O dia em que um rio passou na vida do Twitter

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Foi em 15 de janeiro de 2009 que @jkrums fez história ao publicar no Twitter a foto do acidente com o avião da US Airways que havia acabado de “pousar” no Rio Hudson, em Nova York. “There’s a plane in the Hudson. I’m on the ferry going to pick up the people. Crazy”, escreveu @jkrums no tweet que é considerado pelo próprio Twitter como um dos momentos mais importantes da história do site. “É a primeira da cena, dando as más notícias antes mesmo que a mídia tradicional soubesse”, destaca o site.

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Sem medo de textão no Twitter, mas…

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Uma das principais características da trajetória do Twitter sempre foi a participação efetiva do público nos destinos do microblog desde o seu começo lá em 2006. E está até registrado na (ótima) biografia de Biz Stone, um dos fundadores do site, o quão decisivos foram os pitacos e as criações dos usuários/fãs na definição do modelo de sucesso do Twitter.

Muitas boas ideias que nasceram por obra do público emplacaram como o RT e o uso como ferramenta informativa e não mais só uma descrição boba dos fatos do dia a dia. Em paralelo, surgiram serviços fora do Twitter que tinha o site como parâmetro como o TweetChat, TwitCam, TwitPic, TwitBlog e TwitterLonger. Alguns foram incorporados pela “matriz”, outros como os dois últimos da lista, caíram no esquecimento.

Ou não?

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O assunto do ano

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Chegando ao fim de 2015, reuni neste post os dez assuntos que apareceram aqui no Primeiro Digital no decorrer do ano e que considero como os mais importantes e relevantes também por apontarem tendências e caminhos para o meio digital. Não foi um ano fácil, mas pela lista dá para ver que foi um ano movimentado para o bem ou para mal do mercado. Ainda pairam dúvidas sobre para onde vai o jornalismo em geral, tendo o digital como protagonista tal e qual em um faroeste: ora como o bem-vindo pistoleiro que chega e resolve todos os problemas, ora como o estranho forasteiro que representa uma ameaça.

Veja a lista dos dez assuntos selecionados:

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Os principais assuntos do Twitter em 2015

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O Twitter divulgou nesta segunda-feira (7) um balanço com dados da rede social em 2015, com destaque para os assuntos mais tweetados. O levantamento está detalhado no blog do Twitter  e no site exclusivo para apresentação dos dados também aparece listas de mais influentes, novas vozes e mais retweetados.

Em temos de Twitter Brasil, destaca para o Twitter como segunda tela com o perfil do programa Master Chef, da Band, abocanhando o primeiro lugar. No ranking mundial, momentos de grande comoção como os recentes atentados em Paris se destacaram.

Veja os principais assuntos em 2015 no Twitter

#AnoNoTwitter

Infográfico mostra perfil do twitteiro brasileiro

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O Twitter divulgou em forma de infográfico o resultado da pesquisa #QuemUsaOTwitter, com dados sobre hábitos e interesses dos brasileiros que usam o microblog.

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Baixe o PDF.

 

Lista no Twitter reúne principais informações sobre os atentados ocorridos em Paris #ParisAttacks

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A cobertura jornalística de uma situação extrema como os atentados em Paris é um grande desafio. Há comoção e ansiedade diante da brutalidade e da estupidez dos ataques. Ao mesmo tempo, temos informações desencontradas e o controle da informação por parte do governo francês. As redes sociais (principalmente o Twitter), foram e são as fontes de conteúdo desta cobertura até aqui com vídeos e fotos mostrando momentos após os ataques e sendo reproduzidos pela grande mídia. Destaco o trabalho da BBC, que no Twitter criou uma lista específica para a cobertura dos atentados e que é atualizada por tweets da equipe que está em Paris – e também mostrando publicações de outros veículos.


A hashtag #ParisAttacks é a que está sendo mais usada na publicação de tweets sobre os atendados.


No impulso, uma dor de cabeça

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A maneira afoita com que muitos respondem críticas nas redes sociais é tema do post que produzi para o blog da All Press:

“Mais de uma vez você deve ter visto em sites e nas redes sociais histórias de donos de estabelecimentos que receberam uma crítica de seus clientes e foram para cima. Partiram para a grosseira, no impulso, sem calcular os prejuízos que podem ser causados por uma resposta mal educada publicada na internet. Muitos esquecem ou simplesmente desconhecem o fato de que o que se diz no Facebook ou no Twitter acaba de um jeito ou de outro ganhando um alcance maior e fora de qualquer estimativa que quem responde possa acreditar ser possível.

Os casos mais comuns costumam envolver o setor de alimentação. Se o cliente tem uma experiência ruim com o que consume ou com o atendimento que recebe é normal que faça críticas. E críticas que muitas vezes são feitas pessoalmente com o gerente ou com o próprio dono do estabelecimento. E se não há uma assimilação da crítica como algo que vá ajudar o estabelecimento a melhorar, sujou: antes mesmo de chegar em casa, é certo que o que era uma conversa face a face vira um post no Face…”

Leia o post completo no blog da All Press.

Facebook enfrenta Twitter e lança ferramenta para mostrar tendências

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Pegando carona no que escreveu meu amigo Bruno Volpato e que reproduzi aqui no Primeiro Digital sobre o Facebook, na minha opinião ainda não deu “liga” entre jornalismo e o site do Zuckerberg. Fizeram alguns projetos em parceria com CNN e The Guardian, por exemplo, mas não conquistou ainda um espaço além do uso como canal de distribuição de links e news feed. O Twitter é a ferramenta que mais tem a ver com o nosso trabalho. Esta nova iniciativa do Facebook, o Signal, tem chance de vingar?

Leia a reportagem completa no g1.

E por falar em Facebook e Twitter:

Primeiro Digital no Facebook.

Primeiro Digital no Twitter.

E no Twitter, sexta-feira é dia do bom e velho #FF. E estes são os perfis recomendados pelo Primeiro Digital.

Comentarista encerra conta no Twitter cansado de ofensas e ameaças

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Numa sequência de tweets publicada neste sábado, o jornalista Antero Greco, colunista do Estadão e comentarista dos canais ESPN, comunicou sua saída do Twitter depois de receber mais uma série de ofensas e ameaças. Antero tinha uma presença frequente, forte e combativa. Lidava às vezes com ironia e humor, às vezes com seriedade os torcedores fanáticos e sem noção. Usava a função block sempre que necessário diante da intolerância futebol clube.  Mas agora, ele, ao que parece, cansou – uma pena.

Vejam os tweets de despedida do Antero, que servem, pelo menos, de recado para os estúpidos que perdem a chance de fazer de um canal como o Twitter um meio interativo e produtivo para a troca de ideias.

Estou oficialmente desistindo do Twitter. Durante anos, tentei usar esta ferramenta como uma forma de divulgar ideias, emitir opinião, passar informações, interagir, divertir-me com as pessoas que me seguem. Neste tempo todo, defendi princípio de justiça, paz, honestidade, de respeito com pessoas, instituições, clubes, com o Brasil.

Minhas opiniões não são a verdade absoluta, mas são apenas opiniões que expressam minha forma de ver o mundo, a profissão, o futebol. Nunca estive a serviço de quem quer que seja ligado ao futebol. Ao contrário, procuro distância. Mesmo assim, fui ofendido, xingado. Colocaram em dúvida até minha honestidade. Isso machuca, decepciona, entristece.

Nos últimos dias, me empenhei em pedir bom senso, ponderação, PAZ, até porque o país anda tenso. Mas, em vez de compreensão, recebi mais xingamentos, e sobretudo de gente que até outro dia simpatizava comigo porque sempre tratei com carinho todos os clubes.

De repente, virei inimigo, desonesto, mau caráter. Recebi até ameaças. Não é justo isso comigo, com minha família. Não quero briga com ninguém, quero apenas fazer meu trabalho com consciência tranquila. Lamento se tenham entendido minha luta pelo esporte como manifestação de má fé. Tenho 41 anos de profissão e não tenho mais idade nem saúde para aguentar ofensas de pessoas que não conheço, que não me conhecem e que, ainda assim, se sentem à vontade para atacar minha única riqueza: a honestidade.

Nunca fui grosseiro com nenhum time, sempre procurei o equilíbrio e a isenção. Mas há um sentimento de intolerância muito forte, em tudo.. Então, prefiro sair. Estranho ficar aos sábados, aos domingos, de madrugada a trabalhar e, de uma hora pra outra, me flagrar a bater bater boca com alguém que me chama de fpd, de gagá, de corrupto, de bairrista, me manda tomar aqui e ali. É maldade, é muita energia ruim. Não se busca o diálogo, mas a ofensa. E o crime cometido por mim? Expressar o que penso a respeito de jogo de futebol. Entrei aqui para fazer amigos e não para brigar, para ter inimizades. Não faz bem, não quero isso. Vou cuidar da minha vida.

Meu respeito a atleticanos, cruzeirenses, palmeirenses, corintianos, colorados, flamenguistas, tricolores… A todo mundo. Que reflitam, também, os que me atacaram nestes dias (e em tantas outras ocasiões). Como última medida vou desbloquear muitos para que possam ler este desabafo. Bom domingo, que Deus nos abençoe e adeus.

Minha opinião sobre os principais temas do esporte, a partir de agora, estará no blog no Estadão.

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Veja também:

O recado do Omelete para os “comentaristas de internet”

“Era muita informação ao mesmo tempo”

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As redes sociais romperam barreiras e aproximaram o público de quem produz conteúdo em qualquer mídia. E junto com isso, temos milhares e milhares e milhares e milhares de especialistas em comunicação e jornalismo numa eterna vigilância sobre o que e como os jornalistas trabalham. A vigilância invariavelmente vem na forma de comentários que apenas ajudam a extravasar raiva, rancor, frustrações e posicionamentos de todo o tipo e por isso mesmo pouco contribuem para que se faça correções e ajustes em prol da melhor qualidade no que é produzido.

Do outro lado, diante desta “panela de pressão”, os jornalistas precisam também estar vigilantes. Aliás, duplamente vigilantes. Primeiro, para executar seu trabalho com ética, correção e objetividade e mais aquilo tudo que pede o bom jornalismo. E segundo, porque tem que saber lidar com o aquilo que lê nas redes sociais e, principalmente, saber quando e como precisa responder um comentário de um leitor. E como ter vivência no uso das redes sociais é cada vez mais importante.

Uma resposta mal formulada ajuda a queimar não só o trabalho do jornalista, mas também joga gasolina na fogueira onde os “especialistas” das redes sociais colocam diariamente a profissão – já tão combalida – como um todo. E ganhamos mais um exemplo de como não fazer nesta quarta-feira (26).

A @marisamagal, usuária do Twitter, postou que a comentarista política Eliane Cantanhêde, não havia citado os nomes de Aécio Neves e Sérgio Guerra em seu comentário na GloboNews sobre a acareação na CPI da Petrobras, ao contrário do Jornal Nacional. Eliane respondeu primeiro que eram programas diferentes. A usuária do Twitter disse entender, mas que tinha soado um pouco tendencioso não citar os nomes. E aí, como resposta, Eliane escreveu o tweet que ganhou as redes sociais e que mostra, na minha avaliação, a falta de tato da comentarista com a rede social.

Responder não foi o problema. O problema foi que ele escreveu:

era muita informação ao mesmo tempo e acabei passando batido, mas vou tentar encaixar amanhã em algum comentário.

Rapidamente o tweet ganhou prints e se espalhou pelo Facebook e no Twitter, seguindo a conversa, gerou mais um tanto de comentários.

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O episódio me fez lembrar do livro da Rosana Hermann (“Um passarinho me contou”), que dá uma aula sobre como ter vivência em redes sociais é fundamental para não cometer “tiros no pé” como esse da Eliane. Lembrei também de “Chef”, em que o protagonista do filme não entende a dimensão que um tweet “torto” pode ter e arruma a maior confusão ao postar um “recado” para um crítico de gastronomia. Os dois estão recomendados neste post do Primeiro Digital.

Ok, a Eliane pode ter tido a melhor das intenções ao interagir com a @marisamagal, mas será que contou até 10? Será que pensou no impacto que a resposta (sinceramente, desculpa muito ruim)? No mínimo, revelou um erro pela relevância do tema e pela própria trajetória profissional de Eliane. Será que ela refletiu se era mesmo necessário se justificar?  Ou quem sabe não seria melhor se antecipar à crítica e “encaixar” no Twitter ou em outros canais (no Estadão, onde ela também trabalha) um comentário mais completo, com mais informação?

Dor de cabeça com perfil fake no Twitter

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A demissão do técnico Adílson Batista do comando do time do Joinville movimentou o Twitter na noite de domingo por causa da ação de perfis fakes que propagaram a (falsa) informação a respeito da contratação do novo técnico – no caso, Petkovic, hoje no Criciúma. Muita gente caiu na “brincadeira” achando ser verdade e deu RT nas postagens dos perfis fakes do JEC, do Globo Esporte SC (RBS TV) e do ND Esportes (Jornal Notícias do Dia).

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Subir Periscope

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E lá vamos nós para mais uma aventura: o uso do Periscope. Não sei na sua timeline, mas na minha o aplicativo de transmissão de vídeos está ganhando cada vez mais adeptos. E o interessante é que, ao que parece, ninguém sabe ainda muito bem o que fazer com ele.

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Pesquisa mostra que mais americanos estão consumindo notícias pelo Twitter e pelo Facebook

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De acordo com pesquisa do Pew Research Center e da Knight Foundation, 63% dos entrevistados responderam que consome notícias pelas redes sociais.

Leia o conteúdo completo sobre a pesquisa no site da NiemanLab.

Vote na enquete:

Qual sua rede social preferida?

  • Twitter (59%, 13 Votos)
  • Facebook (23%, 5 Votos)
  • Instagram (14%, 3 Votos)
  • Outra (5%, 1 Votos)
  • LinkedIn (0%, 0 Votos)

Total de votos: 22

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Na sua opinião, a publicação de conteúdo de veículos como o New York Times direto no Facebook é:

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Você é leitor fiel de portais e sites de notícias?

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Terra fecha parceria com Twitter para a Copa América

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“Melhores tweets e memes serão integrados em tempo real na capa de Esportes e da Copa América do Terra durante o torneio esportivo.”

Leia o conteúdo completo sobre a parceria no Terra.

Recentemente, o Terra já havia anunciado uma parceria com o BuzzFeed. No texto sobre a parceria com o Twitter, Luciane Aquino, CMO Global do Terra, fala sobre esta estratégia do portal. “O Terra vem desenvolvendo parcerias estratégicas com as grandes marcas digitais mundiais, e estamos muito felizes de fechar mais essa com o Twitter”, diz. “Temos ótimas expectativas para esta cobertura que mais uma vez transcende o tradicional”.

Terra fecha com parceria com área de produção de vídeos do BuzzFeed

 

Jornalistas são maioria entre os usuários com contas verificadas do Twitter

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Estudo da Triggertrap com base no total nos usuários que possuem contas verificadas no Twitter (aquelas com o selo azul) mostra que jornalistas são maioria com 25% do total. Na sequência aparecem atletas (18%) e atores e celebridades (14%).

Confira o estudo completo.

Saiba o que é uma conta verificada

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Qual sua rede social preferida?

  • Twitter (59%, 13 Votos)
  • Facebook (23%, 5 Votos)
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No futebol, o Twitter bate um bolão #SCtem4

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O Brasileirão começa neste fim de semana e a torcida já está na principal arquibancada da internet comentando e acompanhando tudo o que se diz sobre seus times do coração. Que arquibancada é essa? O Twitter.

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Um filme para abrir o apetite, inspirar fãs de food truck e aprender sobre redes sociais

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Chef, dirigido e estrelado por Jon Favreau, é um filme que pega o espectador pelo estômago ao mostrar a trajetória de um chef de cozinha que cai em desgraça por conta de críticas e de desentendimentos com o sócio, mas dá a volta por cima ao optar por recomeçar com um food truck de sanduíche cubano.

Para quem gosta de programas de culinária ou é dono de um food truck, Chef, que pode ser assistido no NetFlix, deve estar no top 3 de filmes favoritos. Se bobear até no topo da lista. O filme é realmente muito bom, envolvente, divertido. Diretor e produtor de filmes dos estúdios da Marvel, Favreau está ótimo no papel e reuniu uma turma boa para acompanhá-lo em papeis secundários (Dustin Hoffman, Robert Downey Jr, Scarlett Johansson…).

Mas o que Chef está fazendo aqui no Primeiro Digital?

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Assista ao trailer do documentário que mostra o impacto das redes sociais no jornalismo

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O impacto das redes sociais no jornalismo é o tema central do documentário The Thread, lançado oficialmente nos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra na última segunda-feira (13).

The Thread tem como gancho principal o atentado ocorrido na maratona de Boston, em 2013, e que contou  com a participação efetiva de usuários de redes sociais  na identificação dos responsáveis, os irmãos Tamerlan Tsarnaev e Dzhokhar Tsarnaev.

Saiba mais sobre o documentário.

A dica é do professor Rámon Salaverria.

Enquete: Qual é a sua rede social preferida?

Qual sua rede social preferida?

  • Twitter (59%, 13 Votos)
  • Facebook (23%, 5 Votos)
  • Instagram (14%, 3 Votos)
  • Outra (5%, 1 Votos)
  • LinkedIn (0%, 0 Votos)

Total de votos: 22

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