Criando podcast: Momentos de reflexão, registros de novas ideias e estudos de possibilidades

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por ALEXANDRE GONÇALVES

Minha jornada em torno da criação do meu podcast continua. “Ah, mas que enrolação”, vocês podem pensar. Parece, pode ser, mas sinceramente não é. É apenas uma decisão de encaixar o podcast da melhor maneira possível na minha rotina para que eu comece e continue. Não quero fazer um “devezenquandário”. Frequência, lá como cá, é fundamental para criar hábito e cativar o público.

Por isso, posso estar um pouco ansioso, mas não apressado para entrar para valer na podosfera. Enquanto isso, participo de iniciativas como o Extrema Imprensa, ao lado do amigo Gastão Cassel. E mantenho a rotina de pensar sobre o que pretendo fazer.

No meu bat-bloco de utilidades, metódico como o Homem-Morcego, tenho registrado reflexões sobre o processo de criação de podcasts, levando em consideração que trata-se de uma produção independente. Tenho pensado, por exemplo, sobre:

  • Como tornar a rotina de produção confortável para mim?
  • Como tornar natural o processo de gravação?
  • Gravar em pé? Gravar sentado?
  • É melhor escrever roteiros, usar PPT com tópicos para falar a respeito ou adotar modelo de perguntas sobre tema em foco no episódio?
  • Como seria gravar posts do Primeiro Digital?
  • Qual o modelo de negócio adequado?

Tenho anotado também que meu propósito será sempre o de compartilhar ideias, boas práticas, experiência e rotinas. Mas também quero me divertir ao fazer algo novo, diferente e que remete a uma paixão (o rádio), abre oportunidades (para produtos próprios e para terceiros) e propõe desafios (“alô, som, alô som…”). Nunca perco isso tudo de vista porque é o que me move. E é o que me faz anotar temas e primeiras ideias de roteiro e edição.

Ao mesmo tempo, o momento do podcast (“virou modinha”, pode dizer…) mexeu com uma das minhas manias: rabiscar novas ideias de produtos.

A lista sempre foi variada, indo de novos blogs, portais e aplicativos a livros, colunas, serviços de curadoria, boletins estratégicos, newsletters e até condomínio virtual de negócios de comunicação. Tudo fruto de insights a partir de leituras, participações em eventos e análises de tendências.

A mania continua, bloco e caneta sempre à mão, mas agora só tenho rabiscados ideias para podcasts (tem cura?). Programas de temporada, programas temáticos, programas informativos, programas hiperlocais, documentários em áudio…

Sei que preciso controlar meu “ímpeto criativo” e focar no meu podcast, mas é um ótimo exercício enxergar todo o potencial de um formato e suas possibilidades. Foi assim com o blog e está sendo assim com o podcast. “Santa constatação, Batman!”.

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