A necessidade de “paulistar” as manchetes sobre futebol

Nota

“PAULISTADA” – Aquela piada da Zero Hora sempre achar um gaúcho para entrevistar quando acontece uma tragédia pelo mundo tem seu equivalente na cobertura esportiva como reforça a manchete compartilhada pelo tweet do perfil dos canais ESPN: tem que meter nome de time paulista (principalmente o Corinthians) mesmo quando não é necessário e não faz o menor sentido mencionar. No tweet em questão, bastava dizer que Vila Nova marca, mas cede empate e pode ficar longe do G4 da Série B. Mas na ânsia de atrair torcedores paulistas (isso funciona????), fez uma grande confusão na manchete e até criou um novo time, o Palmeiras do Oeste, não é?

Dica captada no Twitter do meu amigo Jorge Oliveira Jr., editor do Hora de Santa Catarina, que com razão parou seguir o perfil da ESPN no Twitter.

Construindo um título caça-clique

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O tweet do jornalista Jorge Nicola (acima) é um exemplo de um título caça-clique, aquele criado com o único propósito de chamar a atenção e gerar acessos, mesmo que para isso seja preciso forçar a barra e não ser totalmente honesto com o leitor. É o caso do tweet de Nicola sobre o goleiro Renan, formado no Avaí, convocado para a Seleção Brasileira e contratado pelo Corinthians.

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O uso de técnicas de SEO e o foco hiperlocal para gerar links de referência

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O Fantástico, da TV Globo, exibiu na edição deste domingo uma reportagem com o jornalista inglês que criou um restaurante fake que ficou em primeiro lugar na lista de mais recomendados do site TripAdvisor. Na reportagem, o TripAdvisor não é citado, mas a história já havia sido contada por outros sites e jornais em dezembro, dando “nome aos bois”. O que chamou minha atenção não foi nem a “brincadeira”, mas o destaque que sites como o TripAdvisor ganharam. E lembrei do que falei na palestra sobre SEO para jornalistas que dei em setembro do ano passado, em Criciúma.

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Fotos de Geddel escolhidas a dedo para ilustrar publicação de notícia

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Em outubro de 2015, escrevi no Primeiro Digital um post sobre “As caras de Cunha”, abordando a questão das fotos escolhidas para ilustrar as reportagens sobre a descoberta da conta na Suíça do então presidente da Câmara dos Deputados. O título já trazia uma brincadeira com o assunto porque a maioria dos sites escolheu uma foto onde o deputado aparece com cara de…“ops, deu ruim”. Escrevi naquele post:

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O clicRBS ainda existe e em Santa Catarina agora tem novo nome

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ATUALIZADO: O clicRBS virou NSC Total em Santa Catarina. Veja aqui e aqui.

[post original]

O Portal Making Of publicou nota nesta quarta-feira (6) informando que o logo do portal clicRBS mudou na versão para Santa Catarina por causa da venda dos veículos da RBS em Santa Catarina para o grupo que desde o dia 15 de agosto é oficialmente chamado de NSC Comunicação. A mudança no logo é lógica: saiu o RBS e ficou só o “clic”.

A surpresa maior talvez seja a própria menção ao portal. Por n motivos, o clicRBS foi sendo enxugado e perdendo sua razão de existir por causa dos movimentos principalmente dos jornais do grupo RBS (Zero Hora e Diário Catarinense). Era uma estrutura independente, ao mesmo em que era guarda-chuva digital dos demais veículos. Por isso, a expectativa é que, a partir desta mudança visual, o portal renasça, volta a ser referência.

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Jornal de Itajaí vai direto ao ponto no título

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Depois da criatividade do editor do GloboEsporte.com no título do Jesus, aplausos para o Diário do Litoral, o popular Diarinho, de Itajaí (SC). Um diretor do time do Marcílio Dias afirmou ao vivo numa transmissão no Facebook que o “avião do Marcílio Dias não precisa cair pra formar esse time uma potência”, numa referência à tragédia da Chapecoense. O editor do Diarinho não teve dúvidas e foi direto ao ponto, como é característico do jornal, no título da notícia sobre a declaração.

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Quem disse?

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O site Olhar Digital publicou na manhã desta sexta-feira uma notícia com um título preocupante para os fãs de música:

Decisão da Justiça deve encarecer o Spotify no Brasil

Cliquei e fui ler o texto, preocupado. E ok, entendi que a decisão do Superior Tribunal de Justiça a favor do Ecad é péssima para o meu bolso. Mas o que me deixou intrigado foi o título que o Olhar Digital usou.

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