteúdos do Primeiro Digital. Usei mais o Twitter pelo noticiário e segunda tela, mas na minha opinião, a rede social de 2018 foi o Instagram Stories. Sim, dá para considerar o Stories como uma rede e não somente como uma funcionalidade do Instagram até porque “vou fazer um stories” certamente está entre as frases mais ditas entre os usuários.

Continue lendo

10 assuntos sobre jornalismo, jornalistas e marketing digital para falar em 2019

Padrão

Vamos ficar falando de fake news ou vamos trocar o disco em 2019 e dedicar um bom tempo para tratar de outros temas tão relevantes quanto para o jornalismo, os jornalistas e o marketing digital? Em resposta para a provocação que fiz no post anterior aqui no Primeiro Digital, fiz uma lista de 10 assuntos que eu particularmente gostaria de ver mais discussões e mais gente interessada em trocar de ideias a respeito.

Continue lendo

Fake news: Vamos falar de outros assuntos em 2019?

Padrão

É verdade: o assunto fake news dominou as discussões sobre comunicação, uso de redes sociais e WhatsApp, influência nas eleições e papel do jornalista/jornalismo.

Acredito que seja importante tratar de algo tão nocivo, mas fica sempre a sensação de estarmos enxugando gelo tamanha a complexidade e a proporção que isso tomou. Como pode alguém botar fé e compartilhar tantos absurdos?

E fico pensando o que perdemos, enquanto profissionais da comunicação e do jornalismo, quando nossa atenção fica concentrada num único assunto.

O que deixamos de discutir?

Que problemas deixamos de buscar soluções? Modelos de negócio viáveis para produtos digitais? Novas oportunidades para jornalistas? Novos caminhos para jornais e sites de notícias?

E como pergunto no título do post, vamos falar de outros assuntos em 2019 ou continuaremos no loop das fake news?

Continue lendo

#Migrei: “Me preparei ao buscar formação e ao acompanhar a migração de colegas para o digital”

Padrão

Com passagens pelos principais jornais de Santa Catarina, a jornalista Alessandra Ogeda migrou para o marketing de conteúdo/digital em junho de 2017, logo após deixar a função de comentarista de economia do Grupo RIC (jornal e TV). “A mudança de carreira foi um pouco planejada e um pouco por causa das circunstâncias que se apresentaram”, conta a jornalista, blogueira desde 2007.

Atuando na agência Tekoa, de Florianópolis, Ogeda diz que há vários anos já enxergava outro tipo de comunicação como sendo mais interessante do que o jornalismo tradicional. “A minha visão sobre a comunicação e o papel do comunicador – mais do que do jornalista – começou a mudar quando eu fiz um doutorado na Espanha entre 2006 e 2008”, lembra. Já de volta ao Brasil, em 2010 ela também retornou para as redações. “Naquela época, eu já achava que o digital era um caminho inevitável, mas eu ainda não tinha enxergado a grave crise do jornalismo que se manifestaria pouco a pouco”, analisa.

Na entrevista a seguir, a terceira da série #Migrei, Alessandra Ogeda destaca pontos importantes de sua migração do jornalismo para o marketing de conteúdo/digital.

Leia a entrevista.

Continue lendo

WhatsApp: O estrago vai além das fake news

charge Zé Dassilva Pinóquio Zap
Padrão

A charge do meu amigo Zé Dassilva, que está no Diário Catarinense de hoje, é precisa na referência à reportagem da Folha de S.Paulo sobre o uso de caixa 2 do candidato Bolsonaro para disparo de mensagens falsas pelo WhatsApp. Acredito que o (mau) uso do aplicativo de mensagem traz prejuízos enormes à democracia, mas provoca estragos também no meio digital, especialmente nos veículos regionais, de menor porte.

Continue lendo

As fake news ganharam a eleição do TSE

Padrão

Manchete da coluna da jornalista Mônica Bérgamo, na Folha de S.Paulo: Ministros avaliam que comissão do TSE contra fake news falhou (acesso para assinantes). Falhou e falhou muito. A eleição é baseada em mentiras, das mais absurdas, diga-se de passagem, e o que fez o órgão que deveria fiscalizar e combater efetivamente o compartilhamento das fake news?

Continue lendo

Jornal ou poste?

Padrão

FALTA O BOTÃO FECHAR – O anúncio de varejo explode na mídia impressa em época de eleição. E o site Mídia Mundo, do consultor Eduardo Tessler, fez um compilado de jornalistas que estão loteando suas capas, trocando manchetes por santinhos de candidatos. No post “Quem nasce jornalinho não chega a jornalão”, Tessler mostra veículos que praticamente jogaram a toalha. Se tem manchete, está praticamente invisível diante de tantos santinhos publicados. Pra isso jornal ainda serve?

Veja a compilação no Mídia Mundo.