Mais detalhes sobre as mudanças na Gazeta do Povo

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No final deste mês de maio, a Gazeta do Povo, de Curitiba e um dos mais importantes jornais do Brasil, deixa de circular no formato impresso. Existirá somente no digital, em um projeto ousado que está chamando a atenção de jornalistas e donos de veículos. Ontem (16), o diretor de Redação da Gazeta do Povo, Leonardo Mendes Júnior, participou do webinar Exclusiva e na palma da mão: a nova Gazeta do Povo , promovido pelo programa de qualificação da ANJ (Associação Nacional de Jornais).

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O primeiro ano do Primeiro Digital

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O Primeiro Digital completa seu primeiro ano nesta dia 12 de abril. E o que tenho de mais importante para dizer nesta data é muito obrigado a todos (amigos, colegas, “leitores de busca”…) que com seus cliques, curtidas, compartilhamentos e comentários me motivaram para seguir em frente com o blog.

Primeiro Digital é uma vitrine, uma forma de estar no radar profissionalmente para os serviços que presto, mas é principalmente um grande laboratório. O blog me ajuda a ter uma rotina de pesquisa e leitura sobre o que é tendência no jornalismo digital e a partir disso escrever a respeito do que faço, do que penso e do acredito ou simplesmente compartilhar links recomendados. É também um exercício de análise sobre o que veículos e colegas fazem ou deixam de fazer no meio digital.

Como em outros momentos da minha carreira profissional desde que comecei a trabalhar com jornalismo na internet, o blog também é parte da cruzada que escolhi seguir há uns dez anos. Uma cruzada baseada na vontade de ver o jornalismo digital e os profissionais que nele atuam respeitados e valorizados. Disse uma vez para um executivo que era preciso mudar a visão e deixar de ver e tratar a internet como algo menor dentro dos grupos de comunicação sob pena de ficar para trás e de desperdiçar uma plataforma de geração de ganhos variados (financeiros, visibilidade, relacionamento…).

Com Primeiro Digital exponho minhas ideias, minha experiência, meus conhecimentos e minhas convicções. Por isso, o blog também é um canal para mostrar que o meio digital merece sim mais atenção por maiores que sejam as dúvidas em torno dele, as desconfianças, as “crises”, as dificuldades de rentabilizá-lo. Acredito que haja um caminho para seguir: o mesmo do público. Se ele migrou para o meio digital, precisamos descobrir como acompanhá-lo.

É este o grande desafio, que para ser vencido precisa do desprendimento de todos (redação, comercial, direção, marketing…). Desprendimento para deixar para trás práticas e modelos que não se aplicam mais em tempos de internet. E também as visões e pensamentos tacanhos sobre como fazer jornalismo (alguns não vão mudar nunca, mas ficamos na torcida…). Isso vale tanto para quem quer empreender no digital quanto para quem deseja ser multiplataforma de verdade.

Neste primeiro ano do blog, além de contabilizados números que considero relevantes como 65 mil páginas visualizadas (5.500 em média por mês) e 25 mil visitantes, fico feliz de ver que a aposta por este template mobile foi uma aposta certeira. Praticamente metade dos acessos ao blog são feitos por smartphones e tablets. Não é hora de pensar também primeiro mobile, além de primeiro digital?

Por fim, para soprar as velinhas, fiz abaixo uma seleção de posts publicados neste primeiro ano e que considero relevantes. Estão na lista de “Posts Relacionados”. Boa leitura e mais uma vez muito obrigado. E fica o convite para acompanhar o Primeiro Digital no Facebook e no Twitter.

PD

P.S.: Obrigado ServerDo.in pelo suporte sempre competente.

O dia em que um rio passou na vida do Twitter

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Foi em 15 de janeiro de 2009 que @jkrums fez história ao publicar no Twitter a foto do acidente com o avião da US Airways que havia acabado de “pousar” no Rio Hudson, em Nova York. “There’s a plane in the Hudson. I’m on the ferry going to pick up the people. Crazy”, escreveu @jkrums no tweet que é considerado pelo próprio Twitter como um dos momentos mais importantes da história do site. “É a primeira da cena, dando as más notícias antes mesmo que a mídia tradicional soubesse”, destaca o site.

Em 2009, lembro, muitos veículos praticamente ignoravam o Twitter e por isso mesmo “boiavam” totalmente nas possibilidades do site gerar conteúdo-cidadão relevante. Ficavam naquela de “que troço bobo, o pessoal ficar dizendo que acordou, tomou banho, café…”. É justo que o Twitter tire esta “casquinha” do “milagre do Rio Hudson”, mas o site também foi protagonista em outros fatos marcantes – antes mesmo deste episódio (um exemplo local que já lembrei aqui foi da cobertura dos estragos provocados pelas chuvas em 2008 no Vale do Itajaí, em Santa Catarina).

O cenário hoje é outro no segmento de redes sociais. Os usuários estão mais preocupados em dizer (muitas vezes sem ler nem pensar) do que em mostrar. Em vez de repórter-cidadão, todos querem ser “comentarista com toda a razão” – é todo mundo especialista em tudo. Mas por sorte, o Twitter ainda está lá, atrás das outras redes sociais, mas na frente quando o assunto é geração de conteúdo colaborativo (procurem informações sobre trânsito, por exemplo).

Não precisa cair outro avião num rio, mas fica a dica para os colegas das redações para que não deixem de monitorar o que está sendo contado e mostrado lá na rede social do passarinho. Ou vai deixar o Twitter cantar de galo dizendo que deu uma notícia primeiro que a mídia tradicional? Pode dar junto, quem sabe. Passa lá.

Veja mais momentos marcantes na história do Twitter.

Saiba mais sobre o acidente.

Siga as atualizações do Primeiro Digital no Twitter @primeirodigital.

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