Mapa Mental 🤔 #10

mapa mental
Padrão

Continue lendo

Relevância com ressaca: O Twitter pós-Carnaval

Padrão

No dia 14 de janeiro deste ano, escrevi um post sobre o que considero uma “nova onda do Twitter” baseado na observação sobre o uso do microblog como canal de comunicação do presidente, da reativação de contas e da publicação de um thread atrás do outro por usuários e contas de veículos como Folha e Estadão.

Hoje, quase um mês depois, atestamos a relevância do Twitter no atual momento do Brasil, mas que é acompanhada de uma enorme ressaca pós-Carnaval representada na capa do jornal Metro e na charge do meu amigo Zé Dassilva, no Diário Catarinense. E você sabe o motivo, certo?

Continue lendo

Um passarinho me contou: A nova onda do Twitter?

Padrão

Desde muito tempo sempre botei mais fé no Twitter que em qualquer outra rede social. Não só pode ser usuário de primeira hora, com conta criada no ano de lançamento, mas por sempre enxergar um grande potencial do microblog para o jornalismo. Sempre repeti que era Twitter + 1. E hoje, mesmo acreditando no maior potencial do Instagram Stories, faço aqui um primeiro registro do que estou observando e considerando uma nova onda twitteira.

Continue lendo

A melhor rede social de 2018

Padrão

Em 2018, mudei minha rotina em relação ao Facebook. Mantive uma distância e um relacionamento apenas profissional, atendendo demandas de clientes e compartilhando conteúdos do Primeiro Digital. Usei mais o Twitter pelo noticiário e segunda tela, mas na minha opinião, a rede social de 2018 foi o Instagram Stories. Sim, dá para considerar o Stories como uma rede e não somente como uma funcionalidade do Instagram até porque “vou fazer um stories” certamente está entre as frases mais ditas entre os usuários.

Continue lendo

Onde quero estar na eleição 2018?

Padrão

Em 2008, era capista do clicRBS em Santa Catarina e fui deslocado para editar o site especial das eleições daquele ano. Outros tempos, sem redes sociais e sem grandes estresses.

Em 2010, fiz gestão de Twitter (sem Facebook e com twitcams ao longo da campanha) na eleição pra senador em SC. Primeira e última experiência em eleições.

Em 2014, estava na redação, coordenando a cobertura RIC Mais/ND (incluindo detalhes técnicos). Rolou aquela ansiedade pra porra toda funcionar, mas @tattodecastro e equipe ServerDo.in garantiram o suporte e sites bombaram com apuração sem cair.

Em 2018, não estou em campanha nem na redação. Estou apenas de eleitor e não sei se é sorte ou azar. Penso que é sorte por em 2010 e 2014 já tinha xaropice, fakes, robôs, etc, mas hoje é muuito pior, mais estressante e incontrolável – e desanimador.

Mas também penso que é azar não estar na redação. Em campanha, dispenso (foi primeira e última vez em 2010). Mas redação é cachaça e por maior que seja o caos e a desinformação, ainda tem aquela vontade de entrega, de fazer funcionar.

Mais aí lembro que do outro lado da redação tem os “leitores” que não leem, os “especialistas” em jornalismo, os “comentaristas” donos da verdade, os “jênios” e todos os que estão pouco ligando pra tolerância e respeito.

E aí, passa a vontade de ter outro envolvimento com as eleições que não como eleitor, longe de compromissos profissionais. Já é o bastante. E mantendo uma boa distância para evitar contaminação e seguir em frente na vida, focado e sem distrações.

P.S.: E respondendo onde queria estar na eleição 2018? Em outra rede, aquela que fica na varanda

O tweet desabafo do amigo do amigão

Padrão

“As redes sociais isolam, em vez de agregarem. A gente entra em busca de quem pense e aja como nós, e por isso nos fechamos em tribos. Quase não há espírito aberto para o conhecimento. Daí para o fanatismo é um passo, e vêm agressões gratuitas entre pessoas que sequer se conhecem”.

Este é  desabafo publicado no Twitter no início da madrugada desta quarta-feira pelo jornalista Antero Greco, colunista do Estadão e apresentador, ao lado de Paulo Soares, o Amigão, do Sportcenter da ESPN Brasil.

Em 2015, destaquei no Primeiro Digital a decisão de Antero de encerrar sua conta no Twitter depois de uma série de ofensas e ameaças recebidas. Mas ele voltou e é um dos comentaristas mais ativos e combativos na rede social na defesa de suas ideias e opiniões sobre futebol e política diante de torcedores e fanáticos que não se destacam nem pela esportiva nem pela inteligência.

O desabafo do Antero prossegue em outros tweets. Siga @anterogreco.

Hora de refundar o conceito de rede social

Padrão

Providência tomada: Facebook só pro trabalho. Não vou excluir o perfil (o Messenger estará ativo no celular), mas só vou entrar com outro perfil vinculado ao trabalho de gestão das páginas dos clientes que atendo. E do Primeiro Digital. Não vou seguir ninguém nem curtir páginas. Estarei no grupo Jornalismo Digital SC – Primeiro Digital e nos grupos dos cursos e palestras que dou.

Sigo no Twitter (@agenteinforma @primeirodigital e @tufloripa) e no Instagram (@agenteinforma @primeirodigital e @tufloripa), no LinkedIn (https://www.linkedin.com/in/alexandregoncalves1602/) e no www.primeirodigital.com.br. Essa decisão é uma questão de manter o foco e de saúde mental. Facebook tá contaminado de um jeito que não tem mais volta. Estresse desnecessário, mesmo estando em uma bolha.

Há um mês publiquei a mensagem acima no meu Facebook e desde então estou em processo de transição para a conta nova criada para uso profissional. Mais do que isso, esse processo de distanciamento do Facebook me faz repensar o uso das redes sociais.

Continue lendo

Série da CBN mostra os efeitos do uso de robôs nas eleições

Padrão

A rádio CBN veiculou durante esta semana uma série de reportagens que tratam do uso de robôs na internet principalmente para influenciar na disputa política. “Você já se deparou com mensagens disparadas aleatoriamente nas redes sociais, durante discussões sobre comportamento, saúde, alimentação ou higiene, por exemplo, que continham apenas uma frase entusiasmada sobre um determinado pré-candidato à Presidência da República?”, questiona a primeira a reportagem da série.

Continue lendo

“Foi no Irã”: editou mal e leitor não clicou para ler

Padrão

Quando digo que leitor de internet não lê… Mais um exemplo para eu colocar nas minhas palestras, agora vindo de um tweet de O Globo.

Continue lendo

Uma errata de respeito

Padrão

Na imagem, a forma como o jornal Extra, do Rio de Janeiro, lidou com um erro em sua edição impressão. Foi para o Twitter e soube fazer a errata e ainda interagir com seus seguidores.

A dica é da jornalista Nivia Carvalho, via Facebook, que comentou: “Para descer pro play tem saber brincar. E o Jornal Extra mostra mais uma vez que sabe”.

Twitter fake é “tutti buona gente”

Padrão

Contas fake no Twitter não são novidade. Assim como também não é novidade a mídia esportiva levar bola nas costas porque confia no que vê lá na rede do passarinho e publica “notícia” sem checar se é mesmo verdade. Já tratei do assunto no Primeiro Digital. E neste período de especulação em torno de novos contratados no futebol brasileiro, a chance de um fake emplacar como fonte aumenta consideravelmente. E foi o que aconteceu. Quem conta é a página Cenas Lamentáveis.

Continue lendo

Uma chamada para “iniciados”

Padrão

O Twitter do Estadão perdeu a linha (editorial) e postou uma chamada completamente fora do padrão habitual para falar da prisão de Eduardo Cunha. E mais: mencionou uma série que é para “iniciados” e está longe de ser um grande sucesso, o que facilitaria a compreensão da “gracinha”.

Gostou da chamada?

Veja os tweets do Estadão.

#Rio2016: Medalha de ouro para a curadoria do Moments do Twitter

Padrão

Difícil concorrer com a TV na cobertura de um evento que é dela, como é o caso dos Jogos Olímpicos. Na Olimpíada do Rio, ainda mais, somando o acesso via streaming e aquele mosaico do SporTV com os 16 canais em miniatura para os fanáticos por esportes irem à loucura. Não foi o meu caso, mas assisti jogos na TV aberta e algumas transmissões via SporTV Play e Watch ESPN.

Ouvi rádio também. As transmissões de jogos pela Rádio Bandeirantes (Guarujá aqui em Florianópolis) me acompanhou no trânsito muitas vezes. Enquanto isso, da internet, o principal “legado” da Olimpíada para mim é este: revi minha opinião sobre o Moments do Twitter.

Continue lendo

Engajamento nas redes sociais: ZH mantém o topo, R7 cresce e Veja despenca

Padrão

Da Torabit, empresa de monitoramento digital e métricas:

O veículo online do jornal gaúcho Zero Hora segurou a primeira posição no ranking da taxa média de engajamento nas redes sociais em julho. Seu resultado foi de uma taxa de 2,56%, computados os resultados de Facebook, Twitter e Instagram.

Confira o infográfico.

info-veiculos-julho-1

 

 

Pouso de avião no Rio Hudson vira filme; assista ao trailer

Padrão

A história do pouso de emergência de um avião de passageiros no Rio Hudson, em Nova York, em 2009, virou filme. Com direção de Clint Eastwood, Sully: O Herói do Rio Hudson tem Tom Hanks no papel principal – o do capitão que fez a manobra bem sucedida – e tem estreia marcada para 1º de dezembro.

O pouso é um marco na história do jornalismo digital. Foi o grande momento do Twitter que naquele dia, 15 de janeiro de 2009, foi o primeiro canal a informar que havia um avião no Rio Hudson, antes mesmo que a mídia tradicional. “There’s a plane in the Hudson. I’m on the ferry going to pick up the people. Crazy”, escreveu @jkrums no tweet que é considerado pelo próprio Twitter como um dos momentos mais importantes da história do site. Foi quando caiu a ficha sobre o potencial do site do passarinho como plataforma para publicação notícias, especialmente em tempo real.

Escrevi sobre o assunto no post O dia em que um rio passou na vida do Twitter.

Assista ao trailer de Sully: O Herói do Rio Hudson (a foto publicada por @jkrums aparece no trailer aos 50 segundos).

Twitter completa 10 anos: ainda é relevante?

Padrão

Eu pergunto e eu mesmo respondo o título nesta data especial dos 10 anos do site de microblogs: sim, o Twitter ainda é relevante. Desde que o Facebook monopolizou as atenções, muitas dúvidas foram levantadas sobre a rede social dos 140 caracteres. A relevância foi apenas uma delas. Há outras, mais profundas, que incluem a estagnação no número de usuários e as mudanças internas que refletem no valor de mercado da empresa.

Na comparação com o Facebook, do ponto de vista do trabalho jornalístico, o Twitter sempre esteve em vantagem. A rede do Zuckerberg nunca ganhou funcionalidades capazes de conquistar “coraçõeszinhos” dos jornalistas. Tanto é que o esforço do Facebook neste sentido parece ser mais focado nas empresas de comunicação do que no profissional de comunicação – vide o Instant Articles.

Durante muito tempo repeti por diversas vezes que para mim seria sempre “Twitter + 1”. Ou seja, na hora de escolher uma rede social como aliada do trabalho de publicação de conteúdo relevante e de produção de conteúdo, o Twitter estaria sempre lá, junto com outra plataforma. Nunca o contrário. Seria sempre uma certeza. Ainda é? Para mim e para a maior parte dos usuários, sim. Palavra de quem deu uma espiada no que era “Twitter” em 2006 e voltou em 2007 para nunca mais sair.

Veja o post especial no blog do Twitter com alguns dos destaques desta primeira década.

 

E siga @primeirodigital.