Hora de refundar o conceito de rede social

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Providência tomada: Facebook só pro trabalho. Não vou excluir o perfil (o Messenger estará ativo no celular), mas só vou entrar com outro perfil vinculado ao trabalho de gestão das páginas dos clientes que atendo. E do Primeiro Digital. Não vou seguir ninguém nem curtir páginas. Estarei no grupo Jornalismo Digital SC – Primeiro Digital e nos grupos dos cursos e palestras que dou.

Sigo no Twitter (@agenteinforma @primeirodigital e @tufloripa) e no Instagram (@agenteinforma @primeirodigital e @tufloripa), no LinkedIn (https://www.linkedin.com/in/alexandregoncalves1602/) e no www.primeirodigital.com.br. Essa decisão é uma questão de manter o foco e de saúde mental. Facebook tá contaminado de um jeito que não tem mais volta. Estresse desnecessário, mesmo estando em uma bolha.

Há um mês publiquei a mensagem acima no meu Facebook e desde então estou em processo de transição para a conta nova criada para uso profissional. Mais do que isso, esse processo de distanciamento do Facebook me faz repensar o uso das redes sociais.

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Que leitor é esse nos comentários?

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Se você leu comentários em sites e redes sociais durante a semana, parabéns pela coragem e pelo estômago forte. Já é difícil de encarar em qualquer situação, fica ainda pior quando ocorre um fato com a dimensão da execução da vereadora Marielle Franco no Rio de Janeiro. Preferi não encarar. Mas hoje fui conferir os comentários num post sobre a funkeira Jojo Todynho (“Que tiro  foi esse?”) no Facebook do Notícias do Dia e tive a certeza: a participação do amigo internauta é cada vez mais dispensável em qualquer plataforma do veículo.

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Conteúdo colaborativo: O desafio de entender o público para receber o que se quer

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A Globo está com um mico na mão: a campanha O Brasil que eu Quero. E não é só pela quantidade exagerada de vezes que o vídeo “tutorial” foi exibido nos telejornais nacionais e regionais da emissora. Mas pelo resultado da ação. Os poucos vídeos enviados pelo G1 estão longe de seguir o roteiro proposto pela Globo. Ok, o celular está deitado (na horizontal), mas o cenário não é o ponto turístico que representa a cidade. O cenário é o lixão, a obra inacabada, a estrada esburacada… Era isso que a Globo queria mostrar?

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Cuidado com as fotos que você compartilha

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As pontes de Florianópolis, Colombo Salles e Pedro Ivo, que fazem a ligação Ilha-Continente, estão abandonadas e precisando de manutenção urgente. Nesta semana, a queda de um viaduto em Brasília colocou a situação das duas pontes de Florianópolis novamente em pauta e fotos mostrando o estado de degradação das estruturas foram compartilhadas no Facebook. Mas, como alertou o colega Gonzalo Pereira, entre as imagens há a foto de uma estrutura de outro lugar como sendo de Florianópolis.

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Faltou o “C” de contexto

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O time do Figueirense está na berlinda na série B do Brasileirão. Completou dois meses na zona do rebaixamento e tem mais de 80% de probabilidade de queda para a série C. E ontem, durante o jogo do time de Florianópolis contra o Náutico, o responsável pelo Twitter do Figueirense cometeu uma gafe que está fazendo a festa da torcida do maior rival, o Avaí.

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Quando os jornais se aproximam ao que há de pior nas seções de comentários, por @n1viacarvalho

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Ainda sobre comentários, Primeiro Digital recomenda o texto da jornalista, professora e social mídia Nívia Carvalho, publicado em sua conta no LinkedIn com o título “Quando os jornais se aproximam ao que há de pior nas seções de comentários”.

Todos sabemos: as seções de comentários são um dos melhores exemplos do maior grau de toxicidade do comportamento humano. Os piores defeitos estão todos lá, expostos, muitas vezes para regozijo do autor do comentário, que recebe várias curtidas de seus ‘apoiadores’. Achávamos que com as redes sociais, onde as pessoas, em tese, não mais se protegeriam sob o manto do anonimato permitido nos sites de notícias, seriam mais responsáveis no quesito reputação online. A ilusão durou pouco. Dos sites para os comentários na página dos veículos foi um pulo. Eles só migraram.

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