Mapa Mental 🤔 #3

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10 assuntos sobre jornalismo, jornalistas e marketing digital para falar em 2019

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Vamos ficar falando de fake news ou vamos trocar o disco em 2019 e dedicar um bom tempo para tratar de outros temas tão relevantes quanto para o jornalismo, os jornalistas e o marketing digital? Em resposta para a provocação que fiz no post anterior aqui no Primeiro Digital, fiz uma lista de 10 assuntos que eu particularmente gostaria de ver mais discussões e mais gente interessada em trocar de ideias a respeito.

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Fake news: Vamos falar de outros assuntos em 2019?

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É verdade: o assunto fake news dominou as discussões sobre comunicação, uso de redes sociais e WhatsApp, influência nas eleições e papel do jornalista/jornalismo.

Acredito que seja importante tratar de algo tão nocivo, mas fica sempre a sensação de estarmos enxugando gelo tamanha a complexidade e a proporção que isso tomou. Como pode alguém botar fé e compartilhar tantos absurdos?

E fico pensando o que perdemos, enquanto profissionais da comunicação e do jornalismo, quando nossa atenção fica concentrada num único assunto.

O que deixamos de discutir?

Que problemas deixamos de buscar soluções? Modelos de negócio viáveis para produtos digitais? Novas oportunidades para jornalistas? Novos caminhos para jornais e sites de notícias?

E como pergunto no título do post, vamos falar de outros assuntos em 2019 ou continuaremos no loop das fake news?

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Relatório do comScore aponta os 10 problemas mais urgentes do digital

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O comScore está divulgando um relatório em que aponta sua perspectiva em torno de “questões, tendências e problemas que estão mudando a forma como agências, anunciantes e veículos avaliam o digital em um contexto mais amplo de mídia”.

O relatório está disponível para download gratuito no site do comScore e apresenta tópicos como:

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Notícias do Dia de cara nova no impresso e no online

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As edições de Florianópolis e Joinville do Notícias do Dia circula neste fim de semana com um novo projeto gráfico, nova identidade visual e nova colunas como parte das comemorações dos dez anos da publicação. No site do jornal do Grupo RIC (www.ndonline.com.br), as novidades chegaram primeiro (primeiro digital? ;)) e desde ontem (dia 2) os leitores estão conferindo o novo ND Online.

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Do Projeto Draft: Pequeno manifesto sobre o atual estado das coisas para quem vive de produzir conteúdo

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A concentração dos investimentos em mídia no Brasil sempre foi letal aos projetos independentes. A TV aberta fica historicamente com mais de 60% do bolo publicitário – e a TV Globo fica, sozinha, com mais de 70% dessa fatia.

Google e o Facebook entraram no jogo meia dúzia de anos atrás e não trouxeram inovação alguma a esse modelo. Ao contrário: eles o reproduzem à risca. Estima-se que o Google fique com 60% dos investimentos publicitários digitais no país, e que o Facebook fique com outros 10%. Ou seja: juntos, eles teriam a mesma fatia do bolo digital que a TV Globo tem no bolo da TV aberta.

E Google e Facebook entraram nesse jogo de forças e de concentração de dinheiro e poder com uma novidade duplamente letal para os publishers: ambos atraem a verba de marketing dos anunciantes utilizando a custo zero os conteúdos produzidos pelos mesmos veículos que os anunciantes deixaram de apoiar exatamente para poderem investir mais nos dois gigantes.

Ou seja: Os publishers ficaram com o custo da produção do conteúdo que Google e Facebook usam como combustível gratuito para as suas operações – nas quais não precisam investir um centavo para produzir uma linha dos textos que publicam nem para editar um minuto dos vídeos que veiculam.

Este trecho é apenas um dos pontos importantes destacados no manifesto escrito por Adriano Silva. Leitura mais do que recomendada.

Leia o texto completo no Projeto Draft.

Quem será o lobo?

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Sabe a resposta do título do post?

Para ajudar a responder, reproduzo os comentários do Bruno Volpato e da Ana Brambilla sobre reportagens a respeito do Facebook.

(O site) Poynter “meio que” mostra que a nova tendência das empresas jornalísticas para agradar o Facebook, as transmissões ao vivo em vídeo, pode ter números inflados de visualização e engajamento real baixíssimo. Até quando a indústria vai continuar matando seu negócio para fazer o jogo de um gigante da tecnologia que é um lobo em pele de cordeiro? (Bruno Volpato – veja reportagem do Poynter.

 

Enquanto publishers e marcas se descabelam pelo “novo” algoritmo do newsfeed do Facebook, que privilegia a exibição de posts de indivíduos ao invés de fanpages, que cobra para páginas exibirem os conteúdos que oferecem gratuitamente para aumentar a qualidade da rede, AGORA DÁ para entender isso?! (a decisão da Globo de tirar seus links do Facebook em 2013).

A resistência foi épica nas redações, tal como a decisão das Organizações Globo. Não houve adesão de outras empresas de mídia ou associações do setor. Tanto que não durou mais de nove meses. O benefício da audiência gerada pela rede não chega a uma ínfima parte da verba publicitária desviada dos players ao Facebook. É concorrente desleal, sim! É mídia, sim. E não produz conteúdo próprio. Ao contrário: fatura sobre o conteúdo alheio, de quem tem que pagar se quiser ser visto aqui. Sério, ESSA BOLA FOI CANTADA HÁ MUITO TEMPO E QUASE NINGUÉM QUIS VER. Quem viu não teve voz. E ainda tem quem pague pau para o Instant Articles… #desespero (Ana Brambilla – veja texto de Pyr Marcondes no Proxxima)

O que a redação precisa saber sobre a plataforma digital do veículo

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Depois de publicar o post sobre o fim da edição impressa do The Independent, no sábado, fiquei pensando em qual teria sido a reação da redação do jornal. Será que eles estavam acompanhando o desempenho das plataformas desde que passaram e não somente quando a direção tomou a decisão de ficar só no online? Sabiam como estava a audiência do site?

Além da experiência multiplataforma que tive no Grupo RIC, tenho atuado como consultor de projetos de remodelação de sites de jornais do interior de Santa Catarina e uma das queixas dos diretores destes veículos têm sido a dificuldade para o engajamento da redação com o online. Este é um problema cultural. Muitos colegas – de jornal e TV, principalmente – ainda não viraram a chave. No máximo, usam e nem sempre da melhor maneira, as redes sociais para adiantar conteúdos que poderiam estar nos sites. Mas ainda focam muito no seu “veículo de origem” na produção para o jornal de amanhã ou para a reportagem para TV que não funciona na internet.

Para romper esta barreira, acredito que seja necessário um trabalho formiguinha e teimoso para envolver toda a redação a partir da abertura de dados relevantes que mostrem que sim, vale a pena pensar multiplataforma. Não tem coisa pior do que ver um canal digital, com tanto potencial para levar o conteúdo do veículo mais longe, ampliar o alcance e amplificar a influência, ser tratado com desleixo, quase menosprezo – ainda.

Não resolve trocar as peças da redação e apostar somente em “nativos digitais”. Os mais jovens, como vemos muitas vezes, têm seu valor por, em tese, compreenderem melhor os tempos digitais que vivemos, mas falham na falta de vivência prática em diversos aspectos do trabalho jornalístico. E sobram erros e escolhas equivocadas em texto e edição.

Mantendo as equipes, com equilíbrio no perfil dos profissionais, seria importante montar uma estratégia que inclua alguns encontros, workshops, materiais educativos, mas principalmente o compartilhamento com frequência de dados que mostrem o valor da plataforma digital e despertem o interesse da equipe. Não faz sentido ficar apenas dizendo “vocês precisam participar”. Tem que justificar. E para isso, vamos aos números.

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Você viu? A iminente transformação do jornal em um veículo essencialmente digital

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Em carta aberta à equipe de El País, divulgada na semana passada, Antonio Caño, diretor do veículo espanhol, fez uma análise sobre o atual momento da publicação, apontando o caminho inevitável que o meio está tomando rumo ao digital:

“A transferência maciça de leitores da Web para os telefones celulares, bem como o surgimento de novos dispositivos móveis e de ameaças recentes como os bloqueadores de publicidade, juntamente com outras mais conhecidas como a instalação da cultura da gratuidade, tornou muito complexo também o horizonte no campo das novas mídias. Estou começando a ter a impressão de que a passagem do papel para o digital é apenas um e não o maior dos muitos passos que os jornais terão de dar até alcançar o nosso verdadeiro espaço futuro.

Essas mudanças, como todas as mudanças, têm grandes vantagens. A primeira e mais importante é que milhões de pessoas em todo o mundo hoje mostram interesse e têm capacidade para acessar os nossos produtos. Mas, sem dúvida — e isso é o que mais nos angustia hoje —, este novo tempo é também um grande desafio para todos nós. E uma grave ameaça para aqueles que duvidam ou resistam ao avanço incontido da transformação do nosso trabalho e do negócio que o mantém.”

Leia (e guarde) o tempo completo no site do El País.

Por que sites, blogs e canais de YouTube não vão precisar vender publicidade pra sempre

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Uma análise sobre o que deve acontecer com o mercado de conteúdo e mídia nos próximos anos.

Leia o texto completo no B9.

O assunto do ano

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Chegando ao fim de 2015, reuni neste post os dez assuntos que apareceram aqui no Primeiro Digital no decorrer do ano e que considero como os mais importantes e relevantes também por apontarem tendências e caminhos para o meio digital. Não foi um ano fácil, mas pela lista dá para ver que foi um ano movimentado para o bem ou para mal do mercado. Ainda pairam dúvidas sobre para onde vai o jornalismo em geral, tendo o digital como protagonista tal e qual em um faroeste: ora como o bem-vindo pistoleiro que chega e resolve todos os problemas, ora como o estranho forasteiro que representa uma ameaça.

Veja a lista dos dez assuntos selecionados:

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Últimas vagas para turma 2016 de pós-graduação em Comunicação Pública e Empresarial

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Estão abertas as últimas vagas para a quinta turma da pós-graduação em Comunicação Pública e EmpresarialO curso começa em março de 2016, em Florianópolis, e eu (Alexandre Gonçalves) serei um dos professores nas disciplinas sobre mídias digitais.

O time de 28 professores inclui nomes como Jorge Duarte, Wilson da Costa Bueno, João José Forni, Aldo Schmitz, Rodrigo Lóssio, Alex Lima, Cláudio Thomas, entre outros. São cinco doutores, nove mestres e quatorze especialistas, todos com larga experiência na comunicação das organizações. Recomendo o curso por ser uma referência de pós-graduação na área de comunicação, oferecida desde 2010. E do qual já participei muitas vezes como palestrante convidado.

O curso é da Universidade Tuiuti, em convênio com o Instituto Superior de Comunicação e apoio da Associação Catarinense de Imprensa. Mais informações e inscrições no site: www.iscom.com.br/poscom

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“Acreditamos que estaremos entregando um produto consistente e inovador”, diz gerente digital do DC

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O Diário Catarinense, jornal do Grupo RBS, estreou nesta segunda-feira (26) um novo posicionamento editorial, retomando a cobertura estadual como seu carro-chefe. No impresso, as mudanças foram pontuais, com destaque para a nova marca, enquanto no digital houve uma reformulação completa do produto. Novo layout, novas editorias, nova organização do conteúdo, com desafio e objetivo bem definidos, como diz a gerente digital do Diário Catarinense, Gabriela Silva, em entrevista ao Primeiro Digital. “Os catarinenses apreciam a boa informação e as boas plataformas digitais”, diz. “Sempre que temos boas iniciativas, o retorno é muito positivo e é por isso que apresentamos o projeto do DC ano 30 com tanta crença”.

Leia a entrevista a seguir.

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Diário Catarinense estreia novo site nesta segunda-feira

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A segunda-feira (26) será de novidades para os leitores do Diário Catarinense, principal jornal do Grupo RBS em Santa Catarina. E além de mudanças significativas na edição impressão, como uma nova marca, uma cobertura mais ampla de todo o estado, novas seções e suplementos, o DC também apresentará um novo site.

Além de um novo layout, que mudará radicalmente a cara do site, o novo DC digital dará maior destaque para os colunistas e contará com quatro novas editorias: Notícias, Estilo de Vida, Entretenimento e Vozes. Esta última promete ser um diferencial desta nova fase do site. Trata-se da editoria que irá reunir “a opinião dos catarinenses sobre os assuntos mais comentados no estado”, incluindo também a repercussão do que é destaque nas redes sociais.

A conferir nesta segunda-feira em www.diariocatarinense.com.br.

Veja como ficará a home do novo DC…

Imagem Ilustrativa Digital

…que irá substituir o atual layout.

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No topo da cauda longa, por @ludtke

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Texto certeiro de Sérgio Lüdtke:

Os primeiros sites de jornais brasileiros surgiram há 20 anos, mas é difícil prever quem ainda estará operando no final desta década. Para uma indústria moribunda, um horizonte de quatro anos é uma eternidade. Fato é que, a persistirem as tendências de aumento de audiência sem contrapartida na publicidade, uma decisão se impõem: ou jornais e revistas têm a coragem de desistir das suas operações digitais e prolongam a sua expectativa de vida no impresso ou mudam drasticamente o modelo de negócios digital. 

Leia o conteúdo completo.

 

 

“Quem não der o passo para frente, vai ficar para trás” (@rosana no @JornalRecNews)

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Rosana Hermann, pioneira na blogosfera brasileira e referência no meio digital, participou da edição de ontem à noite do Jornal da Record News para falar com o âncora Heródoto Barbeiro sobre as ameaças de regulamentação de aplicativos como Netflix, WhatsApp e Uber. A conversa foi além de críticas a questões pontuais sobre o que órgãos do governo e empresas de telefonia pretendem fazer e traz elementos que ajudam a analisar o atual cenário de consumo de serviços e conteúdo no meio digital e a prospectar o que vem pela frente.

Assista aos vídeos com a participação de Rosana.

O primeiro mostra a conversa que foi exibida na TV.

O segundo vídeo é exclusivo do site do programa no R7 e é de onde tirei a frase usada como título do post.

Vamos andar para frente?

Siga Rosana no Twitter: @rosana

Veja também:

RT @rosana “Um passarinho de contou”

Jornal publica chamada para digital em vez de reportagem sobre jogo e leitores questionam decisão

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O time do Joinville vai mal no Brasileirão. Estacionou no Z4 e ocupou a lanterna por várias rodadas. Ontem, jogando em casa, ganhou e ganhou bem do Cruzeiro por 3 a 0. O jornal Notícias do Dia estourou foto na capa e tratou como o grande fato do dia. E trouxe um selo dizendo que “Isso você só lê no ND”, uma referência ao fato do A Notícia, o outro jornal da cidade, não trazer nem na capa nem nas páginas da editoria de Esportes a notícia sobre a “goleada histórica” do JEC, como destaca o ND. Em vez do texto sobre o jogo, o AN traz um aviso:

O jogo entre JEC e Cruzeiro não havia terminado até o fechamento desta edição. A cobertura completa da partida, as repercussões, as notas dos atletas do JEC, a classificação atualizada da Série A e o vídeo com a análise do colunista Elton Carvalho estão no site do jornal A Notícia. Você pode acessar o conteúdo digitando o endereço www.an.com.br ou por meio dos QR Codes abaixo.

Junto com o aviso, o AN publicou três QR Codes: um para a tabela atualizada, um para a cobertura do jogo e um para o vídeo do colunista Elton Carvalho analisando o resultado.

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A decisão do AN repercutiu entre os leitores, em especial os torcedores do JEC, a maioria reclamando da falta de cobertura do jogo no jornal impresso. Pelo Twitter, o colunista Elton Carvalho respondeu alguns dos tweets publicados por leitores, justificando a opção do AN em chamar para o online por causa da logística do jornal – mesmo com o jogo sendo disputado em Joinville.

Veja os tweets do colunista Elton Carvalho

Elton escreve que o jornal está fechando mais cedo há dois meses e que tem muito conteúdo no site sobre o jogo, muito mais do que iria entrar no impresso. “Te garanto que, mesmo se tivesse saído no jornal, não teria nem 1/4 da quantidade de material que tem no site pela falta de espaço“, respondeu ele para um leitor.

A decisão e a repercussão levanta alguns pontos para reflexão:

– Correta a visão, que o próprio Elton fala em seu Twitter, de que o importante é informar, independentemente da plataforma. E ótimo que o site do AN esteja recebendo atenção e esteja sendo usado da forma correta para oferecer conteúdo estendido.

– A decisão de levar os leitores do impresso para o online está associada à logística e não como parte de uma estratégia de gestão de produto/conteúdo. “Vamos fazer assim porque temos que fechar mais cedo” parece ser o principal motivo da mudança. Se fosse uma estratégia de produto, devidamente divulgada e explicada antes de ser colocada em prática, não haveria surpresa e talvez houvesse ao menos uma compreensão dos motivos para a decisão.

– Argumentar que a notícia sobre o jogo ficaria velha no impresso do dia seguinte não justifica. Depende. No dia seguinte de um jogo qualquer, sempre cabe um texto com foco em outros aspectos além do placar. No caso de um resultado espetacular como o de ontem em Joinville, o detalhamento do “como foi” ou de “quem fez a diferença” sempre chamaria a atenção.

– Se os jornais, vide os encaminhamentos da própria ANJ, querem se mostrar como veículos multiplataforma, não cabe sonegar uma informação ao leitor/assinante/cliente que opta por uma das plataformas disponibilizadas. Tem que ajustar a rotina para atender todas as plataformas e não só o “modo de fazer jornal”. O aviso publicado na página de Esportes é só isso: um aviso. E não uma informação. Não é assim que vai se levar o leitor para o conteúdo digital. O AN não optou pelo “saiba mais”, mas pelo “saiba tudo” sobre o jogo.

– O fato de ser um jornal local (já foi um dos maiores jornais de Santa Catarina) deve ser levado em conta, ainda mais em Joinville, onde o público é engajado e abraça causas da cidade com afinco – o que inclui as coisas do JEC. E como os leitores foram pegos de surpresa, além das críticas, levantam também especulações sobre o fim do AN impresso ou de que não estão dando bola para o JEC.

Concorda com a decisão do AN? Que avaliação você faz do impacto que uma decisão como essa causa no veículo? Deixe seu comentário.

Veja a capa do Notícias do Dia de Joinville:

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Leia também:

Rivalidade versus bairrismo

Subir Periscope

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E lá vamos nós para mais uma aventura: o uso do Periscope. Não sei na sua timeline, mas na minha o aplicativo de transmissão de vídeos está ganhando cada vez mais adeptos. E o interessante é que, ao que parece, ninguém sabe ainda muito bem o que fazer com ele.

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Cada vez mais o controle está nas mãos do público

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Em sua coluna desta domingo no UOL, o jornalista Flávio Ricco escreveu a respeito do novo programa das manhãs de sábado da Globo, que tem estreia prevista para agosto, terá 3h de duração (das 9h as 12h) e contará com seis apresentadores (Tiago Leifert, Zeca Camargo, Ana Furtado, Patrícia Poeta, André Marques e Cissa Guimarães).

Na nota, Ricco destaca uma tendência da TV aberta que tem relação direta com o ocorre no meio digital (conteúdo em tempo real – internet sempre ao vivo -, streaming e on demand – conteúdo na hora em que o público deseja). Não é mais onde nem quando, mas sim como o público consome o conteúdo. E o ao vivo pode ser uma isca importante para fisgar o interesse do telespectador.

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Anúncio da ANJ erra ao colocar Facebook e Google como concorrentes

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Por ocasião do Dia da Liberdade de Imprensa, comemorado ontem, 3 de maio, a ANJ (Associação Nacional de Jornais) veiculou o anúncio acima que mereceu críticas nas redes sociais. É tudo esquisito na peça:

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