Série da CBN mostra os efeitos do uso de robôs nas eleições

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A rádio CBN veiculou durante esta semana uma série de reportagens que tratam do uso de robôs na internet principalmente para influenciar na disputa política. “Você já se deparou com mensagens disparadas aleatoriamente nas redes sociais, durante discussões sobre comportamento, saúde, alimentação ou higiene, por exemplo, que continham apenas uma frase entusiasmada sobre um determinado pré-candidato à Presidência da República?”, questiona a primeira a reportagem da série.

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Uma errata de respeito

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Na imagem, a forma como o jornal Extra, do Rio de Janeiro, lidou com um erro em sua edição impressão. Foi para o Twitter e soube fazer a errata e ainda interagir com seus seguidores.

A dica é da jornalista Nivia Carvalho, via Facebook, que comentou: “Para descer pro play tem saber brincar. E o Jornal Extra mostra mais uma vez que sabe”.

Twitter fake é “tutti buona gente”

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Contas fake no Twitter não são novidade. Assim como também não é novidade a mídia esportiva levar bola nas costas porque confia no que vê lá na rede do passarinho e publica “notícia” sem checar se é mesmo verdade. Já tratei do assunto no Primeiro Digital. E neste período de especulação em torno de novos contratados no futebol brasileiro, a chance de um fake emplacar como fonte aumenta consideravelmente. E foi o que aconteceu. Quem conta é a página Cenas Lamentáveis.

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#Rio2016: Medalha de ouro para a curadoria do Moments do Twitter

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Difícil concorrer com a TV na cobertura de um evento que é dela, como é o caso dos Jogos Olímpicos. Na Olimpíada do Rio, ainda mais, somando o acesso via streaming e aquele mosaico do SporTV com os 16 canais em miniatura para os fanáticos por esportes irem à loucura. Não foi o meu caso, mas assisti jogos na TV aberta e algumas transmissões via SporTV Play e Watch ESPN.

Ouvi rádio também. As transmissões de jogos pela Rádio Bandeirantes (Guarujá aqui em Florianópolis) me acompanhou no trânsito muitas vezes. Enquanto isso, da internet, o principal “legado” da Olimpíada para mim é este: revi minha opinião sobre o Moments do Twitter.

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Engajamento nas redes sociais: ZH mantém o topo, R7 cresce e Veja despenca

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Da Torabit, empresa de monitoramento digital e métricas:

O veículo online do jornal gaúcho Zero Hora segurou a primeira posição no ranking da taxa média de engajamento nas redes sociais em julho. Seu resultado foi de uma taxa de 2,56%, computados os resultados de Facebook, Twitter e Instagram.

Confira o infográfico.

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Pouso de avião no Rio Hudson vira filme; assista ao trailer

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A história do pouso de emergência de um avião de passageiros no Rio Hudson, em Nova York, em 2009, virou filme. Com direção de Clint Eastwood, Sully: O Herói do Rio Hudson tem Tom Hanks no papel principal – o do capitão que fez a manobra bem sucedida – e tem estreia marcada para 1º de dezembro.

O pouso é um marco na história do jornalismo digital. Foi o grande momento do Twitter que naquele dia, 15 de janeiro de 2009, foi o primeiro canal a informar que havia um avião no Rio Hudson, antes mesmo que a mídia tradicional. “There’s a plane in the Hudson. I’m on the ferry going to pick up the people. Crazy”, escreveu @jkrums no tweet que é considerado pelo próprio Twitter como um dos momentos mais importantes da história do site. Foi quando caiu a ficha sobre o potencial do site do passarinho como plataforma para publicação notícias, especialmente em tempo real.

Escrevi sobre o assunto no post O dia em que um rio passou na vida do Twitter.

Assista ao trailer de Sully: O Herói do Rio Hudson (a foto publicada por @jkrums aparece no trailer aos 50 segundos).

Twitter completa 10 anos: ainda é relevante?

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Eu pergunto e eu mesmo respondo o título nesta data especial dos 10 anos do site de microblogs: sim, o Twitter ainda é relevante. Desde que o Facebook monopolizou as atenções, muitas dúvidas foram levantadas sobre a rede social dos 140 caracteres. A relevância foi apenas uma delas. Há outras, mais profundas, que incluem a estagnação no número de usuários e as mudanças internas que refletem no valor de mercado da empresa.

Na comparação com o Facebook, do ponto de vista do trabalho jornalístico, o Twitter sempre esteve em vantagem. A rede do Zuckerberg nunca ganhou funcionalidades capazes de conquistar “coraçõeszinhos” dos jornalistas. Tanto é que o esforço do Facebook neste sentido parece ser mais focado nas empresas de comunicação do que no profissional de comunicação – vide o Instant Articles.

Durante muito tempo repeti por diversas vezes que para mim seria sempre “Twitter + 1”. Ou seja, na hora de escolher uma rede social como aliada do trabalho de publicação de conteúdo relevante e de produção de conteúdo, o Twitter estaria sempre lá, junto com outra plataforma. Nunca o contrário. Seria sempre uma certeza. Ainda é? Para mim e para a maior parte dos usuários, sim. Palavra de quem deu uma espiada no que era “Twitter” em 2006 e voltou em 2007 para nunca mais sair.

Veja o post especial no blog do Twitter com alguns dos destaques desta primeira década.

 

E siga @primeirodigital.

Sobre as redes sociais na semana mais quente do FlaFlu político

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O acirramento do FlaFlu político nos últimos dias com as manifestações, a nomeação de Lula, os grampos e as liminares esquentou as coisas ainda mais nas redes sociais. Neste turbilhão de postagens no Facebook e no Twitter, qual tem sido o valor de tudo o que se publica nestes canais como ingredientes para reportagens?

Pelo o que pude acompanhar, quase nenhum. O FlaFlu pegando fogo nas redes sociais é explorado (e muito bem explorado) pelos veículos para distribuição de conteúdo e geração de tráfego. “Redes sociais como fonte de conteúdo colaborativo” não tem sido um mantra neste caso. Risco de “tomar partido”? Na geração de pautas, o de sempre: a graça do “Veja os memes” ou a futilidade do “Veja fotos dos famosos nas manifestações“.

Fora isso, um ou outro destaque baseado no monitoramento de menções, uma ou outra repercussão sobre polêmicas como a foto do casal com a babá, uma ou outra reportagem repercutindo opinião de algum especialista. Ou o aproveitamento de comentários específicos como a repercussão de uma capa ou de um editorial. Aliás, crítica à mídia é o que não falta nas redes sociais. Há muitas críticas coerentes e que devem ser feitas (o momento pede) e outras menos qualificadas da turma que (pensa que) é especialista em jornalismo.

A guerra das liminares

O episódio das liminares contra a posse de Lula como ministro é um caso à parte. Quando a primeira foi expedida, o Facebook virou fonte por causa dos posts anti-Dilma publicados pelo juiz que concedeu a liminar. A falta de bom senso dele levantou boas discussões inclusive sobre o uso de redes sociais por pessoas com funções públicas. Juiz não deve ser e parecer imparcial?

Depois, a questão das liminares virou o “desafio do F5” com os veículos acompanhando as novas decisões e o público das redes sociais tentando não se perder com as atualizações. Ficou um tanto quanto confuso em alguns momentos com os compartilhamentos frenéticos a cada nova notícia, além daqueles usuários retardatários compartilhando decisões anteriores como sendo as mais recentes.

Do que eu vi, por parte dos veículos, faltou um capricho maior na publicação das chamadas de atualização. Alguns optaram por usar uma vinheta “urgente”, mas achei em geral os títulos muito parecidos e as tags e imagens pouco informativas. Os menos desavisados realmente poderiam perder a “conta”.