Jornalismo digital cresce na América Latina, mas viabilidade financeira ainda é desafio

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A Agência Pública é o único projeto digital brasileiro entre os 34 que fazem parte do “Primeiro Estudo da Mídia Digital e Jornalismo na América Latina”,  realizado pela entidade mexicana Factual em 13 países. O objetivo principal do estudo foi identificar as melhores práticas entre os projetos analisados. Como era de se esperar, os dados reunidos pela Factual mostram um avanço no jornalismo digital, mas também atesta a dificuldade para garantir a viabilidade financeira dos projetos – é o calo ou, se preferir, o desafio de está ou pretende ingressar no meio digital.

No infográfico abaixo, a Factual destaque alguns dos pontos mais relevantes do estudo.

Faça o download do estudo.

Confira a reportagem sobre o estudo no site do Knight Center for Journalism in the America.

Oportunidade para jornalistas empreendedores ou que desejam empreender

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O Master em Jornalismo Digital, do IICS, um dos principais cursos na área do Brasil, abriu uma programa de bolsas voltado para jornalistas que sejam empreendedores na comunicação digital. São duas bolsas oferecidas.

Uma será para jornalista que já tenha um negócio na área digital com foco em jornalismo desde janeiro de 2012. A outra bolsa é para jornalista que tenha uma ideia que possa sair do papel com a ajuda ou o impulso dos conhecimentos adquiridos no curso.

Para concorrer, os interessados devem preencher e enviar o formulário de inscrição até o próximo dia 5 de junho. Os ganhadores das bolsas serão divulgados no dia 10.

Todas as informações sobre as bolas estão no site do IICS. 

Ótima iniciativa do Master e que certamente fará a diferença na formação dos jornalistas que já são empreendedores ou que desejam empreender. No curso do ano passado, em mais de uma oportunidades, especialmente no último módulo, professores como Adriana Garcia Martinez (veja Orbital Media no Facebook) e Hugo Pardo (veja Outliers School) apontaram caminhos interessantes para o desenvolvimento de ideias que possam gerar negócios próprios no jornalismo (o Primeiro Digital é fruto da motivação e dos insights das aulas, um primeiro passo – literalmente – na direção de outras iniciativas que pretendo empreender no segmento digital).

Saiba mais sobre o Máster em Jornalismo Digital


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“É na internet que estão as pessoas hoje. É para a rede que os negócios caminham” (@garyvee)

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A frase usada como título deste post é de Gary Vaynerchuk, autor de “Vai fundo!”, livro onde ele conta sua trajetória como empreendedor no mercado de bebidas nos Estados Unidos. As ideias e estratégias adotadas (e compartilhadas) por Gary são inspiradoras para quem quer empreender na internet usando com maestria as ferramentas digitais disponíveis.

Gary conta, por exemplo, como se deu a criação do vlog Wine Library, onde ele analisa vinhos em tom descontraído e sem grandes preocupações técnicas – e isso é a garantia do sucesso do canal ainda hoje. “Neste livro, explico, etapa por etapa, como usar todas as ferramentas de rede social disponíveis na internet para você ir à luta por aquilo que mais gosta – a atividade à qual, se pudesse, dedicaria cada minuto, o assunto sobre o qual não consegue deixar de falar, o produto que gostaria de colocar nas mãos de todo mundo”, escreve Gary.

No livro, ele destaca a importância de construir uma marca pessoal, elaborar um conteúdo de qualidade e escolher a melhor plataforma. E quando do lançamento do livro no Brasil, em 2010, a editora Agir (Grupo Ediouro) divulgou um vídeo onde Gary saúda os leitores brasileiros e fala do que trata “Vai fundo!”. Assista.

Compre “Vai fundo!” na Livraria Cultura (disponível na versão digital).


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No tempo em que não havia Instagram e WhatsApp e o Facebook merecia apenas uma citação (o BuzzFeed nem isso)

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Disponível na Saraiva

Dois livros que valem muito a leitura e a releitura. Ambos trazem entrevistas com nomes relevantes da blogosfera (Blogging Heroes) e dos negócios digitais (Web 2.0 Heroes). Além de servir de inspiração e fonte de ideias, os livros mostram a rapidez da web na prática. Foram lançados em 2008 quando não havia Instagram nem WhatsApp, não havia a onda de aplicativos como a que temos hoje, o Facebook merecia apenas uma citação e não um capítulo exclusivo e o BuzzFeed estava longe de ser o que é.

 Compre “Web 2.0 heroes” e “Blogging heroes” na Livraria Cultura