Olimpíada 2016: Google apresenta o Rio de Janeiro além do mapa

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Que baita material produzido pelo Google usando para apresentar o outro lado do Rio de Janeiro nesta semana de abertura da Olimpíada 2016. Além do Mapa é um exemplo de como sempre dá para ir além do vídeo e incluir outros elementos que ajudam a tornar o conteúdo muito mais interativo e, por isso mesmo, muito mais interessante.

As histórias das favelas do Rio e seus personagens ganham ainda mais destaque pela forma como são contadas em Além do Mapa. Medalha de ouro e um respiro vindo da internet para o tanto de conteúdo meloso que já temos presenciado pela dona dos jogos, a TV.

Assista Rio: Além do Mapa.

Do Projeto Draft: Pequeno manifesto sobre o atual estado das coisas para quem vive de produzir conteúdo

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A concentração dos investimentos em mídia no Brasil sempre foi letal aos projetos independentes. A TV aberta fica historicamente com mais de 60% do bolo publicitário – e a TV Globo fica, sozinha, com mais de 70% dessa fatia.

Google e o Facebook entraram no jogo meia dúzia de anos atrás e não trouxeram inovação alguma a esse modelo. Ao contrário: eles o reproduzem à risca. Estima-se que o Google fique com 60% dos investimentos publicitários digitais no país, e que o Facebook fique com outros 10%. Ou seja: juntos, eles teriam a mesma fatia do bolo digital que a TV Globo tem no bolo da TV aberta.

E Google e Facebook entraram nesse jogo de forças e de concentração de dinheiro e poder com uma novidade duplamente letal para os publishers: ambos atraem a verba de marketing dos anunciantes utilizando a custo zero os conteúdos produzidos pelos mesmos veículos que os anunciantes deixaram de apoiar exatamente para poderem investir mais nos dois gigantes.

Ou seja: Os publishers ficaram com o custo da produção do conteúdo que Google e Facebook usam como combustível gratuito para as suas operações – nas quais não precisam investir um centavo para produzir uma linha dos textos que publicam nem para editar um minuto dos vídeos que veiculam.

Este trecho é apenas um dos pontos importantes destacados no manifesto escrito por Adriano Silva. Leitura mais do que recomendada.

Leia o texto completo no Projeto Draft.

Os assuntos mais buscados no Google em 2015

Vídeo

O Google está divulgando sua lista anual com os assuntos que mais procurados em 2015, tendo como introdução o vídeo acima, que dá um panorama geral do que foi o ano na internet.

Nas principais buscas feitas por usuários do Brasil, como curiosidade, assuntos globais aparecem em maior número que temas nacionais.

Veja em Explore os principais momentos do ano e as perguntas que eles inspiraram.

Na lista que mostram as buscas divididas por categoria, um prato cheio quem quer e precisa entender o comportamento de quem navega pela internet no Brasil, além assunto para boas divertidas conversas porque o que não falta também é busca bizarra. Ou entretenimento, como preferir.

Mas observando os dados com os cinco primeiros colocados de cada categoria, é interessante ver mais uma vez a internet como segunda tela. Menções à novela da Globo, Verdades Secretas, e seus dois protagonistas (Rodrigo Lombardi e Camila Queiroz) aparecem em quatro das 19 categorias.

E a força do Netflix está na categoria “Pessoas”: o primeiro lugar é narcotraficante colombiano Pablo Escobar, certamente por causa do sucesso da série Narcos, de José Padilha, estrelada por Wagner Moura. E por falar em streaming, na categoria busca por “Como Fazer”, atenção para o quinto item da lista: como fazer um canal no YouTube. É o público querendo ser ainda mais protagonista no universo digital.

Confira a página com as listas dos mais pesquisados em 2015 via Google Brasil.

Veja também a lista global.

Google cria a Digital News Initiative para promover e inovar o jornalismo online

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Batizada de Digital News Initiative (DNI), o Google anunciou uma parceria com oito veículos europeus para inovar o jornalismo on-line. Com um fundo de 150 milhões de euros, a ação conta com a participação do jornal francês Les Echos; os alemães Frankfurter Allgemeine e Die Zeit; os britânicos Financial Times e The Guardian; o espanhol El País; o italiano La Stampa e a empresa holandesa NRC Media; bem como algumas entidades da área, European Journalism Centre (EJC), Global Editors Network (GEN) e a International News Media Association (INMA).

Leia a reportagem completa no Portal Imprensa.

O professor Ramón Salaverria, da Universidade de Navarra, entrevistado pelo Portal Imprensa para a reportagem, publicou em seu site a íntegra do ping-pong com a repórter Gabriela Ferigato.

Leia no site do professor Ramón.

E no Facebook, a professora e pesquisadora Ana Brambilia publicou um comentário instigante sobre a iniciativa do Google:

“Instant Article do FB, DNI do Google, Twitter em sua própria natureza… Reconheçamos: o jornalismo será uma operação de empresas de tecnologia. Elas têm grana para bancar a produção editorial, da qual precisam para gerarem valor agregado (que é o que fazemos). Sem melindres nem puritanismo. Não seria o fim, mas um belo renascimento do jornalismo. 😉 Que acham?”

Eu acho ótimo, Ana. E vocês?

 

Vídeo interativo do Google coloca fãs dentro dos lendários estúdios Abbey Road

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Assim os beatlemaníacos “pira”! E os “conteúdomaníacos” também com o vídeo interativo Inside Abbey Road, desenvolvido pelo Google que abre as portas do Abbey Road, onde ficam os lendários estúdios em Londres onde os Beatles gravaram seus discos e construíram sua história.

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