Ainda é relevante aparecer no Trending Topics do Twitter?

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Compartilhei na terça-feira (24) uma boa lembrança: o dia em que organizei um twitaço e coloquei uma hashtag no Trendind Topics do Twitter (#rockSC, com bandas de Santa Catarina compartilhando seus canais na internet – MySpace, lembra? – e suas músicas, e eu divulgando links do meu blog Rock SC). Foi em 23 de setembro de 2010.

Na época, foi um grande feito e com grande repercussão local estar na lista dos dez assuntos mais comentados do dia no Twitter, que ainda dominava a “cena” na época. E especialmente pela causa proposta pelo twitaço, de divulgar e dar maior visibilidade das bandas catarinenses.

Pensando sobre o “feito” de nove anos atrás, e tendo como parâmetro o atual momento do Twitter (relevante, mas poluído de maus usuários e robôs), me pergunto: ainda é relevante aparecer no Trending Topics? Que diferença faz e resultado prático isso gera?

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Mapa Mental 🤔 #31 | Streaming salva a tradição dos debates esportivos em Florianópolis

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Nesta edição do Mapa Mental:

Streaming salva a tradição dos debates esportivos em Florianópolis
– Atenção você que mora sozinho em livraria
– A boa notícia que vem do Google
– Uma experiência com podcast
– Se Joga: Interatividade real ou objeto de cena?

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Mapa Mental 🤔 #26 | Confusão editorial pode comprometer viabilidade comercial

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Nesta edição do Mapa Mental:

Confusão editorial pode comprometer viabilidade comercial
– Clique no link na bio
Brasileiros no Twitter: Quantidade não quer dizer qualidade
Como nasce um podcast
Apagão no Google
– E por falar em Google…
– #ArquivoPrimeiroDigital

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Mapa Mental 🤔 #24 | Jornalismo do tipo mata a cobra e mostra o pau

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Nesta edição do Mapa Mental:

– Jornalismo do tipo mata a cobra e mostra o pau
– Reflexão em boa hora
– UOL fecha conteúdo de colunistas
– Ainda falta um _blank
Mais podcasts em campo no GloboEsporte.com
– O Globo estreia podcast da redação
– Vem aí o ClickTube Brasil
– A culpa do ReTweet
– Como o Insta é bonzinho

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Mapa Mental 🤔 #23 | Competência na captação de seguidores; e mais

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Nesta edição do Mapa Mental:

– Competência na captação de seguidores
– Não ignore o digital
– Um texto essencial sobre nós e as redes sociais
Gol contra do Goiás, golaço do Flamengo
– Enquanto a ANJ “intica” com o Facebook…
– …Google e Facebook são reconhecidos como mídia
– Desopilando no Grupo Chico Barney
#Instadesespero

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Twitter tóxico: Antes fossem apenas os robôs

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Mesmo na baixa, o Twitter sempre manteve suas principais características e virtudes especialmente na prestação de serviço (trânsito, tragédias, previsão do tempo…), como segunda tela (o verdadeiro auditório virtual das TVs) e arquibancada dos fanáticos por futebol.

Mas agora, mesmo que eu seja fã e tenha registrado o “novo crescimento” da rede do passarinho, lamento, mas melhor teria sido continuar à margem do Facebook e do Instagram. Está difícil, mas muito difícil de circular por lá. Toda a utilidade e a relevância estão indo ladeira abaixo. É literalmente um crescimento para baixo.

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Mapa Mental 🤔 #16 | Em busca da credibilidade perdida; e mais

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Nesta edição:

– Em busca da credibilidade perdida
– Boas notícias para o hiperlocal…
– …e para projetos inovadores
Menos tempo no Facebook
– Troca de papel
– Pensata sobre #Neymarprints
Vacilo e Shallow Now

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Mapa Mental 🤔 #14 | O encanto das capas de jornais; e mais

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Nesta edição:

– O encanto das capas
– Por que o Twitter voltou a voar
– Falando em podcast
Google fura-olho: É lance pro VAR!
Boldonaro e o robô mal programado
– Até tu, Instagram!
– De olho no LANÇO
– O pioneiro Teletexto

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Mapa Mental 🤔 #10 | No embalo dos Vingadores; e mais

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Nesta edição:

– No embalo dos Vingadores
Música fatura; e o jornalismo?
– A última do Facebook
– Saiba quanto ganha um influenciador digital
– O vacilo do SporTV
– A volta de Miguel Livramento
– Confira a agenda de cursos

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Relevância com ressaca: O Twitter pós-Carnaval

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No dia 14 de janeiro deste ano, escrevi um post sobre o que considero uma “nova onda do Twitter” baseado na observação sobre o uso do microblog como canal de comunicação do presidente, da reativação de contas e da publicação de um thread atrás do outro por usuários e contas de veículos como Folha e Estadão.

Hoje, quase um mês depois, atestamos a relevância do Twitter no atual momento do Brasil, mas que é acompanhada de uma enorme ressaca pós-Carnaval representada na capa do jornal Metro e na charge do meu amigo Zé Dassilva, no Diário Catarinense. E você sabe o motivo, certo?

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Um passarinho me contou: A nova onda do Twitter?

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Desde muito tempo sempre botei mais fé no Twitter que em qualquer outra rede social. Não só pode ser usuário de primeira hora, com conta criada no ano de lançamento, mas por sempre enxergar um grande potencial do microblog para o jornalismo. Sempre repeti que era Twitter + 1. E hoje, mesmo acreditando no maior potencial do Instagram Stories, faço aqui um primeiro registro do que estou observando e considerando uma nova onda twitteira.

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A melhor rede social de 2018

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Em 2018, mudei minha rotina em relação ao Facebook. Mantive uma distância e um relacionamento apenas profissional, atendendo demandas de clientes e compartilhando conteúdos do Primeiro Digital. Usei mais o Twitter pelo noticiário e segunda tela, mas na minha opinião, a rede social de 2018 foi o Instagram Stories. Sim, dá para considerar o Stories como uma rede e não somente como uma funcionalidade do Instagram até porque “vou fazer um stories” certamente está entre as frases mais ditas entre os usuários.

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Onde quero estar na eleição 2018?

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Em 2008, era capista do clicRBS em Santa Catarina e fui deslocado para editar o site especial das eleições daquele ano. Outros tempos, sem redes sociais e sem grandes estresses.

Em 2010, fiz gestão de Twitter (sem Facebook e com twitcams ao longo da campanha) na eleição pra senador em SC. Primeira e última experiência em eleições.

Em 2014, estava na redação, coordenando a cobertura RIC Mais/ND (incluindo detalhes técnicos). Rolou aquela ansiedade pra porra toda funcionar, mas @tattodecastro e equipe ServerDo.in garantiram o suporte e sites bombaram com apuração sem cair.

Em 2018, não estou em campanha nem na redação. Estou apenas de eleitor e não sei se é sorte ou azar. Penso que é sorte por em 2010 e 2014 já tinha xaropice, fakes, robôs, etc, mas hoje é muuito pior, mais estressante e incontrolável – e desanimador.

Mas também penso que é azar não estar na redação. Em campanha, dispenso (foi primeira e última vez em 2010). Mas redação é cachaça e por maior que seja o caos e a desinformação, ainda tem aquela vontade de entrega, de fazer funcionar.

Mais aí lembro que do outro lado da redação tem os “leitores” que não leem, os “especialistas” em jornalismo, os “comentaristas” donos da verdade, os “jênios” e todos os que estão pouco ligando pra tolerância e respeito.

E aí, passa a vontade de ter outro envolvimento com as eleições que não como eleitor, longe de compromissos profissionais. Já é o bastante. E mantendo uma boa distância para evitar contaminação e seguir em frente na vida, focado e sem distrações.

P.S.: E respondendo onde queria estar na eleição 2018? Em outra rede, aquela que fica na varanda

O tweet desabafo do amigo do amigão

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“As redes sociais isolam, em vez de agregarem. A gente entra em busca de quem pense e aja como nós, e por isso nos fechamos em tribos. Quase não há espírito aberto para o conhecimento. Daí para o fanatismo é um passo, e vêm agressões gratuitas entre pessoas que sequer se conhecem”.

Este é  desabafo publicado no Twitter no início da madrugada desta quarta-feira pelo jornalista Antero Greco, colunista do Estadão e apresentador, ao lado de Paulo Soares, o Amigão, do Sportcenter da ESPN Brasil.

Em 2015, destaquei no Primeiro Digital a decisão de Antero de encerrar sua conta no Twitter depois de uma série de ofensas e ameaças recebidas. Mas ele voltou e é um dos comentaristas mais ativos e combativos na rede social na defesa de suas ideias e opiniões sobre futebol e política diante de torcedores e fanáticos que não se destacam nem pela esportiva nem pela inteligência.

O desabafo do Antero prossegue em outros tweets. Siga @anterogreco.