Do ijnet: Centro Knight oferece curso online sobre jornalismo empreendedor

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Jornalistas interessados em lançar o seu próprio projeto de conteúdo digital podem se inscrever para este curso gratuito em espanhol.

O Centro Knight para o Jornalismo nas Américas e a SembraMedia estão oferecendo o treinamento online “Jornalismo empreendedor: como rentabilizar, promover e gerenciar mídias digitais” de 17 de outubro a 13 de novembro.

Leia mais e saiba como participar.

Jornalismo empreendedor

Da Folha Online: Folha é o 1º jornal brasileiro a ter circulação digital maior do que a impressa

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A Folha é o primeiro jornal brasileiro a ter circulação digital maior do que a impressa. Sua edição digital alcançou em agosto, segundo o IVC (Instituto Verificador de Comunicação), mais de metade do total.

Dos 316,5 mil exemplares de média diária no mês, 161,8 mil ou 51% foram relativos à edição digital do jornal, contra 154,7 mil (49%) da impressa.

O crescimento da participação digital na circulação dos principais jornais brasileiros é uma tendência que se estende também a “O Globo”, cuja circulação digital chegou a 48% em agosto, “O Estado de S. Paulo” (39%) e “Zero Hora” (36%).

Leia a reportagem completa no site da Folha.

Do Estadão: Celular vira o principal meio de acesso à internet no Brasil

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O celular é hoje o principal meio de acesso dos brasileiros à internet. É o que revela a pesquisa TIC Domicílios 2015, realizada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br): 89% dos brasileiros conectados o fazem por meio de um smartphone, superando pela primeira vez os computadores como dispositivo prioritário para conexão – os PCs são usados por 65% dos usuários de internet do País. Em 2014, 80% dos brasileiros faziam uso do computador para este fim. 

Leia a reportagem completa no Link do Estadão.

Do ijnet: Por que lealdade e confiança são métricas fundamentais da mídia de hoje

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Qualquer um que já estudou as métricas da internet em detalhe sabe uma grande mentira: os grandes números do total de usuários e pageviews em que todos se baseiam são praticamente insignificantes.

  • Mais da metade dos visitantes de um site ficam no site por menos de 15 segundos.

  • Três-quartos dos usuários dos sites de jornalismo mais importantes nos Estados Unidos visitam os sites somente uma ou duas vezes por mês. Como você pode considerá-los usuários? 

  • Metade dos usuários da internet em 26 países estão recebendo suas notícias através das redes sociais, em vez dos seus próprios sites de notícias, de acordo com o Relatório de Notícias Digitais do Instituto Reuters de 2016.

  • 43 por cento dos usuários das redes sociais não sabem onde as matérias que eles leramforam originalmente publicadas.

Em outras palavras, milhões de cliques ou milhões de usuários não são uma indicação de confiança em uma marca de notícias ou lealdade a essa marca. Precisamos de novas métricas, melhores métricas.

(…)

Apesar de tudo isso, os editores podem aproveitar o valor do seu público, focando nos usuários leais.

Leia o post completo em português no ijnet ou se preferir, no original, em inglês, no News Entrepreeneurs

Do Nexo: Facebook agora usa robôs para sugerir notícias aos usuários

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Na tarde do dia 26 de agosto, todos os funcionários do Facebook que faziam a curadoria de assuntos na seção “Trending” da rede social foram demitidos. Agora, a seleção de links é feita por robôs, a partir de algoritmos.

O Trending é uma seção que aparece na lateral direita da linha do tempo e ainda não está disponível no Brasil. Exibe conteúdos populares que podem ser interessantes para o usuário e faz parte do esforço do Facebook em se tornar uma fonte relevante de curadoria de notícias.

Até a sexta-feira (26), a seleção de links era feita por uma equipe humana, e incluía checagem cruzada, para descartar notícias falsas. Os links eram, primeiro, escolhidos por curadores. A partir dessa seleção, eram pareados com os interesses do usuário e exibidos de forma personalizada.

Saiba quais as implicações desta decisão do Facebook lendo o texto completo de Ana Freitas no Nexo.

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O Facebook baixou o nível de exigência dos leitores e de qualidade do conteúdo dos sites de notícias?

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Do El País: Presidente do Vice prevê um frenesi de aquisições e fusões em 2017

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El presidente del grupo editorial norteamericano Vice Media, Shane Smith, pronostica que los medios de comunicación se enfrentarán en 2017 a “un baño de sangre” en sus negocios. Con esa contundencia ve Smith lo que le espera al sector, abocado a una serie de alianzas entre las grandes cadenas televisivas, los medios tradicionales y online y las productoras audiovisuales que puede trastocar el panorama para las próximas décadas. El ejecutivo cifra en un 30% la pérdida de empresas digitales que supondrán las fusiones y la pelea por la audiencia.

Lo que vamos a ver es un frenesí de adquisiciones y fusiones en el que los dos o tres grandes compren a los últimos en llegar para poder decir: ‘Estamos en el sector digital, estamos en el sector móvil… somos listos”, apuntó Smith, en referencia a las grandes compañías audiovisuales sacudidas por la irrupción de Internet y los nuevos hábitos de las audiencias. “Y los medios digitales responderán: ‘Por fin tenemos dinero”, añadió.

Foto: Sasha Maslov/Divulgação/VICE

Leia a reportagem completa no site do El País.

Do Meio e Mensagem: ANJ descontinua métrica única de audiência

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Anunciado em outubro do ano passado pela Associação Nacional de Jornais (ANJ), o projeto da Métrica Única de Audiência foi paralisado em abril deste ano. “O custo era muito alto e os jornais queriam utilizar metodologias diferentes”, explica Ricardo Pedreira, diretor executivo da ANJ.

Leia o texto completo no Meio e Mensagem.

Ainda no Meio e Mensagem: Cai circulação dos grandes jornais no primeiro semestre de 2016

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Há luz no fim do túnel dos jornais impressos?

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Você é leitor fiel de portais e sites de notícias?

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Com que frequência você lê jornais e revistas no formato impresso?

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Do blog @mauriciostycer: Rio-2016 marca transição de Globo e NBC da televisão para a Internet

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Se seguir a tendência dos últimos Jogos Olímpicos, a audiência global da Rio-2016 será ainda maior do que a de Londres. Mas a maior mudança será notada na forma de acompanhar os eventos. Pela primeira vez, a expectativa é que mais gente veja a cobertura das grandes emissoras por meio de aplicativos online do que pela própria televisão.

A NBC, que pagou US$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 4 bilhões) pelos direitos de transmissão da Rio-2016, promete exibir 2 mil horas de conteúdo por meio de 11 canais de TV e mais 4.500 horas pelo seu aplicativo online e por seu site. (…)

A Globo não tem números exatos a respeito. Promete exibir 1.000 horas, entre TV e plataformas digitais, sem especificar. Mas é fácil constatar que também exibirá volume maior fora, incluindo conteúdo exclusivo de competições, via internet. O SporTV, canal pago do grupo, terá 16 canais na TV e 40 em seu aplicativo. A emissora promete, assim, transmitir 100% das competições.

Leia o post completo no blog do jornalista Maurício Stycer no UOL.

rio 2016

Do Projeto Draft: Pequeno manifesto sobre o atual estado das coisas para quem vive de produzir conteúdo

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A concentração dos investimentos em mídia no Brasil sempre foi letal aos projetos independentes. A TV aberta fica historicamente com mais de 60% do bolo publicitário – e a TV Globo fica, sozinha, com mais de 70% dessa fatia.

Google e o Facebook entraram no jogo meia dúzia de anos atrás e não trouxeram inovação alguma a esse modelo. Ao contrário: eles o reproduzem à risca. Estima-se que o Google fique com 60% dos investimentos publicitários digitais no país, e que o Facebook fique com outros 10%. Ou seja: juntos, eles teriam a mesma fatia do bolo digital que a TV Globo tem no bolo da TV aberta.

E Google e Facebook entraram nesse jogo de forças e de concentração de dinheiro e poder com uma novidade duplamente letal para os publishers: ambos atraem a verba de marketing dos anunciantes utilizando a custo zero os conteúdos produzidos pelos mesmos veículos que os anunciantes deixaram de apoiar exatamente para poderem investir mais nos dois gigantes.

Ou seja: Os publishers ficaram com o custo da produção do conteúdo que Google e Facebook usam como combustível gratuito para as suas operações – nas quais não precisam investir um centavo para produzir uma linha dos textos que publicam nem para editar um minuto dos vídeos que veiculam.

Este trecho é apenas um dos pontos importantes destacados no manifesto escrito por Adriano Silva. Leitura mais do que recomendada.

Leia o texto completo no Projeto Draft.

“O jornalismo precisa estar onde as pessoas estão”

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Como o jornalismo online evoluiu nos últimos anos?

Sempre comparo o ecossistema midiático com o biológico. Durante anos, eu dizia que o ambiente midiático evoluiria de um ecossistema baseado na escassez para um ecossistema de uma floresta úmida, baseado na abundância. Isso já aconteceu: a revolução digital foi um dilúvio e os meios de comunicação estão evoluindo para se adaptar. Nós já temos um ecossistema midiático muito diferente de antes e as empresas tradicionais já deram e continuam dando muitos passos para se modificar.

Como o sr. vê o impacto das redes sociais no jornalismo?

A essa altura do campeonato, nenhum veículo de comunicação que se preze pode se dar ao luxo de ignorar ou menosprezar o fenômeno das redes sociais. Além disso, não se pode pensar nas redes sociais como um mero gerador de tráfego para os sites. Para o bem ou para o mal, está acontecendo uma concentração forte nas redes sociais, em especial no Facebook, e há vários fatores técnicos que justificam isso.

Leia a entrevista completa com o jornalista Rosental Calmon Alves, diretor do Knight Center for Journalism in the Americas, no novo site do Estadão.

Do El País: Facebook prioriza conteúdo produzido na própria plataforma

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Há alguns meses a presença dos meios de comunicação na rede social diminui. Cai tanto a participação dos usuários com links quanto o alcance das notícias que os meios publicam em suas páginas, segundo várias pesquisas. Essa queda coincide com a mudança do algoritmo e com o auge dos vídeos nativos, publicados na mesma plataforma da rede social, em especial dos transmitidos ao vivo.

Não são as únicas novidades. O Facebook, em sua tentativa de manter os usuários o máximo de tempo possível no serviço, lançou no ano passado o Instant Articles, ferramenta que permite ao usuário ler notícias dos meios de comunicação sem sair da plataforma. O objetivo é concentrar o tráfego dentro da rede social. E põe os meios de comunicação diante de um dilema inédito: para melhorar a distribuição de seu conteúdo precisam publicá-lo na página de um terceiro.

Leia o texto completo no El País.

Do UOL: “Robôs jornalistas” que transformam dados em textos chegam às redações

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Os “jornalistas do futuro”, sem cabeça para pensar ou mãos para escrever, já chegaram às redações em forma de “robôs” redatores que transformam os dados em textos e que já podem ser encontrados integrados em jornais como o francês “Le Monde”.

“Estes robôs redatores permitem publicar de maneira rápida um grande volume de textos e assim você consegue aumentar a audiência de seu site e posicionar melhor sua página nos buscadores”, explicou à Agência Efe Helena Blancafort, uma das fundadoras da Syllabs, empresa francesa que oferece este tipo de serviço.

Leia o texto completo no UOL.

O “novo” The New York Times começa a tomar forma

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Um dos mais influentes jornais do mundo, o The New York Times, aprofundará neste ano as mudanças que vinham, aos poucos, sendo colocadas em prática na redação e na linha editorial. Em comunicado aos funcionários no dia 21 de maio, o editor-executivo do jornal, Dean Baquet, listou algumas dessas alterações, que valorizam o jornalismo profissional e as novas formas de narrativas, tanto no digital quanto no impresso, mas apresentadas de acordo com os novos hábitos dos leitores.

(…)

No meio digital, o jornalismo deverá se afastar de reportagens que podem ser encontradas facilmente na internet e favorecer coberturas exclusivas. Finalmente, o relato da cidade de Nova York também mudará. “A pauta deve englobar as administrações municipal e estadual e produzir reportagens que provoquem mudanças. É preciso considerar que menos da metade dos leitores do jornal vive em Nova York”, afirmou editor-executivo do jornal. Baquet informou ainda que não há demissões previstas para 2016, mas disse que o jornal precisará cortar em algumas áreas e investir em outras.

Leia o texto completo no site da ANJ.

Comunidades locais brasileiras vivem vácuo informativo, por Evandro de Assis

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Jornais, rádios e TVs locais enfrentam o derretimento das receitas com publicidade (drama estrutural agravado pela recessão econômica nacional) e têm menor margem para cortar custos sem reduzir seu jornalismo. Do outro lado, no mundo digital veículos locais reúnem audiências de baixa escala, com baixo potencial de monetização, via publicidade ou cobrança pelo conteúdo. Na prática, as empresas diminuem drasticamente de tamanho afetando qualidade e abrangência da cobertura jornalística – quando não fecham as portas. É iminente a possibilidade de cidades médias importantes não contarem com o trabalho regular de um jornal diário – ou de redação com ao menos uma dúzia de jornalistas para observar e discutir o cotidiano.

No momento em que “crise” virou lugar comum no Brasil, e que a observação e crítica do jornalismo debruça-se sobre temas nacionais urgentes, a imprensa local declina silenciosamente e o vácuo de informação que fica nem de longe é compensado pelas ainda incipientes iniciativas nativas digitais. (…)

Há um jornalismo novo a ser construído para se reverter o crescimento do vácuo informativo em âmbito local. Provavelmente mais complexo, imerso em mais e maiores dilemas éticos e, pelo menos até agora, sem garantia de viabilidade econômica. Se os jornalistas não se ocuparem dele, alguém o fará.

Leia o artigo completo do jornalista, doutorando e pesquisador Evandro de Assis no site do ObjEthos.

Americanos não confiam em notícias do Facebook

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Em tempos de compartilhamento de notícias falsas no Brasil por causa da confusão política em que estamos metidos, eis um dado para reflexão: apenas 12% dos americanos confiam nas notícias publicadas no Facebook. Este é um dos números da pesquisa sobre credibilidade de notícias publicadas em redes sociais realizada pelo projeto Percepções da Mídia (Media Insights Project). A rede mais confiável para os americanos é o LinkedIn, com índice de credibilidade na casa dos 30%.

Como seria este índice entre leitores no Brasil?

Via Observatório da Imprensa (onde você encontra links para o estudo completo).

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Site do jornal Município Dia a Dia, de Brusque, quadruplica número de acessos no início de 2016

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O Município Mais, portal do jornal Município Dia a Dia, registrou aumento de 275% no número de visualizações de páginas no primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado, de acordo com o Google Analytics. A porcentagem mostra, portanto, que as visitas ao site quase quadruplicaram em relação ao mesmo período do ano passado.

O diretor do Município Dia a Dia, Claudio Schlindwein. diz que a mudança de estratégia do Município Dia a Dia também foi fundamental para essa alavancada.

“O jornal tem presença na internet desde 2006. Mas no fim do ano passado nós mudamos a estratégia. Começamos a divulgar muito mais conteúdo na internet e alguns conteúdos com mais rapidez. A quantidade de conteúdo, a qualidade e a credibilidade do jornal, aliados à rapidez, são os ingredientes para que a gente pudesse dar esse salto de audiência em Brusque e na região”, diz.

Leia a notícia completa no site do Município Dia a Dia.

Facebook tem cada vez mais notícias e menos posts pessoais

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O Facebook está trabalhando para combater a queda nas postagens de conteúdo original e pessoal dos usuários, o combustível que ajuda a movimentar a máquina de dinheiro no coração de sua rede social, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

As postagens gerais continuaram “fortes”, segundo o Facebook. Contudo, os usuários têm se mostrado menos dispostos a postar sobre suas vidas pessoais devido ao aumento de suas listas de amigos, disseram as pessoas.

Em vez disso, a base de 1,6 bilhão de usuários do Facebook está postando mais notícias e informações de outros sites. À medida que o tempo vai passando, os usuários do Facebook podem, ao longo de uma década, ter adicionado muitos conhecidos como amigos.

Leia a reportagem completa no site da Exame.

Facebook engolindo jornalismo

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“Algo muito dramático está acontecendo com nosso ambiente de mídia, a esfera pública e nossa indústria jornalística, passando quase totalmente despercebida e certamente sem o nível de escrutínio público e debate que merece.

Nosso ecossistema de notícias mudou de modo mais dramático nos últimos cinco anos dos que nos quinhentos anos anteriores. Estamos testemunhando grandes saltos técnicos – realidade virtual, vídeo ao vivo, “bots” jornalísticos com inteligência artificial, mensagens instantâneas e apps de bate-papo. Estamos vendo imensas mudanças nos controles e nas finanças, colocando o futuro do setor de publishing na mão de alguns poucos, que agora controlam o destino de muitos.

As redes sociais não engoliram apenas o jornalismo – elas engoliram tudo. Engoliram campanhas políticas, o sistema bancário, histórias pessoais, a indústria do lazer, o varejo, até governos e segurança. O telefone no bolso é nosso portal para o mundo. Traz muitas oportunidades, mas também vários riscos existenciais.

O jornalismo é uma pequena atividade secundária dentro do negócio central das plataformas sociais, mas é uma atividade de grande interesse para os cidadãos.

A internet e as redes sociais permitem que os jornalistas façam melhor o seu trabalho, mas ao mesmo tempo tornam o publishing uma atividade não econômica.”

Leia o artigo completo de Emily Bell, diretora do Tow Center for Digital Journalism na Columbia Journalism School, traduzido por Sérgio Kulpas no Webinsider.

Livros apresentam duas faces do jornalismo que prospera na internet, por @mauriciostycer

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O jornalista Maurício Stycer publicou em seu blog no UOL post destacando o lançamento dos livros “58 Listas – 33 úteis & 25 nem tão úteis assim” (Paralela, 192 págs., R$ 29,90) e  “Sensacionalista – isento de verdade” (Belas Letras, 192 págs., R$ 29,90), que tem em comum o fato de terem como origem dois sites de sucesso: o BuzzFeed e o Sensacionalista, respectivamente.

Escreve Stycer:

O jornalismo, nas últimas duas décadas, está vivendo a transição (dolorosa, diga-se) do impresso para a internet. Dois livros recém-lançados buscam mostrar, para quem ainda não conhece, duas experiências que encontraram na rede digital o espaço perfeito para florescer.

(…)

Os livros do BuzzFeed e do Sensacionalista funcionam como uma espécie de convite a leitores que ainda não os conhecem ou não abraçaram a internet. Será que existem? O site de humor não deixa de fazer piada na própria capa com este aparente paradoxo: “Pagar por livro que está na internet é sinal de genialidade, dizem especialistas”.

Leia o post completo no blog do Maurício Stycer.

Um novo modo de consumir notícias, por @ericmessa no @meioemensagem #LinkRecomendado

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Eric Messa, coordenador do Núcleo de Inovação em Mídia Digital da FAAP/SP, assina ótimo artigo no Meio & Mensagem sobre a perda de leitores no meio impresso, do qual destaco o seguinte trecho:

“O jornal, por exemplo, vem perdendo leitores pois, independentemente da idade, quase ninguém mais tem aquele hábito antigo (característico do jornal) de fazer uma leitura tranquila pela manhã, antes de sair para o trabalho. O mercado acelerou o ritmo do homem. Hoje já acordamos trabalhando. Tem gente que acorda e imediatamente já está respondendo ao WhatsApp do trabalho, mesmo antes de sair da cama.

Vou além, se não temos mais tempo para ler um jornal impresso, quem consegue, em meio à correria do nosso dia a dia, parar por cerca de uma hora para ler com calma um portal de notícias? Minha hipótese é a de que está diminuindo o número de pessoas que acessam a página de entrada dos sites de notícias.

Nem por isso as pessoas andam desinformadas. Não é essa minha conclusão. Apenas o comportamento delas que mudou. As pessoas continuam consumindo notícias, mas ao longo do dia, de forma fragmentada, por meio das redes sociais.”

Leia o artigo completo no Meio & Mensagem e confira a lista de apontamentos usados por Messa para comprovar sua hipótese.

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