#Migrei: “Me preparei ao buscar formação e ao acompanhar a migração de colegas para o digital”

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Com passagens pelos principais jornais de Santa Catarina, a jornalista Alessandra Ogeda migrou para o marketing de conteúdo/digital em junho de 2017, logo após deixar a função de comentarista de economia do Grupo RIC (jornal e TV). “A mudança de carreira foi um pouco planejada e um pouco por causa das circunstâncias que se apresentaram”, conta a jornalista, blogueira desde 2007.

Atuando na agência Tekoa, de Florianópolis, Ogeda diz que há vários anos já enxergava outro tipo de comunicação como sendo mais interessante do que o jornalismo tradicional. “A minha visão sobre a comunicação e o papel do comunicador – mais do que do jornalista – começou a mudar quando eu fiz um doutorado na Espanha entre 2006 e 2008”, lembra. Já de volta ao Brasil, em 2010 ela também retornou para as redações. “Naquela época, eu já achava que o digital era um caminho inevitável, mas eu ainda não tinha enxergado a grave crise do jornalismo que se manifestaria pouco a pouco”, analisa.

Na entrevista a seguir, a terceira da série #Migrei, Alessandra Ogeda destaca pontos importantes de sua migração do jornalismo para o marketing de conteúdo/digital.

Leia a entrevista.

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VÍDEO: Uma reflexão sobre o que é ser jornalista nos dias de hoje

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Em 2017, a pedido do professor Cláudio Toldo, do curso de jornalismo da SATC, de Criciúma (SC), gravei um vídeo com algumas reflexões sobre o que é ser jornalista nos dias de hoje e quais as diferenças o cenário atual e o da minha época de estudante (jornalismo da UFSC, de 1991 a 1994).

Trechos do vídeo foram usados numa material especial produzido pela turma do Toldo, mas revi a íntegra do vídeo que gravei e considero que o que disse ainda faz muito sentido – para mim e espero que faça para outros colegas também. Ficarei imensamente feliz se mais gente colaborar com seus reflexões a respeito do tema.

Aceita?

Assista ao vídeo.

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Insights para a produção de conteúdo no marketing digital

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Publiquei nesta segunda-feira no Portal Making Of o artigo ​Como deve ser o conteúdo da sua empresa em 2018, em que reúne alguns insights a respeito das características do conteúdo eficiente para as estratégias digitais das empresas. Este é um segmento no qual tenho atuado (veja meu portfolio) e que tem atraído cada vez mais colegas jornalistas.

Veja alguns trechos do artigo.

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Um mercado para jornalistas, mas vamos com calma

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Nos últimos dias, conversando com três colegas, em diferentes ocasiões, ouvi a mesma coisa deles, que trabalham com assessoria de imprensa e marketing digital: o mercado de Inbound Marketing está em busca de jornalistas para a produção de conteúdo e agora o perfil não é mais o recém-formado. A ideia é atrair profissionais mais “cascudos” (expressão usada por um dos meus colegas), certamente com mais vivência e background para produzir conteúdos em série para um mesmo cliente.

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Do “Alex Informa” ao RD Summit 2016: o jornalista como profissional da informação

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Lá pelos anos 1999, 2000, eu já estava no mercado de trabalho, com dois empregos – revista de economia e negócios e assessoria de imprensa na área de educação – e isso estava me cansando não só pela dupla jornada, mas pela falta de perspectiva profissional. Resolvi ir estudar marketing, pensando em ampliar o horizonte fora do jornalismo. Encontrei um curso numa faculdade aqui da região e me inscrevi. Aulas aos sábados durante quase 2 anos. Marketing digital? Não, “marketing de raiz”, Kotler na veia.

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O jornalista fora da redação

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Mexendo aqui na estante de casa abri o livro do meu amigo Maurício Oliveira, o Manual do Frila, de 2010, que tem essa minha frase que está destacada na imagem acima. E curioso que hoje tem esse mercado de produção de conteúdo (no marketing digital, por exemplo) meio que confirmando o que disse para o Maurício, essa “pivotada” do trabalho fora das redações/veículos e não tendo a assessoria de imprensa como única opção.

 

 

Do @BlueBus: A economia dos ad blockers

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De Marcelo Coutinho, no BlueBus:

O modelo tradicional de produçãao de conteúdo (jornalístico e publicitário) será muito mais centralizado na profundidade do relacionamento do que na sua amplitude. Frequência, e não alcance, passa a ser a “mãe de todas as medidas” do ponto de vista do retorno do investimento.

Leia o texto completo no BlueBus.

Onde está o furo?

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Num dia você lê notícias sobre demissões e projetos encerrados no segmento de jornalismo digital. No outro, índices mostrando crescimento na circulação dos jornais com forte participação do digital.

Veja a seção Links recomendados

Dá um nó na cabeça, não? É certo que viveremos eternamente nesta montanha-russa, mas dá para equilibrar as coisas desde que se estabeleça um modelo de negócio sob medida para o produto digital e que se tenha uma metodologia de trabalho clara e bem definida para ser abraçada por todos os setores da empresa.

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