Do BlueBus: Google e Facebook ganham mais com anúncios do que todos os jornais e rádios juntos

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De acordo com o o Inc., o Google vai faturar em 2017 80,8 bilhões de dólares só com publicidade.  É tanto quanto todos os jornais e revistas do mundo inteiro, juntos, ganham com a venda de anúncios. O Facebook vem logo em seguida, com 36,3 bilhões de dólares – praticamente o mesmo que todas as estações de rádio, juntas, faturam com a venda de espaço publicitário. Google e Facebook abocanham cerca de 50% de todo o dinheiro investido em publicidade globalmente – número que em breve deve atingir os 83%, segundo cálculos da Digital Content Next.

Leia a notícia completa no BluBus.

P.S.: Explica-se, por exemplo, que o esforço em iniciativas como as da Gazeta do Povo, ao encerrar o impresso, seja de buscar assinantes no digital.

P.S.: E também faz pensar no quanto que as empresas de mídia perderam espaço e o timing enquanto Google e Facebook (este último abastecido por conteúdo de veículos) tomavam conta do pedação. Deixaram chegar…

Do Inova.Jor: Por que a Gazeta do Povo decidiu trocar o papel pelo digital

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O jornalista Renato Cruz publicou um ótimo texto a respeito da decisão da Gazeta do Povo de encerrar sua edição impressa e ficar só no digital a partir do dia 1º de junho. Destaco alguns trechos do texto publicado no site Inova.Jor.

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Do Poder360: The Guardian deixará de usar app da Apple e do Facebook para publicar notícias

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O jornal britânico The Guardian deixará de usar as plataformas Instant Articles, do Facebook, e Apple News para compartilhar notícias. A empresa avalia que o dinheiro produzido com a visita às páginas desses dispositivos não ultrapassa o que o jornal fatura com o próprio site. A informação é do site Digiday.

A mudança foi realizada na última 6ª feira (21.abr.2017). Outros portais também reduziram radicalmente o uso destes aplicativos, como a BBC News, National Geographic, The Wall Street Journal e o The New York Times.

(…)

Para fazer frente à queda na arrecadação com publicidade, o Guardian tem incentivado que leitores se tornem membros associados do jornal – 200 mil já compraram esta modalidade.

Leia o texto completo no Poder 360.

Quando os jornais se aproximam ao que há de pior nas seções de comentários, por @n1viacarvalho

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Ainda sobre comentários, Primeiro Digital recomenda o texto da jornalista, professora e social mídia Nívia Carvalho, publicado em sua conta no LinkedIn com o título “Quando os jornais se aproximam ao que há de pior nas seções de comentários”.

Todos sabemos: as seções de comentários são um dos melhores exemplos do maior grau de toxicidade do comportamento humano. Os piores defeitos estão todos lá, expostos, muitas vezes para regozijo do autor do comentário, que recebe várias curtidas de seus ‘apoiadores’. Achávamos que com as redes sociais, onde as pessoas, em tese, não mais se protegeriam sob o manto do anonimato permitido nos sites de notícias, seriam mais responsáveis no quesito reputação online. A ilusão durou pouco. Dos sites para os comentários na página dos veículos foi um pulo. Eles só migraram.

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Da Folha: Como funciona a engrenagem das notícias falsas no Brasil

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Reportagem mostra como funciona a fábrica de títulos sensacionalistas e inverdades que se disseminam nas redes sociais. Sites faturam de acordo com a audiência, que conteúdos apelativos impulsionam. Pesquisas mostram que a maioria dos leitores tem dificuldade em distinguir boatos de informações confiáveis.

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Do Meio & Mensagem: Para incrementar receita, Abril adota paywall

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Maior pluralidade e diversificação de serviços. Essas foram as metas que nortearam as ações do Grupo Abril em 2016, com investimentos em branded content, big data, clubes de assinatura e serviços de assistência pessoal. Este ano, a empresa segue na busca por novas fontes de receita e, em março, implementará o paywall aos sites de suas revistas.  Ainda sem valor definido, a cobrança será feita por título. Deverá começar por Superinteressante ou Quatro Rodas, ainda a ser confirmado. Não assinantes terão acesso de 10 a 15 conteúdos online gratuitos, em um modelo similar a veículos como Folha de S.Paulo e Estadão.

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Do Poder360: 72% dos brasileiros leem notícias nas mídias sociais

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A televisão ainda tem a audiência de 79% dos brasileiros, mas o consumo de notícias pelas mídias sociais tem aumentado. Segundo pesquisa do Instituto Reuters, da universidade de Oxford, 91% dos brasileiros disseram usar a internet para se informar. 

A grande maioria dos internautas brasileiros (72%) lê notícias pelas mídias sociais. O Facebook e o WhatsApp são as plataformas preferidas para se informar. Isso coloca o país em 3º lugar no ranking da pesquisa que foi realizada em 26 países.

Leia o texto completo no Poder360

E faça o download completo do relatório.

Do Link: Facebook anuncia recursos contra notícias falsas

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O Facebook anunciou nesta quinta-feira, 15, novos recursos da rede social para evitar a disseminação de notícias falsas, que se tornaram um dos principais desafios da rede social em 2016. A empresa fez parcerias com agências independentes de checagem de dados nos Estados Unidos que, a partir de agora, vão checar notícias reportadas como falsas por um número significativo de usuários. Além disso, a rede social vai facilitar denúncias sobre boatos e outras informações falsas que circulam na rede e alertar usuários que compartilham esse tipo de conteúdo.

No início, os novos recursos funcionarão em caráter de teste apenas nos Estados Unidos, mas se funcionarem de maneira esperada, a previsão é que o site adote os mecanismos globalmente nos próximos meses. As agências de checagem de dados Snopes, Politifact, ABC News e Factcheck.org estão entre as primeiras parceiras da empresa liderada por Mark Zuckerberg — elas não receberão nenhum tipo de pagamento da rede social para checar as informações. Todas as empresas são parte da Rede Internacional de Checagem de Dados do Instituto Poynter, uma entidade sem fins lucrativos reconhecida por promover o ensino do jornalismo.

Leia a reportagem completa no Link Estadão.

Do BlueBus: A notícia como capital social

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Segundo a autora do estudo, Magali Coelho, os jovens brasileiros encaram de forma mais positiva a velocidade das notícias do que sua profundidade, e a maneira como lidam com este fluxo é a personalização. Através de diversas entrevistas qualitativas, foi possível codificar as grandes categorias pelas quais eles avaliam a utilidade das notícias (alternativas de aparelhos e plataformas, possibilidades de personalização, confiabilidade, opções de privacidade e facilidade/interesse de compartilhamento). Para os “millenials” brasileiros, as marcas jornalísticas tradicionais (e seus portais) são uma fonte avaliada com certas restrições, tanto por conta do conteúdo (muito parecido com o “jornal de papel” ou a “televisão antiga”, simplesmente transcrita para outro meio), quanto por causa do seu passado “manipulador”.

Leia o texto completo, assinado por Marcelo Coutinho, no BlueBus.

capital social

Do Knight Center: Por que jornais brasileiros batem recorde de audiência, vendem assinaturas digitais, e ainda assim estão em crise?

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(…) Mesmo com o crescimento da circulação digital paga e da audiência, muitos jornais brasileiros seguem fechando no vermelho ou apresentando resultados positivos muito reduzidos.

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Do Knight Center: Após adotar paywall, jornais brasileiros batem recorde de audiência e vendem cada vez mais assinaturas digitais

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Quem indicou a reportagem “Após adotar paywall, jornais brasileiros batem recorde de audiência e vendem cada vez mais assinaturas digitais” foi a colega jornalista Ingrid Cristina dos Santos, do Diário Catarinense. Apesar da reportagem trazer uma série de números, ela compartilhou o link no seu Facebook destacando o seguinte trecho:

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Do BlueBus: Facebook anuncia cursos de treinamento online e gratuitos para jornalistas

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O Facebook está anunciando cursos de treinamento online e gratuitos para jornalistas, que terao como foco 3 pilares – descoberta de conteúdos, criaçao de histórias e construçao de uma audiência. Os cursos estao disponíveis por meio do Blueprint, plataforma global de e-learning do Facebook. Segundo a rede social, a ideia de criar esse formato surgiu a partir de uma série de conversas com diversos jornalistas ao redor do mundo, que demonstraram interesse em encontrar em um único lugar mais informaçoes sobre como usar o Facebook para o trabalho.

A nota completa está no BlueBus.

E o link do curso é www.facebook.com/facebookmedia/journalists

Do Nexo: Como identificar a veracidade de uma informação e não espalhar boatos

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Nos últimos anos, a crise política escancarou esse cenário no Brasil. De acordo com um levantamento do Grupo de Pesquisa em Políticas Públicas de Acesso a Informação da USP, na semana em que a Câmara autorizou a abertura do impeachment da ex-presidente Dilma Roussef, em abril, três das cinco matérias mais compartilhadas no Facebook no Brasil eram falsas. (…)

10 boas práticas para o consumo de informações na web

1 – Cruzamentos de fontes

2 – Buscar a fonte original

3 – Credibilidade de quem publica

4 – Adjetivos demais são suspeitos

5 – Faça uma busca reversa da imagem

6 – Há gente que se dedica a achar boatos

7 – Verifique a data de publicação

8 – Vá além do título

9 – Sem fonte, não confie

10 – Na dúvida, pense duas vezes

Leia a reportagem completa no Nexo.

Do ijnet: Centro Knight oferece curso online sobre jornalismo empreendedor

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Jornalistas interessados em lançar o seu próprio projeto de conteúdo digital podem se inscrever para este curso gratuito em espanhol.

O Centro Knight para o Jornalismo nas Américas e a SembraMedia estão oferecendo o treinamento online “Jornalismo empreendedor: como rentabilizar, promover e gerenciar mídias digitais” de 17 de outubro a 13 de novembro.

Leia mais e saiba como participar.

Jornalismo empreendedor

Da Folha Online: Folha é o 1º jornal brasileiro a ter circulação digital maior do que a impressa

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A Folha é o primeiro jornal brasileiro a ter circulação digital maior do que a impressa. Sua edição digital alcançou em agosto, segundo o IVC (Instituto Verificador de Comunicação), mais de metade do total.

Dos 316,5 mil exemplares de média diária no mês, 161,8 mil ou 51% foram relativos à edição digital do jornal, contra 154,7 mil (49%) da impressa.

O crescimento da participação digital na circulação dos principais jornais brasileiros é uma tendência que se estende também a “O Globo”, cuja circulação digital chegou a 48% em agosto, “O Estado de S. Paulo” (39%) e “Zero Hora” (36%).

Leia a reportagem completa no site da Folha.

Primeiro Digital no Instagram

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O Primeiro Digital agora está no Instagram. A ideia é usar a conta por lá para comentários rápidos, chamadas para destaques do blog e também dicas em imagem e vídeo (eventos, livros, links, prints…).

Siga @primeirodigital no Instagram.

Do Estadão: Celular vira o principal meio de acesso à internet no Brasil

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O celular é hoje o principal meio de acesso dos brasileiros à internet. É o que revela a pesquisa TIC Domicílios 2015, realizada pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br): 89% dos brasileiros conectados o fazem por meio de um smartphone, superando pela primeira vez os computadores como dispositivo prioritário para conexão – os PCs são usados por 65% dos usuários de internet do País. Em 2014, 80% dos brasileiros faziam uso do computador para este fim. 

Leia a reportagem completa no Link do Estadão.

Do ijnet: Por que lealdade e confiança são métricas fundamentais da mídia de hoje

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Qualquer um que já estudou as métricas da internet em detalhe sabe uma grande mentira: os grandes números do total de usuários e pageviews em que todos se baseiam são praticamente insignificantes.

  • Mais da metade dos visitantes de um site ficam no site por menos de 15 segundos.

  • Três-quartos dos usuários dos sites de jornalismo mais importantes nos Estados Unidos visitam os sites somente uma ou duas vezes por mês. Como você pode considerá-los usuários? 

  • Metade dos usuários da internet em 26 países estão recebendo suas notícias através das redes sociais, em vez dos seus próprios sites de notícias, de acordo com o Relatório de Notícias Digitais do Instituto Reuters de 2016.

  • 43 por cento dos usuários das redes sociais não sabem onde as matérias que eles leramforam originalmente publicadas.

Em outras palavras, milhões de cliques ou milhões de usuários não são uma indicação de confiança em uma marca de notícias ou lealdade a essa marca. Precisamos de novas métricas, melhores métricas.

(…)

Apesar de tudo isso, os editores podem aproveitar o valor do seu público, focando nos usuários leais.

Leia o post completo em português no ijnet ou se preferir, no original, em inglês, no News Entrepreeneurs

Do Nexo: Facebook agora usa robôs para sugerir notícias aos usuários

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Na tarde do dia 26 de agosto, todos os funcionários do Facebook que faziam a curadoria de assuntos na seção “Trending” da rede social foram demitidos. Agora, a seleção de links é feita por robôs, a partir de algoritmos.

O Trending é uma seção que aparece na lateral direita da linha do tempo e ainda não está disponível no Brasil. Exibe conteúdos populares que podem ser interessantes para o usuário e faz parte do esforço do Facebook em se tornar uma fonte relevante de curadoria de notícias.

Até a sexta-feira (26), a seleção de links era feita por uma equipe humana, e incluía checagem cruzada, para descartar notícias falsas. Os links eram, primeiro, escolhidos por curadores. A partir dessa seleção, eram pareados com os interesses do usuário e exibidos de forma personalizada.

Saiba quais as implicações desta decisão do Facebook lendo o texto completo de Ana Freitas no Nexo.

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