Hashtag #7minutos1denuncia do Estadão chama atenção para casos de violência contra mulher

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Excelente iniciativa do Estadão neste Dia Internacional da Mulher, a partir do dado de que a cada sete minutos uma denúncia de violência contra a mulher é feita. Desde a meia-noite deste dia 8 de março, com a hashtag #7minutos1denuncia o jornal está publicando em seu Twitter uma denúncia com link para reportagens sobre casos de violência contra a mulher. Os tweets estão sendo publicados a cada sete minutos.

Siga no @Estadao e confira também no módulo abaixo as postagens da ação.

Veja o balanço da ação.


Monitoramento das redes sociais poderia ter salvo Glória Pires de vexame na transmissão do #Oscar2016

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Por Linete Martins*

“Só morre quem está ao vivo”. Gosto muito dessa frase do Ernesto Paglia, repórter da TV Globo, que li um tempão atrás em um artigo com referências às coberturas ao vivo, publicado em revista sobre a nossa profissão, o Jornalismo.Muitaa responsabilidade para profissionais dessa área que, além do conteúdo, estão submetidos ao julgamento público sobre sua imagem, voz, roupa, numa sociedade intensamente midiática e com respostas instantâneas, para o bem e para o mal.

Nesta noite de domingo, Glória Pires, atriz maravilhosa, foi o exemplo clássico de como a imagem de alguém com uma carreira consolidada pode sofrer alguns arranhões imediatos por deslizes ao vivo – principalmente se o fato é algo como o Oscar, com milhões de pessoas ligadas na programação. Seu ar blasé, seus comentários monossilábicos – “bacana”, “interessante”, “merecido” – sobre os filmes que viu e alguns comentários do tipo “não vi”, “não posso opinar”, “não sou boa de premonição” surpreenderam. Twitter bombou, Facebook também. Memes engraçadíssimos tomaram conta das redes junto com perguntas como: “O que ela está fazendo ali”?

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Um novo modo de consumir notícias, por @ericmessa no @meioemensagem #LinkRecomendado

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Eric Messa, coordenador do Núcleo de Inovação em Mídia Digital da FAAP/SP, assina ótimo artigo no Meio & Mensagem sobre a perda de leitores no meio impresso, do qual destaco o seguinte trecho:

“O jornal, por exemplo, vem perdendo leitores pois, independentemente da idade, quase ninguém mais tem aquele hábito antigo (característico do jornal) de fazer uma leitura tranquila pela manhã, antes de sair para o trabalho. O mercado acelerou o ritmo do homem. Hoje já acordamos trabalhando. Tem gente que acorda e imediatamente já está respondendo ao WhatsApp do trabalho, mesmo antes de sair da cama.

Vou além, se não temos mais tempo para ler um jornal impresso, quem consegue, em meio à correria do nosso dia a dia, parar por cerca de uma hora para ler com calma um portal de notícias? Minha hipótese é a de que está diminuindo o número de pessoas que acessam a página de entrada dos sites de notícias.

Nem por isso as pessoas andam desinformadas. Não é essa minha conclusão. Apenas o comportamento delas que mudou. As pessoas continuam consumindo notícias, mas ao longo do dia, de forma fragmentada, por meio das redes sociais.”

Leia o artigo completo no Meio & Mensagem e confira a lista de apontamentos usados por Messa para comprovar sua hipótese.

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Ainda dá para criar novos usos para redes sociais?

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Publiquei hoje esta foto brincando com a ironia de tomar água num copo que diz “beba Coca-Cola”. Curti a ironia e mais tarde também relacionei a imagem com uma questão que sempre gostei de abordar e de provocar meus colegas jornalistas: criar novos usos sobre ferramentas online, principalmente redes sociais, mais ou menos como tomar água num copo da Coca-Cola.

Fiz muito isso durante minha carreira, especialmente quando fazia do meu blog Coluna Extra um laboratório para testar possibilidades de inovar e agregar elementos ao conteúdo digital. E em quase todas as palestras que ministrei, quando o assunto era jornalismo e redes sociais, dava um jeito de incentivar esta visão com uma lógica simples e uma defesa pelo papel do “editor de redes sociais”:

Ter uma conta no Twitter ou no Facebook não é um diferencial. Diferencial é o modo como o jornalista utiliza as mídias sociais para gerar conteúdo e entregar um material jornalístico mais encorpado para o leitor. Gerar conteúdo é diferente de navegar pelo Twitter e Facebook para encontrar pautas e publicar como notícia pura e simples em sites e blogs.

O Twitter é um exemplo dessa ideia de reinvenção, a começar pelo próprio modelo do site que acabou sendo transformado pelo conteúdo que os usuários começaram a publicar. Fiz muito post de curadoria usando ferramentas variadas em ocasiões como convocação de Seleção Brasileira, entrega do Oscar e cobertura cidadã de tragédias como enchentes em Santa Catarina.

Avaliando o atual cenário, vejo que muita coisa mudou. E já não parece haver mais gás nem espaço para pensar em novos usos para redes sociais. A “culpa” é fatiada entre os usuários e as redes. O Facebook, além do domínio do mercado, mas principalmente com as páginas, meio que bitolou todo mundo. Parece já bastar ter a página ou um grupo e neste embalo, pouca coisa se reinventa.

Até o WhatsApp, considerando o aplicativo como uma rede social e que teria potencial para que novos usos pudessem ser criados, corre o risco de cair na mesmice pela forma como vem sendo usado – só como canal de contato público-veículo.

Há casos de envio de informações como faz o Sou Avaiano, mas ainda pouco se explora a função “Transmissão”. Igualmente se ignora o potencial do áudio, que tende a dominar no uso do aplicativo na criação de conteúdos especiais. Por exemplo, o comentarista esportivo de um site poderia enviar diariamente, via “Transmissão”, uma mensagem em áudio, com patrocínio na assinatura do produto, falando de um jogo ou de uma notícia relevante sobre os times da cidade.

Quem vai tomar essa água?

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ESPN em clima de #TudoPeloSuperBowl50 também no digital

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Não é de hoje que a ESPN Brasil acerta no uso do meio digital como plataforma agregada ao conteúdo produzido e exibido na TV. Na interatividade com os fãs de esportes, o canal da Disney é campeão. Frequenta quase que diariamente a lista dos assuntos mais comentados do Twitter, muito em função de uma competente estratégia de criação e uso de hashtags – sempre práticas, simples e editorializadas (carregadas de humor ou de crítica, dependendo do assunto em destaque nos programas da TV).

Nos últimos dias, com os jogos que definiram os finalistas da NFL, a liga de futebol americano, mas principalmente nesta semana de Superbowl, teremos mais uma vez a oportunidade de conferir o trabalho associado da ESPN com seus canais digitais. E de largada, a equipe de especialistas do canal produziu um infográfico animado que explica em detalhes para leigos como eu, que assiste, gosta, mas não entende nada de futebol americano, as regras e as principais características do jogo da bola oval. O Guia da NFL para Iniciantes é um material muito bem produzido e que tem resultado duplo: como informativo e como peça de divulgação da transmissão especial de domingo. Golaço, quer dizer, touchdown da ESPN.

Assista ao infográfico.

Acompanhe as informações e toda a expectativa para o confronto entre Denver Broncos e Carolina Panthers no Twitter pela hashtag #TudoPeloSuperbowl50.

Veja também a seção NFL no site da ESPN.

O dia em que um rio passou na vida do Twitter

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Foi em 15 de janeiro de 2009 que @jkrums fez história ao publicar no Twitter a foto do acidente com o avião da US Airways que havia acabado de “pousar” no Rio Hudson, em Nova York. “There’s a plane in the Hudson. I’m on the ferry going to pick up the people. Crazy”, escreveu @jkrums no tweet que é considerado pelo próprio Twitter como um dos momentos mais importantes da história do site. “É a primeira da cena, dando as más notícias antes mesmo que a mídia tradicional soubesse”, destaca o site.

Em 2009, lembro, muitos veículos praticamente ignoravam o Twitter e por isso mesmo “boiavam” totalmente nas possibilidades do site gerar conteúdo-cidadão relevante. Ficavam naquela de “que troço bobo, o pessoal ficar dizendo que acordou, tomou banho, café…”. É justo que o Twitter tire esta “casquinha” do “milagre do Rio Hudson”, mas o site também foi protagonista em outros fatos marcantes – antes mesmo deste episódio (um exemplo local que já lembrei aqui foi da cobertura dos estragos provocados pelas chuvas em 2008 no Vale do Itajaí, em Santa Catarina).

O cenário hoje é outro no segmento de redes sociais. Os usuários estão mais preocupados em dizer (muitas vezes sem ler nem pensar) do que em mostrar. Em vez de repórter-cidadão, todos querem ser “comentarista com toda a razão” – é todo mundo especialista em tudo. Mas por sorte, o Twitter ainda está lá, atrás das outras redes sociais, mas na frente quando o assunto é geração de conteúdo colaborativo (procurem informações sobre trânsito, por exemplo).

Não precisa cair outro avião num rio, mas fica a dica para os colegas das redações para que não deixem de monitorar o que está sendo contado e mostrado lá na rede social do passarinho. Ou vai deixar o Twitter cantar de galo dizendo que deu uma notícia primeiro que a mídia tradicional? Pode dar junto, quem sabe. Passa lá.

Veja mais momentos marcantes na história do Twitter.

Saiba mais sobre o acidente.

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Sem medo de textão no Twitter, mas…

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Uma das principais características da trajetória do Twitter sempre foi a participação efetiva do público nos destinos do microblog desde o seu começo lá em 2006. E está até registrado na (ótima) biografia de Biz Stone, um dos fundadores do site, o quão decisivos foram os pitacos e as criações dos usuários/fãs na definição do modelo de sucesso do Twitter.

Muitas boas ideias que nasceram por obra do público emplacaram como o RT e o uso como ferramenta informativa e não mais só uma descrição boba dos fatos do dia a dia. Em paralelo, surgiram serviços fora do Twitter que tinha o site como parâmetro como o TweetChat, TwitCam, TwitPic, TwitBlog e TwitterLonger. Alguns foram incorporados pela “matriz”, outros como os dois últimos da lista, caíram no esquecimento.

Ou não?

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O assunto do ano

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Chegando ao fim de 2015, reuni neste post os dez assuntos que apareceram aqui no Primeiro Digital no decorrer do ano e que considero como os mais importantes e relevantes também por apontarem tendências e caminhos para o meio digital. Não foi um ano fácil, mas pela lista dá para ver que foi um ano movimentado para o bem ou para mal do mercado. Ainda pairam dúvidas sobre para onde vai o jornalismo em geral, tendo o digital como protagonista tal e qual em um faroeste: ora como o bem-vindo pistoleiro que chega e resolve todos os problemas, ora como o estranho forasteiro que representa uma ameaça.

Veja a lista dos dez assuntos selecionados:

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Os principais assuntos do Twitter em 2015

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O Twitter divulgou nesta segunda-feira (7) um balanço com dados da rede social em 2015, com destaque para os assuntos mais tweetados. O levantamento está detalhado no blog do Twitter  e no site exclusivo para apresentação dos dados também aparece listas de mais influentes, novas vozes e mais retweetados.

Em temos de Twitter Brasil, destaca para o Twitter como segunda tela com o perfil do programa Master Chef, da Band, abocanhando o primeiro lugar. No ranking mundial, momentos de grande comoção como os recentes atentados em Paris se destacaram.

Veja os principais assuntos em 2015 no Twitter

#AnoNoTwitter