Mapa Mental 🤔 #12

mapa mental
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Nesta edição:

– O lucro do The Guardian
Atenção, coleguinhas!
– Deu no New York Times
– Um clássico para rever
Paywall do NSC Total
Conteúdo estendido da Globo
– Nas ondas do rádio…no Youtube
– Bem-vindo, podcast da UFSC
– Dicas sobre comunicação empresarial

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Dia do Jornalista: Impactos positivos e negativos da internet na profissão

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Nenhuma outra profissão foi tão impactada pela internet quanto a de jornalista. Não é exagero e pode até já ser um lugar-comum, mas é, com certeza, uma afirmação tão positiva quanto negativa que merece algumas palavras neste 7 de abril, o Dia do Jornalista.

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A reação ao signwall do NSC Total e a importância de qualificar a base de leitores

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Há pouco mais de um mês, em 13 de fevereiro, a plataforma digital do Grupo NSC, em Santa Catarina, implantou o signwall, modelo em que é necessário ter um cadastro para ter acesso ao conteúdo gratuitamente, mas limitado. Com isso, conforme divulgado, a cada mês, o leitor tem acesso livre a três notícias. Ao acessar o quarto conteúdo, ele é convidado a preencher um cadastro para continuar navegando.

A medida vale para o portal NSC Total e para os sites dos jornais Diário Catarinense, A Notícia, Santa e Hora de Santa Catarina. Mas desde sua implantação, a novidade vem sendo alvo de críticas, com leitores questionando a medida com os mais variados (e muitas vezes descabidos) argumentos.

Veja a seguir uma compilação de alguns dos comentários.

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“Quem ainda não montou uma estratégia de cobrança está pedindo para quebrar”

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“Conteúdo não pode ser grátis. Se a empresa paga o salário de seu funcionário, é preciso dar valor a esse trabalho. Ou seja, cobrar pelo conteúdo. Não a notícia que todos têm, commodity, mas aquela que marca a diferença, a análise, o gráfico, a opinião de qualidade, a reportagem. Quem ainda não montou uma estratégia de cobrança (um paywall freemium, por exemplo) está pedindo para quebrar”.

Este um dos passos – cobrança de conteúdo – indicados pelo consultor Eduardo Tessler, em artigo publicado no Meio & Mensagem, para os jornais enfrentarem a crise em 2019.

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O público está logo ali

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Qual a razão para veículos de comunicação e empresas de um modo geral, no digital, não escolherem atuar de forma muito mais segmentada, investindo em nichos e em geolocalização para ganhar com a proximidade com o público? Abusar de memes ou ser over no ambiente digital não resolvem nem 1/3 das dificuldades para virar referência, atrair visitantes e converter em assinantes, financiadores ou clientes.

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Menos é mais: Reduza a presença digital ao que é essencial

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Vamos reduzir a presença digital ao que é essencial, ao que realmente funciona? Focar na qualidade e na utilidade e não na quantidade? Vale a pena estar num mesmo ambiente onde o que é postado pouco agrega por conta do comportamento dos usuários de Facebook, Instagram e Twitter, além do que é compartilhado no WhatsApp?

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Farol Reportagem encerra publicações em junho

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Caros assinantes do Farol Reportagem,

O site vai deixar de produzir e publicar reportagens a partir de junho. Depois de quase dois anos de muita luta e resistência no Jornalismo em Santa Catarina, chegou a hora de agradecer imensamente a confiança e o apoio de todos, especialmente de vocês assinantes do Farol. Este apoio ajudou até agora a manter uma proposta de Jornalismo independente e comprometida com o interesse público, transparência dos poderes e Direitos Humanos. Muito obrigado! Viva a Reportagem!

O sábado começou com esta mensagem do meu amigo Lúcio Lambranho chegando por e-mail.

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De @ludtke: “Queremos um ‘Netflix’ de notícias, mas necessitamos de um 1,99”

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“Desde sempre bato na mesma tecla: conteúdo digital não se grampeia. Ele é produzido a granel. Cada grão é único, tem tamanho, sabor e textura diferentes, mas no mercado de notícias você só consegue comprá-lo por quilo, em pacotes embalados a vácuo pelo produtor. Esse é um mercado centrado em produto, quando deveria ter no centro quem consome: o leitor. E quando falamos na necessidade de mudança do eixo de financiamento do Jornalismo para a remuneração pelo conteúdo, isso fica ainda mais evidente.”

Este é o trecho de abertura do artigo Queremos um “Netflix” de notícias, mas necessitamos de um 1,99, do jornalista, professor e pesquisador Sérgio Lüdtke.

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Site distribui conteúdo pago sem informar corretamente aos seguidores no Twitter

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O G1 Santa Catarina colocou no ar nesta segunda-feira (5) o especial “Florianópolis, uma cidade para todos”, patrocinado e produzido pela Prefeitura Municipal de Florianópolis.  Colocado no site com a identificação “Especial Publicitário”, como deve ser, o especial é uma compilação de releases de ações da PMF e do prefeito Gean Loureiro.

O que há de errado nisso?

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Santa Catarina ganha site especializado em assuntos jurídicos

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Lançado oficialmente no dia 12 de setembro, o site JusCatarina é mais um projeto digital catarinense que, assim como o SC Inova, aposta na segmentação como sua principal característica. Mas como destacam seus criadores, os jornalistas Fabrício Severino e João Cavallazzi, além da cobertura da Justiça e do Direito em Santa Catarina, o site também quer contribuir para a disseminação da cultura jurídica e oferecer um espaço para o debate de temas relevantes não só para o estado, mas também para o país.

A pedido do Primeiro Digital, Severino e Cavallazzi compartilham a motivação, o propósito e o desafio de criar e manter o JusCatarina, mais uma iniciativa digital de jornalistas de Santa Catarina.

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Do BlueBus: Google e Facebook ganham mais com anúncios do que todos os jornais e rádios juntos

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De acordo com o o Inc., o Google vai faturar em 2017 80,8 bilhões de dólares só com publicidade.  É tanto quanto todos os jornais e revistas do mundo inteiro, juntos, ganham com a venda de anúncios. O Facebook vem logo em seguida, com 36,3 bilhões de dólares – praticamente o mesmo que todas as estações de rádio, juntas, faturam com a venda de espaço publicitário. Google e Facebook abocanham cerca de 50% de todo o dinheiro investido em publicidade globalmente – número que em breve deve atingir os 83%, segundo cálculos da Digital Content Next.

Leia a notícia completa no BluBus.

P.S.: Explica-se, por exemplo, que o esforço em iniciativas como as da Gazeta do Povo, ao encerrar o impresso, seja de buscar assinantes no digital.

P.S.: E também faz pensar no quanto que as empresas de mídia perderam espaço e o timing enquanto Google e Facebook (este último abastecido por conteúdo de veículos) tomavam conta do pedação. Deixaram chegar…

Gazeta do Povo: A última capa e o início de um novo modelo de negócio

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Esta é a última edição da Gazeta do Povo impressa em papel jornal, entregue diariamente no endereço de dezenas de milhares de assinantes e em bancas da grande Curitiba e de cidades do interior e do litoral do Paraná. A partir de amanhã, dia 1º de junho de 2017, a Gazeta passará a circular exclusivamente em suas plataformas digitais, no endereço gazetadopovo.com.br na internet e em seu aplicativo para smartphones e tablets, e também numa edição semanal, impressa em papel de alta qualidade. Com a mudança, o jornal, que já se estruturava como um veículo com foco no ambiente digital, passa a executar a estratégia mobile first, em que a produção de seu conteúdo se dirige, prioritariamente, a dispositivos móveis.

Este é o trecho que abre o texto publicado na edição desta quarta-feira (31) e que marca o fim da edição impressa da Gazeta do Povo, de Curitiba, um dos principais jornais do país. E que amanhã passa a viver uma nova era, um novo modelo de negócio e que poderá inspirar muitos outros veículos que buscam um caminho para a sustentabilidade do negócio.

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Do Inova.Jor: Por que a Gazeta do Povo decidiu trocar o papel pelo digital

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O jornalista Renato Cruz publicou um ótimo texto a respeito da decisão da Gazeta do Povo de encerrar sua edição impressa e ficar só no digital a partir do dia 1º de junho. Destaco alguns trechos do texto publicado no site Inova.Jor.

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Mais detalhes sobre as mudanças na Gazeta do Povo

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No final deste mês de maio, a Gazeta do Povo, de Curitiba e um dos mais importantes jornais do Brasil, deixa de circular no formato impresso. Existirá somente no digital, em um projeto ousado que está chamando a atenção de jornalistas e donos de veículos. Ontem (16), o diretor de Redação da Gazeta do Povo, Leonardo Mendes Júnior, participou do webinar Exclusiva e na palma da mão: a nova Gazeta do Povo , promovido pelo programa de qualificação da ANJ (Associação Nacional de Jornais).

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Do Poder360: The Guardian deixará de usar app da Apple e do Facebook para publicar notícias

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O jornal britânico The Guardian deixará de usar as plataformas Instant Articles, do Facebook, e Apple News para compartilhar notícias. A empresa avalia que o dinheiro produzido com a visita às páginas desses dispositivos não ultrapassa o que o jornal fatura com o próprio site. A informação é do site Digiday.

A mudança foi realizada na última 6ª feira (21.abr.2017). Outros portais também reduziram radicalmente o uso destes aplicativos, como a BBC News, National Geographic, The Wall Street Journal e o The New York Times.

(…)

Para fazer frente à queda na arrecadação com publicidade, o Guardian tem incentivado que leitores se tornem membros associados do jornal – 200 mil já compraram esta modalidade.

Leia o texto completo no Poder 360.