Urgente. Urgente?

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Será que todas as notícias que estão sendo compartilhadas nas redes sociais com selo de “urgente” são mesmo urgentes? Dizem “urgente” querendo dizer “breaking news”?

Estou começando minha coleção. Aceito contribuições.

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Atualizado em 3 de junho, às 21h:

O jornal Município Dia a Dia, de Brusque (SC), não usa o selo de “urgente” nas chamadas para notícias sem imagem, mas com relevância. A opção foi adotar o “última hora”. Seria essa uma boa tradução para o “breaking news”, melhor que urgente?

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Atualizado em 30 de junho, às 20h:

O Globo inova e lança o “urgente personalizado”.

 

 

O dia em que um rio passou na vida do Twitter

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Foi em 15 de janeiro de 2009 que @jkrums fez história ao publicar no Twitter a foto do acidente com o avião da US Airways que havia acabado de “pousar” no Rio Hudson, em Nova York. “There’s a plane in the Hudson. I’m on the ferry going to pick up the people. Crazy”, escreveu @jkrums no tweet que é considerado pelo próprio Twitter como um dos momentos mais importantes da história do site. “É a primeira da cena, dando as más notícias antes mesmo que a mídia tradicional soubesse”, destaca o site.

Em 2009, lembro, muitos veículos praticamente ignoravam o Twitter e por isso mesmo “boiavam” totalmente nas possibilidades do site gerar conteúdo-cidadão relevante. Ficavam naquela de “que troço bobo, o pessoal ficar dizendo que acordou, tomou banho, café…”. É justo que o Twitter tire esta “casquinha” do “milagre do Rio Hudson”, mas o site também foi protagonista em outros fatos marcantes – antes mesmo deste episódio (um exemplo local que já lembrei aqui foi da cobertura dos estragos provocados pelas chuvas em 2008 no Vale do Itajaí, em Santa Catarina).

O cenário hoje é outro no segmento de redes sociais. Os usuários estão mais preocupados em dizer (muitas vezes sem ler nem pensar) do que em mostrar. Em vez de repórter-cidadão, todos querem ser “comentarista com toda a razão” – é todo mundo especialista em tudo. Mas por sorte, o Twitter ainda está lá, atrás das outras redes sociais, mas na frente quando o assunto é geração de conteúdo colaborativo (procurem informações sobre trânsito, por exemplo).

Não precisa cair outro avião num rio, mas fica a dica para os colegas das redações para que não deixem de monitorar o que está sendo contado e mostrado lá na rede social do passarinho. Ou vai deixar o Twitter cantar de galo dizendo que deu uma notícia primeiro que a mídia tradicional? Pode dar junto, quem sabe. Passa lá.

Veja mais momentos marcantes na história do Twitter.

Saiba mais sobre o acidente.

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