Do El País: Presidente do Vice prevê um frenesi de aquisições e fusões em 2017

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El presidente del grupo editorial norteamericano Vice Media, Shane Smith, pronostica que los medios de comunicación se enfrentarán en 2017 a “un baño de sangre” en sus negocios. Con esa contundencia ve Smith lo que le espera al sector, abocado a una serie de alianzas entre las grandes cadenas televisivas, los medios tradicionales y online y las productoras audiovisuales que puede trastocar el panorama para las próximas décadas. El ejecutivo cifra en un 30% la pérdida de empresas digitales que supondrán las fusiones y la pelea por la audiencia.

Lo que vamos a ver es un frenesí de adquisiciones y fusiones en el que los dos o tres grandes compren a los últimos en llegar para poder decir: ‘Estamos en el sector digital, estamos en el sector móvil… somos listos”, apuntó Smith, en referencia a las grandes compañías audiovisuales sacudidas por la irrupción de Internet y los nuevos hábitos de las audiencias. “Y los medios digitales responderán: ‘Por fin tenemos dinero”, añadió.

Foto: Sasha Maslov/Divulgação/VICE

Leia a reportagem completa no site do El País.

Do Meio e Mensagem: ANJ descontinua métrica única de audiência

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Anunciado em outubro do ano passado pela Associação Nacional de Jornais (ANJ), o projeto da Métrica Única de Audiência foi paralisado em abril deste ano. “O custo era muito alto e os jornais queriam utilizar metodologias diferentes”, explica Ricardo Pedreira, diretor executivo da ANJ.

Leia o texto completo no Meio e Mensagem.

Ainda no Meio e Mensagem: Cai circulação dos grandes jornais no primeiro semestre de 2016

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Do blog @mauriciostycer: Rio-2016 marca transição de Globo e NBC da televisão para a Internet

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Se seguir a tendência dos últimos Jogos Olímpicos, a audiência global da Rio-2016 será ainda maior do que a de Londres. Mas a maior mudança será notada na forma de acompanhar os eventos. Pela primeira vez, a expectativa é que mais gente veja a cobertura das grandes emissoras por meio de aplicativos online do que pela própria televisão.

A NBC, que pagou US$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 4 bilhões) pelos direitos de transmissão da Rio-2016, promete exibir 2 mil horas de conteúdo por meio de 11 canais de TV e mais 4.500 horas pelo seu aplicativo online e por seu site. (…)

A Globo não tem números exatos a respeito. Promete exibir 1.000 horas, entre TV e plataformas digitais, sem especificar. Mas é fácil constatar que também exibirá volume maior fora, incluindo conteúdo exclusivo de competições, via internet. O SporTV, canal pago do grupo, terá 16 canais na TV e 40 em seu aplicativo. A emissora promete, assim, transmitir 100% das competições.

Leia o post completo no blog do jornalista Maurício Stycer no UOL.

rio 2016

Do Projeto Draft: Pequeno manifesto sobre o atual estado das coisas para quem vive de produzir conteúdo

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A concentração dos investimentos em mídia no Brasil sempre foi letal aos projetos independentes. A TV aberta fica historicamente com mais de 60% do bolo publicitário – e a TV Globo fica, sozinha, com mais de 70% dessa fatia.

Google e o Facebook entraram no jogo meia dúzia de anos atrás e não trouxeram inovação alguma a esse modelo. Ao contrário: eles o reproduzem à risca. Estima-se que o Google fique com 60% dos investimentos publicitários digitais no país, e que o Facebook fique com outros 10%. Ou seja: juntos, eles teriam a mesma fatia do bolo digital que a TV Globo tem no bolo da TV aberta.

E Google e Facebook entraram nesse jogo de forças e de concentração de dinheiro e poder com uma novidade duplamente letal para os publishers: ambos atraem a verba de marketing dos anunciantes utilizando a custo zero os conteúdos produzidos pelos mesmos veículos que os anunciantes deixaram de apoiar exatamente para poderem investir mais nos dois gigantes.

Ou seja: Os publishers ficaram com o custo da produção do conteúdo que Google e Facebook usam como combustível gratuito para as suas operações – nas quais não precisam investir um centavo para produzir uma linha dos textos que publicam nem para editar um minuto dos vídeos que veiculam.

Este trecho é apenas um dos pontos importantes destacados no manifesto escrito por Adriano Silva. Leitura mais do que recomendada.

Leia o texto completo no Projeto Draft.

“O jornalismo precisa estar onde as pessoas estão”

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Como o jornalismo online evoluiu nos últimos anos?

Sempre comparo o ecossistema midiático com o biológico. Durante anos, eu dizia que o ambiente midiático evoluiria de um ecossistema baseado na escassez para um ecossistema de uma floresta úmida, baseado na abundância. Isso já aconteceu: a revolução digital foi um dilúvio e os meios de comunicação estão evoluindo para se adaptar. Nós já temos um ecossistema midiático muito diferente de antes e as empresas tradicionais já deram e continuam dando muitos passos para se modificar.

Como o sr. vê o impacto das redes sociais no jornalismo?

A essa altura do campeonato, nenhum veículo de comunicação que se preze pode se dar ao luxo de ignorar ou menosprezar o fenômeno das redes sociais. Além disso, não se pode pensar nas redes sociais como um mero gerador de tráfego para os sites. Para o bem ou para o mal, está acontecendo uma concentração forte nas redes sociais, em especial no Facebook, e há vários fatores técnicos que justificam isso.

Leia a entrevista completa com o jornalista Rosental Calmon Alves, diretor do Knight Center for Journalism in the Americas, no novo site do Estadão.

Do g1: Facebook vai priorizar post de amigo e familiar

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O Facebook inicia uma mudança no ranqueamento das publicações, para exibir no topo o que amigos e familiares compartilham e depois o que é produzido por páginas. A mudança chegará a todos os 1,6 bilhão de usuários e será concluída dentro de alguns meses.

“No contexto em que vemos que outros usuários [páginas de marcas e personalidades] estão publicando cada vez mais no Facebook, queremos assegurar que amigos e familiares ainda são a peça chave da experiência”, afirmou ao G1 Adam Mosseri, vice-presidente de produto do Facebook. Apesar de afetar o que os usuários veem, a alteração ocorrerá no sistema que move o Facebook, ou seja, no algoritmo que seleciona as publicações a serem exibidas.

(…)

O Facebook também definiu ainda que as publicações com maior peso no Feed, depois das de pessoas próximas, serão as informativas. “As pessoas gostam de aprender coisas no Facebook, pode ser por uma notícia ou por uma reportagem.”

Publicações de entretenimento também terão seu valor, mas menor que as noticiosas. “Nós sabemos que as pessoas vêm ao Facebook para se divertir, para ver um vídeo engraçado, para rir de algo”, comenta Mosseri.

Leia a reportagem completa no g1.

Do ijnet: “Tentar significa falhar. Falhar significa aprender”, diz empreendedora de jornalismo

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A cofundadora de um dos mais importantes sites de jornalismo investigativo na Colômbia, La Silla Vacia (A Cadeira Vazia), tem alguns conselhos para aqueles que estão pensando em criar seu próprio site, aplicativo ou outro produto:

“Não pense, faça. Fazer as coisas é a melhor maneira de aprender. Tentar significa falhar. Falhar significa aprender”, diz Olga Lucia Lozano, editora criativo do La Silla Vacia.

(…)

Lozano acredita que os jornalistas precisam educar-se constantemente. Devem compartilhar o que aprendem para que outros possam evitar cometer os mesmos erros. Parte do valor adicionado do La Silla Vacia, diz ela, está nas oficinas e seminários sobre jornalismo investigativo que a equipe oferece para outros meios de comunicação em toda a América Latina.

A equipe está constantemente experimentando novas formas de contar histórias online e novas formas de financiar seu jornalismo. Ela vê as experiências como um cientista: se não produz o resultado desejado, não é um fracasso. É uma experiência de aprendizagem que deve ser compartilhada.

Leia o texto completo no ijnet.

Do El País: Facebook prioriza conteúdo produzido na própria plataforma

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Há alguns meses a presença dos meios de comunicação na rede social diminui. Cai tanto a participação dos usuários com links quanto o alcance das notícias que os meios publicam em suas páginas, segundo várias pesquisas. Essa queda coincide com a mudança do algoritmo e com o auge dos vídeos nativos, publicados na mesma plataforma da rede social, em especial dos transmitidos ao vivo.

Não são as únicas novidades. O Facebook, em sua tentativa de manter os usuários o máximo de tempo possível no serviço, lançou no ano passado o Instant Articles, ferramenta que permite ao usuário ler notícias dos meios de comunicação sem sair da plataforma. O objetivo é concentrar o tráfego dentro da rede social. E põe os meios de comunicação diante de um dilema inédito: para melhorar a distribuição de seu conteúdo precisam publicá-lo na página de um terceiro.

Leia o texto completo no El País.

Do UOL: “Robôs jornalistas” que transformam dados em textos chegam às redações

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Os “jornalistas do futuro”, sem cabeça para pensar ou mãos para escrever, já chegaram às redações em forma de “robôs” redatores que transformam os dados em textos e que já podem ser encontrados integrados em jornais como o francês “Le Monde”.

“Estes robôs redatores permitem publicar de maneira rápida um grande volume de textos e assim você consegue aumentar a audiência de seu site e posicionar melhor sua página nos buscadores”, explicou à Agência Efe Helena Blancafort, uma das fundadoras da Syllabs, empresa francesa que oferece este tipo de serviço.

Leia o texto completo no UOL.

O “novo” The New York Times começa a tomar forma

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Um dos mais influentes jornais do mundo, o The New York Times, aprofundará neste ano as mudanças que vinham, aos poucos, sendo colocadas em prática na redação e na linha editorial. Em comunicado aos funcionários no dia 21 de maio, o editor-executivo do jornal, Dean Baquet, listou algumas dessas alterações, que valorizam o jornalismo profissional e as novas formas de narrativas, tanto no digital quanto no impresso, mas apresentadas de acordo com os novos hábitos dos leitores.

(…)

No meio digital, o jornalismo deverá se afastar de reportagens que podem ser encontradas facilmente na internet e favorecer coberturas exclusivas. Finalmente, o relato da cidade de Nova York também mudará. “A pauta deve englobar as administrações municipal e estadual e produzir reportagens que provoquem mudanças. É preciso considerar que menos da metade dos leitores do jornal vive em Nova York”, afirmou editor-executivo do jornal. Baquet informou ainda que não há demissões previstas para 2016, mas disse que o jornal precisará cortar em algumas áreas e investir em outras.

Leia o texto completo no site da ANJ.

Americanos não confiam em notícias do Facebook

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Em tempos de compartilhamento de notícias falsas no Brasil por causa da confusão política em que estamos metidos, eis um dado para reflexão: apenas 12% dos americanos confiam nas notícias publicadas no Facebook. Este é um dos números da pesquisa sobre credibilidade de notícias publicadas em redes sociais realizada pelo projeto Percepções da Mídia (Media Insights Project). A rede mais confiável para os americanos é o LinkedIn, com índice de credibilidade na casa dos 30%.

Como seria este índice entre leitores no Brasil?

Via Observatório da Imprensa (onde você encontra links para o estudo completo).

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Site do jornal Município Dia a Dia, de Brusque, quadruplica número de acessos no início de 2016

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O Município Mais, portal do jornal Município Dia a Dia, registrou aumento de 275% no número de visualizações de páginas no primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado, de acordo com o Google Analytics. A porcentagem mostra, portanto, que as visitas ao site quase quadruplicaram em relação ao mesmo período do ano passado.

O diretor do Município Dia a Dia, Claudio Schlindwein. diz que a mudança de estratégia do Município Dia a Dia também foi fundamental para essa alavancada.

“O jornal tem presença na internet desde 2006. Mas no fim do ano passado nós mudamos a estratégia. Começamos a divulgar muito mais conteúdo na internet e alguns conteúdos com mais rapidez. A quantidade de conteúdo, a qualidade e a credibilidade do jornal, aliados à rapidez, são os ingredientes para que a gente pudesse dar esse salto de audiência em Brusque e na região”, diz.

Leia a notícia completa no site do Município Dia a Dia.

Facebook tem cada vez mais notícias e menos posts pessoais

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O Facebook está trabalhando para combater a queda nas postagens de conteúdo original e pessoal dos usuários, o combustível que ajuda a movimentar a máquina de dinheiro no coração de sua rede social, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

As postagens gerais continuaram “fortes”, segundo o Facebook. Contudo, os usuários têm se mostrado menos dispostos a postar sobre suas vidas pessoais devido ao aumento de suas listas de amigos, disseram as pessoas.

Em vez disso, a base de 1,6 bilhão de usuários do Facebook está postando mais notícias e informações de outros sites. À medida que o tempo vai passando, os usuários do Facebook podem, ao longo de uma década, ter adicionado muitos conhecidos como amigos.

Leia a reportagem completa no site da Exame.

Livros apresentam duas faces do jornalismo que prospera na internet, por @mauriciostycer

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O jornalista Maurício Stycer publicou em seu blog no UOL post destacando o lançamento dos livros “58 Listas – 33 úteis & 25 nem tão úteis assim” (Paralela, 192 págs., R$ 29,90) e  “Sensacionalista – isento de verdade” (Belas Letras, 192 págs., R$ 29,90), que tem em comum o fato de terem como origem dois sites de sucesso: o BuzzFeed e o Sensacionalista, respectivamente.

Escreve Stycer:

O jornalismo, nas últimas duas décadas, está vivendo a transição (dolorosa, diga-se) do impresso para a internet. Dois livros recém-lançados buscam mostrar, para quem ainda não conhece, duas experiências que encontraram na rede digital o espaço perfeito para florescer.

(…)

Os livros do BuzzFeed e do Sensacionalista funcionam como uma espécie de convite a leitores que ainda não os conhecem ou não abraçaram a internet. Será que existem? O site de humor não deixa de fazer piada na própria capa com este aparente paradoxo: “Pagar por livro que está na internet é sinal de genialidade, dizem especialistas”.

Leia o post completo no blog do Maurício Stycer.

Pioneira de fact-checking no Brasil lança agência de notícias e verifica as promessas para as Olimpíadas

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O Brasil chega ao ano olímpico com muitas promessas não cumpridas. Um prato cheio para jornalistas que se aprofundam na checagem de declarações públicas, ou o que ficou conhecido como fact-checking. É aproveitando o contexto da Rio 2016 que a equipe da Agência Lupa, iniciativa jornalística lançada em novembro de 2015, começa a apresentar seu trabalho e apostar na viabilidade de uma agência de fact-checking no Brasil. Em sua primeira matéria de fôlego publicada por um meio de comunicação, ela destrinchou a realidade por trás dos planos de investimento do governo para colocar o país entre os dez maiores medalhistas do mundo.

Leia a reportagem completa no site do Knight Center.

Confira também o recém-lançado site oficial da agência Lupa.

Confira a segunda edição do especial Grandes Temas para Discussão sobre Jornalismo Digital

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Acesse a página do especial Grandes Temas para Discussão sobre Jornalismo Digital.

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New York Times comemora 20 anos do lançamento do seu site

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Está no ar o especial que conta os 20 anos do site do jornal New York Times, o NYTimes.com. Ótima oportunidade para conhecer em detalhes o surgimento, o crescimento e a consolidação do endereço na internet do veículo que é um dos mais inovadores e influentes no jornalismo digital.

Acesse o especial no site do NYT.

Cinco desafios para a sustentabilidade do jornalismo online

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“Gostaria de dar a este artigo o título de “Sobre o ato de escrever” ou algo no gênero, mas o fato é que vivemos hoje na era da informação compartilhada, onde os conteudos são produzidos e distribuidos de forma colaborativa. Fundamentalmente, isso quer dizer que é bastante provável que você esteja lendo este artigo porque ele apareceu em alguma das redes sociais (Facebook, Twitter, Medium etc.) de sua preferência e a provocação do meu titulo levou você a interromper o zapeamenteo entre páginas diferentes.

Você ficou chateado?”

Leia o artigo completo de Simone Stolzoff no Observatório da Imprensa.

Desenvolvedor do AdBlock Plus é “bloqueado” em evento de publicidade digital

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Se faltava uma declaração oficial de guerra ao bloqueadores de anúncios, já não falta mais. O BlueBus está repercutindo a notícia que diz que a empresa responsável pelo desenvolvimento da extensão AdBlock Plus, com mais de 400 mil downloads e que impede a exibição de banners, foi “desconvidada” do evento anual do IAB, o Interactive Advertising Bureau, entidade internacional, com escritórios em diversos países, inclusive no Brasil, e que dita normas do mercado de publicidade digital.

O IAB cancelou a inscrição e reembolsou o AdBlock Plus, que pretendia aproveitar o evento para realizar reuniões com publishers e marketeiros.

Leia a notícia completa no BlueBus.

Como o BuzzFeed usou dados para produzir a reportagem sobre o escândalo das apostas no tênis

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Em um post cheio de graça, o repórter John Templon conta como foi o desafio de reunir os dados que fundamentaram as reportagens que revelaram o escândalo das apostas no circuito mundial de tênis e que sacudiu o mundo dos esportes neste semana.

Leia o post completo no BuzzFeed.

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