Twitter fake é “tutti buona gente”

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Contas fake no Twitter não são novidade. Assim como também não é novidade a mídia esportiva levar bola nas costas porque confia no que vê lá na rede do passarinho e publica “notícia” sem checar se é mesmo verdade. Já tratei do assunto no Primeiro Digital. E neste período de especulação em torno de novos contratados no futebol brasileiro, a chance de um fake emplacar como fonte aumenta consideravelmente. E foi o que aconteceu. Quem conta é a página Cenas Lamentáveis.

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Do Link: Facebook anuncia recursos contra notícias falsas

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O Facebook anunciou nesta quinta-feira, 15, novos recursos da rede social para evitar a disseminação de notícias falsas, que se tornaram um dos principais desafios da rede social em 2016. A empresa fez parcerias com agências independentes de checagem de dados nos Estados Unidos que, a partir de agora, vão checar notícias reportadas como falsas por um número significativo de usuários. Além disso, a rede social vai facilitar denúncias sobre boatos e outras informações falsas que circulam na rede e alertar usuários que compartilham esse tipo de conteúdo.

No início, os novos recursos funcionarão em caráter de teste apenas nos Estados Unidos, mas se funcionarem de maneira esperada, a previsão é que o site adote os mecanismos globalmente nos próximos meses. As agências de checagem de dados Snopes, Politifact, ABC News e Factcheck.org estão entre as primeiras parceiras da empresa liderada por Mark Zuckerberg — elas não receberão nenhum tipo de pagamento da rede social para checar as informações. Todas as empresas são parte da Rede Internacional de Checagem de Dados do Instituto Poynter, uma entidade sem fins lucrativos reconhecida por promover o ensino do jornalismo.

Leia a reportagem completa no Link Estadão.

Carta aberta ao fundador do Facebook pede ações contra notícias falsas

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Vinte sites de checagem de fatos de diversos países, incluindo os brasileiros Aos Fatos, Agência Lupa e Agência Pública – Truco, assinam uma carta aberta direcionada ao fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, cobrando ações que ajudem a conter a propagação de notícias falsas na rede social – um problema que cresce e tem sido assunto recorrente entre sites especializados sobre jornalismo e mídias digitais.

Leia a carta dos sites de checagem.

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Vice bem na foto: Site coloca foto errada em reportagem sobre vitória de candidato a prefeito

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O segundo turno da eleição do novo prefeito de Florianópolis foi um daqueles momentos típicos para gerar gafes e retrabalho nas redações. O candidato Gean Loureiro (PMDB) saiu na frente da candidata Angela Amin (PP), tomou a virada, mas  acabou passando na frente e vencendo na reta final da apuração por 50,26% dos votos válios (111.943) a 49,74% votos válidos (110.790). Foi como aquele gol aos 48 minutos do segundo tempo que derruba a capa do jornal de amanhã e faz o editor trocar o título e o lead do texto no digital.

Não sei se meus colegas de redação do Diário Catarinense, do Notícias do Dia e do Hora de Santa Catarina já estavam com a edição de amanhã garantida ou com o texto da vitória de Angela na ponta da agulha, mas sei que a Exame pagou mico. O site da revista, por pressa, por desconhecimento ou por pura falta de cuidado e checagem, noticiou a vitória de Gean Loureiro, mas usou uma foto de seu vice, João Batista Nunes, como mostra a imagem acima, retirada do Twitter @exame.

Fui conferir a reportagem no site e está lá também a foto do vice também com crédito “Site oficial/Divulgação”. Ou seja, o redator da Exame foi no site oficial e pegou a foto errada? Que preguiça… E detalhe: a reportagem não foi produzida pela redação da Exame. É da Agência Brasil. No site da da Agência Brasil, é usada uma foto do Gean, como deveria ter feito a Exame.

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Ventos e “tsunami” em SC: Faltou crédito, mas também faltou checar a veracidade das imagens

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O crédito Fotos: Internet foi apenas um dos problemas no post publicado na página do deputado catarinense Décio Lima (PT) citando os problemas causados pelo vento e pelo tsunami meteorológico que atingiu o Sul de Santa Catarina na tarde de domingo. Duas das oito fotos publicadas (sem créditos e sem legendas) não são nem de ontem nem de fatos ocorridos em Santa Catarina. Uma é de um vídeo publicado no YouTube em 2012 sobre três carros sendo engolidos pelo mar em São Luís, no Maranhão, e a outra, de 2014, é uma foto de um acidente ocorrido em Natal, no Rio Grande do Norte.

O problema é que não foi só a equipe do deputado que não fez o dever de casa e checou a veracidade das imagens. Veículos locais, estaduais e até nacionais também erraram em não conferir se era a imagem era mesmo referente aos fatos de ontem.

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11 ferramentas para verificação e checagem de fatos em 2016

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Ainda que colegas, com razão, questionem a existência de agências especializadas em checagem de fatos até porque esta seria a premissa básico do trabalho jornalístico, não há como negar: veremos o segmento crescer nos próximos anos, começando por 2016.

O ijnet fez uma compilação que ajuda a entender o que está por trás da expansão das agências de checagem em contraponto ao número de boatos plantados com a ajuda das redes sociais.

Veja as 11 ferramentas no site do ijnet.