Livros apresentam duas faces do jornalismo que prospera na internet, por @mauriciostycer

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O jornalista Maurício Stycer publicou em seu blog no UOL post destacando o lançamento dos livros “58 Listas – 33 úteis & 25 nem tão úteis assim” (Paralela, 192 págs., R$ 29,90) e  “Sensacionalista – isento de verdade” (Belas Letras, 192 págs., R$ 29,90), que tem em comum o fato de terem como origem dois sites de sucesso: o BuzzFeed e o Sensacionalista, respectivamente.

Escreve Stycer:

O jornalismo, nas últimas duas décadas, está vivendo a transição (dolorosa, diga-se) do impresso para a internet. Dois livros recém-lançados buscam mostrar, para quem ainda não conhece, duas experiências que encontraram na rede digital o espaço perfeito para florescer.

(…)

Os livros do BuzzFeed e do Sensacionalista funcionam como uma espécie de convite a leitores que ainda não os conhecem ou não abraçaram a internet. Será que existem? O site de humor não deixa de fazer piada na própria capa com este aparente paradoxo: “Pagar por livro que está na internet é sinal de genialidade, dizem especialistas”.

Leia o post completo no blog do Maurício Stycer.

E-book “Jornalismo sem manchete” analisa novos formatos de texto e de leitura

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A jornalista Luciana Moherdaui, uma das participantes da segunda edição da série Grandes Temas para Discussão sobre Jornalismo Digital, está lançando “Jornalismo Sem Manchete – A implosão da página estática” (Editora Senac). A versão e-book já está à venda nas lojas da Apple Store e da Kobo Store. Em sua página na internet, Luciana disponibilizou para leitura o prefácio do livro, assinado por Giselle Beiguelman, pesquisadora na área de preservação da arte digital, do patrimônio imaterial e do design de interface.

Da cultura da página à cultura dos dados

jornalismosemmancheteO livro de Luciana Moherdaui, Jornalismo sem manchete: a implosão da página estática, é muito mais do que uma discussão sobre o impacto da internet nos modos de produzir notícias. É, acima de tudo, uma longa e rigorosa pesquisa sobre os novos formatos de textos e de leitura que emergem com as redes, especialmente após a explosão das chamadas redes sociais, como Facebook, Twitter, etc. Em uma frase, é um mapeamento do terreno e de seus abalos sísmicos, contemplando, de dentro do terremoto, momentos marcantes da transformação da cultura da página em cultura dos dados.

Não se trata de um manual de redação para contextos on‑line nem de um livro de ajuda para “sobreviver” ao processo – irreversível – de digitalização da cultura. Fruto de um doutorado em comunicação e semiótica na PUC/SP, que contou com o apoio do UOL Bolsa Pesquisa, a obra de Luciana coloca frente a frente as estratégias de busca de conteúdo noticioso e de construção de sentindo narrativo dos leitores com a capacidade das empresas tradicionais de jornalismo em absorvê‑las.

Leia o prefácio completo.

Livro conta a história do jornalismo digital nos países ibero-americanos

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O professor Ramón Salaverria está à frente do livro “Ciberperiodismo en Iberoamérica” (em espanhol), que traz um estudo detalhado sobre a história do jornalismo digital nos países ibero-americanos entre 1995 e 2014. “Para muitos desses países, esta obra supõe ser o primeiro estudo detalhado sobre ciberjornalismo em seus respectivos mercados nacionais”, escreve Salaverria. “Mas o valor histórico do livro aumenta por outro motivo: os capítulos respeitam uma estrutura comum, o que facilita para uma análise comparativa”.

Para isso, os 22 capítulos sobre cada um dos países se dividem em quatro partes:

1) Contexto tecnológico;

2) Historia do jornalismo digital no país;

3) Perfil profissional, formação e marco legal; e

4) Futuro.

“Ciberperiodismo en Iberoamérica” está disponível para download gratuito.

Saiba mais sobre o livro no site do professor Ramón Salaverria.

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Inovar na imprensa

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O professor Ramón Salaverria disponibilizou para download o capítulo escrito por ele no recém-lançado El Livro Blanco de La Prensa. Em seu texto “Innovar en prensa: dónde, cómo y por qué”, Salaverria destaca que os meios de comunicação vivem momentos decisivos e que em 2016 irão encarar um mercado digital maduro.

O capítulo está disponível para download no site salaverria.es.

Para saber mais sobre El Livro Blanco de La Prensa acesse o site da AEDE (Associação dos Editores de Diários Espanhóis).