Dia do Jornalista: Impactos positivos e negativos da internet na profissão

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Nenhuma outra profissão foi tão impactada pela internet quanto a de jornalista. Não é exagero e pode até já ser um lugar-comum, mas é, com certeza, uma afirmação tão positiva quanto negativa que merece algumas palavras neste 7 de abril, o Dia do Jornalista.

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Do ijnet: Centro Knight oferece curso online sobre jornalismo empreendedor

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Jornalistas interessados em lançar o seu próprio projeto de conteúdo digital podem se inscrever para este curso gratuito em espanhol.

O Centro Knight para o Jornalismo nas Américas e a SembraMedia estão oferecendo o treinamento online “Jornalismo empreendedor: como rentabilizar, promover e gerenciar mídias digitais” de 17 de outubro a 13 de novembro.

Leia mais e saiba como participar.

Jornalismo empreendedor

@onabrasil disponibiliza vídeos dos debates do Encontro de Jornalismo e Empreendedorismo

Vídeo

A ONA Brasil publicou em seu canal no YouTube os vídeos dos quatro debates realizados durante o 1º Encontro de Jornalismo e Empreendedorismo no último sábado. Assista.

Tema: Jornalismo e Sustentabilidade Financeira

Tema: Jornalismo de dados

Tema: Jornalismo digital

Tema: Empreendendo no Jornalismo

E no Twitter do Primeiro Digital, você confere os tweets que foram compartilhados no sábado pelos participantes do encontro: @PrimeiroDigital.

Acompanhe online evento sobre empreendedorismo e jornalismo

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o 1º Encontro de Jornalismo e Empreendedorismo, que acontece neste sábado, dia 21, em São Paulo, poderá ser acompanhado também pela internet por aqueles que não poderão se deslocar até a capital paulista.

Confira os canais online do evento, que é promovido pela seção brasileira do ONA – Online News Association

Também serão feitas entradas eventuais ao vivo via Periscope ao longo do dia.

Confira a programação completa do evento.

Saiba mais sobre os palestrantes na página do evento no Facebook.

Encontro discute jornalismo e empreendedorismo

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A seção brasileira do ONA – Online News Association  promove no próximo dia 21 de maio o 1º Encontro de Jornalismo e Empreendedorismo. O objetivo é reunir jornalistas, professores e estudantes de jornalismo para discutir empreendedorismo, como abordá-lo na universidade e como aplicá-lo na prática. Realizado no auditório Ulisses Guimarães das Faculdades Metropolitanas Unidas (Avenida Liberdade, 899, São Paulo), o evento tem entrada gratuita e não é preciso inscrição prévia.

Confira a programação.

8h30-9h
Abertura

9h-10h30
Jornalismo, Empreendedorismo e Sustentabilidade Financeira
Sérgio Lüdtke
Jorge Tarquini
Simone Cunha

10h45-11h45
Jornalismo e Dados
Gustavo Faleiros
André Rosa

11h45-13h
Almoço

13h-14h
Jornalismo Digital
Ana Brambilla
Daniela Osvald Ramos
Caru Schwingel

14h15-16h
Workshop – Empreendedorismo e Modelos de Negócio em Jornalismo
Leandro Beguoci
Cassiano Gobbet
Edson Rossi

Mais informações acesse a página do evento no Facebook.

Encontro Jornalismo e Empreendedorismo

Oito práticas comuns de jornalistas empreendedores de sucesso

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James Breiner entrevistou jornalistas empreendedores bem sucedidos em vários países e a partir dos relatos que ouviu chegou a oito práticas comuns entre eles e que podem servir para reflexão e incentivo para quem deseja empreender. Ou para copiar, como sugere Breiner. “Conversei com publishers e editores com equipes de uma pessoa só a 100 funcionários”, escreve.

Confira a lista (e veja cada item detalhado no site do ijnet):

1. Eles desenvolvem múltiplas fontes de receita.

2. As comunidades são construídas em torno de conteúdos de alta qualidade.

3. Eles têm uma grande paixão pela ideia.

4. Eles inovam constantemente.

5. Eles desenvolvem uma sustentação de três pernas de competências.

6. Eles promovem a interação com o público.

7. Eles buscam diferenciação obsessivamente.

8. Eles adaptam os seus conteúdos de forma diferente para cada plataforma.

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Mais no blog News Entrepreneurs, de James Breiner.

8 destaques do Primeiro Digital

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Clique nas imagens e confira as sugestões de leitura dos posts mais recentes do Primeiro Digital.

Omelete no ponto

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Não é de hoje que o Omelete vem se mostrando com um dos principais sites de conteúdo da internet brasileira. A turma lá sabe como fazer a cobertura do universo da cultura pop e virou autoridade no assunto com iniciativas como a de hoje: às 15h, fizeram uma transmissão ao vivo em seu ótimo canal no YouTube para comentar o novo trailer do aguardado “Capitão América: Guerra Civil”, que contou com a primeira aparição do Homem-Aranha, agora devidamente integrado aos estúdios Marvel – fato relevante para quem curte quadrinhos e filmes de super-heróis.

E o Omelete, com o programa em cima do lance, apresentado por Érico Borgo e Marcelo Hessel, alcançou a marca de 35 mil pessoas assistindo à transmissão simultaneamente. Para ter ideia da relevância do número, em São Paulo, 1 ponto de audiência da TV equivale a 58.235 lares. Ou seja, uma transmissão do YouTube chegou perto de 1 ponto – índice que redes como Rede TV! e Band custam a alcançar. E mais: o número de hoje foi maior que o alcançado durante a transmissão ao vivo feita durante a entrega do Oscar, quando 31 mil pessoas assistiram simultaneamente aos comentários da equipe do Omelete. 

Assista ao programa do Omelete sobre “Capitão América: Guerra Civil”

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Jornalismo digital cresce na América Latina, mas viabilidade financeira ainda é desafio

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A Agência Pública é o único projeto digital brasileiro entre os 34 que fazem parte do “Primeiro Estudo da Mídia Digital e Jornalismo na América Latina”,  realizado pela entidade mexicana Factual em 13 países. O objetivo principal do estudo foi identificar as melhores práticas entre os projetos analisados. Como era de se esperar, os dados reunidos pela Factual mostram um avanço no jornalismo digital, mas também atesta a dificuldade para garantir a viabilidade financeira dos projetos – é o calo ou, se preferir, o desafio de está ou pretende ingressar no meio digital.

No infográfico abaixo, a Factual destaque alguns dos pontos mais relevantes do estudo.

Faça o download do estudo.

Confira a reportagem sobre o estudo no site do Knight Center for Journalism in the America.

O assunto do ano

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Chegando ao fim de 2015, reuni neste post os dez assuntos que apareceram aqui no Primeiro Digital no decorrer do ano e que considero como os mais importantes e relevantes também por apontarem tendências e caminhos para o meio digital. Não foi um ano fácil, mas pela lista dá para ver que foi um ano movimentado para o bem ou para mal do mercado. Ainda pairam dúvidas sobre para onde vai o jornalismo em geral, tendo o digital como protagonista tal e qual em um faroeste: ora como o bem-vindo pistoleiro que chega e resolve todos os problemas, ora como o estranho forasteiro que representa uma ameaça.

Veja a lista dos dez assuntos selecionados:

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#CartaDoTemer vira oportunidade para agências de fact checking e novo jornal digital mostrarem serviço

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A terça-feira entrou para a história da política brasileira com a divulgação da carta escrita pelo vice-presidente Michel Temer endereçada à presidente Dilma e que traz críticas sobre a forma como ele acredita estar sendo tratado – “apenas decorativo” e desprestigiado.

Foram muitos memes. Mutos. Incluindo também “análises” bem humoradas como a do Marcelinho, um personagem popular entre o povo que curte zoeira na internet.

Mas a divulgação também foi uma boa oportunidade para agências de fact checking, que estão dando os primeiros passos no jornalismo digital brasileiromostrarem serviço. Tanto Lupa quanto Aos Fatos publicaram análises checando os episódios citados na carta para atestar a veracidade ou não do que disse Temer. Por sua vez, o recém-lançado Nexo Jornal publicou uma reportagem contextualizando cada um dos tópicos apresentados na carta.

Confira:

Agência Lupa: Agenda da vice-presidência desdiz Temer 

Aos Fatos: Em carta a Dilma, Temer se atrapalha com número de votos e fidelidade da própria sigla

Nexo Jornal: A carta de Temer a Dilma, contextualizada ponto a ponto

Jornalismo e mídias sociais

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O Facebook me lembrou na sexta-feira que em outubro de 2011 estive na faculdade SATC para falar sobre jornalismo e mídias sociais com jornalistas e estudantes de jornalismo de Criciúma e região, no Sul de Santa Catarina. Na palestra, usando o jornalismo hiperlocal como cenário e como um filão para o jornalista empreender, abordei as possibilidades de uso das principais ferramentas de mídias sociais que estavam em alta na época (blog, Twitter, Facebook, Flickr, YouTube e Storify).

O cenário em termos de ferramentas mudou com a chegada de novas opções como Instagram, Periscope e WhatsApp, além do avanço tecnológico. Mas revendo o material da palestra, acredito que o cenário para empreender apostando no jornalismo hiperlocal ainda esteja no topo da lista de oportunidades para o “jornalista por conta própria”.

Das telas da apresentação, separei algumas para comentar aqui.

Hiperlocal ainda é uma alternativa?

Quatro anos depois eu ainda sou um entusiasta do jornalismo hiperlocal como um caminho para jornalistas e para veículos. Dentro de toda a discussão em torno de modelo de negócio viável para o jornalismo, investir no hiperlocal, como enfatizei nas telas da apresentação na SATC, agrega diferenciais sob o ponto de vista de atrair o leitor. E diria que hoje ainda mais – veja o caso do Informe Blumenau.

A oferta de informação é muito, mas muito maior em comparação com 2011. Tem muito conteúdo pulando por aí e precisando de especialistas para filtrar e apresentar o que realmente interessa e o que faz a diferença no dia a dia do leitor. Redação e comercial podem refletir a respeito.

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O Editor de Mídias Sociais para fazer a diferença

Lembro de na época da palestra pensar e escrever muito a respeito da forma como meus colegas jornalistas lidavam com as mídias sociais. Via muito oba-oba e pouca noção real do papel do jornalista na relação com Twitter e Facebook, principalmente.

O que se via na época e que se vê muito mais hoje, infelizmente (e graças ao Instagram), é transformar em manchete o que as celebridades publicam nas suas redes. É pouco para o tanto de potencial que as mídias sociais proporcionam. Temos exemplos de mudanças de mentalidade como o Storyful e o recente Vozes, do novo DC, que amplificam o que se diz nas redes sociais fazendo curadoria de conteúdo.

Sobre a função, acredito que as tarefas de um editor de mídias sociais tenham sido incorporadas pelos editores. E veja que as redações precisam de novos editores no expediente como Editor de Integração (para redações multiplataformas) e Editor de Fim de Semana  (para organizar e distribuir o conteúdo para incrementar a audiência nos dias de menores acessos).

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Confira a primeira edição do especial Grandes Temas para Discussão sobre Jornalismo Digital

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Acesse a página do especial Grandes Temas para Discussão sobre Jornalismo Digital.

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Tem novidade no jornalismo digital de Blumenau

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Depois de deixar o Grupo RIC, o jornalista Alexandre Gonçalves lança na próxima segunda-feira (28) sua nova plataforma digital. Não, não estou falando de mim. O Alexandre Gonçalves que também deixou a RIC é outro. Estou falando do meu xará e amigo Alexandre Gonçalves de Blumenau, que encerrou recentemente seu vínculo com o Grupo RIC depois de quase 11 anos como gerente de jornalismo na RICTV Record da terra da Oktoberfest e agora está retomando o Informe Blumenau, seu antigo endereço na internet, mas com uma proposta diferente, mais ampla.

Boa parte do que vem por aí no novo Informe Blumenau é detalhada no vídeo do programa piloto que Gonçalves e o jornalista Fabrício Theophilo, que também participa do novo projeto, divulgaram nesta quarta-feira (23). A proposta é ser referência no conteúdo regional, independente, abrindo espaço também para a participação do público em geral e de personalidades da região convidadas para publicação de artigos. Na gestão comercial, a estratégia engloba a produção de vídeos patrocinados de empresas e entidades, como detalha Gonçalves no vídeo.

Há duas semanas, conversei com o Gonçalves aqui em Florianópolis sobre o projeto e gostei muito da proposta. Ele é um jornalista renomado em Blumenau, talvez o de maior credibilidade na cidade, e isto certamente irá contribuir para o sucesso do Informe Blumenau. Some-se a isso uma visão clara dos caminhos que podem ser tomados para viabilizar o projeto, com os pés no chão e com disposição para inovar, fazer diferente. Já estou contribuindo com o projeto prestando uma consultoria informal, mas também terei um espaço lá para escrever sobre jornalismo digital.

Sorte para o xará e para o Theophilo e que seja muito bem-vinda esta nova empreitada digital encampada por jornalistas.

Assista ao piloto e favorite o www.informeblumenau.com no seu navegador.

O outro Alexandre Gonçalves

A coincidência de nomes e de profissão entre a gente foi uma piada recorrente no período em que estive na RIC (julho de 2011 a março de 2015). Tipíca piada de standup, boa para quebrar o gelo nas apresentações que fiz em encontros regionais ou outros eventos do Grupo (só perdia para aquela que eu dizia que era da internet, mas não configurava e-mail). Mas muito antes, antes mesmo dos dois Alexandres se conhecerem pessoalmente, já rolava a confusão.

Escrevi sobre isso no Coluna Extra, em 2008:

Observando os dados do contador de acessos do blog, reparei que nos últimos dias um bom número de internautas chegou até o Coluna Extra procurando por “alexandre gonçalves” no Google (o link do Coluna Extra aparece em primeiro lugar). E como os dados indicam que os que fizeram essa busca são de Blumenau, cheguei a seguinte conclusão: o “alexandre gonçalves” que eles procuram no Google não sou eu, mas sim o Alexandre Gonçalves, também jornalista, coordenador de jornalismo e apresentador da RIC/Record de Blumenau.

Não é a primeira vez que me confundem com o xará de Blumenau: certa vez, um editor de um jornal aqui da capital ligou para a editora Empreendedor, onde eu trabalhava, querendo falar “comigo”. E depois que eu disse alô, ele já entrou naquele tom amigão. “E aí, há quanto tempo estás aqui em Floripa?”, perguntou. No que falei, ele percebeu a gafe e pediu desculpas.

Agora, a “confusão”, que trouxe visitantes para o Coluna Extra, tem mais um ingrediente: o Alexandre Gonçalves de Blumenau também tem um blog. Por isso, se você entrou aqui procurando pelo blog do apresentador da RIC/Record, o blog dele não é o Coluna Extra. O dele é o Informe Blumenau e o link é http://informeblumenau.blogspot.com. E se durante a visita ao Coluna Extra, ainda que involuntária, gostou do que viu, este Alexandre Gonçalves faz o convite: volte sempre.

Confira o site da pesquisa sobre como nascem e evoluem as iniciativas digitais de jornalistas no Brasil

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Já está no ar o site da pesquisa Empreendimentos do Jornalismo digital brasileiro, iniciativa do jornalista Sérgio Lüdtke, coordenador do Master em Comunicação e Mídias Digitais do Instituto Internacional de Ciências Sociais – IICS.

No site, além de todas as informações sobre a pesquisa, que tem o objetivo de “verificar o estado do empreendedorismo digital no jornalismo brasileiro e identificar padrões na criação e evolução das iniciativas nessa área”, já estão reunidos também depoimentos de colegas jornalistas que já empreendem na internet, como Bora.ai e Mural.

O site conta ainda com uma área para indicação de cases. Segundo site, os dados serão coletados até o dia 16 de outubro próximo e os resultados divulgados a partir de novembro. Lüdtke espera reunir dados de 150 empreendimentos.

Acesse:

www.interatores.com.br

Sobre empreendededorismo no jornalismo

A Folha de S.Paulo publicou sábado (12) uma reportagem especial sobre iniciativas empreendedoras no jornalismo brasileiro. Microempresas jornalísticas surgem, mas modelo de negócios é desafio cita e analisa cases, aponta tendências e discute o modelo de negócio para viabilização dos produtos e serviços digitais empreendidos por jornalistas.

Confira no site da Folha S.Paulo (para assinantes)

Veja também:

“Diversificar as fontes de renda é uma necessidade e tem que ser considerada desde o início”, diz pesquisadora

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“O campo está aberto, pode ser minado aqui ou ali, mas há muitos espaços seguros”

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“Há mais de 10 anos venho lendo e pesquisando sobre esta relação jornalista X Internet, como diziam aqueles que visualizavam o caos, o fim do jornalismo. Basta aprofundar pouco a mais o olhar para enxergar que esta relação está mais para Jornalista & Internet. O campo está aberto, pode ser minado aqui ou ali, mas há muitos espaços seguros.”

Comentário de Paulo Breiten no post Jornalistas por conta própria

Jornalistas por conta própria

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Reparou na quantidade de posts sobre empreendedorismo no jornalismo que publiquei aqui no Primeiro Digital nos últimos dias? Não, o blog não é sobre empreendedorismo. É sobre jornalismo digital. Mas se hoje a gente vê todas estas iniciativas empreendedoras encabeçadas por jornalistas, não tenho receio de afirmar que o motor deste movimento tem tudo a ver com a internet.

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Quem falou que jornalista não pode ser empreendedor?

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Leia o conteúdo completo no site Projeto Draft.

Confira também:

“Diversificar as fontes de renda é uma necessidade e tem que ser considerada desde o início”

“Diversificar as fontes de renda é uma necessidade e tem que ser considerada desde o início”, diz pesquisadora

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A jornalista Patrícia Gomes passou os últimos meses estudando modelos de negócio no jornalismo no Brasil e o resultado é um documento – disponível no Medium, em inglês – que apresenta cases que ajudam a apontar caminhos para quem quer empreender na área. O estudo “Novos modelos de negócios para o jornalismo – como dez organizações brasileiras estão fazendo dinheiro – ou tentando” foi apresentado por ela como trabalho de mestrado em Liderança e Estratégia de Mídia, pela Medill School of Journalism da Northwestern University, em Chicago (EUA).

Os dez negócios analisados pela jornalista foram: BrioJOTAEscola de DadosCatraca Livre, Papo de Homem, Ponte, Mural,  J++InfoAmazônia e Porvir. Nesta entrevista exclusiva ao Primeiro Digital, com base nos cases estudados por ela, Patrícia analisa o empreendedorismo no jornalismo e também o perfil do jornalista empreendedor. “O perfil varia bastante em idade, anos de experiência e até na questão socioeconômica”, diz a pesquisadora. “O que une esses profissionais todos é a clareza de que tem alguma área no jornalismo que não está sendo bem coberta e que eles podem fazer diferente”.

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Internet: fazer a diferença não sai de graça

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por Anderson Gomes

Sendo empreendedor da área digital há mais de sete anos, já atuei em mais de 600 projetos digitais. E um problema que sempre procurei combater é a ideia criada de que “tudo que está a internet tem que ser de graça ou por um valor irrisório”. Sim os produtos e serviços comercializados pela web tem uma tendência de ser mais barato, mas não (quase de graça ou) de graça. Este tipo de equívoco mental só faz com que os envolvidos percam muito dinheiro. Exemplos não faltam:

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