Meu 2018 foi assim

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O ano de 2018 foi de muito trabalho, mas também muito gratificante.

Pude seguir com a parceria com as agências de marketing digital Vocali, Infomídia e, eventualmente, Dialetto, fazendo e trocando ideias e experiências sobre planejamento e produção de conteúdo para blogs, redes sociais, e-mails e e-books (o portflolio atualizado está no meu Instagram aqui e aqui).

Também pude, pelo segundo ano consecutivo, ser responsável pela gestão de conteúdo do site do IMPAR, projeto do Grupo RIC que, a partir de pesquisa do Ibope Inteligência, aponta as marcas de Santa Catarina que têm a preferência e a maior afinidade com os consumidores de seis grandes regiões do estado. O que me deixa sempre satisfeito no caso do IMPAR é que este é um trabalho multiplaforma. Foram seis meses e marcando presença na internet, no jornal e na TV.

No site, fiz textos e curadoria, além de trabalhar em parceria com o desenvolvedor Diêgo Deivinson, na organização e na usabilidade. Em paralelo, produzi uma coluna semanal para o jornal Notícias do Dia para compartilhar informações sobre o IMPAR, mas também notas e números setoriais.

E, por fim, com base na curadoria de conteúdo sobre os setores pesquisados pelo Ibope, também fui responsável pelo desenvolvimento das pautas para a série de reportagens especiais produzidas para os telejornais da RICTV. Ou seja, pude fazer do impar.online uma central geradora de conteúdo para os outros veículos do Grupo RIC, o que é sempre um exercício interessante de ser praticado além da própria valorização do digital.

Loop de hábito na prática

Mas em 2018 pude finalmente aplicar o conceito do loop de hábito, que já citei algumas vezes aqui no Primeiro Digital, em um projeto de comunicação. Não irei mencionar maiores detalhes do projeto em questão porque ainda está em andamento. Mas compartilho como usei o conceito do loop de hábito no processo.

Fiz um diagnóstico sobre presença digital e presença na mídia. A partir disso, fiz a análise do loop, apontando deixas, rotinas, recompensas e anseios das pessoas em relação ao que faz o cliente. O resultado não poderia ter sido melhor. Primeiro, pela própria surpresa causada na apresentação do estudo – além da explicação detalhada, uma imagem ilustrativa ajudou a deixar ainda mais claro o que se identificou.

E segundo, para minha felicidade, ficou comprovada a importância de olhar para fora e com o objetivo de entender melhor como o público age quando deseja se informar em relação a um determinado assunto. O que desperta a necessidade? Como faz para supri-la e o que espera obter como recompensa?

Com o loop, fica mais claro o que deve ser o foco em relação ao público-alvo. Nesse caso, a conclusão – aprovada – é que o desafio será oferecer novas rotinas para acesso a informações. Ou seja, entendemos a deixa e estamos trabalhando para ampliar as chances do público obter suas recompensas.

Torço para que o loop do hábito possa ser adotado com maior frequência tanto no jornalismo quanto no marketing digital para que os acertos nas ações sejam maiores que os equívocos. Que assim seja em 2019.