Dia do Disco de Vinil: Mais do que (re)descobertas, uma reconexão com a música na pandemia

dia do disco de vinil
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Pouco antes da pandemia do coronavírus ser declarada, comprei uma vitrola. Já tinha desencanado dos meus LPs. Não eram muitos, mas alguns eu vendi e outros eu doei. Mas a compra da vitrola não foi por nostalgia nem para (re)descobrir minha modesta coleção. Foi uma maneira de me reconectar com a música. Ou melhor, tirar da música a função principal que ganhou de mim nos últimos anos de trabalho em casa: ser minha companheira de trabalho.

E que companheira!

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Outro legado de Chadwick Boseman

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A morte do ator Chadwick Boseman, o Pantera Negra do Universo Cinematográfico da Marvel, aos 43 anos, após sua luta privada contra um câncer de cólon, pegou a todos de surpresa e causou grande comoção desde seu anúncio, na noite de sexta-feira.

A interpretação de Boseman do maior herói negro dos quadrinhos se tornou icônica, o filme bateu recorde de bilheteira e, o mais importante, a representatividade de seu Pantera Negra extrapolou a tela do cinema para servir de inspiração e afirmação para crianças, jovens e adultos em todo o mundo.

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O SEO foi ao cinema: Qual o nome do filme?

filme da arlequina
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Há uma semana chegou aos cinemas Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (Birds of Prey: And the Fantabulous Emancipation of One Harley Quinn), produção dos estúdios Warner Bros, baseada em personagens dos quadrinhos da DC Comics.

A bilheteria do fim de semana de abertura nos Estados Unidos ficou abaixo do esperado: US$ 33 milhões quando a projeção era US$ 50 milhões. E apenas três dias após a estreia, no dia 10, a Warner tomou uma decisão: alterar o nome do filme para melhorar o SEO para facilitar o acesso aos sites de vendas de ingresso e de redes de cinema.

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Mapa Mental 🤔 #21 | As fake news vão ao cinema; e mais

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Nesta edição:

– As fake news vão ao cinema
– “Aí sim fomos surpreendidos” (ou tapeados)
– Intercept além da #VazaJato
– Podcasts devem faturar US$ 1 bilhão
– Obrigado, leitor
– Não há limites para uma selfie…

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Mapa Mental 🤔 #10 | No embalo dos Vingadores; e mais

mapa mental
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Nesta edição:

– No embalo dos Vingadores
Música fatura; e o jornalismo?
– A última do Facebook
– Saiba quanto ganha um influenciador digital
– O vacilo do SporTV
– A volta de Miguel Livramento
– Confira a agenda de cursos

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Omelete no ponto

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Não é de hoje que o Omelete vem se mostrando com um dos principais sites de conteúdo da internet brasileira. A turma lá sabe como fazer a cobertura do universo da cultura pop e virou autoridade no assunto com iniciativas como a de hoje: às 15h, fizeram uma transmissão ao vivo em seu ótimo canal no YouTube para comentar o novo trailer do aguardado “Capitão América: Guerra Civil”, que contou com a primeira aparição do Homem-Aranha, agora devidamente integrado aos estúdios Marvel – fato relevante para quem curte quadrinhos e filmes de super-heróis.

E o Omelete, com o programa em cima do lance, apresentado por Érico Borgo e Marcelo Hessel, alcançou a marca de 35 mil pessoas assistindo à transmissão simultaneamente. Para ter ideia da relevância do número, em São Paulo, 1 ponto de audiência da TV equivale a 58.235 lares. Ou seja, uma transmissão do YouTube chegou perto de 1 ponto – índice que redes como Rede TV! e Band custam a alcançar. E mais: o número de hoje foi maior que o alcançado durante a transmissão ao vivo feita durante a entrega do Oscar, quando 31 mil pessoas assistiram simultaneamente aos comentários da equipe do Omelete. 

Assista ao programa do Omelete sobre “Capitão América: Guerra Civil”

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O recado do Omelete para os “comentaristas de internet”

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Sou fã do Omelete, um dos mais importantes ou quem sabe até o mais importante site de cultura pop da internet brasileira. Além do site e da cobertura especial de tudo o que assunto nos segmentos de cinema, séries, quadrinhos e games, o pessoal do Omelete uma programação diária no YouTube, de segunda a sexta, às 20h, para conversas animadas entre os integrantes da redação.

No programa desta segunda-feira, no entanto, o tom foi mais sério. Em vez de comentários e notícias sobre filmes da Marvel ou filmes da DC Comics, por exemplo, o assunto do OmeleTV foi o comportamento dos “comentaristas de internet”, os sabichões que “sabem tudo” e conseguem despejar ódio até em posts e vídeos sobre cultura pop ou cultura nerd. Ou seja, não há limites nem humor para os haters de plantão.

O título do programa já diz tudo: Seja você mesmo: Não se sinta obrigado pela internet. A turma do Omelete (nesta edição, Érico Borgo, Natália Bridi e Thiago Romariz) cita como exemplo os comentários raivosos que foram publicamos em conteúdos sobre o filme do Quarteto Fantástico, antes mesmo da estreia em cinemas brasileiros.

Borgo, Natália e Romariz fazem considerações pontuais e certeiras a respeito do comportamento dos comentaristas que simplesmente se recusam a aceitar opiniões diferentes. Ao mesmo tempo, os tais comentaristas, em geral jovens que usam a agressividade para serem ouvidos (ou quase), se escondem em perfis ocultos ou atrás dos chamados “times” para fazer a defesa cega, surda e nunca muda do seu ídolo, exigindo sempre opiniões opositivas. “Não há nada sadio na internet”, afirma Borgo, um dos fundadores do Omelete.

Veja a descrição do vídeo do OmeleTV desta segunda-feira:

A internet ama odiar. Nos últimos dias, com a estreia de Quarteto Fantástico, as timelines do Twitter, Facebok e várias outras redes sociais se integraram em um ódio coletivo contra o filme de Josh Trank.

Mas afinal, como internet muda a opinião das pessoas? E será que o conceito de opinião mudou ao longo destes anos? Neste OmeleTV discutimos como as redes sociais podem ser nocivas na hora de formar uma opinião.

Assista ao recado do Omelete:

Momentos “pingo nos is”, como diz Érico Borgo logo na abertura do programa desta segunda-feira, são sempre bem-vindos e cada vez mais necessários. Uma pena que seja em vão. E não é de hoje. No meu antigo blog, o Coluna Extra, fui vítima de uma ataque programado de uma lista de torcedores do Figueirense por causa de um comentário de um colega jornalista. O tom dos participantes da lista era “vamos lá detonar esse cara; quem ele pensa que é?”. E isso muito antes de Twitter e Facebook!

Mais fácil a gente caminhar para uma internet sem comentários do que para uma internet civilizada com respeito à diversidade de opiniões. Todo mundo quer liberdade, mas apenas aquela que lhe convém – de falar o que quer, sem o direito de outros se expressarem também.

Leia também:

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A felicidade não está online

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