O que o Orkut pensa sobre Facebook

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O que o Orkut pensa sobre o Facebook? A resposta está na entrevista que o Gizmodo Brasil publicou neste sábado (9). Aproveitando o aniversário de 15 anos do Face, o repórter Guilherme Tagiaroli, meu colega no Master em Jornalismo Digital, conversou com o turco Orkut Büyükkökten, criador do famoso site de relacionamento (como era chamado nos telejornais na época), que viciou os brasileiros em rede social. Na entrevista, ele analisa o atual momento das redes sociais e também relembra características do site que criou.

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A melhor rede social de 2018

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Em 2018, mudei minha rotina em relação ao Facebook. Mantive uma distância e um relacionamento apenas profissional, atendendo demandas de clientes e compartilhando conteúdos do Primeiro Digital. Usei mais o Twitter pelo noticiário e segunda tela, mas na minha opinião, a rede social de 2018 foi o Instagram Stories. Sim, dá para considerar o Stories como uma rede e não somente como uma funcionalidade do Instagram até porque “vou fazer um stories” certamente está entre as frases mais ditas entre os usuários.

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10 assuntos sobre jornalismo, jornalistas e marketing digital para falar em 2019

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Vamos ficar falando de fake news ou vamos trocar o disco em 2019 e dedicar um bom tempo para tratar de outros temas tão relevantes quanto para o jornalismo, os jornalistas e o marketing digital? Em resposta para a provocação que fiz no post anterior aqui no Primeiro Digital, fiz uma lista de 10 assuntos que eu particularmente gostaria de ver mais discussões e mais gente interessada em trocar de ideias a respeito.

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Fake news: Vamos falar de outros assuntos em 2019?

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É verdade: o assunto fake news dominou as discussões sobre comunicação, uso de redes sociais e WhatsApp, influência nas eleições e papel do jornalista/jornalismo.

Acredito que seja importante tratar de algo tão nocivo, mas fica sempre a sensação de estarmos enxugando gelo tamanha a complexidade e a proporção que isso tomou. Como pode alguém botar fé e compartilhar tantos absurdos?

E fico pensando o que perdemos, enquanto profissionais da comunicação e do jornalismo, quando nossa atenção fica concentrada num único assunto.

O que deixamos de discutir?

Que problemas deixamos de buscar soluções? Modelos de negócio viáveis para produtos digitais? Novas oportunidades para jornalistas? Novos caminhos para jornais e sites de notícias?

E como pergunto no título do post, vamos falar de outros assuntos em 2019 ou continuaremos no loop das fake news?

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Onde quero estar na eleição 2018?

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Em 2008, era capista do clicRBS em Santa Catarina e fui deslocado para editar o site especial das eleições daquele ano. Outros tempos, sem redes sociais e sem grandes estresses.

Em 2010, fiz gestão de Twitter (sem Facebook e com twitcams ao longo da campanha) na eleição pra senador em SC. Primeira e última experiência em eleições.

Em 2014, estava na redação, coordenando a cobertura RIC Mais/ND (incluindo detalhes técnicos). Rolou aquela ansiedade pra porra toda funcionar, mas @tattodecastro e equipe ServerDo.in garantiram o suporte e sites bombaram com apuração sem cair.

Em 2018, não estou em campanha nem na redação. Estou apenas de eleitor e não sei se é sorte ou azar. Penso que é sorte por em 2010 e 2014 já tinha xaropice, fakes, robôs, etc, mas hoje é muuito pior, mais estressante e incontrolável – e desanimador.

Mas também penso que é azar não estar na redação. Em campanha, dispenso (foi primeira e última vez em 2010). Mas redação é cachaça e por maior que seja o caos e a desinformação, ainda tem aquela vontade de entrega, de fazer funcionar.

Mais aí lembro que do outro lado da redação tem os “leitores” que não leem, os “especialistas” em jornalismo, os “comentaristas” donos da verdade, os “jênios” e todos os que estão pouco ligando pra tolerância e respeito.

E aí, passa a vontade de ter outro envolvimento com as eleições que não como eleitor, longe de compromissos profissionais. Já é o bastante. E mantendo uma boa distância para evitar contaminação e seguir em frente na vida, focado e sem distrações.

P.S.: E respondendo onde queria estar na eleição 2018? Em outra rede, aquela que fica na varanda

Menos é mais: Reduza a presença digital ao que é essencial

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Vamos reduzir a presença digital ao que é essencial, ao que realmente funciona? Focar na qualidade e na utilidade e não na quantidade? Vale a pena estar num mesmo ambiente onde o que é postado pouco agrega por conta do comportamento dos usuários de Facebook, Instagram e Twitter, além do que é compartilhado no WhatsApp?

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Hora de refundar o conceito de rede social

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Providência tomada: Facebook só pro trabalho. Não vou excluir o perfil (o Messenger estará ativo no celular), mas só vou entrar com outro perfil vinculado ao trabalho de gestão das páginas dos clientes que atendo. E do Primeiro Digital. Não vou seguir ninguém nem curtir páginas. Estarei no grupo Jornalismo Digital SC – Primeiro Digital e nos grupos dos cursos e palestras que dou.

Sigo no Twitter (@agenteinforma @primeirodigital e @tufloripa) e no Instagram (@agenteinforma @primeirodigital e @tufloripa), no LinkedIn (https://www.linkedin.com/in/alexandregoncalves1602/) e no www.primeirodigital.com.br. Essa decisão é uma questão de manter o foco e de saúde mental. Facebook tá contaminado de um jeito que não tem mais volta. Estresse desnecessário, mesmo estando em uma bolha.

Há um mês publiquei a mensagem acima no meu Facebook e desde então estou em processo de transição para a conta nova criada para uso profissional. Mais do que isso, esse processo de distanciamento do Facebook me faz repensar o uso das redes sociais.

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@TuFloripa: A experiência de um canal no Instagram com foco hiperlocal

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Florianópolis completou 345 anos ontem (23) e a data marcou também o primeiro ano do TuFloripa, meu projeto pessoal que nasceu para servir de laboratório para testar uma plataforma, uma tendência e um modelo de produto digital.

Explico.

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Que leitor é esse nos comentários?

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Se você leu comentários em sites e redes sociais durante a semana, parabéns pela coragem e pelo estômago forte. Já é difícil de encarar em qualquer situação, fica ainda pior quando ocorre um fato com a dimensão da execução da vereadora Marielle Franco no Rio de Janeiro. Preferi não encarar. Mas hoje fui conferir os comentários num post sobre a funkeira Jojo Todynho (“Que tiro  foi esse?”) no Facebook do Notícias do Dia e tive a certeza: a participação do amigo internauta é cada vez mais dispensável em qualquer plataforma do veículo.

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Conteúdo colaborativo: O desafio de entender o público para receber o que se quer

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A Globo está com um mico na mão: a campanha O Brasil que eu Quero. E não é só pela quantidade exagerada de vezes que o vídeo “tutorial” foi exibido nos telejornais nacionais e regionais da emissora. Mas pelo resultado da ação. Os poucos vídeos enviados pelo G1 estão longe de seguir o roteiro proposto pela Globo. Ok, o celular está deitado (na horizontal), mas o cenário não é o ponto turístico que representa a cidade. O cenário é o lixão, a obra inacabada, a estrada esburacada… Era isso que a Globo queria mostrar?

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Cuidado com as fotos que você compartilha

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As pontes de Florianópolis, Colombo Salles e Pedro Ivo, que fazem a ligação Ilha-Continente, estão abandonadas e precisando de manutenção urgente. Nesta semana, a queda de um viaduto em Brasília colocou a situação das duas pontes de Florianópolis novamente em pauta e fotos mostrando o estado de degradação das estruturas foram compartilhadas no Facebook. Mas, como alertou o colega Gonzalo Pereira, entre as imagens há a foto de uma estrutura de outro lugar como sendo de Florianópolis.

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O fim do Storify: Decisão econômica ou sinal de que não precisamos de curadoria?

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O que significa quando um serviço é encerrado e um amigo marca você na notícia sobre o assunto? Que você é usuário desse serviço? Sim, mas neste caso vai além disso.

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Ao persistirem os sintomas, saia da internet!

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No traço do Frank Maia, em charge para o jornal Notícias do Dia, o resultado de uma segunda-feira estranha, especialmente aqui em Florianópolis com a morte do reitor da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina).

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Faltou o “C” de contexto

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O time do Figueirense está na berlinda na série B do Brasileirão. Completou dois meses na zona do rebaixamento e tem mais de 80% de probabilidade de queda para a série C. E ontem, durante o jogo do time de Florianópolis contra o Náutico, o responsável pelo Twitter do Figueirense cometeu uma gafe que está fazendo a festa da torcida do maior rival, o Avaí.

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Quando os jornais se aproximam ao que há de pior nas seções de comentários, por @n1viacarvalho

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Ainda sobre comentários, Primeiro Digital recomenda o texto da jornalista, professora e social mídia Nívia Carvalho, publicado em sua conta no LinkedIn com o título “Quando os jornais se aproximam ao que há de pior nas seções de comentários”.

Todos sabemos: as seções de comentários são um dos melhores exemplos do maior grau de toxicidade do comportamento humano. Os piores defeitos estão todos lá, expostos, muitas vezes para regozijo do autor do comentário, que recebe várias curtidas de seus ‘apoiadores’. Achávamos que com as redes sociais, onde as pessoas, em tese, não mais se protegeriam sob o manto do anonimato permitido nos sites de notícias, seriam mais responsáveis no quesito reputação online. A ilusão durou pouco. Dos sites para os comentários na página dos veículos foi um pulo. Eles só migraram.

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Notícia falsa sobre túnel em Florianópolis usa imagem de jornal carioca

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Uma notícia falsa circulou nas redes sociais e nos grupos de WhatsApp dizendo que o túnel Antonieta de Barros, em Florianópolis, havia sido fechado por bandidos armados. Muita gente acreditou porque estão sendo registrados seguidos tiroteios em diferentes pontos da capital catarinense.

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E não tem só “urgente”…

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Entre tantos “urgente”, um “final feliz”. Boa sacada do Diário Catarinense no Facebook.

Uma foto publicada por Primeiro Digital (@primeirodigital) em

Primeiro Digital no Instagram: @primeirodigital

Gostou do final feliz, mas prefere o “urgente”? Veja a coleção.