O assunto do ano

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Chegando ao fim de 2015, reuni neste post os dez assuntos que apareceram aqui no Primeiro Digital no decorrer do ano e que considero como os mais importantes e relevantes também por apontarem tendências e caminhos para o meio digital. Não foi um ano fácil, mas pela lista dá para ver que foi um ano movimentado para o bem ou para mal do mercado. Ainda pairam dúvidas sobre para onde vai o jornalismo em geral, tendo o digital como protagonista tal e qual em um faroeste: ora como o bem-vindo pistoleiro que chega e resolve todos os problemas, ora como o estranho forasteiro que representa uma ameaça.

Veja a lista dos dez assuntos selecionados:

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Leitoras “protestam” no Instagram contra fim da versão impressa de Capricho

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Na semana passada, o Grupo Abril anunciou mais um pacote de mudanças que inclui a venda de títulos e o fim da versão impressa da Capricho, que passa a existir apenas na internet. A decisão é curiosa. Questionei a manutenção do produto na versão online com o mesmo título e o publicitário Rafael Ziggy argumentou o contrário, apontando a força de Capricho em seus canais digitais.

Sobre as mudanças na Abril, fica uma pergunta: precisa manter a Capricho na internet?

Sobre a decisão da Abril de manter a Capricho apenas na internet

Os argumentos do Ziggy fazem sentido. Mas ao que parece a transição não será uma tarefa fácil para a Abril. No Instagram da revista, as leitoras estão publicando comentários contra o fim da versão impressa justamente na postagem que diz que a Capricho continuará a mesma só que na internet.

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Sobre a decisão da Abril de manter a Capricho apenas na internet

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O publicitário Rafael Ziggy comentou no Facebook o post Sobre as mudanças na Abril: precisa manter a Capricho na internet?, publicado aqui no Primeiro Digital no dia 2. Ziggy avalia que a decisão da empresa é correta com base no desempenho da Capricho na internet. Confira.

“A Capricho tem uma audiência consolidada e fiel na internet. Tanto que blogueiros e vlogueiros que surgiram por lá ganham seguidores que os acompanham independente do canal. Aquele evento colírios lá bombava todo ano. O canal deles no YouTube sem muito esforço ja ultrapassa 500 mil assinantes. O desafio agora é encontrar modelos de remuneração que vá além dos banners (assim como qualquer outro site). E tambem manter essas novas web celebridades que eles ajudam a formar. Só salário nao vai segurar essa galera, vao ter q dividir os lucros com merchans, publicidade e afins. Fechar a Capricho com todo esse potencial pela frente na internet seria suicídio.”

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Sobre as mudanças na Abril, uma pergunta: precisa manter a Capricho na internet?

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O Grupo Abril anunciou nesta terça-feira (2) uma ampla reestruturação em seu modelo de negócio com a venda e encerramento de revistas, demissões e criação de novas áreas que apontam ou pretendem apontar um novo rumo para a empresa. Ficou a sensação de que a última carroça está passando para o Grupo, que culpa o mercado pela crise enfrentada por suas publicações.

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