Do BlueBus: Google e Facebook ganham mais com anúncios do que todos os jornais e rádios juntos

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De acordo com o o Inc., o Google vai faturar em 2017 80,8 bilhões de dólares só com publicidade.  É tanto quanto todos os jornais e revistas do mundo inteiro, juntos, ganham com a venda de anúncios. O Facebook vem logo em seguida, com 36,3 bilhões de dólares – praticamente o mesmo que todas as estações de rádio, juntas, faturam com a venda de espaço publicitário. Google e Facebook abocanham cerca de 50% de todo o dinheiro investido em publicidade globalmente – número que em breve deve atingir os 83%, segundo cálculos da Digital Content Next.

Leia a notícia completa no BluBus.

P.S.: Explica-se, por exemplo, que o esforço em iniciativas como as da Gazeta do Povo, ao encerrar o impresso, seja de buscar assinantes no digital.

P.S.: E também faz pensar no quanto que as empresas de mídia perderam espaço e o timing enquanto Google e Facebook (este último abastecido por conteúdo de veículos) tomavam conta do pedação. Deixaram chegar…

Gazeta do Povo: A última capa e o início de um novo modelo de negócio

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Esta é a última edição da Gazeta do Povo impressa em papel jornal, entregue diariamente no endereço de dezenas de milhares de assinantes e em bancas da grande Curitiba e de cidades do interior e do litoral do Paraná. A partir de amanhã, dia 1º de junho de 2017, a Gazeta passará a circular exclusivamente em suas plataformas digitais, no endereço gazetadopovo.com.br na internet e em seu aplicativo para smartphones e tablets, e também numa edição semanal, impressa em papel de alta qualidade. Com a mudança, o jornal, que já se estruturava como um veículo com foco no ambiente digital, passa a executar a estratégia mobile first, em que a produção de seu conteúdo se dirige, prioritariamente, a dispositivos móveis.

Este é o trecho que abre o texto publicado na edição desta quarta-feira (31) e que marca o fim da edição impressa da Gazeta do Povo, de Curitiba, um dos principais jornais do país. E que amanhã passa a viver uma nova era, um novo modelo de negócio e que poderá inspirar muitos outros veículos que buscam um caminho para a sustentabilidade do negócio.

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Mais detalhes sobre as mudanças na Gazeta do Povo

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No final deste mês de maio, a Gazeta do Povo, de Curitiba e um dos mais importantes jornais do Brasil, deixa de circular no formato impresso. Existirá somente no digital, em um projeto ousado que está chamando a atenção de jornalistas e donos de veículos. Ontem (16), o diretor de Redação da Gazeta do Povo, Leonardo Mendes Júnior, participou do webinar Exclusiva e na palma da mão: a nova Gazeta do Povo , promovido pelo programa de qualificação da ANJ (Associação Nacional de Jornais).

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Do Poder360: The Guardian deixará de usar app da Apple e do Facebook para publicar notícias

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O jornal britânico The Guardian deixará de usar as plataformas Instant Articles, do Facebook, e Apple News para compartilhar notícias. A empresa avalia que o dinheiro produzido com a visita às páginas desses dispositivos não ultrapassa o que o jornal fatura com o próprio site. A informação é do site Digiday.

A mudança foi realizada na última 6ª feira (21.abr.2017). Outros portais também reduziram radicalmente o uso destes aplicativos, como a BBC News, National Geographic, The Wall Street Journal e o The New York Times.

(…)

Para fazer frente à queda na arrecadação com publicidade, o Guardian tem incentivado que leitores se tornem membros associados do jornal – 200 mil já compraram esta modalidade.

Leia o texto completo no Poder 360.

Relatório avalia estratégia digital e projeta futuro do The New York Times

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Em 2014, um relatório interno do The New York Times vazou e causou furor por apresentar uma avaliação pouco animadora sobre a estratégia digital adotada pelo grupo até então. As falhas no processo foram expostas e viraram tema para discussão porque até aquele momento o NYT era um exemplo a ser seguido muito por causa do modelo de paywall criado pelo jornal.

Nesta semana, um novo relatório do The New York Times veio à tona, mas desta vez de um jeito diferente. Não houve um vazamento, mas sim uma superprodução do próprio veículo que transformou o documento num especial multimídia, como destaca o NiemanLab.

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Segmentação perde espaço para “catadão da internet”

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Fico impressionado e até desanimado quando vejo sites que estão abrindo mão da segmentação para virar um “catadão da internet”. Segmentação sempre foi um caminho viável para atrair leitores e anunciantes. Ainda mais nos dias de hoje quando se fala muito em ser referência, autoridade na área em que atua. Mas como chegar a esse patamar se falta “personalidade” ao site?  E no fim das contas fica parecendo um papagaio, repetindo o que outros sites e portais – estes sim referências – já publicaram e espalharam pelas redes sociais?

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Do Knight Center: Após adotar paywall, jornais brasileiros batem recorde de audiência e vendem cada vez mais assinaturas digitais

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Quem indicou a reportagem “Após adotar paywall, jornais brasileiros batem recorde de audiência e vendem cada vez mais assinaturas digitais” foi a colega jornalista Ingrid Cristina dos Santos, do Diário Catarinense. Apesar da reportagem trazer uma série de números, ela compartilhou o link no seu Facebook destacando o seguinte trecho:

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Do El País: Presidente do Vice prevê um frenesi de aquisições e fusões em 2017

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El presidente del grupo editorial norteamericano Vice Media, Shane Smith, pronostica que los medios de comunicación se enfrentarán en 2017 a “un baño de sangre” en sus negocios. Con esa contundencia ve Smith lo que le espera al sector, abocado a una serie de alianzas entre las grandes cadenas televisivas, los medios tradicionales y online y las productoras audiovisuales que puede trastocar el panorama para las próximas décadas. El ejecutivo cifra en un 30% la pérdida de empresas digitales que supondrán las fusiones y la pelea por la audiencia.

Lo que vamos a ver es un frenesí de adquisiciones y fusiones en el que los dos o tres grandes compren a los últimos en llegar para poder decir: ‘Estamos en el sector digital, estamos en el sector móvil… somos listos”, apuntó Smith, en referencia a las grandes compañías audiovisuales sacudidas por la irrupción de Internet y los nuevos hábitos de las audiencias. “Y los medios digitales responderán: ‘Por fin tenemos dinero”, añadió.

Foto: Sasha Maslov/Divulgação/VICE

Leia a reportagem completa no site do El País.