Um novo modo de consumir notícias, por @ericmessa no @meioemensagem #LinkRecomendado

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Eric Messa, coordenador do Núcleo de Inovação em Mídia Digital da FAAP/SP, assina ótimo artigo no Meio & Mensagem sobre a perda de leitores no meio impresso, do qual destaco o seguinte trecho:

“O jornal, por exemplo, vem perdendo leitores pois, independentemente da idade, quase ninguém mais tem aquele hábito antigo (característico do jornal) de fazer uma leitura tranquila pela manhã, antes de sair para o trabalho. O mercado acelerou o ritmo do homem. Hoje já acordamos trabalhando. Tem gente que acorda e imediatamente já está respondendo ao WhatsApp do trabalho, mesmo antes de sair da cama.

Vou além, se não temos mais tempo para ler um jornal impresso, quem consegue, em meio à correria do nosso dia a dia, parar por cerca de uma hora para ler com calma um portal de notícias? Minha hipótese é a de que está diminuindo o número de pessoas que acessam a página de entrada dos sites de notícias.

Nem por isso as pessoas andam desinformadas. Não é essa minha conclusão. Apenas o comportamento delas que mudou. As pessoas continuam consumindo notícias, mas ao longo do dia, de forma fragmentada, por meio das redes sociais.”

Leia o artigo completo no Meio & Mensagem e confira a lista de apontamentos usados por Messa para comprovar sua hipótese.

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Microjornalismo sob demanda, por Ana Brambilla

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(…)

O que entendo por demanda é uma pergunta, um pedido por uma informação àqueles que estão diretamente capacitados a respondê-la. Não precisa ser teu amigo, teu contato no Facebook. Mas é fundamental que tenha uma relação muito próxima com o fato que o legitime enquanto cidadão repórter (ou village reporter, esse conceito já é velho).

Se você imagina que essa relação com o fato é espaço-temporal, está no caminho, mas não termina por aí. Estar imbricado a uma situação é mais do que presenciá-la como testemunha. É mais que estar no local, geograficamente, na hora de um fato X. Essa espécie de “repórter sob demanda” é o sujeito expert pela própria natureza – ou pelo próprio cotidiano.

Pergunte-se: sobre o que você saberia informar?

(…)

Na ambição de atingir todo mundo, não passamos de paisagem no olhar cada vez mais desacreditado da população em relação ao jornalismo. Nos afastamos do público sob a falsa sensação de estarmos falando para ele, aquilo que ele mais necessita saber. Então pergunto: ele quem, coleguinha?

Leia o artigo completo de Ana Brambilla.

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Leia também:

Você sabe o que o leitor quer?

 

 

 

Rivalidade versus bairrismo

Foto: Jamira Furlani/Divulgação/Avaí
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O clássico desta quarta-feira (6), pela Copa do Brasil, entre Avaí e Figueirense, em Florianópolis, é o confronto de maior rivalidade no futebol de Santa Catarina. O jogo, que terá acompanhamento também pela internet dos meus colegas do Diário Catarinense, Notícias do Dia, GloboEsporte SC e Infoesporte, é um exemplo do desafio que é conquistar e aumentar a audiência nos sites de notícias. Revela, na verdade, outro confronto: rivalidade versus bairrismo.

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