Facebook tem cada vez mais notícias e menos posts pessoais

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O Facebook está trabalhando para combater a queda nas postagens de conteúdo original e pessoal dos usuários, o combustível que ajuda a movimentar a máquina de dinheiro no coração de sua rede social, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

As postagens gerais continuaram “fortes”, segundo o Facebook. Contudo, os usuários têm se mostrado menos dispostos a postar sobre suas vidas pessoais devido ao aumento de suas listas de amigos, disseram as pessoas.

Em vez disso, a base de 1,6 bilhão de usuários do Facebook está postando mais notícias e informações de outros sites. À medida que o tempo vai passando, os usuários do Facebook podem, ao longo de uma década, ter adicionado muitos conhecidos como amigos.

Leia a reportagem completa no site da Exame.

Facebook engolindo jornalismo

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“Algo muito dramático está acontecendo com nosso ambiente de mídia, a esfera pública e nossa indústria jornalística, passando quase totalmente despercebida e certamente sem o nível de escrutínio público e debate que merece.

Nosso ecossistema de notícias mudou de modo mais dramático nos últimos cinco anos dos que nos quinhentos anos anteriores. Estamos testemunhando grandes saltos técnicos – realidade virtual, vídeo ao vivo, “bots” jornalísticos com inteligência artificial, mensagens instantâneas e apps de bate-papo. Estamos vendo imensas mudanças nos controles e nas finanças, colocando o futuro do setor de publishing na mão de alguns poucos, que agora controlam o destino de muitos.

As redes sociais não engoliram apenas o jornalismo – elas engoliram tudo. Engoliram campanhas políticas, o sistema bancário, histórias pessoais, a indústria do lazer, o varejo, até governos e segurança. O telefone no bolso é nosso portal para o mundo. Traz muitas oportunidades, mas também vários riscos existenciais.

O jornalismo é uma pequena atividade secundária dentro do negócio central das plataformas sociais, mas é uma atividade de grande interesse para os cidadãos.

A internet e as redes sociais permitem que os jornalistas façam melhor o seu trabalho, mas ao mesmo tempo tornam o publishing uma atividade não econômica.”

Leia o artigo completo de Emily Bell, diretora do Tow Center for Digital Journalism na Columbia Journalism School, traduzido por Sérgio Kulpas no Webinsider.

O que a redação precisa saber sobre a plataforma digital do veículo

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Depois de publicar o post sobre o fim da edição impressa do The Independent, no sábado, fiquei pensando em qual teria sido a reação da redação do jornal. Será que eles estavam acompanhando o desempenho das plataformas desde que passaram e não somente quando a direção tomou a decisão de ficar só no online? Sabiam como estava a audiência do site?

Além da experiência multiplataforma que tive no Grupo RIC, tenho atuado como consultor de projetos de remodelação de sites de jornais do interior de Santa Catarina e uma das queixas dos diretores destes veículos têm sido a dificuldade para o engajamento da redação com o online. Este é um problema cultural. Muitos colegas – de jornal e TV, principalmente – ainda não viraram a chave. No máximo, usam e nem sempre da melhor maneira, as redes sociais para adiantar conteúdos que poderiam estar nos sites. Mas ainda focam muito no seu “veículo de origem” na produção para o jornal de amanhã ou para a reportagem para TV que não funciona na internet.

Para romper esta barreira, acredito que seja necessário um trabalho formiguinha e teimoso para envolver toda a redação a partir da abertura de dados relevantes que mostrem que sim, vale a pena pensar multiplataforma. Não tem coisa pior do que ver um canal digital, com tanto potencial para levar o conteúdo do veículo mais longe, ampliar o alcance e amplificar a influência, ser tratado com desleixo, quase menosprezo – ainda.

Não resolve trocar as peças da redação e apostar somente em “nativos digitais”. Os mais jovens, como vemos muitas vezes, têm seu valor por, em tese, compreenderem melhor os tempos digitais que vivemos, mas falham na falta de vivência prática em diversos aspectos do trabalho jornalístico. E sobram erros e escolhas equivocadas em texto e edição.

Mantendo as equipes, com equilíbrio no perfil dos profissionais, seria importante montar uma estratégia que inclua alguns encontros, workshops, materiais educativos, mas principalmente o compartilhamento com frequência de dados que mostrem o valor da plataforma digital e despertem o interesse da equipe. Não faz sentido ficar apenas dizendo “vocês precisam participar”. Tem que justificar. E para isso, vamos aos números.

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E-book “Jornalismo sem manchete” analisa novos formatos de texto e de leitura

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A jornalista Luciana Moherdaui, uma das participantes da segunda edição da série Grandes Temas para Discussão sobre Jornalismo Digital, está lançando “Jornalismo Sem Manchete – A implosão da página estática” (Editora Senac). A versão e-book já está à venda nas lojas da Apple Store e da Kobo Store. Em sua página na internet, Luciana disponibilizou para leitura o prefácio do livro, assinado por Giselle Beiguelman, pesquisadora na área de preservação da arte digital, do patrimônio imaterial e do design de interface.

Da cultura da página à cultura dos dados

jornalismosemmancheteO livro de Luciana Moherdaui, Jornalismo sem manchete: a implosão da página estática, é muito mais do que uma discussão sobre o impacto da internet nos modos de produzir notícias. É, acima de tudo, uma longa e rigorosa pesquisa sobre os novos formatos de textos e de leitura que emergem com as redes, especialmente após a explosão das chamadas redes sociais, como Facebook, Twitter, etc. Em uma frase, é um mapeamento do terreno e de seus abalos sísmicos, contemplando, de dentro do terremoto, momentos marcantes da transformação da cultura da página em cultura dos dados.

Não se trata de um manual de redação para contextos on‑line nem de um livro de ajuda para “sobreviver” ao processo – irreversível – de digitalização da cultura. Fruto de um doutorado em comunicação e semiótica na PUC/SP, que contou com o apoio do UOL Bolsa Pesquisa, a obra de Luciana coloca frente a frente as estratégias de busca de conteúdo noticioso e de construção de sentindo narrativo dos leitores com a capacidade das empresas tradicionais de jornalismo em absorvê‑las.

Leia o prefácio completo.

Confira a segunda edição do especial Grandes Temas para Discussão sobre Jornalismo Digital

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Acesse a página do especial Grandes Temas para Discussão sobre Jornalismo Digital.

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Reportagem destaca projetos na área de jornalismo digital

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O Metrópolis, tradicional programa da TV Cultura de São Paulo exibiu uma reportagem especial sobre o mercado de jornalismo digital, tendo como entrevistados os empreendedores dos projetos Fluxo, Calle2 e Nexo (este último já citado no Primeiro Digital). A reportagem foca no conteúdo e na forma e na rotina de produção. Faltou dizer como se sustentam. Mas está valendo. Mais uma oportunidade conhecer, ao menos, novas propostas editoriais.

Dica do Interatores.

Como o BuzzFeed usou dados para produzir a reportagem sobre o escândalo das apostas no tênis

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Em um post cheio de graça, o repórter John Templon conta como foi o desafio de reunir os dados que fundamentaram as reportagens que revelaram o escândalo das apostas no circuito mundial de tênis e que sacudiu o mundo dos esportes neste semana.

Leia o post completo no BuzzFeed.

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“Acreditamos que estaremos entregando um produto consistente e inovador”, diz gerente digital do DC

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O Diário Catarinense, jornal do Grupo RBS, estreou nesta segunda-feira (26) um novo posicionamento editorial, retomando a cobertura estadual como seu carro-chefe. No impresso, as mudanças foram pontuais, com destaque para a nova marca, enquanto no digital houve uma reformulação completa do produto. Novo layout, novas editorias, nova organização do conteúdo, com desafio e objetivo bem definidos, como diz a gerente digital do Diário Catarinense, Gabriela Silva, em entrevista ao Primeiro Digital. “Os catarinenses apreciam a boa informação e as boas plataformas digitais”, diz. “Sempre que temos boas iniciativas, o retorno é muito positivo e é por isso que apresentamos o projeto do DC ano 30 com tanta crença”.

Leia a entrevista a seguir.

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Seis tendências do jornalismo digital

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Reportagem do site CNN Expansión, compartilhada pelo professor Ramón Salaverria em sua página no Facebook, mostra quais são as seis principais tendências do jornalismo digital, a partir do que foi mostrado e discutido durante o fórum Digital Media 2015, da Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias, realizado na Cidade do México e que contou com a participação de diretores de redação e tomadores de decisão de veículos como The Guardian, El Pais, entre outros.

As tendências apontadas não chegam a ser novidade, mas ajudam a reforçar caminhos que o jornalismo digital DEVE MESMO SEGUIR. Confira as seis tendências.

Pensar para mobile, projetar para mobile…ser mobile

Uma marca e não um jornal ou uma revista (multiplataforma)

Conteúdo diferenciado, mas integrado em uma mesma marca

Novos perfis na redação

Novos modelos de financiamento

Histórias multimídia com valor agregado

Confira no site da CNN Expansión as seis tendências em detalhes.

Veja também:

Setor de mídia digital busca modelo de desenvolvimento

E se ainda não viu, confira também a primeira edição do especial Grandes Temas para discussão sobre o jornalismo digital.

 

Diário Catarinense estreia novo site nesta segunda-feira

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A segunda-feira (26) será de novidades para os leitores do Diário Catarinense, principal jornal do Grupo RBS em Santa Catarina. E além de mudanças significativas na edição impressão, como uma nova marca, uma cobertura mais ampla de todo o estado, novas seções e suplementos, o DC também apresentará um novo site.

Além de um novo layout, que mudará radicalmente a cara do site, o novo DC digital dará maior destaque para os colunistas e contará com quatro novas editorias: Notícias, Estilo de Vida, Entretenimento e Vozes. Esta última promete ser um diferencial desta nova fase do site. Trata-se da editoria que irá reunir “a opinião dos catarinenses sobre os assuntos mais comentados no estado”, incluindo também a repercussão do que é destaque nas redes sociais.

A conferir nesta segunda-feira em www.diariocatarinense.com.br.

Veja como ficará a home do novo DC…

Imagem Ilustrativa Digital

…que irá substituir o atual layout.

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Tem novidade no jornalismo digital de Blumenau

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Depois de deixar o Grupo RIC, o jornalista Alexandre Gonçalves lança na próxima segunda-feira (28) sua nova plataforma digital. Não, não estou falando de mim. O Alexandre Gonçalves que também deixou a RIC é outro. Estou falando do meu xará e amigo Alexandre Gonçalves de Blumenau, que encerrou recentemente seu vínculo com o Grupo RIC depois de quase 11 anos como gerente de jornalismo na RICTV Record da terra da Oktoberfest e agora está retomando o Informe Blumenau, seu antigo endereço na internet, mas com uma proposta diferente, mais ampla.

Boa parte do que vem por aí no novo Informe Blumenau é detalhada no vídeo do programa piloto que Gonçalves e o jornalista Fabrício Theophilo, que também participa do novo projeto, divulgaram nesta quarta-feira (23). A proposta é ser referência no conteúdo regional, independente, abrindo espaço também para a participação do público em geral e de personalidades da região convidadas para publicação de artigos. Na gestão comercial, a estratégia engloba a produção de vídeos patrocinados de empresas e entidades, como detalha Gonçalves no vídeo.

Há duas semanas, conversei com o Gonçalves aqui em Florianópolis sobre o projeto e gostei muito da proposta. Ele é um jornalista renomado em Blumenau, talvez o de maior credibilidade na cidade, e isto certamente irá contribuir para o sucesso do Informe Blumenau. Some-se a isso uma visão clara dos caminhos que podem ser tomados para viabilizar o projeto, com os pés no chão e com disposição para inovar, fazer diferente. Já estou contribuindo com o projeto prestando uma consultoria informal, mas também terei um espaço lá para escrever sobre jornalismo digital.

Sorte para o xará e para o Theophilo e que seja muito bem-vinda esta nova empreitada digital encampada por jornalistas.

Assista ao piloto e favorite o www.informeblumenau.com no seu navegador.

O outro Alexandre Gonçalves

A coincidência de nomes e de profissão entre a gente foi uma piada recorrente no período em que estive na RIC (julho de 2011 a março de 2015). Tipíca piada de standup, boa para quebrar o gelo nas apresentações que fiz em encontros regionais ou outros eventos do Grupo (só perdia para aquela que eu dizia que era da internet, mas não configurava e-mail). Mas muito antes, antes mesmo dos dois Alexandres se conhecerem pessoalmente, já rolava a confusão.

Escrevi sobre isso no Coluna Extra, em 2008:

Observando os dados do contador de acessos do blog, reparei que nos últimos dias um bom número de internautas chegou até o Coluna Extra procurando por “alexandre gonçalves” no Google (o link do Coluna Extra aparece em primeiro lugar). E como os dados indicam que os que fizeram essa busca são de Blumenau, cheguei a seguinte conclusão: o “alexandre gonçalves” que eles procuram no Google não sou eu, mas sim o Alexandre Gonçalves, também jornalista, coordenador de jornalismo e apresentador da RIC/Record de Blumenau.

Não é a primeira vez que me confundem com o xará de Blumenau: certa vez, um editor de um jornal aqui da capital ligou para a editora Empreendedor, onde eu trabalhava, querendo falar “comigo”. E depois que eu disse alô, ele já entrou naquele tom amigão. “E aí, há quanto tempo estás aqui em Floripa?”, perguntou. No que falei, ele percebeu a gafe e pediu desculpas.

Agora, a “confusão”, que trouxe visitantes para o Coluna Extra, tem mais um ingrediente: o Alexandre Gonçalves de Blumenau também tem um blog. Por isso, se você entrou aqui procurando pelo blog do apresentador da RIC/Record, o blog dele não é o Coluna Extra. O dele é o Informe Blumenau e o link é http://informeblumenau.blogspot.com. E se durante a visita ao Coluna Extra, ainda que involuntária, gostou do que viu, este Alexandre Gonçalves faz o convite: volte sempre.

Deu no New York Times: 50 melhores momentos desde que o jornal passou a vender assinatura digital

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O editor-executivo do The New York Times, Dean Baquet, publicou nesta segunda-feira (21) um post com os 50 melhores conteúdos produzidos desde 2011 quando o jornal passou a vender assinatura digital para acesso à sua plataforma digital – até hoje um dos modelos mais citados e copiados e que recentemente ultrapassou a marca de 1 milhão de assinantes. “A lista demonstra a amplitude, criatividade e impacto de The Times. E este tipo de jornalismo não teria sido possível sem o apoio dos assinantes”, escreve Baquet.

O projeto Snow Fall, case dos mais citados quando o assunto é a busca por novos formatos no meio digital, está na lista, assim como o obituário “definitivo” de Steve Jobs e a cobertura de eventos ao vivo como Oscar e a Copa do Mundo.

Confira a lista completa no site do NYT.

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O que o Washington Post pode ensinar às “empresas de mídia”, por Rafael Sbarai

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O jornalista Rafael Sbarai publicou no site De Repente uma ótima análise sobre o que ocorreu no jornal The Washington Post dois anos depois de ter sido comprado por Jeff Bezos, o fundador e dono da Amazon. Escreve Sbarai:

Ligar o conceito de inovação ao tradicional jornal americano The Washington Post não é um ato gratuito. A publicação, fundada em 1877, celebrou em agosto um dos capítulos mais interessantes da história moderna do Jornalismo: comemorou dois anos de vida sob o comando de um titã acostumado a fazer dinheiro na internet — Jeff Bezos, fundador e CEO da gigante de varejo digital Amazon. Por 250 milhões de dólares, Bezos abocanhou uma das maiores referências editoriais do mundo. Desde então, luta bravamente para se adequar à nova realidade digital. Ao produzir permanentes investimentos em tecnologia, o executivo mostra um caminho árduo, sinuoso, mas que saltam aos olhos de seus concorrentes diretos pela capacidade de renovação da empresa — digna de muito apreço.

Leia o texto completo no site De Repente.

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Confira o site da pesquisa sobre como nascem e evoluem as iniciativas digitais de jornalistas no Brasil

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Já está no ar o site da pesquisa Empreendimentos do Jornalismo digital brasileiro, iniciativa do jornalista Sérgio Lüdtke, coordenador do Master em Comunicação e Mídias Digitais do Instituto Internacional de Ciências Sociais – IICS.

No site, além de todas as informações sobre a pesquisa, que tem o objetivo de “verificar o estado do empreendedorismo digital no jornalismo brasileiro e identificar padrões na criação e evolução das iniciativas nessa área”, já estão reunidos também depoimentos de colegas jornalistas que já empreendem na internet, como Bora.ai e Mural.

O site conta ainda com uma área para indicação de cases. Segundo site, os dados serão coletados até o dia 16 de outubro próximo e os resultados divulgados a partir de novembro. Lüdtke espera reunir dados de 150 empreendimentos.

Acesse:

www.interatores.com.br

Sobre empreendededorismo no jornalismo

A Folha de S.Paulo publicou sábado (12) uma reportagem especial sobre iniciativas empreendedoras no jornalismo brasileiro. Microempresas jornalísticas surgem, mas modelo de negócios é desafio cita e analisa cases, aponta tendências e discute o modelo de negócio para viabilização dos produtos e serviços digitais empreendidos por jornalistas.

Confira no site da Folha S.Paulo (para assinantes)

Veja também:

“Diversificar as fontes de renda é uma necessidade e tem que ser considerada desde o início”, diz pesquisadora

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Jornal acerta no impresso, mas poderia explorar melhor conteúdo de leitor no site

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A edição deste fim de semana do jornal Notícias do Dia dedicou duas páginas para a publicação de um conteúdo produzido por um leitor. No total, o ND publicou 29 fotos que Giomaria de Bona fez de prédios públicos e privados, monumentos, placas e outros locais de Florianópolis que foram alvo de pichadores.

As pichações nem chegam a ser novidades para os moradores da capital catarinense. O que impressiona na versão impressa do ND é o conjunto da obra. Reunidas, as imagens de prédios como o da Alfândega, um dos mais importantes na história da cidade, causam ainda mais indignação.

Só faço dois reparos na versão publicada no site do ND:

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Sobre a manhã de 13 de agosto de 2014

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Há um ano, a aula no Master em Jornalismo Digital ficou de lado. Peço desculpas, mas não lembro o tema nem quem estava dando ando a aula. Ficamos todos em sala, em clima de redação, buscando e compartilhando informações primeiro sobre um acidente aéreo em Santos (como mostra o print da reportagem do g1 de Santos) e depois sobre o sumiço do avião do então candidato a presidente Eduardo Campos.

Quando juntou um com o outro, foi tenso e mais que isso, uma grande experiência poder acompanhar e até ajudar o trabalho de colegas diretamente envolvidos com o assunto, como o Alexandre Lopes, coordenador do g1 Santos, e a Ana Dubeux e o Carlos Alexandre, do Correio Braziliense.

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Do muito de conhecimento que trouxe do curso (e não foi pouca coisa), a intensidade daquela manhã do dia 13 está na lista dos momentos inesquecíveis por tudo que ensinou sobre cobertura em tempo real, velocidade da informação, importância da checagem e re-checagem, dar primeiro ou dar correto (lembro da tensão da espera de qual veículo iria cravar a morte do Campos primeiro; a GloboNews deu e depois tirou da legenda), ansiedade e adrenalina com responsabilidade, curadoria e seleção de conteúdo social (a primeira foto do acidente veio do Twitter; essa que está no print do g1 Santos)…

Enfim, foi uma manhã tensa por todo contexto que estávamos vivendo no cenário político, mas também de muito aprendizado, acredito, para todos os colegas que estavam na sala do -1 do prédio do IICS na Martiniano de Carvalho.


 

Mercado para jornalismo que explique fatos é amplo, diz fundador do “Vox” em entrevista à Folha

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Leia o conteúdo completo no site da Folha Online.

Leia também:

Você sabe o que o leitor quer?

Lições para inovar no jornalismo

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Os jornalistas María Ramírez e Eduardo Suárez, do blog #nohacefaltapapel, publicaram uma lista de 13 lições para inovar no jornalismo com base no que foi debatido no 16° Simpósio Internacional em Jornalismo Online (ISOJ), realizado na Universidade do Texas em Austin nos dias 17 e 18 de abril e do qual ambos participaram. “Estas são as lições que tiramos este ano do encontro e são especialmente úteis para a imprensa fora dos Estados Unidos”, escrevem os autores.

A lista apresenta caminhos, tendências e algumas realidades sem volta para o jornalismo digital. Publico abaixo as 13 lições de María Ramírez e Eduardo Suárez com um pequeno comentário-resumo feito por mim. O conteúdo completo está disponível no blog de María Ramírez e Eduardo Suárez e também em português no blog do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, onde você confere as lições comentadas por seus autores.

Segue a lista.

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Bem-vindo ao Primeiro Digital

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Sejam todos bem-vindos ao Primeiro Digital, meu novo endereço na internet. O PD nasce para dar continuidade ao que fiz durante muito tempo no Coluna Extra, que é acompanhar, experimentar e compartilhar ferramentas, tendências e ideias relacionadas ao universo digital, com foco no jornalismo, nas redes sociais, na curadoria de conteúdo e no uso da internet pelos jornalistas. Se no Coluna Extra, estes assuntos eram uma parte do conteúdo, agora são o foco principal. Continue lendo

Depois da informação, o jornalismo

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Meus colegas do Notícias do Dia mataram a pau nesta terça-feira (7). No Dia do Jornalista, fizeram jornalismo classe A e trouxeram para deleite dos leitores a história daquele cachorro que se juntou ao grupo de homens que tomou uma geral da PM, em Florianópolis. Os repórteres Colombo de Souza e Rosane Lima encontraram e contaram com riqueza de detalhes a vida do Piloto, como o cachorro é chamado.

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