A rede social é cruel, muito cruel (e o jornalismo, irresponsável)

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Enfim uma boa razão para esconder likes nas redes sociais: você deixa de ver quantos corações são dados para conteúdos que espalham notícias mentirosas ou, pior, tentativas de humor carregas de crueldade e mau gosto. Reduz o mal-estar, ainda que não seja possível “desver”, como se diz por aí, tamanhos absurdos publicados. Foi o que se viu nessa quinta-feira (21) com o acidente envolvendo o apresentador Augusto Liberato, o Gugu.

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Em busca de respostas sobre redes sociais no RD Summit

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A estrutura gigante montada para o RD Summit já chama a atenção na entrada da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis. O evento, considerado o maior da América Latina, deve receber cerca de 12 mil participantes que, assim como eu, estarão lá nos dias 6, 7 e 8 de novembro em busca de respostas para perguntas que ajudem a entender o momento e a desenhar os rumos do marketing digital para os próximos anos.

No Mapa Mental 35, destaquei que esta seria a edição RD Summit que fala, por causa das palestras sobre temas ligados ao uso da voz em plataformas como podcasts e assistentes virtuais. Mas para quem produz conteúdo, pela ampla programação do evento, será uma oportunidade de tirar dúvidas, confirmar certezas e gerar insights que possam impactar no planejamento, na produção, e, principalmente, na relação com os clientes.

Na prévia que fiz da agenda do RD, além dos temas sobre voz, coloquei palestras e painéis que tratam de conteúdo de um modo geral, mas também aquelas que abordam tendências sobre redes sociais. Sabe por quê?

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Ainda é relevante aparecer no Trending Topics do Twitter?

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Compartilhei na terça-feira (24) uma boa lembrança: o dia em que organizei um twitaço e coloquei uma hashtag no Trendind Topics do Twitter (#rockSC, com bandas de Santa Catarina compartilhando seus canais na internet – MySpace, lembra? – e suas músicas, e eu divulgando links do meu blog Rock SC). Foi em 23 de setembro de 2010.

Na época, foi um grande feito e com grande repercussão local estar na lista dos dez assuntos mais comentados do dia no Twitter, que ainda dominava a “cena” na época. E especialmente pela causa proposta pelo twitaço, de divulgar e dar maior visibilidade das bandas catarinenses.

Pensando sobre o “feito” de nove anos atrás, e tendo como parâmetro o atual momento do Twitter (relevante, mas poluído de maus usuários e robôs), me pergunto: ainda é relevante aparecer no Trending Topics? Que diferença faz e resultado prático isso gera?

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Mapa Mental 🤔 #31 | Streaming salva a tradição dos debates esportivos em Florianópolis

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Nesta edição do Mapa Mental:

Streaming salva a tradição dos debates esportivos em Florianópolis
– Atenção você que mora sozinho em livraria
– A boa notícia que vem do Google
– Uma experiência com podcast
– Se Joga: Interatividade real ou objeto de cena?

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Mapa Mental 🤔 #26 | Confusão editorial pode comprometer viabilidade comercial

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Nesta edição do Mapa Mental:

Confusão editorial pode comprometer viabilidade comercial
– Clique no link na bio
Brasileiros no Twitter: Quantidade não quer dizer qualidade
Como nasce um podcast
Apagão no Google
– E por falar em Google…
– #ArquivoPrimeiroDigital

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Mapa Mental 🤔 #24 | Jornalismo do tipo mata a cobra e mostra o pau

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Nesta edição do Mapa Mental:

– Jornalismo do tipo mata a cobra e mostra o pau
– Reflexão em boa hora
– UOL fecha conteúdo de colunistas
– Ainda falta um _blank
Mais podcasts em campo no GloboEsporte.com
– O Globo estreia podcast da redação
– Vem aí o ClickTube Brasil
– A culpa do ReTweet
– Como o Insta é bonzinho

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Mapa Mental 🤔 #23 | Competência na captação de seguidores; e mais

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Nesta edição do Mapa Mental:

– Competência na captação de seguidores
– Não ignore o digital
– Um texto essencial sobre nós e as redes sociais
Gol contra do Goiás, golaço do Flamengo
– Enquanto a ANJ “intica” com o Facebook…
– …Google e Facebook são reconhecidos como mídia
– Desopilando no Grupo Chico Barney
#Instadesespero

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Twitter tóxico: Antes fossem apenas os robôs

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Mesmo na baixa, o Twitter sempre manteve suas principais características e virtudes especialmente na prestação de serviço (trânsito, tragédias, previsão do tempo…), como segunda tela (o verdadeiro auditório virtual das TVs) e arquibancada dos fanáticos por futebol.

Mas agora, mesmo que eu seja fã e tenha registrado o “novo crescimento” da rede do passarinho, lamento, mas melhor teria sido continuar à margem do Facebook e do Instagram. Está difícil, mas muito difícil de circular por lá. Toda a utilidade e a relevância estão indo ladeira abaixo. É literalmente um crescimento para baixo.

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Mapa Mental 🤔 #16 | Em busca da credibilidade perdida; e mais

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Nesta edição:

– Em busca da credibilidade perdida
– Boas notícias para o hiperlocal…
– …e para projetos inovadores
Menos tempo no Facebook
– Troca de papel
– Pensata sobre #Neymarprints
Vacilo e Shallow Now

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Mapa Mental 🤔 #14 | O encanto das capas de jornais; e mais

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Nesta edição:

– O encanto das capas
– Por que o Twitter voltou a voar
– Falando em podcast
Google fura-olho: É lance pro VAR!
Boldonaro e o robô mal programado
– Até tu, Instagram!
– De olho no LANÇO
– O pioneiro Teletexto

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Mapa Mental 🤔 #10 | No embalo dos Vingadores; e mais

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Nesta edição:

– No embalo dos Vingadores
Música fatura; e o jornalismo?
– A última do Facebook
– Saiba quanto ganha um influenciador digital
– O vacilo do SporTV
– A volta de Miguel Livramento
– Confira a agenda de cursos

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Relevância com ressaca: O Twitter pós-Carnaval

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No dia 14 de janeiro deste ano, escrevi um post sobre o que considero uma “nova onda do Twitter” baseado na observação sobre o uso do microblog como canal de comunicação do presidente, da reativação de contas e da publicação de um thread atrás do outro por usuários e contas de veículos como Folha e Estadão.

Hoje, quase um mês depois, atestamos a relevância do Twitter no atual momento do Brasil, mas que é acompanhada de uma enorme ressaca pós-Carnaval representada na capa do jornal Metro e na charge do meu amigo Zé Dassilva, no Diário Catarinense. E você sabe o motivo, certo?

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Um passarinho me contou: A nova onda do Twitter?

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Desde muito tempo sempre botei mais fé no Twitter que em qualquer outra rede social. Não só pode ser usuário de primeira hora, com conta criada no ano de lançamento, mas por sempre enxergar um grande potencial do microblog para o jornalismo. Sempre repeti que era Twitter + 1. E hoje, mesmo acreditando no maior potencial do Instagram Stories, faço aqui um primeiro registro do que estou observando e considerando uma nova onda twitteira.

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A melhor rede social de 2018

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Em 2018, mudei minha rotina em relação ao Facebook. Mantive uma distância e um relacionamento apenas profissional, atendendo demandas de clientes e compartilhando conteúdos do Primeiro Digital. Usei mais o Twitter pelo noticiário e segunda tela, mas na minha opinião, a rede social de 2018 foi o Instagram Stories. Sim, dá para considerar o Stories como uma rede e não somente como uma funcionalidade do Instagram até porque “vou fazer um stories” certamente está entre as frases mais ditas entre os usuários.

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