De usuário a prisioneiro do Facebook

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Quando os blogs surgiram lá na virada para os anos 2000 e depois com a popularização das redes sociais, uma das afirmações mais repetidas era essa: agora os pequenos podem disputar mercado em pé de igualdade com os grandes produzindo e se apoiando nos canais da internet. E isso valia para qualquer segmento, inclusive o jornalismo. Era um gás para potencializar novas ideias, criatividade, iniciativas independentes, conteúdo colaborativo, voz do cidadão…

Os grandes veículos não ficaram para trás. Alguns até demoraram, mas logo também estavam tirando proveito da chamada Web 2.0. Mas o que era para ser uma ferramenta de suporte está se tornando uma prisão. É Alcatraz 2.0: ninguém mais quer sair do Facebook. Nem tentam.

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