Sobre o novo JN

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A sugestão de Chico Barney no Twitter para uma integração do novo Jornal Nacional com a internet é pura ironia por causa do nível dos comentários dos leitores do G1. Mas poderia ser uma forma de apresentar realmente algo novo, diferente no conteúdo. Reforçar o convite para rever as reportagens no Globo Play é pouco para tanto efeito especial.

Sobre o novo JN, leia as análises de Claiton Selistre, no Portal Making Of, e Maurício Stycer, no UOL.

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Do blog @mauriciostycer: Rio-2016 marca transição de Globo e NBC da televisão para a Internet

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Se seguir a tendência dos últimos Jogos Olímpicos, a audiência global da Rio-2016 será ainda maior do que a de Londres. Mas a maior mudança será notada na forma de acompanhar os eventos. Pela primeira vez, a expectativa é que mais gente veja a cobertura das grandes emissoras por meio de aplicativos online do que pela própria televisão.

A NBC, que pagou US$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 4 bilhões) pelos direitos de transmissão da Rio-2016, promete exibir 2 mil horas de conteúdo por meio de 11 canais de TV e mais 4.500 horas pelo seu aplicativo online e por seu site. (…)

A Globo não tem números exatos a respeito. Promete exibir 1.000 horas, entre TV e plataformas digitais, sem especificar. Mas é fácil constatar que também exibirá volume maior fora, incluindo conteúdo exclusivo de competições, via internet. O SporTV, canal pago do grupo, terá 16 canais na TV e 40 em seu aplicativo. A emissora promete, assim, transmitir 100% das competições.

Leia o post completo no blog do jornalista Maurício Stycer no UOL.

rio 2016

O tempo real do impeachment

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Ontem, depois de muito tempo, vi a vinheta do Plantão da Globo ser usada novamente – talvez porque não esteja assistindo TV com tanta frequência (sou #TeamNetflix). A urgência era para dizer que o senador Delcidio Amaral havia sido cassado. Na sequência, vi uma chamada da Globo para a cobertura da votação de hoje no Senado para a abertura do julgamento do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Tratamento de programa especial e não duvido que a expectativa na Globo seja na verdade dar o resultado dentro do Jornal Nacional – não será a primeira vez que vão esperar o JN entrar no ar para anunciar uma decisão.

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O que a redação precisa saber sobre a plataforma digital do veículo

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Depois de publicar o post sobre o fim da edição impressa do The Independent, no sábado, fiquei pensando em qual teria sido a reação da redação do jornal. Será que eles estavam acompanhando o desempenho das plataformas desde que passaram e não somente quando a direção tomou a decisão de ficar só no online? Sabiam como estava a audiência do site?

Além da experiência multiplataforma que tive no Grupo RIC, tenho atuado como consultor de projetos de remodelação de sites de jornais do interior de Santa Catarina e uma das queixas dos diretores destes veículos têm sido a dificuldade para o engajamento da redação com o online. Este é um problema cultural. Muitos colegas – de jornal e TV, principalmente – ainda não viraram a chave. No máximo, usam e nem sempre da melhor maneira, as redes sociais para adiantar conteúdos que poderiam estar nos sites. Mas ainda focam muito no seu “veículo de origem” na produção para o jornal de amanhã ou para a reportagem para TV que não funciona na internet.

Para romper esta barreira, acredito que seja necessário um trabalho formiguinha e teimoso para envolver toda a redação a partir da abertura de dados relevantes que mostrem que sim, vale a pena pensar multiplataforma. Não tem coisa pior do que ver um canal digital, com tanto potencial para levar o conteúdo do veículo mais longe, ampliar o alcance e amplificar a influência, ser tratado com desleixo, quase menosprezo – ainda.

Não resolve trocar as peças da redação e apostar somente em “nativos digitais”. Os mais jovens, como vemos muitas vezes, têm seu valor por, em tese, compreenderem melhor os tempos digitais que vivemos, mas falham na falta de vivência prática em diversos aspectos do trabalho jornalístico. E sobram erros e escolhas equivocadas em texto e edição.

Mantendo as equipes, com equilíbrio no perfil dos profissionais, seria importante montar uma estratégia que inclua alguns encontros, workshops, materiais educativos, mas principalmente o compartilhamento com frequência de dados que mostrem o valor da plataforma digital e despertem o interesse da equipe. Não faz sentido ficar apenas dizendo “vocês precisam participar”. Tem que justificar. E para isso, vamos aos números.

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Monitoramento das redes sociais poderia ter salvo Glória Pires de vexame na transmissão do #Oscar2016

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Por Linete Martins*

“Só morre quem está ao vivo”. Gosto muito dessa frase do Ernesto Paglia, repórter da TV Globo, que li um tempão atrás em um artigo com referências às coberturas ao vivo, publicado em revista sobre a nossa profissão, o Jornalismo.Muitaa responsabilidade para profissionais dessa área que, além do conteúdo, estão submetidos ao julgamento público sobre sua imagem, voz, roupa, numa sociedade intensamente midiática e com respostas instantâneas, para o bem e para o mal.

Nesta noite de domingo, Glória Pires, atriz maravilhosa, foi o exemplo clássico de como a imagem de alguém com uma carreira consolidada pode sofrer alguns arranhões imediatos por deslizes ao vivo – principalmente se o fato é algo como o Oscar, com milhões de pessoas ligadas na programação. Seu ar blasé, seus comentários monossilábicos – “bacana”, “interessante”, “merecido” – sobre os filmes que viu e alguns comentários do tipo “não vi”, “não posso opinar”, “não sou boa de premonição” surpreenderam. Twitter bombou, Facebook também. Memes engraçadíssimos tomaram conta das redes junto com perguntas como: “O que ela está fazendo ali”?

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R7 completa seis anos neste domingo

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Reportagem comemora os seis anos do portal da Rede Record:

O R7 completa seis anos de vida neste domingo (27) e se consolida como um dos grandes sucessos da internet brasileira. Com uma estratégia direcionada para atingir os internautas nas redes sociais e foco em conteúdo informativo e de entretenimento, o portal comemora seu aniversário “conversando com os internautas” e com radar voltado para os acessos por meio de plataformas móveis, como smartphones e tablets.

Leia o conteúdo completo no R7.

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YouTube: a nova grade televisiva

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“Networks de vídeos online apostam em programação fixa para atrair audiência e negócios”

Leia o conteúdo no site do Meio & Mensagem.

Leia também:

Cada vez mais o controle está nas mãos do público

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Cada vez mais o controle está nas mãos do público

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Em sua coluna desta domingo no UOL, o jornalista Flávio Ricco escreveu a respeito do novo programa das manhãs de sábado da Globo, que tem estreia prevista para agosto, terá 3h de duração (das 9h as 12h) e contará com seis apresentadores (Tiago Leifert, Zeca Camargo, Ana Furtado, Patrícia Poeta, André Marques e Cissa Guimarães).

Na nota, Ricco destaca uma tendência da TV aberta que tem relação direta com o ocorre no meio digital (conteúdo em tempo real – internet sempre ao vivo -, streaming e on demand – conteúdo na hora em que o público deseja). Não é mais onde nem quando, mas sim como o público consome o conteúdo. E o ao vivo pode ser uma isca importante para fisgar o interesse do telespectador.

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