Relatório avalia estratégia digital e projeta futuro do The New York Times

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Em 2014, um relatório interno do The New York Times vazou e causou furor por apresentar uma avaliação pouco animadora sobre a estratégia digital adotada pelo grupo até então. As falhas no processo foram expostas e viraram tema para discussão porque até aquele momento o NYT era um exemplo a ser seguido muito por causa do modelo de paywall criado pelo jornal.

Nesta semana, um novo relatório do The New York Times veio à tona, mas desta vez de um jeito diferente. Não houve um vazamento, mas sim uma superprodução do próprio veículo que transformou o documento num especial multimídia, como destaca o NiemanLab.

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Segmentação perde espaço para “catadão da internet”

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Fico impressionado e até desanimado quando vejo sites que estão abrindo mão da segmentação para virar um “catadão da internet”. Segmentação sempre foi um caminho viável para atrair leitores e anunciantes. Ainda mais nos dias de hoje quando se fala muito em ser referência, autoridade na área em que atua. Mas como chegar a esse patamar se falta “personalidade” ao site?  E no fim das contas fica parecendo um papagaio, repetindo o que outros sites e portais – estes sim referências – já publicaram e espalharam pelas redes sociais?

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Do Knight Center: Após adotar paywall, jornais brasileiros batem recorde de audiência e vendem cada vez mais assinaturas digitais

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Quem indicou a reportagem “Após adotar paywall, jornais brasileiros batem recorde de audiência e vendem cada vez mais assinaturas digitais” foi a colega jornalista Ingrid Cristina dos Santos, do Diário Catarinense. Apesar da reportagem trazer uma série de números, ela compartilhou o link no seu Facebook destacando o seguinte trecho:

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Do El País: Presidente do Vice prevê um frenesi de aquisições e fusões em 2017

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El presidente del grupo editorial norteamericano Vice Media, Shane Smith, pronostica que los medios de comunicación se enfrentarán en 2017 a “un baño de sangre” en sus negocios. Con esa contundencia ve Smith lo que le espera al sector, abocado a una serie de alianzas entre las grandes cadenas televisivas, los medios tradicionales y online y las productoras audiovisuales que puede trastocar el panorama para las próximas décadas. El ejecutivo cifra en un 30% la pérdida de empresas digitales que supondrán las fusiones y la pelea por la audiencia.

Lo que vamos a ver es un frenesí de adquisiciones y fusiones en el que los dos o tres grandes compren a los últimos en llegar para poder decir: ‘Estamos en el sector digital, estamos en el sector móvil… somos listos”, apuntó Smith, en referencia a las grandes compañías audiovisuales sacudidas por la irrupción de Internet y los nuevos hábitos de las audiencias. “Y los medios digitales responderán: ‘Por fin tenemos dinero”, añadió.

Foto: Sasha Maslov/Divulgação/VICE

Leia a reportagem completa no site do El País.

Acompanhe o projeto GPS Jor pelo Facebook

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Na aula “Quem financia a mídia digital?“, realizada pelo ISCOM em junho, o jornalista, professor e pesquisador Jacques Mick falou um pouco sobre o projeto GPS Jor que ele e mais um time de pesquisadores estão desenvolvendo desde outubro de 2015 e que pretende analisar e propor “soluções para as crises do jornalismo contemporâneo”.

A partir deste mês de agosto, o GPS Jor ganhou uma página no Facebook e por lá é possível acompanhar notícias relevantes sobre jornalismo, de acordo com as áreas de interesse do projeto, mas também conhecer de perto o que propõe o trabalho. Pelo o que o Mick falou na aula do ISCOM, fiquei curioso com a proposta porque vai além da pesquisa, como descrito na página no Facebook:

Queremos contribuir para a construção de mídias jornalísticas locais independentes e de qualidade, que sejam autosustentáveis e tenham governança social. Acreditamos que o jornalismo pode ser produzido não só por empresas, mas também por outras organizações. Entendemos que público pode e deve participar de muitas das decisões cotidianas desse jornalismo, e também pode financiá-lo. É o que chamamos de governança social. 

Para saber mais e seguir os próximos passos do GPS Jor, acesse e curta www.facebook.com/gpsjor.

Do Projeto Draft: Pequeno manifesto sobre o atual estado das coisas para quem vive de produzir conteúdo

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A concentração dos investimentos em mídia no Brasil sempre foi letal aos projetos independentes. A TV aberta fica historicamente com mais de 60% do bolo publicitário – e a TV Globo fica, sozinha, com mais de 70% dessa fatia.

Google e o Facebook entraram no jogo meia dúzia de anos atrás e não trouxeram inovação alguma a esse modelo. Ao contrário: eles o reproduzem à risca. Estima-se que o Google fique com 60% dos investimentos publicitários digitais no país, e que o Facebook fique com outros 10%. Ou seja: juntos, eles teriam a mesma fatia do bolo digital que a TV Globo tem no bolo da TV aberta.

E Google e Facebook entraram nesse jogo de forças e de concentração de dinheiro e poder com uma novidade duplamente letal para os publishers: ambos atraem a verba de marketing dos anunciantes utilizando a custo zero os conteúdos produzidos pelos mesmos veículos que os anunciantes deixaram de apoiar exatamente para poderem investir mais nos dois gigantes.

Ou seja: Os publishers ficaram com o custo da produção do conteúdo que Google e Facebook usam como combustível gratuito para as suas operações – nas quais não precisam investir um centavo para produzir uma linha dos textos que publicam nem para editar um minuto dos vídeos que veiculam.

Este trecho é apenas um dos pontos importantes destacados no manifesto escrito por Adriano Silva. Leitura mais do que recomendada.

Leia o texto completo no Projeto Draft.

De usuário a prisioneiro do Facebook

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Quando os blogs surgiram lá na virada para os anos 2000 e depois com a popularização das redes sociais, uma das afirmações mais repetidas era essa: agora os pequenos podem disputar mercado em pé de igualdade com os grandes produzindo e se apoiando nos canais da internet. E isso valia para qualquer segmento, inclusive o jornalismo. Era um gás para potencializar novas ideias, criatividade, iniciativas independentes, conteúdo colaborativo, voz do cidadão…

Os grandes veículos não ficaram para trás. Alguns até demoraram, mas logo também estavam tirando proveito da chamada Web 2.0. Mas o que era para ser uma ferramenta de suporte está se tornando uma prisão. É Alcatraz 2.0: ninguém mais quer sair do Facebook. Nem tentam.

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“Quem financia a mídia digital?” é tema de curso em Florianópolis

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O ISCOM (Instituto Superior de Comunicação) promove nos dias 11 e 25 de junho, em Florianópolis, o curso “Quem financia a mídia digital?”, ministrado pelo jornalista, professor e pesquisador Jacques Mick. O objetivo do curso é “refletir sobre a crise no padrão de financiamento da mídia jornalística, em particular nos formatos digitais, a partir de uma perspectiva histórico-sociológica que a situa no tempo e a interpreta, recorrendo aos conceitos de campo e habitus”.

As vagas são limitadas.

Todas as informações estão na página do curso no site do ISCOM.

Encontro discute jornalismo e empreendedorismo

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A seção brasileira do ONA – Online News Association  promove no próximo dia 21 de maio o 1º Encontro de Jornalismo e Empreendedorismo. O objetivo é reunir jornalistas, professores e estudantes de jornalismo para discutir empreendedorismo, como abordá-lo na universidade e como aplicá-lo na prática. Realizado no auditório Ulisses Guimarães das Faculdades Metropolitanas Unidas (Avenida Liberdade, 899, São Paulo), o evento tem entrada gratuita e não é preciso inscrição prévia.

Confira a programação.

8h30-9h
Abertura

9h-10h30
Jornalismo, Empreendedorismo e Sustentabilidade Financeira
Sérgio Lüdtke
Jorge Tarquini
Simone Cunha

10h45-11h45
Jornalismo e Dados
Gustavo Faleiros
André Rosa

11h45-13h
Almoço

13h-14h
Jornalismo Digital
Ana Brambilla
Daniela Osvald Ramos
Caru Schwingel

14h15-16h
Workshop – Empreendedorismo e Modelos de Negócio em Jornalismo
Leandro Beguoci
Cassiano Gobbet
Edson Rossi

Mais informações acesse a página do evento no Facebook.

Encontro Jornalismo e Empreendedorismo

As mudanças no BRIO e o que observar para empreender melhor no jornalismo digital

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O BRIO foi um dos projetos de jornalismo mais festejados recentemente, aperando sempre com destaque em estudos, listas e reportagens sobre modelos de negócio no ambiente digital. Mas alguma coisa não funcionou como esperavam seus criadores. O BRIO não acabou, mas, seis meses depois de seu lançamento, está revendo sua estratégia e seu modelo. E quem conta isso é Breno Costa, editor-executivo e um dos fundadores da plataforma, no artigo Razões para otimismo com o jornalismo, onde ele apresenta um panorama do que aconteceu e do que deve acontecer com o BRIO no futuro.

Há seis meses, quando a vida política nacional estava aquecida, mas não fervendo, publiquei um texto aqui no Medium admitindo um início problemático do BRIO, mas com viés otimista, apesar dos pesares. Neste momento, permito-me ser ainda mais otimista.

Para quem não sabe, o BRIO é uma iniciativa jornalística independente, mas ainda não sustentável. Suas operações, inicialmente bancadas pelas próprias economias de seus cinco sócios, agora dependem diretamente de aportes de investidor. Não geramos até o momento nenhuma receita própria — embora ainda não tenhamos colocado nada em prática. Digamos que estamos em fase de experimentações.

O modelo de negócios originalmente pensado baseava-se na cobrança pelo acesso às reportagens que publicaríamos. Pouco antes do lançamento, decidimos alterar a estratégia e liberar o acesso gratuito. No dilema do ovo e da galinha, optamos por criar primeiro a galinha para depois colhermos os ovos. Era a opção mais sensata, mas, por motivos já explicados anteriormente, não alcançamos o objetivo de gerar audiência relevante — o que nos levou a promover diversas mudanças, em especial a migração do nosso conteúdo para o Medium.

Leia o artigo completo.

Para empreender melhor no jornalismo digital

Como provocação, e não falo especificamente do BRIO, mas às vezes fico com a impressão que os projetos empreendedores em jornalismo digital são projetos para o “mundinho dos coleguinhas”. Ou seja, não ultrapassam as redações e viram “coisa de e para jornalistas”. Talvez esteja exagerando, mas é isso o que vejo, apesar de enxergar qualidade excepcional em projetos como o Nexo Jornal, por exemplo, parece não haver uma comunicação mais efetiva para um segmento que não seja o dos jornalistas.

Outro observação a partir do texto do Breno Costa é que vivemos – principalmente na internet – um empreendedorismo muito influenciado pelo modelo de startups com ganho em escala, baixo custo sobre investimento, foco na resolução de um problema, base para pivotar e tempo de duração às vezes até limitado. Chamo atenção para estes dois últimos itens.

“Pivotar” é uma ação que tenho tentando aplicar em tudo o que faço desde que fiz o Master em Jornalismo na IICS / Universidade de Navarra, em 2014, e li “Comece por você“. Vem da movimentação do pivô do basquete. Importante ter uma base ou um ponto de partida que possa permitir mudanças de direção, foco, mercado. Poucos, fora do ambiente das startups, têm esta esta visão que é tão útil em tempos de busca de oportunidades.

Sobre a duração do negócio, óbvio que ninguém investe em seu próprio negócio sem a intenção de que ele dure para sempre. Mas diante da velocidade com que as coisas acontecem no digital, é preciso estar alerta e se não der para pivotar, pratica-se o desapego, vira-se a página, troca-se o disco. Insistir com um projeto sem retorno e longe do que o mercado precisa ou procura pode se tornar um poço sem fundo para o bolso. Seja convicto, mas não teimoso.

A decisão de encerrar o impresso e ficar só no digital

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Circula hoje (26) a última edição impressa do The Independent, um dos  jornais nacionais da Inglaterra, que a partir de agora passa a existir somente na internet. Veja a última capa do jornal.

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No anúncio da decisão, em comunicado divulgado no dia 12 de fevereiro, o grupo proprietário do jornal diz que a motivação veio mais pelo crescimento da operação digital do que pelo fracasso do jornal papel. E esse é o ponto que considero importante analisar neste episódio. Não tem mimimi nem chororô.

Claro, o meio impresso passa por mudanças, enfrenta situações com as quais muitos veículos não souberam lidar, como o crescimento das redes sociais como fonte de renda e o modelo multiplaforma se perde na gestão capenga das equipes da redação e do comercial.

Mas quantos jornais, especialmente no Brasil, não poderiam seguir o mesmo caminho do The Independent? O valor da marca preservado e foco no produto que interessa: a informação e não a plataforma (o papel, no caso). 

8 destaques do Primeiro Digital

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Clique nas imagens e confira as sugestões de leitura dos posts mais recentes do Primeiro Digital.

A receita para conquistar a atenção do leitor na internet

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Em 15 de dezembro de 2010, publiquei no meu blog na época, o Coluna Extra, um post com o título Chegou a concorrência, registrando o lançamento do site do jornal Notícias do Dia, destacando a importância de termos mais canais online na cobertura dos fatos do dia a dia de Florianópolis e região. Escrevi que ainda era cedo para uma análise mais aprofundada do site, mas que já dava para perceber – pelo menos observando as manchetes que estavam na página inicial naquele momento de estreia – que o foco local seria o diferencial do ND Online.

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Imagem do ND Online em novembro de 2010, quando o jornal passou por uma reforma gráfica e anunciou a chegada do site no mês seguinte

Alguns meses depois, em julho de 2011, pude comprovar esta primeira impressão na prática, ao assumir a gerencia de internet do Grupo RIC e passar a trabalhar direta e diariamente com os colegas de redação do ND. E todo o período em que trabalhei no Grupo RIC, até março de 2015, participando de reuniões de pauta e de coberturas especiais, como a dos atentados aos ônibus em 2012, ou até mesmo na cobertura dos bastidores de Avaí e Figueirense, serviu para cravar que sim, o diferencial do ND Online estava em olhar bem de perto para o dia a dia da cidade.

O jornalismo digital costuma ser alvo constante de debates em torno de suas possibilidades editoriais e comerciais. Há sempre uma novidade, uma nova “verdade”, um “novo Eldorado” para onde, dizem, todos os veículos precisam caminhar. Mas quase sempre levam a lugar algum ou levam de volta ao ponto de partida. O que parece ser a única certeza no universo do jornalismo digital é que o público quer saber daquilo que acontece ao seu redor, no seu estado, na sua cidade, no seu bairro, na sua rua.

O caos do trânsito na entrada e saída da Ilha, a poluição em Canasvieiras, as polêmicas na Câmara de Vereadores, as falcatruas no serviço de táxis, a reforma do Mercado Público, a venda de um jogador de Avaí ou Figueirense, enfim, são assuntos que interessam a mim, a você, à turma do dominó da Praça 15, aos amigos na beira da praia, aos passageiros do Volta ao Morro, ao pessoal que caminha no Parque de Coqueiros, aos amigos do Curió e aos frequentadores do Alvim e da Kibelândia. E na internet, ainda mais porque o público lá não apenas lê como também interage. Ninguém fica indiferente diante daquilo que o atinge de alguma forma – as redes sociais não me deixam mentir.

Neste cenário, os números de audiência são importantes (e lembro, quando ainda estava lá na RIC, do ND Online já ter batido na casa de 4 milhões de visitantes únicos), mas o que se disputa hoje é a atenção dos leitores. Não é mais número pelo número. Há quem diga que isto só é possível quando ocorre alguma tragédia ou com a publicação de notícias ruins e polêmicas. Sim, mas não só, desde que o foco do site seja bem definido, como apostar em conteúdo local. Experimente, por exemplo, publicar uma reportagem sobre “coisas antigas de Florianópolis” para ver o impacto que causará.

Gerar proximidade com o público é a melhor forma de alcançar este objetivo também pelo o que é conquistado a partir disso: empatia e engajamento, o que faz toda a diferença no ambiente digital. Por isso, torço para que o ND nunca perca de vista este foco no local e se consolide cada vez mais como o melhor para a cidade também na internet – editorial e comercialmente. E que isso possa ser festejado diariamente, mas especialmente quando o site do ND também completar seus dez anos de existência.

Nota: Este texto foi originalmente escrito a pedido da redação do ND para o especial de dez anos do jornal, lançado na edição deste fim de semana. Como não foi utilizado, talvez até pelo foco do especial ser a efeméride da versão impressa e o novo site ainda estar em gestação, optei por postá-lo aqui no Primeiro Digital. O especial dos dez anos do ND está no link www.ndonline.com.br/nd10anos (recomendo acessar pelo desktop).

Omelete no ponto

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Não é de hoje que o Omelete vem se mostrando com um dos principais sites de conteúdo da internet brasileira. A turma lá sabe como fazer a cobertura do universo da cultura pop e virou autoridade no assunto com iniciativas como a de hoje: às 15h, fizeram uma transmissão ao vivo em seu ótimo canal no YouTube para comentar o novo trailer do aguardado “Capitão América: Guerra Civil”, que contou com a primeira aparição do Homem-Aranha, agora devidamente integrado aos estúdios Marvel – fato relevante para quem curte quadrinhos e filmes de super-heróis.

E o Omelete, com o programa em cima do lance, apresentado por Érico Borgo e Marcelo Hessel, alcançou a marca de 35 mil pessoas assistindo à transmissão simultaneamente. Para ter ideia da relevância do número, em São Paulo, 1 ponto de audiência da TV equivale a 58.235 lares. Ou seja, uma transmissão do YouTube chegou perto de 1 ponto – índice que redes como Rede TV! e Band custam a alcançar. E mais: o número de hoje foi maior que o alcançado durante a transmissão ao vivo feita durante a entrega do Oscar, quando 31 mil pessoas assistiram simultaneamente aos comentários da equipe do Omelete. 

Assista ao programa do Omelete sobre “Capitão América: Guerra Civil”

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Jornalistas do site Fato Online entram em greve

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O tanto que se discute modelo de negócios e saídas para a crise no jornalismo e quando surge uma nova iniciativa que agrega profissionais de reconhecida competência, todos comemoram. Foi assim com o Fato Online, lançado em Brasília em março de 2015 com foco na cobertura política. Mas ao que parece, Fato Online não passou de uma aventura. Ontem, perto de completar seu primeiro ano, os jornalistas do site entraram em greve por conta dos problemas financeiros acumulados desde o final de 2015 e que provocou atraso no pagamentos de salários, incluindo o 13º.

O jornalista Rudolfo Lago, um dos colunistas de Fato Online, escreveu um relato em seu Facebook detalhando o cenário que culminou na decisão dos profissionais – mais de 100 – a decidirem pela greve. Reproduzo o post de Lago abaixo.

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Jornalismo digital cresce na América Latina, mas viabilidade financeira ainda é desafio

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A Agência Pública é o único projeto digital brasileiro entre os 34 que fazem parte do “Primeiro Estudo da Mídia Digital e Jornalismo na América Latina”,  realizado pela entidade mexicana Factual em 13 países. O objetivo principal do estudo foi identificar as melhores práticas entre os projetos analisados. Como era de se esperar, os dados reunidos pela Factual mostram um avanço no jornalismo digital, mas também atesta a dificuldade para garantir a viabilidade financeira dos projetos – é o calo ou, se preferir, o desafio de está ou pretende ingressar no meio digital.

No infográfico abaixo, a Factual destaque alguns dos pontos mais relevantes do estudo.

Faça o download do estudo.

Confira a reportagem sobre o estudo no site do Knight Center for Journalism in the America.

Confira a segunda edição do especial Grandes Temas para Discussão sobre Jornalismo Digital

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Acesse a página do especial Grandes Temas para Discussão sobre Jornalismo Digital.

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Reportagem destaca projetos na área de jornalismo digital

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O Metrópolis, tradicional programa da TV Cultura de São Paulo exibiu uma reportagem especial sobre o mercado de jornalismo digital, tendo como entrevistados os empreendedores dos projetos Fluxo, Calle2 e Nexo (este último já citado no Primeiro Digital). A reportagem foca no conteúdo e na forma e na rotina de produção. Faltou dizer como se sustentam. Mas está valendo. Mais uma oportunidade conhecer, ao menos, novas propostas editoriais.

Dica do Interatores.

Cinco desafios para a sustentabilidade do jornalismo online

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“Gostaria de dar a este artigo o título de “Sobre o ato de escrever” ou algo no gênero, mas o fato é que vivemos hoje na era da informação compartilhada, onde os conteudos são produzidos e distribuidos de forma colaborativa. Fundamentalmente, isso quer dizer que é bastante provável que você esteja lendo este artigo porque ele apareceu em alguma das redes sociais (Facebook, Twitter, Medium etc.) de sua preferência e a provocação do meu titulo levou você a interromper o zapeamenteo entre páginas diferentes.

Você ficou chateado?”

Leia o artigo completo de Simone Stolzoff no Observatório da Imprensa.