10 assuntos sobre jornalismo, jornalistas e marketing digital para falar em 2019

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Vamos ficar falando de fake news ou vamos trocar o disco em 2019 e dedicar um bom tempo para tratar de outros temas tão relevantes quanto para o jornalismo, os jornalistas e o marketing digital? Em resposta para a provocação que fiz no post anterior aqui no Primeiro Digital, fiz uma lista de 10 assuntos que eu particularmente gostaria de ver mais discussões e mais gente interessada em trocar de ideias a respeito.

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Blumenau em clima de Oktoberfest e de novidades no jornalismo digital

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Blumenau já está vivendo toda a animação com a edição 2017 da Oktoberfest, a maior festa alemã do Brasil. Mas neste mês de outubro, a cidade catarinense também está em clima de novidades no jornalismo digital.

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Vamos conversar sobre empreender no jornalismo?

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No próximo dia 4 de setembro, a convite da Hostinger, empresa de hospedagem de sites, estarei ao lado da jornalista e colunista Laura Coutinho participando de uma conversa sobre empreendedorismo no jornalismo, com foco na internet (tema recorrente aqui no Primeiro Digital – veja links nos Posts Relacionados) .  A ideia é compartilhar ideias a respeito do tema, como oportunidades, posicionamento, formação, modelos de negócio, áreas de atuação, marketing digital, entre outros. Começa às 20h, na Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), na SC-401, em Florianópolis.

A inscrição é gratuita e deve ser feita no site www.weblink.com.br/landing-palestra

Serviço
Como um jornalista pode empreender online?
4 de setembro
20h
ACATE (Primavera Garden, SC-401)
Inscrição Gratuita

Estudo revela perfil de 100 startups de notícias da América Latina

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Foi divulgado ontem (20) o estudo Ponto de Inflexão – Impacto, Ameaças e Sustentabilidade: Um estudo dos Empreendedores Digitiais Latino-Americanos, focado em negócios criados por jornalistas. A iniciativa da SembraMedia, com o apoio da Omidyar Network, contou com um grupo de pesquisadores para analisar 100 startups de notícias digitais, sendo 25 da Argentina, 25 do Brasil, 25 da Colômbia e 25 do México.

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Série do Primeiro Digital destaca iniciativas digitais de Santa Catarina

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O Primeiro Digital inicia a partir de hoje uma série batizada de “Iniciativas Digitais SC”, que tem o objetivo de destacar novos projetos digitais independentes, criados por jornalistas aqui em Santa Catarina.

A ideia é mostrar iniciativas na linha de sites como o Informe Blumenau e o Farol Reportagem, ambos já destacados aqui no blog. Entre os projetos mapeados para a série estão sites, blogs e newsletters. Em comum, a vontade dos colegas de empreender no digital, de experimentar formatos, nichos, públicos, modelos de negócio e plataformas.

Os criadores dos projetos serão questionados sempre em três aspectos:

  • A motivação para criar o projeto;
  • O propósito do projeto; e
  • O desafio enfrentado para criação e manutenção do projeto.

Confira a primeira iniciativa digital.

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Do “Alex Informa” ao RD Summit 2016: o jornalista como profissional da informação

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Lá pelos anos 1999, 2000, eu já estava no mercado de trabalho, com dois empregos – revista de economia e negócios e assessoria de imprensa na área de educação – e isso estava me cansando não só pela dupla jornada, mas pela falta de perspectiva profissional. Resolvi ir estudar marketing, pensando em ampliar o horizonte fora do jornalismo. Encontrei um curso numa faculdade aqui da região e me inscrevi. Aulas aos sábados durante quase 2 anos. Marketing digital? Não, “marketing de raiz”, Kotler na veia.

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Do ijnet: “Tentar significa falhar. Falhar significa aprender”, diz empreendedora de jornalismo

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A cofundadora de um dos mais importantes sites de jornalismo investigativo na Colômbia, La Silla Vacia (A Cadeira Vazia), tem alguns conselhos para aqueles que estão pensando em criar seu próprio site, aplicativo ou outro produto:

“Não pense, faça. Fazer as coisas é a melhor maneira de aprender. Tentar significa falhar. Falhar significa aprender”, diz Olga Lucia Lozano, editora criativo do La Silla Vacia.

(…)

Lozano acredita que os jornalistas precisam educar-se constantemente. Devem compartilhar o que aprendem para que outros possam evitar cometer os mesmos erros. Parte do valor adicionado do La Silla Vacia, diz ela, está nas oficinas e seminários sobre jornalismo investigativo que a equipe oferece para outros meios de comunicação em toda a América Latina.

A equipe está constantemente experimentando novas formas de contar histórias online e novas formas de financiar seu jornalismo. Ela vê as experiências como um cientista: se não produz o resultado desejado, não é um fracasso. É uma experiência de aprendizagem que deve ser compartilhada.

Leia o texto completo no ijnet.

“Quem financia a mídia digital?” é tema de curso em Florianópolis

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O ISCOM (Instituto Superior de Comunicação) promove nos dias 11 e 25 de junho, em Florianópolis, o curso “Quem financia a mídia digital?”, ministrado pelo jornalista, professor e pesquisador Jacques Mick. O objetivo do curso é “refletir sobre a crise no padrão de financiamento da mídia jornalística, em particular nos formatos digitais, a partir de uma perspectiva histórico-sociológica que a situa no tempo e a interpreta, recorrendo aos conceitos de campo e habitus”.

As vagas são limitadas.

Todas as informações estão na página do curso no site do ISCOM.

Confira os primeiros resultados da pesquisa “Empreendimentos digitais do jornalismo brasileiro”

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O jornalista e pesquisador Sérgio Lüdtke divulgou no último sábado (21), durante o 1º Encontro de Jornalismo e Empreendedorismo, os primeiros resultados da pesquisa pretende mapear como surgem e crescem os novos empreendimentos digitais do jornalismo no Brasil. “A pesquisa buscou informações de mais de 200 iniciativas independentes e considerou, para a composição do resultado final, 64 empreendimentos digitais com compromisso de arrecadar, ainda que alguns deles não visem lucro”, escreve Lüdtke no site Interatores.

No slide abaixo, ele reuniu os primeiros resultados que foram apresentados no evento de sábado. Para saber mais sobre a pesquisa no site do Interatores.

Assista aos vídeos dos debates do 1º Encontro de Jornalismo e Empreendedorismo.

@onabrasil disponibiliza vídeos dos debates do Encontro de Jornalismo e Empreendedorismo

Vídeo

A ONA Brasil publicou em seu canal no YouTube os vídeos dos quatro debates realizados durante o 1º Encontro de Jornalismo e Empreendedorismo no último sábado. Assista.

Tema: Jornalismo e Sustentabilidade Financeira

Tema: Jornalismo de dados

Tema: Jornalismo digital

Tema: Empreendendo no Jornalismo

E no Twitter do Primeiro Digital, você confere os tweets que foram compartilhados no sábado pelos participantes do encontro: @PrimeiroDigital.

As mudanças no BRIO e o que observar para empreender melhor no jornalismo digital

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O BRIO foi um dos projetos de jornalismo mais festejados recentemente, aperando sempre com destaque em estudos, listas e reportagens sobre modelos de negócio no ambiente digital. Mas alguma coisa não funcionou como esperavam seus criadores. O BRIO não acabou, mas, seis meses depois de seu lançamento, está revendo sua estratégia e seu modelo. E quem conta isso é Breno Costa, editor-executivo e um dos fundadores da plataforma, no artigo Razões para otimismo com o jornalismo, onde ele apresenta um panorama do que aconteceu e do que deve acontecer com o BRIO no futuro.

Há seis meses, quando a vida política nacional estava aquecida, mas não fervendo, publiquei um texto aqui no Medium admitindo um início problemático do BRIO, mas com viés otimista, apesar dos pesares. Neste momento, permito-me ser ainda mais otimista.

Para quem não sabe, o BRIO é uma iniciativa jornalística independente, mas ainda não sustentável. Suas operações, inicialmente bancadas pelas próprias economias de seus cinco sócios, agora dependem diretamente de aportes de investidor. Não geramos até o momento nenhuma receita própria — embora ainda não tenhamos colocado nada em prática. Digamos que estamos em fase de experimentações.

O modelo de negócios originalmente pensado baseava-se na cobrança pelo acesso às reportagens que publicaríamos. Pouco antes do lançamento, decidimos alterar a estratégia e liberar o acesso gratuito. No dilema do ovo e da galinha, optamos por criar primeiro a galinha para depois colhermos os ovos. Era a opção mais sensata, mas, por motivos já explicados anteriormente, não alcançamos o objetivo de gerar audiência relevante — o que nos levou a promover diversas mudanças, em especial a migração do nosso conteúdo para o Medium.

Leia o artigo completo.

Para empreender melhor no jornalismo digital

Como provocação, e não falo especificamente do BRIO, mas às vezes fico com a impressão que os projetos empreendedores em jornalismo digital são projetos para o “mundinho dos coleguinhas”. Ou seja, não ultrapassam as redações e viram “coisa de e para jornalistas”. Talvez esteja exagerando, mas é isso o que vejo, apesar de enxergar qualidade excepcional em projetos como o Nexo Jornal, por exemplo, parece não haver uma comunicação mais efetiva para um segmento que não seja o dos jornalistas.

Outro observação a partir do texto do Breno Costa é que vivemos – principalmente na internet – um empreendedorismo muito influenciado pelo modelo de startups com ganho em escala, baixo custo sobre investimento, foco na resolução de um problema, base para pivotar e tempo de duração às vezes até limitado. Chamo atenção para estes dois últimos itens.

“Pivotar” é uma ação que tenho tentando aplicar em tudo o que faço desde que fiz o Master em Jornalismo na IICS / Universidade de Navarra, em 2014, e li “Comece por você“. Vem da movimentação do pivô do basquete. Importante ter uma base ou um ponto de partida que possa permitir mudanças de direção, foco, mercado. Poucos, fora do ambiente das startups, têm esta esta visão que é tão útil em tempos de busca de oportunidades.

Sobre a duração do negócio, óbvio que ninguém investe em seu próprio negócio sem a intenção de que ele dure para sempre. Mas diante da velocidade com que as coisas acontecem no digital, é preciso estar alerta e se não der para pivotar, pratica-se o desapego, vira-se a página, troca-se o disco. Insistir com um projeto sem retorno e longe do que o mercado precisa ou procura pode se tornar um poço sem fundo para o bolso. Seja convicto, mas não teimoso.

8 destaques do Primeiro Digital

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Clique nas imagens e confira as sugestões de leitura dos posts mais recentes do Primeiro Digital.

Omelete no ponto

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Não é de hoje que o Omelete vem se mostrando com um dos principais sites de conteúdo da internet brasileira. A turma lá sabe como fazer a cobertura do universo da cultura pop e virou autoridade no assunto com iniciativas como a de hoje: às 15h, fizeram uma transmissão ao vivo em seu ótimo canal no YouTube para comentar o novo trailer do aguardado “Capitão América: Guerra Civil”, que contou com a primeira aparição do Homem-Aranha, agora devidamente integrado aos estúdios Marvel – fato relevante para quem curte quadrinhos e filmes de super-heróis.

E o Omelete, com o programa em cima do lance, apresentado por Érico Borgo e Marcelo Hessel, alcançou a marca de 35 mil pessoas assistindo à transmissão simultaneamente. Para ter ideia da relevância do número, em São Paulo, 1 ponto de audiência da TV equivale a 58.235 lares. Ou seja, uma transmissão do YouTube chegou perto de 1 ponto – índice que redes como Rede TV! e Band custam a alcançar. E mais: o número de hoje foi maior que o alcançado durante a transmissão ao vivo feita durante a entrega do Oscar, quando 31 mil pessoas assistiram simultaneamente aos comentários da equipe do Omelete. 

Assista ao programa do Omelete sobre “Capitão América: Guerra Civil”

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Confira a segunda edição do especial Grandes Temas para Discussão sobre Jornalismo Digital

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Acesse a página do especial Grandes Temas para Discussão sobre Jornalismo Digital.

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O assunto do ano

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Chegando ao fim de 2015, reuni neste post os dez assuntos que apareceram aqui no Primeiro Digital no decorrer do ano e que considero como os mais importantes e relevantes também por apontarem tendências e caminhos para o meio digital. Não foi um ano fácil, mas pela lista dá para ver que foi um ano movimentado para o bem ou para mal do mercado. Ainda pairam dúvidas sobre para onde vai o jornalismo em geral, tendo o digital como protagonista tal e qual em um faroeste: ora como o bem-vindo pistoleiro que chega e resolve todos os problemas, ora como o estranho forasteiro que representa uma ameaça.

Veja a lista dos dez assuntos selecionados:

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#CartaDoTemer vira oportunidade para agências de fact checking e novo jornal digital mostrarem serviço

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A terça-feira entrou para a história da política brasileira com a divulgação da carta escrita pelo vice-presidente Michel Temer endereçada à presidente Dilma e que traz críticas sobre a forma como ele acredita estar sendo tratado – “apenas decorativo” e desprestigiado.

Foram muitos memes. Mutos. Incluindo também “análises” bem humoradas como a do Marcelinho, um personagem popular entre o povo que curte zoeira na internet.

Mas a divulgação também foi uma boa oportunidade para agências de fact checking, que estão dando os primeiros passos no jornalismo digital brasileiromostrarem serviço. Tanto Lupa quanto Aos Fatos publicaram análises checando os episódios citados na carta para atestar a veracidade ou não do que disse Temer. Por sua vez, o recém-lançado Nexo Jornal publicou uma reportagem contextualizando cada um dos tópicos apresentados na carta.

Confira:

Agência Lupa: Agenda da vice-presidência desdiz Temer 

Aos Fatos: Em carta a Dilma, Temer se atrapalha com número de votos e fidelidade da própria sigla

Nexo Jornal: A carta de Temer a Dilma, contextualizada ponto a ponto

Tem novidade no jornalismo digital de Blumenau

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Depois de deixar o Grupo RIC, o jornalista Alexandre Gonçalves lança na próxima segunda-feira (28) sua nova plataforma digital. Não, não estou falando de mim. O Alexandre Gonçalves que também deixou a RIC é outro. Estou falando do meu xará e amigo Alexandre Gonçalves de Blumenau, que encerrou recentemente seu vínculo com o Grupo RIC depois de quase 11 anos como gerente de jornalismo na RICTV Record da terra da Oktoberfest e agora está retomando o Informe Blumenau, seu antigo endereço na internet, mas com uma proposta diferente, mais ampla.

Boa parte do que vem por aí no novo Informe Blumenau é detalhada no vídeo do programa piloto que Gonçalves e o jornalista Fabrício Theophilo, que também participa do novo projeto, divulgaram nesta quarta-feira (23). A proposta é ser referência no conteúdo regional, independente, abrindo espaço também para a participação do público em geral e de personalidades da região convidadas para publicação de artigos. Na gestão comercial, a estratégia engloba a produção de vídeos patrocinados de empresas e entidades, como detalha Gonçalves no vídeo.

Há duas semanas, conversei com o Gonçalves aqui em Florianópolis sobre o projeto e gostei muito da proposta. Ele é um jornalista renomado em Blumenau, talvez o de maior credibilidade na cidade, e isto certamente irá contribuir para o sucesso do Informe Blumenau. Some-se a isso uma visão clara dos caminhos que podem ser tomados para viabilizar o projeto, com os pés no chão e com disposição para inovar, fazer diferente. Já estou contribuindo com o projeto prestando uma consultoria informal, mas também terei um espaço lá para escrever sobre jornalismo digital.

Sorte para o xará e para o Theophilo e que seja muito bem-vinda esta nova empreitada digital encampada por jornalistas.

Assista ao piloto e favorite o www.informeblumenau.com no seu navegador.

O outro Alexandre Gonçalves

A coincidência de nomes e de profissão entre a gente foi uma piada recorrente no período em que estive na RIC (julho de 2011 a março de 2015). Tipíca piada de standup, boa para quebrar o gelo nas apresentações que fiz em encontros regionais ou outros eventos do Grupo (só perdia para aquela que eu dizia que era da internet, mas não configurava e-mail). Mas muito antes, antes mesmo dos dois Alexandres se conhecerem pessoalmente, já rolava a confusão.

Escrevi sobre isso no Coluna Extra, em 2008:

Observando os dados do contador de acessos do blog, reparei que nos últimos dias um bom número de internautas chegou até o Coluna Extra procurando por “alexandre gonçalves” no Google (o link do Coluna Extra aparece em primeiro lugar). E como os dados indicam que os que fizeram essa busca são de Blumenau, cheguei a seguinte conclusão: o “alexandre gonçalves” que eles procuram no Google não sou eu, mas sim o Alexandre Gonçalves, também jornalista, coordenador de jornalismo e apresentador da RIC/Record de Blumenau.

Não é a primeira vez que me confundem com o xará de Blumenau: certa vez, um editor de um jornal aqui da capital ligou para a editora Empreendedor, onde eu trabalhava, querendo falar “comigo”. E depois que eu disse alô, ele já entrou naquele tom amigão. “E aí, há quanto tempo estás aqui em Floripa?”, perguntou. No que falei, ele percebeu a gafe e pediu desculpas.

Agora, a “confusão”, que trouxe visitantes para o Coluna Extra, tem mais um ingrediente: o Alexandre Gonçalves de Blumenau também tem um blog. Por isso, se você entrou aqui procurando pelo blog do apresentador da RIC/Record, o blog dele não é o Coluna Extra. O dele é o Informe Blumenau e o link é http://informeblumenau.blogspot.com. E se durante a visita ao Coluna Extra, ainda que involuntária, gostou do que viu, este Alexandre Gonçalves faz o convite: volte sempre.

Ganhando dinheiro na internet…no ano 2000

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“Ganhando dinheiro na internet” foi lançado há exatos 15 anos também no Brasil. Li na época do lançamento. Gostei, ainda que seja claramente um livro para americanos, focado no perfil do público dos EUA. Seus autores, Paul e Sarah Edwards são entusiastas até hoje da ideia do “trabalhe em casa, ganhe dinheiro e faça sucesso”.  Mas calma. O livro não tem nada a ver com os anúncios picaretas que pintam nos classificados com o título “trabalhe em casa”. É um livro que traz exemplos de negócios que bombavam na época (final dos anos 90) e que poderiam inspirar empreendedores a entrar nos anos 2000 investindo em alguma nova ideia. Para quem é do jornalismo, o livro tem como destaque uma lista de 175 negócios online, entre os quais muitos que poderiam perfeitamente ser implantados por um de nós (alguns dos negócios envolvem serviços de produção e distribuição de informação).

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A minha edição não está à venda. E não tenho informação se houve uma nova edição atualizado. Mas na internet é possível encontrar exemplares à venda (baratinho), caso você tenha curiosidade de voltar no tempo para buscar inspiração. Lembrei de “Ganhando dinheiro na internet” depois que a professora Maria José Baldessar me envio o livro para um post do Slate que vai nesta mesma linha. É de 2014, mas vale dar uma olhada:

76 Ways to Make Money in Digital Media

Confira o site da pesquisa sobre como nascem e evoluem as iniciativas digitais de jornalistas no Brasil

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Já está no ar o site da pesquisa Empreendimentos do Jornalismo digital brasileiro, iniciativa do jornalista Sérgio Lüdtke, coordenador do Master em Comunicação e Mídias Digitais do Instituto Internacional de Ciências Sociais – IICS.

No site, além de todas as informações sobre a pesquisa, que tem o objetivo de “verificar o estado do empreendedorismo digital no jornalismo brasileiro e identificar padrões na criação e evolução das iniciativas nessa área”, já estão reunidos também depoimentos de colegas jornalistas que já empreendem na internet, como Bora.ai e Mural.

O site conta ainda com uma área para indicação de cases. Segundo site, os dados serão coletados até o dia 16 de outubro próximo e os resultados divulgados a partir de novembro. Lüdtke espera reunir dados de 150 empreendimentos.

Acesse:

www.interatores.com.br

Sobre empreendededorismo no jornalismo

A Folha de S.Paulo publicou sábado (12) uma reportagem especial sobre iniciativas empreendedoras no jornalismo brasileiro. Microempresas jornalísticas surgem, mas modelo de negócios é desafio cita e analisa cases, aponta tendências e discute o modelo de negócio para viabilização dos produtos e serviços digitais empreendidos por jornalistas.

Confira no site da Folha S.Paulo (para assinantes)

Veja também:

“Diversificar as fontes de renda é uma necessidade e tem que ser considerada desde o início”, diz pesquisadora

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Mensagem para quem empreende em jornalismo digital

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Da página do Master em Jornalismo do IICS no Facebook:

O jornalista Sérgio Lüdtke, coordenador do Master em Jornalismo Digital, está iniciando uma pesquisa sobre as iniciativas em jornalismo digital no Brasil. O foco é mapear as iniciativas, reunir informações sobre o ambiente mercadológico e identificar as práticas adotadas por empreendimentos em jornalismo digital fora das organizações tradicionais de mídia.

Sérgio pretende reunir informações de no mínimo 150 iniciativas. Para isso, está listando empreendimentos (individuais ou coletivos) que possam participar do projeto. As sugestões podem ser enviadas para ele no sergio.ludtke@gmail.com. O resultado da pesquisa será publicado ainda este ano, em um site que será criado para este fim.

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