Vamos conversar sobre empreender no jornalismo?

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No próximo dia 4 de setembro, a convite da Hostinger, empresa de hospedagem de sites, estarei ao lado da jornalista e colunista Laura Coutinho participando de uma conversa sobre empreendedorismo no jornalismo, com foco na internet (tema recorrente aqui no Primeiro Digital – veja links nos Posts Relacionados) .  A ideia é compartilhar ideias a respeito do tema, como oportunidades, posicionamento, formação, modelos de negócio, áreas de atuação, marketing digital, entre outros. Começa às 20h, na Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), na SC-401, em Florianópolis.

A inscrição é gratuita e deve ser feita no site www.weblink.com.br/landing-palestra

Serviço
Como um jornalista pode empreender online?
4 de setembro
20h
ACATE (Primavera Garden, SC-401)
Inscrição Gratuita

Mais sobre jornalistas e produção de conteúdo digital

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A jornalista e pesquisadora Sicilia Vechi publicou um comentário no Facebook do Primeiro Digital que acrescenta pontos importantes em relação ao post Um mercado para jornalistas, mas vamos com calma, a respeito das oportunidades de trabalho com produção de conteúdo digital para Inbound Marketing.
Confira.
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Um mercado para jornalistas, mas vamos com calma

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Nos últimos dias, conversando com três colegas, em diferentes ocasiões, ouvi a mesma coisa deles, que trabalham com assessoria de imprensa e marketing digital: o mercado de Inbound Marketing está em busca de jornalistas para a produção de conteúdo e agora o perfil não é mais o recém-formado. A ideia é atrair profissionais mais “cascudos” (expressão usada por um dos meus colegas), certamente com mais vivência e background para produzir conteúdos em série para um mesmo cliente.

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Pesquisa quer traçar perfil do jornalista que trabalha com marketing digital

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O Laboratório de Sociologia do Trabalho da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), responsável pela pesquisa Perfil do Jornalista Brasileiro, está colhendo dados para conhecer o perfil dos jornalistas que trabalham com marketing digital. “Queremos traçar as características do jornalista brasileiro com atuação no marketing digital em agências digitais e organizações em geral (órgãos públicos, empresas, instituições)”, diz o jornalista, professor e pesquisador Aldo Schmitz, responsável pela pesquisa.

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Do “Alex Informa” ao RD Summit 2016: o jornalista como profissional da informação

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Lá pelos anos 1999, 2000, eu já estava no mercado de trabalho, com dois empregos – revista de economia e negócios e assessoria de imprensa na área de educação – e isso estava me cansando não só pela dupla jornada, mas pela falta de perspectiva profissional. Resolvi ir estudar marketing, pensando em ampliar o horizonte fora do jornalismo. Encontrei um curso numa faculdade aqui da região e me inscrevi. Aulas aos sábados durante quase 2 anos. Marketing digital? Não, “marketing de raiz”, Kotler na veia.

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Do ijnet: Centro Knight oferece curso online sobre jornalismo empreendedor

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Jornalistas interessados em lançar o seu próprio projeto de conteúdo digital podem se inscrever para este curso gratuito em espanhol.

O Centro Knight para o Jornalismo nas Américas e a SembraMedia estão oferecendo o treinamento online “Jornalismo empreendedor: como rentabilizar, promover e gerenciar mídias digitais” de 17 de outubro a 13 de novembro.

Leia mais e saiba como participar.

Jornalismo empreendedor

O jornalista fora da redação

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Mexendo aqui na estante de casa abri o livro do meu amigo Maurício Oliveira, o Manual do Frila, de 2010, que tem essa minha frase que está destacada na imagem acima. E curioso que hoje tem esse mercado de produção de conteúdo (no marketing digital, por exemplo) meio que confirmando o que disse para o Maurício, essa “pivotada” do trabalho fora das redações/veículos e não tendo a assessoria de imprensa como única opção.

 

 

“Quem financia a mídia digital?” é tema de curso em Florianópolis

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O ISCOM (Instituto Superior de Comunicação) promove nos dias 11 e 25 de junho, em Florianópolis, o curso “Quem financia a mídia digital?”, ministrado pelo jornalista, professor e pesquisador Jacques Mick. O objetivo do curso é “refletir sobre a crise no padrão de financiamento da mídia jornalística, em particular nos formatos digitais, a partir de uma perspectiva histórico-sociológica que a situa no tempo e a interpreta, recorrendo aos conceitos de campo e habitus”.

As vagas são limitadas.

Todas as informações estão na página do curso no site do ISCOM.

Grupo no Facebook quer reunir jornalistas da área digital de Santa Catarina para troca de ideias e tendências

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Este é um convite para os colegas que trabalham com jornalismo digital em Santa Catarina. Como forma de estreitar a troca de ideias e informações e ajudar a mapear o acontece no estado na área, criei um grupo no Facebook, o Jornalismo Digital SC.

O objetivo é reunir jornalistas, professores, pesquisadores e estudantes de jornalismo que atuam na área digital em Santa Catarina e tenham interesse em compartilhar links, projetos, produtos, ideias, tendências e oportunidades.

Acesse e participe: Jornalismo Digital SC

Banco de Talentos

Outra novidade do Primeiro Digital é o Banco de Talentos, um espaço para reunir currículos de profissionais do segmento digital (comunicação e jornalismo). A motivação para a criação desta área no blog é simples. Eventualmente ou eu preciso de profissionais para projetos nos quais estou envolvido ou colegas de empresas de comunicação me pedem indicação para projetos que eles estejam desenvolvendo.

Todos os detalhes sobre o funcionamento do banco, bem como o cadastro para o envio dos dados estão na página www.primeirodigital.com.br/bancodetalentos.

Meu último post sobre o “copia e cola”

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Parei.

Hoje, estou oficialmente deixando pra lá minha preocupação com o Control C Control V. Depois deste post, não escrevo mais sobre o assunto nem aqui, nem lá nas redes sociais e nem em qualquer outro lugar. Virou uma distração e tenho mais com o que me ocupar, direcionar energia para assuntos mais urgentes. Tomei a decisão depois de ver um texto publicado no site do TRT sobre um assunto quente e polêmico para o público de Florianópolis ser copiado e colado em sites aqui da cidade.

A verdade é que nada vai mudar. De que adianta “ficar na bronca” se alguns colegas de redação vão continuar fazendo isso? Ou copiando de outros sites ou publicando releases e conteúdos de sites oficiais na íntegra sem ao menos pensar no valor que aquilo possa ter como objeto de reportagem. E pior: não duvido que aqueles que fazem isso acham que estão sendo espertos, ganhando tempo, mas, burros, não veem que estão jogando contra o próprio patrimônio.

Você que faz isso, que copia e cola mesmo textos oficiais como nesse caso do TRT – texto bem escrito, aliás – está mostrando para o dono do veículo que dá para fazer um site de notícias como pouca gente para produzir o conteúdo. Seu emprego, se ainda não está, ficará em risco.

E você, que já vive na corda bamba por causa da “crise”, perde a sombrinha. E vai se equilibrar com quais argumentos se copiando e colando dá para manter um site no ar? Repórter? Redator? Basta botar um “editor-curador” ou dois, três estagiários para ficar catando tudo o que interessa para o site e ponto final.

E assunto encerrado.

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