10 assuntos sobre jornalismo, jornalistas e marketing digital para falar em 2019

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Vamos ficar falando de fake news ou vamos trocar o disco em 2019 e dedicar um bom tempo para tratar de outros temas tão relevantes quanto para o jornalismo, os jornalistas e o marketing digital? Em resposta para a provocação que fiz no post anterior aqui no Primeiro Digital, fiz uma lista de 10 assuntos que eu particularmente gostaria de ver mais discussões e mais gente interessada em trocar de ideias a respeito.

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Farol Reportagem encerra publicações em junho

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Caros assinantes do Farol Reportagem,

O site vai deixar de produzir e publicar reportagens a partir de junho. Depois de quase dois anos de muita luta e resistência no Jornalismo em Santa Catarina, chegou a hora de agradecer imensamente a confiança e o apoio de todos, especialmente de vocês assinantes do Farol. Este apoio ajudou até agora a manter uma proposta de Jornalismo independente e comprometida com o interesse público, transparência dos poderes e Direitos Humanos. Muito obrigado! Viva a Reportagem!

O sábado começou com esta mensagem do meu amigo Lúcio Lambranho chegando por e-mail.

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Vamos conversar sobre empreender no jornalismo?

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No próximo dia 4 de setembro, a convite da Hostinger, empresa de hospedagem de sites, estarei ao lado da jornalista e colunista Laura Coutinho participando de uma conversa sobre empreendedorismo no jornalismo, com foco na internet (tema recorrente aqui no Primeiro Digital – veja links nos Posts Relacionados) .  A ideia é compartilhar ideias a respeito do tema, como oportunidades, posicionamento, formação, modelos de negócio, áreas de atuação, marketing digital, entre outros. Começa às 20h, na Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), na SC-401, em Florianópolis.

A inscrição é gratuita e deve ser feita no site www.weblink.com.br/landing-palestra

Serviço
Como um jornalista pode empreender online?
4 de setembro
20h
ACATE (Primavera Garden, SC-401)
Inscrição Gratuita

Pesquisa quer traçar perfil do jornalista que trabalha com marketing digital

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O Laboratório de Sociologia do Trabalho da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), responsável pela pesquisa Perfil do Jornalista Brasileiro, está colhendo dados para conhecer o perfil dos jornalistas que trabalham com marketing digital. “Queremos traçar as características do jornalista brasileiro com atuação no marketing digital em agências digitais e organizações em geral (órgãos públicos, empresas, instituições)”, diz o jornalista, professor e pesquisador Aldo Schmitz, responsável pela pesquisa.

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Do “Alex Informa” ao RD Summit 2016: o jornalista como profissional da informação

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Lá pelos anos 1999, 2000, eu já estava no mercado de trabalho, com dois empregos – revista de economia e negócios e assessoria de imprensa na área de educação – e isso estava me cansando não só pela dupla jornada, mas pela falta de perspectiva profissional. Resolvi ir estudar marketing, pensando em ampliar o horizonte fora do jornalismo. Encontrei um curso numa faculdade aqui da região e me inscrevi. Aulas aos sábados durante quase 2 anos. Marketing digital? Não, “marketing de raiz”, Kotler na veia.

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O jornalista fora da redação

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Mexendo aqui na estante de casa abri o livro do meu amigo Maurício Oliveira, o Manual do Frila, de 2010, que tem essa minha frase que está destacada na imagem acima. E curioso que hoje tem esse mercado de produção de conteúdo (no marketing digital, por exemplo) meio que confirmando o que disse para o Maurício, essa “pivotada” do trabalho fora das redações/veículos e não tendo a assessoria de imprensa como única opção.

 

 

Do ijnet: “Tentar significa falhar. Falhar significa aprender”, diz empreendedora de jornalismo

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A cofundadora de um dos mais importantes sites de jornalismo investigativo na Colômbia, La Silla Vacia (A Cadeira Vazia), tem alguns conselhos para aqueles que estão pensando em criar seu próprio site, aplicativo ou outro produto:

“Não pense, faça. Fazer as coisas é a melhor maneira de aprender. Tentar significa falhar. Falhar significa aprender”, diz Olga Lucia Lozano, editora criativo do La Silla Vacia.

(…)

Lozano acredita que os jornalistas precisam educar-se constantemente. Devem compartilhar o que aprendem para que outros possam evitar cometer os mesmos erros. Parte do valor adicionado do La Silla Vacia, diz ela, está nas oficinas e seminários sobre jornalismo investigativo que a equipe oferece para outros meios de comunicação em toda a América Latina.

A equipe está constantemente experimentando novas formas de contar histórias online e novas formas de financiar seu jornalismo. Ela vê as experiências como um cientista: se não produz o resultado desejado, não é um fracasso. É uma experiência de aprendizagem que deve ser compartilhada.

Leia o texto completo no ijnet.

Por que Florianópolis não é a “Capital da Inovação” no jornalismo?

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Florianópolis é uma cidade que respira inovação. Temos um pólo tecnológico de respeito, consolidado e em crescimento. Nossa praia também é a tecnologia. Há muitas empresas de ponta, criando e fazendo realmente a diferença em diferentes setores. O movimento das startups criou raízes por aqui. E o que isso tem a ver com jornalismo? Tudo.

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Novidade em Florianópolis: Farol valoriza reportagem, dados públicos e transparência

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Em 2000, tive a oportunidade de comandar um projeto do qual me orgulho muito, apesar da curta duração. Era uma revista mensal e com foco em reportagens que ajudassem jovens empreendedores na difícil missão de nascer e prosperar. Lúcio Lambranho era parte da equipe que montei. Já o conhecia da época da faculdade e dos trabalhos que ele havia feito em jornais de Florianópolis. Mesmo que tenha durado pouco, neste primeiro trabalho, pude começar a conhecer o repórter Lúcio Lambranho, que mais tarde fez carreira na cobertura política em Brasília, mexeu com o “status quo” da Capital federal, ganhou prêmios importantes e, por fim, ao retornar para Florianópolis, fez a diferença e ajudou a semear a paixão pela reportagem em boa parte da equipe do jornal Notícias do Dia. Fico feliz de ter participado deste processo que trouxe o Lúcio de volta para casa e que agora ele esteja colocando em prática seu desejo antigo de ter seu próprio site de reportagens. Quem acompanha o trabalho dele vê a qualidade das reportagens, o rigor da apuração, a coragem de questionar quem quer que seja, o enfoque com objetivo de fazer a diferença e contribuir para a mudança. Era assim lá em 2000 e continua sendo agora em 2016. São as marcas do trabalho do Lúcio que certamente estarão aqui neste Farol. Bem-vindo, Farol e, nunca é demais repetir, viva a reportagem!

Este é o texto que escrevi para saudar a chegada do Farol, site de reportagens da Grande Florianópolis, com foco em dados públicos e transparência e que é uma iniciativa do meu amigo Lúcio Lambranho. Farol estreia nesta quarta-feira, dia 22.

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Confira os primeiros resultados da pesquisa “Empreendimentos digitais do jornalismo brasileiro”

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O jornalista e pesquisador Sérgio Lüdtke divulgou no último sábado (21), durante o 1º Encontro de Jornalismo e Empreendedorismo, os primeiros resultados da pesquisa pretende mapear como surgem e crescem os novos empreendimentos digitais do jornalismo no Brasil. “A pesquisa buscou informações de mais de 200 iniciativas independentes e considerou, para a composição do resultado final, 64 empreendimentos digitais com compromisso de arrecadar, ainda que alguns deles não visem lucro”, escreve Lüdtke no site Interatores.

No slide abaixo, ele reuniu os primeiros resultados que foram apresentados no evento de sábado. Para saber mais sobre a pesquisa no site do Interatores.

Assista aos vídeos dos debates do 1º Encontro de Jornalismo e Empreendedorismo.

@onabrasil disponibiliza vídeos dos debates do Encontro de Jornalismo e Empreendedorismo

Vídeo

A ONA Brasil publicou em seu canal no YouTube os vídeos dos quatro debates realizados durante o 1º Encontro de Jornalismo e Empreendedorismo no último sábado. Assista.

Tema: Jornalismo e Sustentabilidade Financeira

Tema: Jornalismo de dados

Tema: Jornalismo digital

Tema: Empreendendo no Jornalismo

E no Twitter do Primeiro Digital, você confere os tweets que foram compartilhados no sábado pelos participantes do encontro: @PrimeiroDigital.

Acompanhe online evento sobre empreendedorismo e jornalismo

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o 1º Encontro de Jornalismo e Empreendedorismo, que acontece neste sábado, dia 21, em São Paulo, poderá ser acompanhado também pela internet por aqueles que não poderão se deslocar até a capital paulista.

Confira os canais online do evento, que é promovido pela seção brasileira do ONA – Online News Association

Também serão feitas entradas eventuais ao vivo via Periscope ao longo do dia.

Confira a programação completa do evento.

Saiba mais sobre os palestrantes na página do evento no Facebook.

Encontro discute jornalismo e empreendedorismo

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A seção brasileira do ONA – Online News Association  promove no próximo dia 21 de maio o 1º Encontro de Jornalismo e Empreendedorismo. O objetivo é reunir jornalistas, professores e estudantes de jornalismo para discutir empreendedorismo, como abordá-lo na universidade e como aplicá-lo na prática. Realizado no auditório Ulisses Guimarães das Faculdades Metropolitanas Unidas (Avenida Liberdade, 899, São Paulo), o evento tem entrada gratuita e não é preciso inscrição prévia.

Confira a programação.

8h30-9h
Abertura

9h-10h30
Jornalismo, Empreendedorismo e Sustentabilidade Financeira
Sérgio Lüdtke
Jorge Tarquini
Simone Cunha

10h45-11h45
Jornalismo e Dados
Gustavo Faleiros
André Rosa

11h45-13h
Almoço

13h-14h
Jornalismo Digital
Ana Brambilla
Daniela Osvald Ramos
Caru Schwingel

14h15-16h
Workshop – Empreendedorismo e Modelos de Negócio em Jornalismo
Leandro Beguoci
Cassiano Gobbet
Edson Rossi

Mais informações acesse a página do evento no Facebook.

Encontro Jornalismo e Empreendedorismo

Oito práticas comuns de jornalistas empreendedores de sucesso

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James Breiner entrevistou jornalistas empreendedores bem sucedidos em vários países e a partir dos relatos que ouviu chegou a oito práticas comuns entre eles e que podem servir para reflexão e incentivo para quem deseja empreender. Ou para copiar, como sugere Breiner. “Conversei com publishers e editores com equipes de uma pessoa só a 100 funcionários”, escreve.

Confira a lista (e veja cada item detalhado no site do ijnet):

1. Eles desenvolvem múltiplas fontes de receita.

2. As comunidades são construídas em torno de conteúdos de alta qualidade.

3. Eles têm uma grande paixão pela ideia.

4. Eles inovam constantemente.

5. Eles desenvolvem uma sustentação de três pernas de competências.

6. Eles promovem a interação com o público.

7. Eles buscam diferenciação obsessivamente.

8. Eles adaptam os seus conteúdos de forma diferente para cada plataforma.

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Mais no blog News Entrepreneurs, de James Breiner.

As mudanças no BRIO e o que observar para empreender melhor no jornalismo digital

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O BRIO foi um dos projetos de jornalismo mais festejados recentemente, aperando sempre com destaque em estudos, listas e reportagens sobre modelos de negócio no ambiente digital. Mas alguma coisa não funcionou como esperavam seus criadores. O BRIO não acabou, mas, seis meses depois de seu lançamento, está revendo sua estratégia e seu modelo. E quem conta isso é Breno Costa, editor-executivo e um dos fundadores da plataforma, no artigo Razões para otimismo com o jornalismo, onde ele apresenta um panorama do que aconteceu e do que deve acontecer com o BRIO no futuro.

Há seis meses, quando a vida política nacional estava aquecida, mas não fervendo, publiquei um texto aqui no Medium admitindo um início problemático do BRIO, mas com viés otimista, apesar dos pesares. Neste momento, permito-me ser ainda mais otimista.

Para quem não sabe, o BRIO é uma iniciativa jornalística independente, mas ainda não sustentável. Suas operações, inicialmente bancadas pelas próprias economias de seus cinco sócios, agora dependem diretamente de aportes de investidor. Não geramos até o momento nenhuma receita própria — embora ainda não tenhamos colocado nada em prática. Digamos que estamos em fase de experimentações.

O modelo de negócios originalmente pensado baseava-se na cobrança pelo acesso às reportagens que publicaríamos. Pouco antes do lançamento, decidimos alterar a estratégia e liberar o acesso gratuito. No dilema do ovo e da galinha, optamos por criar primeiro a galinha para depois colhermos os ovos. Era a opção mais sensata, mas, por motivos já explicados anteriormente, não alcançamos o objetivo de gerar audiência relevante — o que nos levou a promover diversas mudanças, em especial a migração do nosso conteúdo para o Medium.

Leia o artigo completo.

Para empreender melhor no jornalismo digital

Como provocação, e não falo especificamente do BRIO, mas às vezes fico com a impressão que os projetos empreendedores em jornalismo digital são projetos para o “mundinho dos coleguinhas”. Ou seja, não ultrapassam as redações e viram “coisa de e para jornalistas”. Talvez esteja exagerando, mas é isso o que vejo, apesar de enxergar qualidade excepcional em projetos como o Nexo Jornal, por exemplo, parece não haver uma comunicação mais efetiva para um segmento que não seja o dos jornalistas.

Outro observação a partir do texto do Breno Costa é que vivemos – principalmente na internet – um empreendedorismo muito influenciado pelo modelo de startups com ganho em escala, baixo custo sobre investimento, foco na resolução de um problema, base para pivotar e tempo de duração às vezes até limitado. Chamo atenção para estes dois últimos itens.

“Pivotar” é uma ação que tenho tentando aplicar em tudo o que faço desde que fiz o Master em Jornalismo na IICS / Universidade de Navarra, em 2014, e li “Comece por você“. Vem da movimentação do pivô do basquete. Importante ter uma base ou um ponto de partida que possa permitir mudanças de direção, foco, mercado. Poucos, fora do ambiente das startups, têm esta esta visão que é tão útil em tempos de busca de oportunidades.

Sobre a duração do negócio, óbvio que ninguém investe em seu próprio negócio sem a intenção de que ele dure para sempre. Mas diante da velocidade com que as coisas acontecem no digital, é preciso estar alerta e se não der para pivotar, pratica-se o desapego, vira-se a página, troca-se o disco. Insistir com um projeto sem retorno e longe do que o mercado precisa ou procura pode se tornar um poço sem fundo para o bolso. Seja convicto, mas não teimoso.

Jornalismo digital cresce na América Latina, mas viabilidade financeira ainda é desafio

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A Agência Pública é o único projeto digital brasileiro entre os 34 que fazem parte do “Primeiro Estudo da Mídia Digital e Jornalismo na América Latina”,  realizado pela entidade mexicana Factual em 13 países. O objetivo principal do estudo foi identificar as melhores práticas entre os projetos analisados. Como era de se esperar, os dados reunidos pela Factual mostram um avanço no jornalismo digital, mas também atesta a dificuldade para garantir a viabilidade financeira dos projetos – é o calo ou, se preferir, o desafio de está ou pretende ingressar no meio digital.

No infográfico abaixo, a Factual destaque alguns dos pontos mais relevantes do estudo.

Faça o download do estudo.

Confira a reportagem sobre o estudo no site do Knight Center for Journalism in the America.

Sim, gestão de produtos é o novo jornalismo

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O artigo “Gestão de produtos é o novo jornalismo”, publicado na série especial do NiemanLab sobre previsões para o jornalismo em 2016, abre o leque para um novo (ou nem tão novo) papel para o jornalista no ambiente digital. Assinado por Cindy Royal, professora da escola de jornalismo e comunicação de massa da Universidade do Texas, o artigo amplia o horizonte de duas formas, na minha visão.

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#CartaDoTemer vira oportunidade para agências de fact checking e novo jornal digital mostrarem serviço

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A terça-feira entrou para a história da política brasileira com a divulgação da carta escrita pelo vice-presidente Michel Temer endereçada à presidente Dilma e que traz críticas sobre a forma como ele acredita estar sendo tratado – “apenas decorativo” e desprestigiado.

Foram muitos memes. Mutos. Incluindo também “análises” bem humoradas como a do Marcelinho, um personagem popular entre o povo que curte zoeira na internet.

Mas a divulgação também foi uma boa oportunidade para agências de fact checking, que estão dando os primeiros passos no jornalismo digital brasileiromostrarem serviço. Tanto Lupa quanto Aos Fatos publicaram análises checando os episódios citados na carta para atestar a veracidade ou não do que disse Temer. Por sua vez, o recém-lançado Nexo Jornal publicou uma reportagem contextualizando cada um dos tópicos apresentados na carta.

Confira:

Agência Lupa: Agenda da vice-presidência desdiz Temer 

Aos Fatos: Em carta a Dilma, Temer se atrapalha com número de votos e fidelidade da própria sigla

Nexo Jornal: A carta de Temer a Dilma, contextualizada ponto a ponto

Jornalismo e mídias sociais

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O Facebook me lembrou na sexta-feira que em outubro de 2011 estive na faculdade SATC para falar sobre jornalismo e mídias sociais com jornalistas e estudantes de jornalismo de Criciúma e região, no Sul de Santa Catarina. Na palestra, usando o jornalismo hiperlocal como cenário e como um filão para o jornalista empreender, abordei as possibilidades de uso das principais ferramentas de mídias sociais que estavam em alta na época (blog, Twitter, Facebook, Flickr, YouTube e Storify).

O cenário em termos de ferramentas mudou com a chegada de novas opções como Instagram, Periscope e WhatsApp, além do avanço tecnológico. Mas revendo o material da palestra, acredito que o cenário para empreender apostando no jornalismo hiperlocal ainda esteja no topo da lista de oportunidades para o “jornalista por conta própria”.

Das telas da apresentação, separei algumas para comentar aqui.

Hiperlocal ainda é uma alternativa?

Quatro anos depois eu ainda sou um entusiasta do jornalismo hiperlocal como um caminho para jornalistas e para veículos. Dentro de toda a discussão em torno de modelo de negócio viável para o jornalismo, investir no hiperlocal, como enfatizei nas telas da apresentação na SATC, agrega diferenciais sob o ponto de vista de atrair o leitor. E diria que hoje ainda mais – veja o caso do Informe Blumenau.

A oferta de informação é muito, mas muito maior em comparação com 2011. Tem muito conteúdo pulando por aí e precisando de especialistas para filtrar e apresentar o que realmente interessa e o que faz a diferença no dia a dia do leitor. Redação e comercial podem refletir a respeito.

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O Editor de Mídias Sociais para fazer a diferença

Lembro de na época da palestra pensar e escrever muito a respeito da forma como meus colegas jornalistas lidavam com as mídias sociais. Via muito oba-oba e pouca noção real do papel do jornalista na relação com Twitter e Facebook, principalmente.

O que se via na época e que se vê muito mais hoje, infelizmente (e graças ao Instagram), é transformar em manchete o que as celebridades publicam nas suas redes. É pouco para o tanto de potencial que as mídias sociais proporcionam. Temos exemplos de mudanças de mentalidade como o Storyful e o recente Vozes, do novo DC, que amplificam o que se diz nas redes sociais fazendo curadoria de conteúdo.

Sobre a função, acredito que as tarefas de um editor de mídias sociais tenham sido incorporadas pelos editores. E veja que as redações precisam de novos editores no expediente como Editor de Integração (para redações multiplataformas) e Editor de Fim de Semana  (para organizar e distribuir o conteúdo para incrementar a audiência nos dias de menores acessos).

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“O campo está aberto, pode ser minado aqui ou ali, mas há muitos espaços seguros”

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“Há mais de 10 anos venho lendo e pesquisando sobre esta relação jornalista X Internet, como diziam aqueles que visualizavam o caos, o fim do jornalismo. Basta aprofundar pouco a mais o olhar para enxergar que esta relação está mais para Jornalista & Internet. O campo está aberto, pode ser minado aqui ou ali, mas há muitos espaços seguros.”

Comentário de Paulo Breiten no post Jornalistas por conta própria