Do BlueBus: Google e Facebook ganham mais com anúncios do que todos os jornais e rádios juntos

Link

De acordo com o o Inc., o Google vai faturar em 2017 80,8 bilhões de dólares só com publicidade.  É tanto quanto todos os jornais e revistas do mundo inteiro, juntos, ganham com a venda de anúncios. O Facebook vem logo em seguida, com 36,3 bilhões de dólares – praticamente o mesmo que todas as estações de rádio, juntas, faturam com a venda de espaço publicitário. Google e Facebook abocanham cerca de 50% de todo o dinheiro investido em publicidade globalmente – número que em breve deve atingir os 83%, segundo cálculos da Digital Content Next.

Leia a notícia completa no BluBus.

P.S.: Explica-se, por exemplo, que o esforço em iniciativas como as da Gazeta do Povo, ao encerrar o impresso, seja de buscar assinantes no digital.

P.S.: E também faz pensar no quanto que as empresas de mídia perderam espaço e o timing enquanto Google e Facebook (este último abastecido por conteúdo de veículos) tomavam conta do pedação. Deixaram chegar…

Para você que acredita que cobras têm pernas

Padrão

A animação “Snakes have legs¨, de Danny Casale, explica de forma muito simples como as notícias falsas se espalham pela internet, principalmente via Facebook.

No Facebook há uma versão em português.

Dica do BlueBus.

Quando os jornais se aproximam ao que há de pior nas seções de comentários, por @n1viacarvalho

Link

Ainda sobre comentários, Primeiro Digital recomenda o texto da jornalista, professora e social mídia Nívia Carvalho, publicado em sua conta no LinkedIn com o título “Quando os jornais se aproximam ao que há de pior nas seções de comentários”.

Todos sabemos: as seções de comentários são um dos melhores exemplos do maior grau de toxicidade do comportamento humano. Os piores defeitos estão todos lá, expostos, muitas vezes para regozijo do autor do comentário, que recebe várias curtidas de seus ‘apoiadores’. Achávamos que com as redes sociais, onde as pessoas, em tese, não mais se protegeriam sob o manto do anonimato permitido nos sites de notícias, seriam mais responsáveis no quesito reputação online. A ilusão durou pouco. Dos sites para os comentários na página dos veículos foi um pulo. Eles só migraram.

Continue lendo

Facebook quer ser o melhor amigo do jornalismo?

Padrão

Em texto assinado por Fidji Simo, diretora da produto, o Facebook anunciou o projeto “Facebook para o Jornalismo”. “Sabemos que nossa comunidade valoriza compartilhar e discutir ideias e notícias”, escreve Fidji. “Como parte do nosso serviço, nos importamos muito em assegurar que um ecossistema saudável de notícias e o jornalismo possam se desenvolver”.

Continue lendo

O ano do Facebook? Ou alguém viu alguma coisa de diferente em 2016?

Padrão

No final de 2015, publiquei aqui no Primeiro Digital uma lista de dez assuntos que considerei como os mais relevantes e mais comentados no decorrer do ano. Estavam na lista g

Continue lendo

Carta aberta ao fundador do Facebook pede ações contra notícias falsas

Padrão

Vinte sites de checagem de fatos de diversos países, incluindo os brasileiros Aos Fatos, Agência Lupa e Agência Pública – Truco, assinam uma carta aberta direcionada ao fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, cobrando ações que ajudem a conter a propagação de notícias falsas na rede social – um problema que cresce e tem sido assunto recorrente entre sites especializados sobre jornalismo e mídias digitais.

Leia a carta dos sites de checagem.

Continue lendo

Do BlueBus: Facebook anuncia cursos de treinamento online e gratuitos para jornalistas

Link

O Facebook está anunciando cursos de treinamento online e gratuitos para jornalistas, que terao como foco 3 pilares – descoberta de conteúdos, criaçao de histórias e construçao de uma audiência. Os cursos estao disponíveis por meio do Blueprint, plataforma global de e-learning do Facebook. Segundo a rede social, a ideia de criar esse formato surgiu a partir de uma série de conversas com diversos jornalistas ao redor do mundo, que demonstraram interesse em encontrar em um único lugar mais informaçoes sobre como usar o Facebook para o trabalho.

A nota completa está no BlueBus.

E o link do curso é www.facebook.com/facebookmedia/journalists

Se não interessa essa notícia…

Padrão

Ótima chamada do jornal Município Dia a Dia, de Brusque, no Facebook. Destaca uma fofoca, mas lembra que, caso o assunto em questão (namorado de Ellen Roche) não seja do interesse do leitor, o site tem outras notícias. Saída criativa para nem dar tempo do comemtarista de Facebook, que entende tudo de jornalismo, sacar o teclado para atirar.

Parabéns aos colegas do Município.

Curta no Facebook: www.fb.com/municipiomais

Do Nexo: Facebook agora usa robôs para sugerir notícias aos usuários

Link

Na tarde do dia 26 de agosto, todos os funcionários do Facebook que faziam a curadoria de assuntos na seção “Trending” da rede social foram demitidos. Agora, a seleção de links é feita por robôs, a partir de algoritmos.

O Trending é uma seção que aparece na lateral direita da linha do tempo e ainda não está disponível no Brasil. Exibe conteúdos populares que podem ser interessantes para o usuário e faz parte do esforço do Facebook em se tornar uma fonte relevante de curadoria de notícias.

Até a sexta-feira (26), a seleção de links era feita por uma equipe humana, e incluía checagem cruzada, para descartar notícias falsas. Os links eram, primeiro, escolhidos por curadores. A partir dessa seleção, eram pareados com os interesses do usuário e exibidos de forma personalizada.

Saiba quais as implicações desta decisão do Facebook lendo o texto completo de Ana Freitas no Nexo.

Vote na enquete:

O Facebook baixou o nível de exigência dos leitores e de qualidade do conteúdo dos sites de notícias?

Veja resultados

Carregando ... Carregando ...

 

Engajamento nas redes sociais: ZH mantém o topo, R7 cresce e Veja despenca

Padrão

Da Torabit, empresa de monitoramento digital e métricas:

O veículo online do jornal gaúcho Zero Hora segurou a primeira posição no ranking da taxa média de engajamento nas redes sociais em julho. Seu resultado foi de uma taxa de 2,56%, computados os resultados de Facebook, Twitter e Instagram.

Confira o infográfico.

info-veiculos-julho-1

 

 

Do Projeto Draft: Pequeno manifesto sobre o atual estado das coisas para quem vive de produzir conteúdo

Link

A concentração dos investimentos em mídia no Brasil sempre foi letal aos projetos independentes. A TV aberta fica historicamente com mais de 60% do bolo publicitário – e a TV Globo fica, sozinha, com mais de 70% dessa fatia.

Google e o Facebook entraram no jogo meia dúzia de anos atrás e não trouxeram inovação alguma a esse modelo. Ao contrário: eles o reproduzem à risca. Estima-se que o Google fique com 60% dos investimentos publicitários digitais no país, e que o Facebook fique com outros 10%. Ou seja: juntos, eles teriam a mesma fatia do bolo digital que a TV Globo tem no bolo da TV aberta.

E Google e Facebook entraram nesse jogo de forças e de concentração de dinheiro e poder com uma novidade duplamente letal para os publishers: ambos atraem a verba de marketing dos anunciantes utilizando a custo zero os conteúdos produzidos pelos mesmos veículos que os anunciantes deixaram de apoiar exatamente para poderem investir mais nos dois gigantes.

Ou seja: Os publishers ficaram com o custo da produção do conteúdo que Google e Facebook usam como combustível gratuito para as suas operações – nas quais não precisam investir um centavo para produzir uma linha dos textos que publicam nem para editar um minuto dos vídeos que veiculam.

Este trecho é apenas um dos pontos importantes destacados no manifesto escrito por Adriano Silva. Leitura mais do que recomendada.

Leia o texto completo no Projeto Draft.

De usuário a prisioneiro do Facebook

Padrão

Quando os blogs surgiram lá na virada para os anos 2000 e depois com a popularização das redes sociais, uma das afirmações mais repetidas era essa: agora os pequenos podem disputar mercado em pé de igualdade com os grandes produzindo e se apoiando nos canais da internet. E isso valia para qualquer segmento, inclusive o jornalismo. Era um gás para potencializar novas ideias, criatividade, iniciativas independentes, conteúdo colaborativo, voz do cidadão…

Os grandes veículos não ficaram para trás. Alguns até demoraram, mas logo também estavam tirando proveito da chamada Web 2.0. Mas o que era para ser uma ferramenta de suporte está se tornando uma prisão. É Alcatraz 2.0: ninguém mais quer sair do Facebook. Nem tentam.

Continue lendo

Quem será o lobo?

Padrão

Sabe a resposta do título do post?

Para ajudar a responder, reproduzo os comentários do Bruno Volpato e da Ana Brambilla sobre reportagens a respeito do Facebook.

(O site) Poynter “meio que” mostra que a nova tendência das empresas jornalísticas para agradar o Facebook, as transmissões ao vivo em vídeo, pode ter números inflados de visualização e engajamento real baixíssimo. Até quando a indústria vai continuar matando seu negócio para fazer o jogo de um gigante da tecnologia que é um lobo em pele de cordeiro? (Bruno Volpato – veja reportagem do Poynter.

 

Enquanto publishers e marcas se descabelam pelo “novo” algoritmo do newsfeed do Facebook, que privilegia a exibição de posts de indivíduos ao invés de fanpages, que cobra para páginas exibirem os conteúdos que oferecem gratuitamente para aumentar a qualidade da rede, AGORA DÁ para entender isso?! (a decisão da Globo de tirar seus links do Facebook em 2013).

A resistência foi épica nas redações, tal como a decisão das Organizações Globo. Não houve adesão de outras empresas de mídia ou associações do setor. Tanto que não durou mais de nove meses. O benefício da audiência gerada pela rede não chega a uma ínfima parte da verba publicitária desviada dos players ao Facebook. É concorrente desleal, sim! É mídia, sim. E não produz conteúdo próprio. Ao contrário: fatura sobre o conteúdo alheio, de quem tem que pagar se quiser ser visto aqui. Sério, ESSA BOLA FOI CANTADA HÁ MUITO TEMPO E QUASE NINGUÉM QUIS VER. Quem viu não teve voz. E ainda tem quem pague pau para o Instant Articles… #desespero (Ana Brambilla – veja texto de Pyr Marcondes no Proxxima)

Do g1: Facebook vai priorizar post de amigo e familiar

Link

O Facebook inicia uma mudança no ranqueamento das publicações, para exibir no topo o que amigos e familiares compartilham e depois o que é produzido por páginas. A mudança chegará a todos os 1,6 bilhão de usuários e será concluída dentro de alguns meses.

“No contexto em que vemos que outros usuários [páginas de marcas e personalidades] estão publicando cada vez mais no Facebook, queremos assegurar que amigos e familiares ainda são a peça chave da experiência”, afirmou ao G1 Adam Mosseri, vice-presidente de produto do Facebook. Apesar de afetar o que os usuários veem, a alteração ocorrerá no sistema que move o Facebook, ou seja, no algoritmo que seleciona as publicações a serem exibidas.

(…)

O Facebook também definiu ainda que as publicações com maior peso no Feed, depois das de pessoas próximas, serão as informativas. “As pessoas gostam de aprender coisas no Facebook, pode ser por uma notícia ou por uma reportagem.”

Publicações de entretenimento também terão seu valor, mas menor que as noticiosas. “Nós sabemos que as pessoas vêm ao Facebook para se divertir, para ver um vídeo engraçado, para rir de algo”, comenta Mosseri.

Leia a reportagem completa no g1.

Do El País: Facebook prioriza conteúdo produzido na própria plataforma

Link

Há alguns meses a presença dos meios de comunicação na rede social diminui. Cai tanto a participação dos usuários com links quanto o alcance das notícias que os meios publicam em suas páginas, segundo várias pesquisas. Essa queda coincide com a mudança do algoritmo e com o auge dos vídeos nativos, publicados na mesma plataforma da rede social, em especial dos transmitidos ao vivo.

Não são as únicas novidades. O Facebook, em sua tentativa de manter os usuários o máximo de tempo possível no serviço, lançou no ano passado o Instant Articles, ferramenta que permite ao usuário ler notícias dos meios de comunicação sem sair da plataforma. O objetivo é concentrar o tráfego dentro da rede social. E põe os meios de comunicação diante de um dilema inédito: para melhorar a distribuição de seu conteúdo precisam publicá-lo na página de um terceiro.

Leia o texto completo no El País.

Americanos não confiam em notícias do Facebook

Link

Em tempos de compartilhamento de notícias falsas no Brasil por causa da confusão política em que estamos metidos, eis um dado para reflexão: apenas 12% dos americanos confiam nas notícias publicadas no Facebook. Este é um dos números da pesquisa sobre credibilidade de notícias publicadas em redes sociais realizada pelo projeto Percepções da Mídia (Media Insights Project). A rede mais confiável para os americanos é o LinkedIn, com índice de credibilidade na casa dos 30%.

Como seria este índice entre leitores no Brasil?

Via Observatório da Imprensa (onde você encontra links para o estudo completo).

Você confia nas notícias que lê nas redes sociais?

Veja resultados

Carregando ... Carregando ...

 

Notícias pelo Facebook Messenger: já testou?

Padrão

Já testou a novidade do Facebook? Receber atualizações de sites pelo Facebook Messenger. Esse é o bot da CNN. Numa primeira análise, uma boa sacada do Facebook na briga pelo segmento de distribuição de notícias (algo que está cada vez mais forte no site – cada vez menos rede social e cada vez mais agregador de notícias.

12985495_1332862770062376_706472272617561853_n

O site The Next Web divulgou uma lista com os bots que já estão ativos, além do já citado da CNN. Confira.

Facebook tem cada vez mais notícias e menos posts pessoais

Link

O Facebook está trabalhando para combater a queda nas postagens de conteúdo original e pessoal dos usuários, o combustível que ajuda a movimentar a máquina de dinheiro no coração de sua rede social, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

As postagens gerais continuaram “fortes”, segundo o Facebook. Contudo, os usuários têm se mostrado menos dispostos a postar sobre suas vidas pessoais devido ao aumento de suas listas de amigos, disseram as pessoas.

Em vez disso, a base de 1,6 bilhão de usuários do Facebook está postando mais notícias e informações de outros sites. À medida que o tempo vai passando, os usuários do Facebook podem, ao longo de uma década, ter adicionado muitos conhecidos como amigos.

Leia a reportagem completa no site da Exame.

Facebook engolindo jornalismo

Padrão

“Algo muito dramático está acontecendo com nosso ambiente de mídia, a esfera pública e nossa indústria jornalística, passando quase totalmente despercebida e certamente sem o nível de escrutínio público e debate que merece.

Nosso ecossistema de notícias mudou de modo mais dramático nos últimos cinco anos dos que nos quinhentos anos anteriores. Estamos testemunhando grandes saltos técnicos – realidade virtual, vídeo ao vivo, “bots” jornalísticos com inteligência artificial, mensagens instantâneas e apps de bate-papo. Estamos vendo imensas mudanças nos controles e nas finanças, colocando o futuro do setor de publishing na mão de alguns poucos, que agora controlam o destino de muitos.

As redes sociais não engoliram apenas o jornalismo – elas engoliram tudo. Engoliram campanhas políticas, o sistema bancário, histórias pessoais, a indústria do lazer, o varejo, até governos e segurança. O telefone no bolso é nosso portal para o mundo. Traz muitas oportunidades, mas também vários riscos existenciais.

O jornalismo é uma pequena atividade secundária dentro do negócio central das plataformas sociais, mas é uma atividade de grande interesse para os cidadãos.

A internet e as redes sociais permitem que os jornalistas façam melhor o seu trabalho, mas ao mesmo tempo tornam o publishing uma atividade não econômica.”

Leia o artigo completo de Emily Bell, diretora do Tow Center for Digital Journalism na Columbia Journalism School, traduzido por Sérgio Kulpas no Webinsider.