Acompanhe o projeto GPS Jor pelo Facebook

Padrão

Na aula “Quem financia a mídia digital?“, realizada pelo ISCOM em junho, o jornalista, professor e pesquisador Jacques Mick falou um pouco sobre o projeto GPS Jor que ele e mais um time de pesquisadores estão desenvolvendo desde outubro de 2015 e que pretende analisar e propor “soluções para as crises do jornalismo contemporâneo”.

A partir deste mês de agosto, o GPS Jor ganhou uma página no Facebook e por lá é possível acompanhar notícias relevantes sobre jornalismo, de acordo com as áreas de interesse do projeto, mas também conhecer de perto o que propõe o trabalho. Pelo o que o Mick falou na aula do ISCOM, fiquei curioso com a proposta porque vai além da pesquisa, como descrito na página no Facebook:

Queremos contribuir para a construção de mídias jornalísticas locais independentes e de qualidade, que sejam autosustentáveis e tenham governança social. Acreditamos que o jornalismo pode ser produzido não só por empresas, mas também por outras organizações. Entendemos que público pode e deve participar de muitas das decisões cotidianas desse jornalismo, e também pode financiá-lo. É o que chamamos de governança social. 

Para saber mais e seguir os próximos passos do GPS Jor, acesse e curta www.facebook.com/gpsjor.

Primeiro Digital quer saber quais são seus sites favoritos

Padrão

Primeiro Digital que montar uma lista de sites favoritos de seus leitores com o objetivo de analisar formatos e modelos dos canais indicados. Para isso, convida a todos para que preencham o questionado abaixo. Na sequência, os dados serão reunidos numa lista e as menções organizadas em gráficos.

E-book “Jornalismo sem manchete” analisa novos formatos de texto e de leitura

Padrão

A jornalista Luciana Moherdaui, uma das participantes da segunda edição da série Grandes Temas para Discussão sobre Jornalismo Digital, está lançando “Jornalismo Sem Manchete – A implosão da página estática” (Editora Senac). A versão e-book já está à venda nas lojas da Apple Store e da Kobo Store. Em sua página na internet, Luciana disponibilizou para leitura o prefácio do livro, assinado por Giselle Beiguelman, pesquisadora na área de preservação da arte digital, do patrimônio imaterial e do design de interface.

Da cultura da página à cultura dos dados

jornalismosemmancheteO livro de Luciana Moherdaui, Jornalismo sem manchete: a implosão da página estática, é muito mais do que uma discussão sobre o impacto da internet nos modos de produzir notícias. É, acima de tudo, uma longa e rigorosa pesquisa sobre os novos formatos de textos e de leitura que emergem com as redes, especialmente após a explosão das chamadas redes sociais, como Facebook, Twitter, etc. Em uma frase, é um mapeamento do terreno e de seus abalos sísmicos, contemplando, de dentro do terremoto, momentos marcantes da transformação da cultura da página em cultura dos dados.

Não se trata de um manual de redação para contextos on‑line nem de um livro de ajuda para “sobreviver” ao processo – irreversível – de digitalização da cultura. Fruto de um doutorado em comunicação e semiótica na PUC/SP, que contou com o apoio do UOL Bolsa Pesquisa, a obra de Luciana coloca frente a frente as estratégias de busca de conteúdo noticioso e de construção de sentindo narrativo dos leitores com a capacidade das empresas tradicionais de jornalismo em absorvê‑las.

Leia o prefácio completo.

Pesquisa reúne dados de veículos de comunicação no Brasil, incluindo portais de notícias

Padrão

Meios no Brasil é o nome do pesquisa coordenada pela professora Sônia Virgínia Moreira, da Pós-Graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e que informações sobre “as configurações da propriedade dos grupos de mídia e de telecomunicações no Brasil e o fluxo das fusões, aquisições e de investimento do capital estrangeiro no setor”.

De acordo com o site da pesquisa, “a coleta de dados e a análise empírica estão ancoradas no faturamento bruto anual das empresas, em índices de audiência, no número de acessos em banda larga de 10  indústrias de mídia e de telecomunicações: telefonia com fio, telefonia sem fio, cinema (distribuição), portais de notícias, TV aberta, TV por assinatura, rádio, jornais, revistas e editoras de livros”.

O site da pesquisa traz dados divididos por meio. Na área Portais de Notícias, estão disponíveis informações como histórico, faturamento e audiência, além de amplo material de referência, dos principais grupos que atuam nesse meio: Folha/UOl, R7/Record, G1/Globo e Terra/Telefônica.

Acesse o site para conferir os dados da pesquisa: www.meiosdobrasil.com.br

logo_meios1

A dica é da jornalista Mônica Paula, publicada no grupo Masterianos no Facebook, que reúne ex-alunos do Máster do IICS. 

Mensagem para quem empreende em jornalismo digital

Padrão

Da página do Master em Jornalismo do IICS no Facebook:

O jornalista Sérgio Lüdtke, coordenador do Master em Jornalismo Digital, está iniciando uma pesquisa sobre as iniciativas em jornalismo digital no Brasil. O foco é mapear as iniciativas, reunir informações sobre o ambiente mercadológico e identificar as práticas adotadas por empreendimentos em jornalismo digital fora das organizações tradicionais de mídia.

Sérgio pretende reunir informações de no mínimo 150 iniciativas. Para isso, está listando empreendimentos (individuais ou coletivos) que possam participar do projeto. As sugestões podem ser enviadas para ele no sergio.ludtke@gmail.com. O resultado da pesquisa será publicado ainda este ano, em um site que será criado para este fim.

sxc

Pesquisa do IBGE mostra crescimento no acesso à internet pelo celular entre os brasileiros

Padrão

Os dados são de 2013, mas apontam uma tendência de crescimento que em 2014, quando for pesquisado, certamente será comprovada. Mas vamos lá: a partir de conteúdo da Agência Brasil, separei os dados mais relevantes sobre a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2013 com o tema Acesso à Internet e à Televisão e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal, que mostra que os brasileiros estão cada vez mais conectados e usando cada vez mais os smartphones, ainda que os dados indiquem que o desktop continua sendo muito usado.

Veja os principais dados.

Continue lendo