Sobre o novo JN

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A sugestão de Chico Barney no Twitter para uma integração do novo Jornal Nacional com a internet é pura ironia por causa do nível dos comentários dos leitores do G1. Mas poderia ser uma forma de apresentar realmente algo novo, diferente no conteúdo. Reforçar o convite para rever as reportagens no Globo Play é pouco para tanto efeito especial.

Sobre o novo JN, leia as análises de Claiton Selistre, no Portal Making Of, e Maurício Stycer, no UOL.

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Gazeta do Povo: A última capa e o início de um novo modelo de negócio

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Esta é a última edição da Gazeta do Povo impressa em papel jornal, entregue diariamente no endereço de dezenas de milhares de assinantes e em bancas da grande Curitiba e de cidades do interior e do litoral do Paraná. A partir de amanhã, dia 1º de junho de 2017, a Gazeta passará a circular exclusivamente em suas plataformas digitais, no endereço gazetadopovo.com.br na internet e em seu aplicativo para smartphones e tablets, e também numa edição semanal, impressa em papel de alta qualidade. Com a mudança, o jornal, que já se estruturava como um veículo com foco no ambiente digital, passa a executar a estratégia mobile first, em que a produção de seu conteúdo se dirige, prioritariamente, a dispositivos móveis.

Este é o trecho que abre o texto publicado na edição desta quarta-feira (31) e que marca o fim da edição impressa da Gazeta do Povo, de Curitiba, um dos principais jornais do país. E que amanhã passa a viver uma nova era, um novo modelo de negócio e que poderá inspirar muitos outros veículos que buscam um caminho para a sustentabilidade do negócio.

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Mais detalhes sobre as mudanças na Gazeta do Povo

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No final deste mês de maio, a Gazeta do Povo, de Curitiba e um dos mais importantes jornais do Brasil, deixa de circular no formato impresso. Existirá somente no digital, em um projeto ousado que está chamando a atenção de jornalistas e donos de veículos. Ontem (16), o diretor de Redação da Gazeta do Povo, Leonardo Mendes Júnior, participou do webinar Exclusiva e na palma da mão: a nova Gazeta do Povo , promovido pelo programa de qualificação da ANJ (Associação Nacional de Jornais).

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Do BlueBus: A notícia como capital social

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Segundo a autora do estudo, Magali Coelho, os jovens brasileiros encaram de forma mais positiva a velocidade das notícias do que sua profundidade, e a maneira como lidam com este fluxo é a personalização. Através de diversas entrevistas qualitativas, foi possível codificar as grandes categorias pelas quais eles avaliam a utilidade das notícias (alternativas de aparelhos e plataformas, possibilidades de personalização, confiabilidade, opções de privacidade e facilidade/interesse de compartilhamento). Para os “millenials” brasileiros, as marcas jornalísticas tradicionais (e seus portais) são uma fonte avaliada com certas restrições, tanto por conta do conteúdo (muito parecido com o “jornal de papel” ou a “televisão antiga”, simplesmente transcrita para outro meio), quanto por causa do seu passado “manipulador”.

Leia o texto completo, assinado por Marcelo Coutinho, no BlueBus.

capital social

Notícias do Dia de cara nova no impresso e no online

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As edições de Florianópolis e Joinville do Notícias do Dia circula neste fim de semana com um novo projeto gráfico, nova identidade visual e nova colunas como parte das comemorações dos dez anos da publicação. No site do jornal do Grupo RIC (www.ndonline.com.br), as novidades chegaram primeiro (primeiro digital? ;)) e desde ontem (dia 2) os leitores estão conferindo o novo ND Online.

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Do Meio e Mensagem: ANJ descontinua métrica única de audiência

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Anunciado em outubro do ano passado pela Associação Nacional de Jornais (ANJ), o projeto da Métrica Única de Audiência foi paralisado em abril deste ano. “O custo era muito alto e os jornais queriam utilizar metodologias diferentes”, explica Ricardo Pedreira, diretor executivo da ANJ.

Leia o texto completo no Meio e Mensagem.

Ainda no Meio e Mensagem: Cai circulação dos grandes jornais no primeiro semestre de 2016

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Do blog @mauriciostycer: Rio-2016 marca transição de Globo e NBC da televisão para a Internet

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Se seguir a tendência dos últimos Jogos Olímpicos, a audiência global da Rio-2016 será ainda maior do que a de Londres. Mas a maior mudança será notada na forma de acompanhar os eventos. Pela primeira vez, a expectativa é que mais gente veja a cobertura das grandes emissoras por meio de aplicativos online do que pela própria televisão.

A NBC, que pagou US$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 4 bilhões) pelos direitos de transmissão da Rio-2016, promete exibir 2 mil horas de conteúdo por meio de 11 canais de TV e mais 4.500 horas pelo seu aplicativo online e por seu site. (…)

A Globo não tem números exatos a respeito. Promete exibir 1.000 horas, entre TV e plataformas digitais, sem especificar. Mas é fácil constatar que também exibirá volume maior fora, incluindo conteúdo exclusivo de competições, via internet. O SporTV, canal pago do grupo, terá 16 canais na TV e 40 em seu aplicativo. A emissora promete, assim, transmitir 100% das competições.

Leia o post completo no blog do jornalista Maurício Stycer no UOL.

rio 2016

Hora de filtrar melhor as participações pelo WhatsApp

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Pelo jeito não tem volta: o WhatsApp tomou conta do espaço como principal canal de interação com o público, principalmente no caso das rádios. E pouco importa o risco de depender de uma ferramenta de terceiros, ficando sujeito a regras e punições que podem prejudicar seu uso. O que está faltando de verdade agora é que sejam adotadas melhores práticas para que as participações tenham relevância, contribuam de fato para o conteúdo da programação e não sirvam apenas para encher linguiça.

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